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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Mensagem de Bom Ano António Pedro Maco e Apoio a Paulo Portas


Caros militantes, caros almadenes, amigos

É cada vez com mais orgulho e dedicação que passo mais um ano na condução como presidente dos destinos da concelhia de Almada do CDS-PP.

Já lá vão alguns anos, que tenho deixado todo o meu empenho na defesa das causas e bandeiras do CDS-PP, nomeadamente em Almada, concelho onde não é nada fácil ser democrata cristão e fazer política.

Felizmente, ao longo destes anos, mais concretamente desde 2009, que conseguimos fazer com que o partido visse reconhecido o respeito devido, e que fosse reconhecido como alternativa às variadas opções políticas em presença no concelho.

Penso que esse enorme esforço e dedicação de todos aqueles que acreditaram no nosso projecto, não tenha sido em vão, bem antes pelo contrário, pois estamos cada vez mais fortes, com mais iniciativas, com mais trabalho, com mais e melhores militantes e sobretudo, com união e espírito de equipa.

Para 2014 pretendemos continuar a nossa intervenção política junto das pessoas, em nome da coerência e daquilo em que acreditamos e das propostas e projectos que não abdicamos. Os adversários políticos (outras forças políticas) devem entender que o CDS-PP em Almada veio para ficar e muito tem para dar.

Ás tentativas de desestabilização, de descrédito, de desmobilização, às calúnias, ao melindre, à arrogância e à falta de espírito democrático, à falta de fairplay e à batota, não só respondemos com trabalho, como nos torna ainda muito mais fortes, solidários e unidos. Cumpriremos com o nosso dever e com o nosso objectivo.

Aos militantes de Almada podem esperar, como tem vindo a ser, uma concelhia activa, com eventos, formações e intervenção política e autárquica, como tem pautado a concelhia ao longo deste mesmo mandato. Teremos novidades para 2014, e continuaremos na campanha de angariação de militantes que muito sucesso tem tido ao longo do ultimo ano sendo que, para esses mesmos novos militantes, deixo um agradecimento especial por se terem juntado a nós e por estarem a desempenhar esse mesmo papel de uma forma extraordinária e exemplar. Aos mesmos e aos que já sei que neste inicio do ano se vão também juntar à concelhia de Almada do CDS-PP um profundo agradecimento.

Enquanto Deputado Municipal saberei honrar o nosso compromisso eleitoral para com os almadenses e cumprirei na integra as propostas e projectos com que nos apresentamos este ano nas eleições autárquicas. Não abdicarei das minhas responsabilidades para o qual fui incutido.

Por fim, e com o 25º Congresso do CDS-PP à porta, quero aqui e publicamente deixar uma palavra de esperança para que o mesmo se salde num grande evento democrático e participativo, com muita discussão, e que possa sair um partido cada vez mais unido e com propostas claras e objectivas para o país. Não chegam apenas boas intenções para marcar calendário ou sobrevivência política, mas sim propostas concretas, exequíveis e de adaptabilidade às circunstâncias que o país atravessa.
Há muito para fazer, é certo, mas com inteligência, razão, e sobretudo, com muita responsabilidade.

Assim sendo, a concelhia do CDS-PP Almada tal como os cinco Delgados eleitos por Almada pela Lista A na passada eleição para o mesmo efeito, apoiam sem o mínimo de reservas, a Moção subscrita pelo Presidente do CDS-PP Paulo Portas, com o nome "RESPONSABILIDADE E IDENTIDADE" que espelha bem o seu conteúdo e a sua finalidade, como também apoia e incentiva a recandidatura de Paulo Portas à presidência do partido para mais dois anos.

Mesmo a terminar, e como não podia deixar de ser, um forte agradecimento a todos aqueles que têm acreditado nesta concelhia, nomeadamente os membros da sua direcção e os nossos mais directos militantes que connosco colaboram, pois têm sido a chave do nosso sucesso. A todos eles tal como à JP de Almada na pessoa da Irina Tricameguy, muito obrigado por esta excelente equipa.

Desejo a todos um Feliz Ano de 2014 e mãos à Obra.

António Pedro Maco
Presidente do CDS-PP Almada e Deputado Municipal

domingo, 22 de dezembro de 2013

Assembleia Municipal de Almada - Partido Comunista chumba Feira do Mar na Costa da Caparica


  Assembleia Municipal Almada Tomadas de posição do CDS-PP*

Decorreu nos dias 18, 19 e 20 de Dezembro, na localidade do Feijó, a segunda sessão da Assembleia Municipal de Almada (AMA) do mandato 2013/2017, onde o CDS-PP pelo Deputado Municipal António Pedro Maco apresentou um Projecto de Recomendação.

No Período Antes da Ordem do Dia, o CDS-PP apresentou à assembleia um Projecto de Recomendação onde recomendava à Câmara Municipal de Almada (CMA) que criasse, promovesse e tomasse toda as diligências necessárias para que se realizasse na Costa da Caparica todos os anos uma Feira do Mar onde estivesse representado todo o sector que directa e indirectamente dependa do mesmo, à semelhança de outros festivais e feiras que ocorrem por esse país fora e que atraem milhares de visitantes aos certames.

Mais uma vez, a maioria comunista votou contra a proposta do CDS-PP e, para não variar, com argumentos que voltam a roçar o ridículo e incompreensível. Afirma a bancada do partido comunista que vota contra pois, a assembleia municipal não é nenhuma empresa de eventos(!). Argumentos como estes, se não fosse uma oportunidade perdida para o concelho, tinham entrada directa num anedotário político nacional a juntar a outros que já nos habituou o PCP na AMA.

Lamentavelmente, o concelho e a Costa da Caparica, perdem mais uma vez, a oportunidade de ver a cidade com um evento anual que traria um enorme desenvolvimento à Costa da Caparica, tal como exemplo a Festa da Sardinha em Portimão, o Festival do Marisco em Olhão, ou a Feira do Chocolate em Óbidos, só para deixar alguns exemplos comparativos, e que os municípios souberam muito bem explorar e reverter em favor da sua economia, dos seus produtos locais e das suas gentes.

Em Almada o sectarismo bacoco e oportunista do Partido Comunista, impede que o mesmo evento seja realizado. 
Perde o sector turístico da freguesia e do concelho, perde a economia local, e perdem todos aqueles de quem de uma feira desta envergadura veria o seu negócio rentável. 

A Costa da Caparica, infelizmente, é o espelho do desinvestimento, do esquecimento e do sectarismo cirúrgico da câmara de Almada para com a freguesia que sempre rejeitou o partido comunista para comandar os seus destinos. As potencialidades da Costa da Caparica, não só naturais e paisagísticas, mas também a sua situação geográfica e a força e persistência das suas gentes, leva a que um evento com esta importância que é o Mar, fosse benéfico para o investimento, atracção e fixação de pessoas e bens.

Vamos continuar, por incúria e falta de visão estratégica por parte da CMA, a ver os almadenses a deslocarem-se para outros pontos do país, nomeadamente o Algarve, tal como os potenciais visitantes e turistas da capital, para usufruírem deste tipo de certames que muita gente tem atraído e muito bem tem feito aos municípios onde eles se realizam.

Já em mandato anterior na Assembleia de Freguesia da Costa da Caparica, o representante do CDS-PP fez aprovar uma moção onde se pretendia a realização da Feira da Agricultura na Costa da Caparica, o que, até ao momento, não temos qualquer informação sobre o seu desenrolar. 

O CDS-PP não só denuncia a falta de exploração dos recursos humanos e naturais da Costa da Caparica, como continuará a pugnar pelo seu desenvolvimento sustentável e duradouro contrastando com projectos megalómanos e mal planeados de custos elevados e quase sem retorno practico, como tem sido o trágico Pólis da Costa da Caparica.

De realçar que além do voto contra por parte do partido comunista, o PAN, que normalmente só usa o seu direito de eleito nas votações, mas em Democracia é assim e temos de respeitar, o Bloco de Esquerda, este último sem uma razão plausível afirmando que o CDS-PP quer é festas(!), mais uma vez a Democracia e a opinião alheia tem de ser respeitada, tal como o Partido Socialista onde se inclui o Presidente da Junta de Freguesia da Costa da Caparica, abstiveram-se, permitindo que os votos da bancada da CDU chumbasse a proposta do CDS-PP. A Bancada Municipal do PSD juntou-se ao CDS-PP e deu o seu voto favorável.

*a restante informação sobre a sessão da mesma assembleia estará disponível agora em Janeiro na Revista Online da Concelhia do CDS-PP "Almada Popular"

terça-feira, 11 de junho de 2013

Almada Autárquicas 2013 - Apostamos em Fernando Pena



CDS-PP Almada - Autárquicas 2013

Comunicado


Estimados Militantes, Almadenses e Simpatizantes do CDS-PP

Como já é do vosso conhecimento, a concelhia do CDS-PP Almada e a sua Comissão de Coordenação Autárquica deliberou por unanimidade a escolha do Prof. Fernando Pena para candidato pelo CDS-PP às eleições autárquicas deste ano numa aposta verdadeiramente vencedora e que se apresentará ao eleitorado com as melhores propostas para o desenvolvimento e prosperidade para o concelho de Almada.

O trabalho do mesmo em prol do concelho é do conhecimento público, tal como é reconhecida a sua luta e empenho em causas como a denúncia do despesista e desordenado Programa Pólis da Costa da Caparica, as Terras da Costa ou o Vale da Sobreda, tal como a extinção da ECALMA - passando os operacionais para agentes da Polícia Municipal - entre outras que têm pautado a sua conduta e frontalidade enquanto deputado municipal.

Com esta candidatura pretendemos mais uma vez, além de denunciar as más condutas, a falta desenvolvimento do concelho, as atrocidades cometidas ao longo de anos pelo executivo comunista muitas das vezes com a cumplicidade e a passividade da Oposição que acaba por ser tão -ir-responsável como o executivo, denunciar as faltas de respeito e de consideração pouco democráticas que o executivo tem para com os munícipes nomeadamente quando cria entraves ao acesso à informação que é um Direito por Lei que lhes assiste, pretendemos também à semelhança de 2009, apresentar um Programa Eleitoral que se paute pela defesa das famílias, dos mais vulneráveis tal como as crianças, os idosos, os pobres e os mais desfavorecidos do concelho, pela aposta numa verdadeira política social direccionada para as pessoas, o desenvolvimento do tecido empresarial, dinamização e atracção de investimento e tecnologias para o concelho apostando nas empresas libertando as mesmas das enormes taxas fiscais, aposta no desenvolvimento e promoção de um verdadeiro comércio moderno e apelativo, maior segurança e protecção -videovigilância- tal como na promoção turística, histórica e cultural do concelho promovendo o seu património material e imaterial tão abandonado e esquecido por um executivo comunista sectário, demagogo e hipócrita.

O CDS-PP, apresenta-se assim, além das suas listas a todas as freguesias agregadas do concelho e à Assembleia Municipal, uma candidatura à Câmara Municipal Almada com uma vontade e empenho de fazer mais, diferente e, sobretudo, fazer melhor, com propostas e ideias inovadoras para a cidade, sem demagogias, sem dogmas e com a frontalidade que sempre nos caracterizou apelando desde já, à confiança dos almadenses para que possamos dar um verdadeiro rumo a Almada tornando o concelho numa cidade moderna e atractiva.

A Confiança no CDS-PP em Almada e em Fernando Pena, é um estímulo, inequívoco, à mudança onde apelamos veemente, para que os almadenses não se deixem enganar pela chamado "Voto Útil", que, na prática, mais não resulta que num perfeito voto Inútil, como se constatou, nomeadamente, em 2009 onde a continuidade das forças políticas com representatividade na vereação em Almada em nada alteram as más políticas dos comunistas. A confiança depositada no CDS-PP e em Fernando Pena é, sem dúvida, sinónimo de mudança e prosperidade.

Assim sendo, mais uma vez, apelamos a todos para que possam deixar no email: cdsppalmada.comissaoautarquica@gmail.com todas as propostas, sugestões, ideias, criticas, denúncias e pontos de vistas que queiram partilhar com a Candidatura, afim de serem analisadas e tidas em conta no Projecto eleitoral do CDS-PP para as autárquicas em Almada.

Aqui nos apresentamos de novo, com Frontalidade, Honestidade e Trabalho realizado e para executar em prol de Almada

Contem connosco, contamos convosco.

António Pedro Maco
Presidente CDS-PP Almada

quarta-feira, 20 de março de 2013

António Pedro Maco (re)candidato à CPC do CDS-PP Almada em lista única


Eleições para a CPC Almada do CDS-PP *

Lista A (lista única) 

Candidato a Presidente - António Pedro Maco

Mais uma vez, aqui estamos para nos apresentarmos aos militantes da concelhia de Almada do CDS-PP para dar continuidade a um projecto com ideias e valores começado em 2009. 

É com a coragem, determinação e empenho em fazer ainda mais e muito melhor que esta equipa encabeçada por António Pedro Maco, se recandidata à Comissão Política Concelhia do CDS-PP Almada provando, de novo, a sua vontade de ir mais além e de fazer ainda melhor colocando o CDS-PP e a Democracia Cristã, como uma verdadeira alternativa ao poder de esquerda que há quase 40 anos (des)governa o concelho de Almada.

Na continuidade deste projecto tivemos o cuidado de renovar a equipa directiva com pessoas capazes e com provas dadas fortalecendo os laços de companheirismo, de espírito de grupo e de missão tendo a entre-ajuda, como factor preponderante para um trabalho proveitoso onde todos têm oportunidade de colaborar.
Apostamos e valorizamos a dicotomia experiência e vigor numa conjugação de esforços ímpar num projecto que se quer de todos e para todos.
Só com um partido unido poderemos alcançar os objectivos pretendidos em Almada

Queremos um CDS-PP forte, arrojado, empreendedor, corajoso, e com ideias modernas que possam criar um novo modo de olhar e fazer política para e com as pessoas, neste iniciar de um novo século pautado pela rapidez e massificação da Informação tal como o regresso das pessoas à Política. É com esses desafios em mente que nos apresentamos com uma equipa empenhada em enfrentar esses mesmos desafios e obstáculos que muito têm caracterizado um concelho onde o poderio comunista domina, muitas das vezes, com a passividade e benevolência da restante oposição gasta e amorfa de ideias e cheia de vícios.

Deste modo, é sabido que, ainda mais em ano de eleições autárquicas, enfrentamos um enorme desafio onde o CDS-PP pretende alcançar o melhor resultado possível solidificando a sua posição e imagem construída ao longos destes últimos anos; Almada precisa de um CDS-PP forte e com ideias.
Desafio autárquico, que tem vindo a ser trabalhado há já mais de um ano, dia após dia, junto das pessoas no conhecimento da realidade do concelho com a finalidade de apresentar as melhores propostas consistentes com as necessidades e as verdadeiras realidades do concelho. Estamos certos que o nosso trabalho colherá frutos.

Contudo, é preciso ter consciência que o caminho não é fácil; e que à máquina propagandista e instalada do poder em Almada das forças políticas que condicionam as tomadas de decisão para o concelho, não deixa muita margem de manobra para erros. Assim sendo, só com disciplina, rigor e verdadeiro empenho, espírito de grupo e de missão aos valores do CDS-PP, podemos colmatar as variadas adversidades a que um verdadeiro partido da Direita democrática deverá estar à altura sabendo responder com mais ideias e com melhores alternativas.
Só prometemos trabalho e dedicação para honrar os nossos compromissos não havendo espaço para ideias pré-concebidas ou estereotipadas e muito menos, euforias desmedidas sem nexo e condenadas à priori.
Também não nos resignamos ou subjugamos sabendo carregar o estandarte e os valores que o CDS-PP transmite desde a sua fundação como um partido democrático e livre e pluralista. Faremos o nosso caminho alicerçado nesses mesmos valores com ambição e com sentido de um dever -sempre- por cumprir honrando um passado, uma história.
A titulo de exemplo, nestas eleições autárquicas, o CDS-PP em Almada, apresentará os seus próprios candidatos com o seu próprio programa coligando-se apenas e só, com todos os almadenses que livre e conscientemente acreditarem neste mesmo projecto.

Para estes dois anos de mandato entre as demais devemos cumprir:

- o aumento de militantes na concelhia atraindo mais pessoas, mais ideias, em suma, melhor partido

- dar continuidade, e, se possível, aumentar as Formações Políticas e Autárquicas dirigidas a militantes e autarcas valorizando a formação e conhecimento das pessoas

- dar continuidade aos eventos característicos da concelhia de Almada tais como: a Comemoração do 1º de Maio (institucionalizada pelo presidente do partido em 2010, este ano com uma importância acrescida devido ao arranque da pré-campanha autárquica), o "Conversas à beira-mar" (evento a realizar no verão num ambiente intimista e descontraído) o Seminário Anual do CDS-PP Almada (este ano IV Edição) e a Ceia de Natal do CDS-PP Almada, tal como as várias Tertúlias a realizar durante o decorrer do mandato sobre variados temas e que muito contribuem e enriquecem a discussão no seio do partido

- dar continuidade às reuniões ordinárias e extraordinárias da direcção da CPC Almada abertas a militantes da concelhia promovendo a participação e colaboração dos militantes

- dar continuidade e reforçar visitas, reuniões e trabalho de terreno junto de instituições e restantes munícipes

- dar continuidade e acompanhar, discutir e apresentar alternativas a projectos para o concelho de Almada entre eles: o Pólis da Costa da Caparica, o Terminal de contentores da Trafaria, o Arco Ribeirinho Sul, as ARU´s e restante reabilitação urbana, o PUAP, o Vale da Sobreda, a Fonte da Telha, as Terras da Costa, a Mobilidade no concelho, as Pescas, o Turismo, a Segurança, a Política Social, o Património Histórico (material e imaterial), o Urbanismo e Ordenamento Local, a Educação e Tempos Livres, a Cultura (Verdadeira e para Todos) e sobretudo, a genuína abertura democrática e pluralista para uma verdadeira participação cívica e política dos vários agentes e actores do concelho de Almada

- focalizar o trabalho concelhio nos diversos Pelouros, Grupos de Trabalho e Comissões criados para uma maior colaboração de militantes

- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com a Comissão Coordenação Autárquica da concelhia visando uma maior e profícua eficiência e eficácia na condução da política autárquica do CDS-PP para o concelho de Almada

- dar continuidade à receptividade e abertura às ideias, propostas, sugestões e criticas quando fomentadas e numa lógica construtiva, por parte dos militantes da concelhia enriquecendo o projecto do CDS-PP Almada

- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com o Grupo Municipal e demais autarcas do CDS-PP em Almada fomentando a organização e um trabalho que se pretende profícuo e sólido

- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com a Distrital de Setúbal do CDS-PP e com as restantes concelhias do distrito numa lógica de criação de sinergias e conjugação de esforços numa verdadeira voz do partido

- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com o Grupo Parlamentar na AR, com a Secretaria-Geral do partido, com a Comissão de Coordenação Autárquica Nacional tal como com o presidente do partido, sem prejuízo da autonomia da concelhia, como também o intercâmbio e confraternização entre as várias concelhias espalhadas pelo país

- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com as estruturas da Juventude Popular de Almada tal como da Distrital de Setúbal da JP

- dar continuidade e reforçar a apresentação de propostas alternativas, ideias e sugestões e mesmo criticas construtivas e fomentadas, ao nível interno aos variados órgãos do CDS-PP valorizando as estruturas concelhias e o trabalho dos militantes

- dar continuidade e reforçar a imagem do partido em Almada na Comunicação Social através de Comunicados, Notas de Imprensa, Entrevistas, ou tomadas de posição atempadas e oportunas quando assim se justifique

- dar continuidade e reforçar a utilização das novas tecnologias e plataformas online para a transmissão das propostas, ideias, projectos e valores do CDS-PP entre elas: Twitter, Tumblr, Blog concelhio, Site concelhio (em construção), Facebook, LinkedIn, Instagram, Boletim concelhio Online entre outras, na tentativa de chegar ao maior número de militantes e munícipes

Em suma, pretendemos solidificar a posição e imagem do CDS-PP em Almada numa perspectiva de confiança mútua com os militantes e os almadenses para a criação de uma verdadeira alternativa na realização de novos desafios criando esperanças num concelho que tem tudo, mas que há muito está por cumprir.

Só prometemos responsabilidade, empenho, dedicação e trabalho.

Apelamos à mobilização e ao voto na Lista A (lista única) no dia 23 de Março, próximo sábado, para se cumprir Almada.

Saudações Populares

A LISTA A encabeçada por António Pedro Maco




Comissão Política Concelhia

Presidente – António Pedro Rodrigues do Livramento Maco
Vice-Presidente – Paulo Jorge Tavares Carreiro
Secretário – Carla Sofia Andrade da Costa
Vogal – Carlos Alberto Antunes Rodrigues
Vogal - Ana Raquel Paradella Lopes
Vogal – Davide Alexandre Sousa Lourenço
Vogal – Carlos Manuel de Sousa Barbosa


Mesa da Assembleia Concelhia

Presidente - Artur Agostinho M. Graça Fernandes
Vice-Presidente - Luís Filipe Delgado
Secretário – Paulo Daniel Rodrigues Morais


* este espaço oficial da exclusividade do CDS-PP Almada pode ser usado para  propaganda e transmissão de informação e ideias das candidaturas apresentadas à concelhia do CDS-PP em Almada. Neste caso, apenas uma candidatura deu entrada, Lista A, pelo que apenas se publica informação exclusiva da mesma.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

2ª Comissão Educação e Desenvolvimento Social

Decorreu ontem a Comissão de Educação e Desenvolvimento da Assembleia Municipal de Almada (AMA) onde o CDS-PP esteve representado pelo líder da bancada municipal António Pedro Maco, onde foram discutidas as questões no âmbito da respectiva Comissão.

Lamenta-se, entre outras discussões e conclusões que saíram da mesma, que tem havido um aumento significativo da procura por parte de famílias de bens alimentares, mas que as instituições de cariz social onde se incluem as paróquias, têm sabido responder com firmeza e com prontidão a todas situações de emergência social.

Nessa mesma ajuda muito tem beneficiado o enorme investimento que o governo nomeadamente o Ministério da Solidariedade e Segurança Social sob a tutela do Ministro Pedro Mota Soares, para colmatar essas dificuldades que muitas famílias vêm atravessando devido ao enorme esforço que os portugueses têm feito em conjunto para superar uma crise criada também por uma obscura especulação internacional, mas, sobretudo, pela má governação do Partido Socialista durante os anos em que esteve no poder.
A transferência de verbas para as diversas instituições onde se destaca a aquisição de material e utensílios de apoio às funções necessárias ao seu cumprimento social, tal como a compra de carrinhas para deslocação de víveres e transporte de crianças e idosos, tem sido uma determinante aposta do respectivo ministério no concelho de Almada, ao qual o CDS-PP e toda a comunidade local devem reconhecer. Na mesma matéria, o vereador da pasta, informou aos presentes que a Câmara Municipal de Almada dentro das suas possibilidades, está a fazer o seu melhor. O CDS-PP estará atento.
Mais se ficou a saber, e segundo o mesmo vereador, que apesar da proposta do CDS-PP Almada em plena AMA para que as cantinas e refeitórios das escolas sob a tutela da CMA pudessem manter as portas abertas durantes os períodos escolares para que as crianças carênciadas do concelho pudessem continuar a ter uma refeição condigna ter sido chumbada pelo partido comunista, as mesmas devido aos tempos livres (ATL), mantêm as portas abertas para minimizar essas carência urgentes. Menos mal.

O Vereador responsável informou todos os presentes que, efectivamente, não se tem verificado um grande aumento de crianças carenciadas nas escolas ou subnutridas, excepção a casos pontuais, o que deixa o CDS-PP bastante satisfeito com a situação e quando assim é, deve-se louvar todos aqueles que intervêm no respectivo processo de auxilio desde a CMA, o governo e instituições onde se destacam o Banco Alimentar Contra a Fome e as várias paróquias, que com um enorme esforço e dedicação devem deixar de lado a propaganda e ter em conta apenas a responsabilidade social.

Reconheceu-se também, que falta uma biblioteca na Costa da Caparica e Charneca da Caparica, tal como a necessidade de atracção dos agentes privados nomeadamente ginásios, para a área do Desporto tendo em conta uma política de saúde e bem-estar.
Foi reconhecimento ainda a necessidade de existência de um "Espaço Ágora" no concelho para usufruto nomeadamente de estudantes que possa funcionar 24 horas (proposta aliás, já apresentada pelo CDS-PP Almada, tal como a proposta de um "Balneário Social" para os sem-abrigo e carenciados do concelho), e a prioridade para o reforço para o Projecto "Dar de Volta" de reutilização de manuais escolares. O CDS-PP alertou ainda para a necessidade de uma renovação dos documentos (livros, manuais de estudo, audiovisual e os demais) das bibliotecas municipais que em muitos dos casos se mantêm já desactualização.

No respeitante aos Mega-Agrupamentos a Comissão entendeu por unanimidade reunir com os representantes das escolas em questão, tal como com as associações de pais do concelho para que se possam auscultar as diversas sensibilidades em presença pois, pelos vistos, há discordâncias com o mapa proposto pelo governo.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Grupo Municipal do CDS-PP - Em Protesto


Até ao presente momento, o Grupo Municipal do CDS-PP em Almada, não recebeu qualquer convocatória para estar presente na 2ª Comissão Permanente (Acção Social e Cultural) da Assembleia Municipal de Almada (AMA) tendo em conta o facto que na próxima segunda-feira, é dia 31 de Dezembro, sendo o último dia do ano possível, para a realização da reunião da respectiva comissão visto que, o Regimento da AMA no seu 91º Artigo, estabelece que devem ser realizadas (no mínimo) três reuniões de cada Comissão Permanente. Acontece que por "norma", há excepção da Comissão de Líderes, estas comissões só têm vindo a reunião uma vez por ano, o que é manifestamente pouco ferindo o regimento.

O CDS-PP manifestou a sua indignação na ultima AMA realizada no Laranjeiro, questionando directamente a presidente da 2ª comissão (indicada pela CDU) sobre a realização da mesma até ao final do presente ano. A resposta não podia ter sido mais esclarecedora(!) para confirmar as atitudes anti-democráticas do partido comunista em Almada, ou seja, perante a questão levantada pelo deputado municipal do CDS-PP António Pedro Maco, nem a presidente da comissão nem o próprio presidente da AMA, também do partido comunista e que deve lesar pelo bom funcionamento e transparência dos trabalhos da mesma, deram qualquer resposta tendo mesmo este último, dado por encerrado o debate e a respectiva sessão.

Concluindo, neste caso, a 2ª Comissão Permanente acabará o ano de 2012 sem uma única reunião indo contra o cumprimento do Regimento.

Há, em Almada, quem ande a brincar á Democracia denotando reservas ao diálogo ou mesmo medo do confronto político.

As Comissões Permanentes, como o próprio nome indica, devem ser reuniões de trabalho assíduas e contínuas para não só, o acompanhamento de toda a actvidade municipal, como também, para que possam ser apresentadas e discutidas propostas, opiniões e pontos de vista por parte dos partidos com assento na AMA, podendo as mesmas ouvir ou convocar representantes de instituições, entidades ou mesmo cidadãos para o aprofundamento e esclarecimento das variadas matérias incluídas no âmbito de cada Comissão.

O CDS-PP bem queria ouvir o Vereador António Matos e confrontar o mesmo com algumas questões que para o CDS-PP não estão devidamente esclarecidas ficando desta forma, impossibilitado de o fazer restando apenas fazê-lo por meio de Requerimento, antecipando, supostamente, respostas vagas, dúbias e muito imprecisas, como já nos tem vindo a habituar as respostas aos Requerimentos do CDS-PP pela Câmara Municipal de Almada.

O Partido Comunista em Almada comporta-se como um verdadeiro
regime autoritário não respeitando nem a oposição nem os cidadãos.

Não desistiremos.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

III Seminário Anual CDS-PP Almada 2012 - sábado, 10 Novembro INATEL Costa da Caparica



INATEL Costa da Caparica - Sábado dia 10 Novembro 15:00H 

Organização: CDS-PP Almada (Comissão de eventos) 

Tema: Maus tratos e Delinquência juvenil


Já confirmados:

- Boas Vindas António Pedro Maco Presidente CDS-PP Almada

- Juiz Conselheiro Armando Leandro Presidente da Comissão Nacional Protecção de Crianças e Jovens em Risco

- Catalina Pestana ex-Provedora da Casa Pia de Lisboa

- Carlos Anjos Presidente da Comissão Protecção das Vitimas de
Crime e Comentador na SIC de assuntos criminais

- Polícia Segurança Pública -Escola Segura-

- Conclusões d trabalhos Nuno Magalhães Vice-Presidente CDS-PP

- Encerramento - Mariana Ribeiro Ferreira Presidente Instituto da Segurança Social

Estacionamento Fácil e Gratuito

Entrada Livre

Certificado de Presença e Participação

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Transpraia na Costa da Caparica - CDS-PP integro na sua defesa, o PS mudou de opinião?

Ainda sobre o Transpraia - comboio de praia que percorre as praias da Costa da Caparica até à Fonte da Telha, aprece-nos questionar a, talvez, mudança de opinião do PS em Almada sobre o mesmo senão vejamos, em Fevereiro último, o Grupo Municipal do CDS-PP apresentou na Assembleia Municipal de Almada uma Moção onde apelava ao regresso do comboio de praia ao centro da Costa da Caparica, pois, com o já conhecido e mal aplicado Programa Pólis, o mesmo foi deslocado para cerca de 1 km do local de sempre o que originou a quebra de passageiros por ano de 80% (oitenta) colocando-o em serio risco de parar para sempre. A Moção do CDS-PP foi chumbada com os votos Contra do Partido Comunista e do Partido Socialista. Curioso, ou não, é ver agora o PS que na mesma sessão de assembleia junto com o partido comunista inviabilizaram a Moção e aparecem de momento como  se fossem os guardiões do Transpraia com pompa e circunstância e muita fotografia. Que mudou entretanto? O PS lembrou-se agora que o comboio está em perigo de parar a sua actividade definitivamente? ou irá aproveitar a onda para sacudir para cima da Ministra da Agricultura a responsabilidade do mesmo? Não é justo e parece-nos uma acção apenas para marcar agenda política agora que se aproximam eleições autárquicas.

Contudo, esperemos estar enganados e que o PS tenha mesmo mudado de opinião, o que é sempre legitimo, e onde saudaríamos a sua posição.

A propósito do mesmo deixamos o Artigo de Opinião de António Pedro Maco, Presidente da Concelhia do CDS-PP Almada e Deputado Municipal onde deixa clara a posição do CDS-PP no Setúbal na Rede acerca do assunto:



Assento Parlamentar (PP)*
por António Pedro Maco
(Deputado Municipal CDS/PP em Almada)


Transpraia - singularidades de um comboio de praia


Mudam-se os tempos. Mudam-se as vontades; mas há vontades que por mais que se mudem os tempos permanecem nas opções e preferências das pessoas contrastando com o evoluir das tecnologias e das novas e modernas soluções ao dispor nesta era vanguardista que caminha em toda a linha para uma cada vez maior autonomização de máquinas e tudo o que se relacione com o quotidiano humano e suas relações na vida em sociedade.

Há contudo, imaginários que permanecem e conseguem evitar essas mesmas transformações que ocorrem à velocidade da luz e que se transportam de ano para ano, de década para década e que fazem através das gerações as maravilhas da convivência humana.

O comboio de praia, mais conhecido por Transpraia, que faz há cerca de cinquenta anos a travessia entre a Costa da Caparica e a Fonte da Telha, está em pleno virar de século, à beira de chegar ao fim da sua linha. Linha essa, não por força de desuso de quem nele se delicia ao sabor do vento de praia em praia na época estival, mas sim, porque as políticas mal pensadas e desprovidas de rigor da Câmara Municipal de Almada e sem objetivos de preservar o património local, deixam o Transpraia possivelmente este ano, na sua última viagem.

Pensado pelo seu antigo proprietário (hoje gerido por seus descendentes) o mesmo terá tido para a época, uma visão futurista e desenvolvimento da Costa da Caparica, vendo a necessidade de um transporte rápido, acessível e que percorresse e transportasse veraneantes e trabalhadores ao longo da freguesia até à fonte da telha. Terá sido, sem sombra de dúvidas, um verdadeiro mecenas local onde a sua coragem e atitude desmedida terá inaugurado na década de cinquenta o famoso comboio de praia da Costa da Caparica.

Os factos falam por si, outrora terá feito as delicias de miúdos e graúdos entre caparicanos, gente de todo o concelho, veraneantes vindos de todo o país e grosso modo, muitos dos turistas fora do país que visitavam e usavam todos os anos o Transpraia um símbolo identitário da Costa da Caparica que a câmara de Almada teima (mais um) desprezar apontando as culpas para o Programa Pólis(!)

A quebra de passageiros que tem vindo a diminuir de ano para ano, como a falta de apoios e de promoção do mesmo está a colocar a sua continuidade em causa já para o próximo ano. A isto, junta-se a machadada final dada pela Câmara Municipal de Almada (CMA), aquando e a pretexto, teimoso, do Metro Sul do Tejo (MST) para a Costa da Caparica, desviou, obrigatoriamente, o Transpraia para quase certa de 1Km para uma zona de difícil acesso e de visibilidade nula.

As queixas são muitas e o desespero de ver desaparecer por falta de clientes e investimento adequado um símbolo histórico e identificativo do concelho, e não só, leva a que o apelo para a junção de esforços na sua defesa seja de urgência permanente antes que seja tarde demais.

Para o CDS-PP, a questão não se pode apenas resumir à recolocação do Transpraia no local inicial, embora esta seja para já, a solução de recurso urgente, mas sim, a toda uma estratégia conjunta de promoção e divulgação e desenvolvimento quer da Costa da Caparica quer da zona da Fonte da Telha, localidade completamente esquecida pelo executivo comunista. Urge pensar a Costa da Caparica e toda a área envolvente que engloba a Fonte da Telha, de uma forma séria e estruturada e não como o desordenado e perdido Programa Pólis que consumiu desmesuradamente verbas do QREN completamente desperdiçadas com pequenos arranjos de recurso.

Contudo, e de momento, é necessário fazer retornar o Transpraia que chegou em tempos áureos a transportar cerca de 300 (trezentos) mil passageiros época, tal era a importância do mesmo.

O CDS-PP aposta assim, na sua continuidade como na revitalização e aumento da utilidade do comboio de praia, como parte integrante da paisagem e desenvolvimento sustentado da Costa da Caparica, sendo um chamariz e atracção turística dos milhares de visitantes da Costa da Caparica.

Nunca é de mais relembrar, que o Grupo Municipal do CDS-PP apresentou em Assembleia Municipal de Almada (AMA) em Fevereiro último, uma Moção onde se pretendia que o Transpraia retornasse ao centro da Costa da Caparica, e que a mesma foi inviabilizada com os votos Contra das bancadas do Partido Comunista e do Partido Socialista que inviabilizaram a Proposta do CDS-PP, tendo o Bloco de Esquerda e o PSD votado a favor junto com o Grupo Municipal do CDS-PP. É preciso identificar os responsáveis pela manutenção da estagnação serôdia da Costa da Caparica e os responsáveis pelo pleno fracasso que foi o Programa Pólis, sendo abusivo acusar a Ministra Assunção Cristas pelo fracasso do mesmo programa, numa tentativa de desresponsabilização daqueles que não souberam de uma forma correcta aplicar os fundos disponíveis para desenvolver a preceito e com dignidade a Costa da Caparica.

O CDS-PP informa ainda, que está solidário com o Movimento criado recentemente em torno do apoio do Transpraia, mas concluiu, não estar presente na Concentração em favor do mesmo para não partidarizar a Causa esperando que os outros também não o façam, muito menos, aqueles que votaram contra o seu retorno, como se espera que não se abarquem do mesmo outro tipo de oportunismos de circunstância.

António Pedro Maco - 07-09-2012 10:19
*Via Setúbal na Rede

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Pelouro Comunicação e Imagem do CDS-PP Almada - Ciclo de Entrevistas (Presidente do CDS-PP Almada António Pedro Maco)



O Pelouro de Comunicação e Imagem da concelhia do CDS-PP Almada tendo em conta o seu Plano de Trabalho Concelhio apresentará uma serie de entrevistas a publicar no blogue concelhio do CDS-PP Almada iniciando esse ciclo com uma entrevista ao presidente da concelhia António Pedro Maco que nos deixa algumas palavras em relação à actividade autárquica e concelhia em Almada.

A Terminar o terceiro ano de mandato na Assembleia Municipal de Almada é altura de fazer um balanço do que têm sido estes anos como Deputado Municipal e à frente da concelhia do CDS-PP Almada 


Estando já há bastantes anos no CDS-PP e tendo feito parte da antiga Juventude Centrista e da JP- Juventude Popular olhando para trás e tendo em conta o cenário politico e partidário actual, que modificações substanciais encontra desses tempos para hoje?



- Entrei para a política partidária propriamente dita na altura em que o CDS, depois de alguns anos apelidado do “partido do táxi” começava a dar mostras de uma revitalização acentuada e de uma nova dinâmica com um programa mais arrojado apostado num novo paradigma virado para as gerações futuras e com uma postura forte e mesmo com uma imagem totalmente renovada em busca de novos eleitores.

Foi a primeira vez que se interessou pela política?

- Não. Digamos que foi a primeira vez em que participei e colaborei activamente num partido político tendo começado na JC-Gerações Populares onde tive o primeiro contacto com as lides partidárias e as juventudes partidárias. Existia uma grande união e amizade entre os membros da JC e entre a JC e o próprio partido o que fez com que se tornasse mesmo uma escola de valores e de cidadania que convergia num trabalho e interacção mútua que só poderia ter dado os frutos que deu. 
Foi a JC-GP um verdadeiro exemplo de dedicação e entrega à causa partidária onde se fizeram amizades para a vida e que despultou para o que é hoje em dia o CDS-PP um partido de governo e um partido verdadeiramente voltado para as pessoas onde o principal objectivo é fazer cumprir Portugal país fundado em 1143.

Mas até ai não teve qualquer contacto com a política certo?

- Quando era mais novinho lembro-me perfeitamente de acompanhar as campanhas do Freitas do Amaral e toda a azáfama e colorido da mesma. Lembro-me da passagem do mesmo por Oeiras onde eu morava na altura e que resultou numa autentica festa com um banho de multidão onde andávamos a apanhar os autocolantes e panfletos que na altura era moda lançarem-se pela janela (risos..) e que hoje em dia, felizmente, não é possível e acho muito bem. As pessoas não podem ser demasiadamente intoxicadas com propaganda política e muito menos que a propaganda política suje aquilo que é de todos.

As campanhas eram na altura mais emocionantes é isso?


- Não necessariamente. Talvez na altura a Democracia ainda fosse uma criança e as coisas viviam-se com uma paixão mais intensa. A conquista do povo pelas ideias era uma atracção vivida de uma maneira bem diferente da de hoje onde muitas das pessoas estão desiludidas com a política e com os políticos. Talvez as emoções e expectativas quer das pessoas quer dos partidos políticos fossem outras o que levava a que as coisas fossem vividas de uma maneira mais efusiva. Não quero dizer que agora não seja, mas a conjuntura social e política eram bem diferentes e naqueles anos era normal as pessoas respirarem política.

Voltando às diferenças de quando entrou para a JC e para as de hoje no CDS-PP, que nota assim de mais marcante e de diferente na vida do partido?


- O partido cresceu, e muito. Tornou-se muito mais eficiente, mais dinâmico, há mais entrosamento e uma maior interacção entre as estruturas e os militantes pois houve, e continua a haver, uma grande procura  por parte das pessoas para escolherem o CDS-PP como o partido de eleição. Nos dias de hoje as pessoas identificam-se muito quer com a liderança de Paulo Portas quer com as propostas e programa do partido. 
É, hoje em dia, um dos partidos mais importantes e necessários à democracia e indispensável para o arco da governação. 
Sendo assim, é normal que as diferenças de hoje sejam marcantes com as da altura, se bem que a entrega por parte das pessoas que no CDS-PP militam continue a ser de uma entrega inesgotável e  viu-se, por exemplo, aqui no distrito de Setúbal onde num distrito tão adverso, o entusiasmo que foram os dias de campanha e de pré-campanha onde todos se entregaram como nunca visto. 
Sentíamos na rua que poderíamos ter um bom resultado e assim foi. 
Como na altura, o partido tinha bons quadros, alguns acabados de sair da JC que, tal como agora, muitos dos que militaram na JP têm hoje cargos e responsabilidades de relevo como presidentes concelhios, presidentes distritais, autarcas, deputados, secretários de estado e ministros. 
É para mim, um enorme orgulho, ter pertencido à juventude partidária do CDS-PP e ver os meus colegas e amigos em lugares dessa importância enaltecendo todo o esforço que foi feito ao longo de anos. A grande diferença talvez seja o cada vez maior numero de pessoas que aderiram ao CDS-PP deixando o partido de ser um mero partido de quadros para se tornar um grande partido nacional pois de resto, o partido continua com a mesma força e empenho. Há muita gente nova que entra com toda a garra para o CDS-PP. 
Uma das diferenças significativas penso que seja com o aumento da militancia, aumenta o número de estruturas, muitas delas onde a representação do partido a nível local era quase zero. 
É de louvar o excelente trabalho dos vários secretários-gerais do CDS-PP dos últimos anos, vindos alguns da JC que muito contribuíram para a implementação e reimplantação do CDS-PP pelo país de norte a sul.

Mais militantes, mais representação do partido. Acha que também foi isso que se passou com o distrito de Setúbal e no concelho de Almada? Chegou a ser presidente da Juventude Centrista de Almada certo?


- Sim, cheguei. Sucedi ao meu grande amigo de lutas no distrito João Noronha que tal como eu, hoje é autarca e presidente da concelhia do Seixal e que já nessa altura, conseguíamos ter uma concelhia bastante pró-activa e bastante trabalhadora. 
Foi, sem dúvida, uma grande escola não só ao nível político, mas uma verdadeira escola de vida. Ficarei sempre grato à JP pelo que aprendi e cresci neste grupo de amigos fantástico, bastante profissional e que hoje tenho todo o gosto em trabalhar com eles no CDS-PP. 
Fui ainda presidente do Congresso Distrital num dos congressos mais disputados e renhidos da JP no distrito de Setúbal, e era o representante da Juventude Popular na Distrital de Setúbal do CDS-PP

Pela maneira que fala até parece que nunca houveram querelas...

- Não foi tudo unânime não, e ainda bem. Somos, felizmente, um partido que se rege pelos valores da democracia e da pluralidade de opiniões. 
Sempre me habituei à discussão dentro das instituições do partido onde essa discussão clara e democrática sempre foi uma mais-valia para o crescimento do mesmo. 
É assim em qualquer partido democrático e o CDS-PP não é, nem deve ser, excepção. Guardo boas recordações da JP onde tive vitórias, mas também tive derrotas, e é assim que temos de saber viver. O “Chegar, Ver e Vencer”, é um mau princípio; apanágio da arrogância e da falta de humildade onde normalmente depressa se sobe, mas logo bem rápido se cai. Deve haver discussão de ideias, deve haver debate interno agora, dentro de determinados padrões que o CDS-PP nos habituou, ou seja, com seriedade, frontalidade e hombridade. 
A Política deve ser uma actividade nobre e de prestação de serviço à comunidade sendo a mesma demasiada seria para ser usada por indivíduos desprovidos de carácter com intuitos menos claros e escondidos, e falo no geral e em todos os partidos não só no CDS-PP. 
O baixo nível na política revela falta de valores e má formação. O assalto ao Poder apenas pelo Poder, deve ser frontalmente combatido na sociedade onde se querem pessoas capazes por aquilo que lhes é reconhecido e não por aquilo que por vaidade ou interesses pessoais reconhecemos a nós próprios.

E no distrito de Setúbal e em Almada? Tem vindo sempre a subir. É para continuar?


- Continuo a dizer que só a falta de humildade na política leva a grandes oscilações repentinas que, mais tarde ou mais cedo, se revelará que não passaram de meros enganos circunstanciais. Felizmente em Almada, temos a humildade de saber olhar para os resultados eleitorais, perceber e saber o lugar que ocupamos tentando sempre fazer o nosso melhor. Mas atenção, as euforias desmedidas normalmente pagam-se caras, e elas quase sempre não têm sucesso ou por falta de experiência ou resultado de ambições descontroladas que podem causar danos irreversíveis ao partido.
Desde que haja motivação, empenho e acreditar numa equipa e num projecto, penso que o CDS-PP poder voltar a ter bons resultados no distrito de Setúbal tal como em Almada.

Acredita que uma boa equipa é meio caminho andado para o sucesso?

- Claramente. Nem mesmo nos desportos singulares, como por exemplo no ténis, natação, formula 1, xadrez, além do protagonista há sempre uma equipa a trabalhar por detrás dele. Nem as maiores vedetas do futebol, sozinhas não teriam qualquer sucesso. E em Almada evitam-se as vedetas e promove-se o colectivo. Damos muito valor ao grupo de trabalho.

.Por falar em equipas fez parte como membro efectivo da Direcção da Associação de Estudantes do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas - ISCSP- da Universidade Técnica de Lisboa aquando do seu curso superior de Ciência Política na área de Administração Pública. Ai tinham mesmo de trabalhar em equipa devido à particularidade como o orgão estava estruturado ou não?

- Correcto. Os comunistas durante muitos anos detiveram em sua posse a direcção da AEISCSP e conseguiram alterar os estatutos para que a direcção passasse a funcionar em modo colegial à boa maneira de um comité central. Como se poderá calcular, alterar os estatutos numa faculdade requer uma mobilização mínima considerável para mexer nessa matéria e como o que estava em causa era o funcionamento da mesma deixou-se ficar como estava. 
Era membro efectivo desse mesmo órgão de direcção e tinha a meu cargo o Gabinete de Estágios e Saídas Profissionais –GESP- .
Foi uma experiência muito relevante onde aprendi imenso e que me deu muito orgulho de pertencer mais que não seja, porque as forças de esquerda que durante muitos anos se mantinham na AEISCSP  exactamente no dia em que o Fidel Castro veio pela última vez a Portugal ganhámos a associação. Foi uma noite inesquecível.

Mas as associações de estudantes não devem ser apartidárias?

- Talvez o ideal seria assim, mas como o associativismo implica também seguir um caminho com ideias, projectos e tomar um rumo, e sendo que esses mesmos projectos e ideias normalmente vão de encontro a um ideário e uma maneira de estar na sociedade, não me choca que no mesmo meio haja política desde que não se atropele e não prejudique propositadamente ninguém e que o façam sempre de uma forma democrática e transparente.

Como chegou à AEISCSP?

- Surgiu de uma forma natural com o convite de alguém que por acaso, hoje é deputado na AR e presidente de uma juventude partidária e que estava empenhadíssimo em organizar uma lista para a Associação de Estudantes do ISCSP e sabendo ele que eu era da Juventude Popular, pensamos em unir esforços para criar uma equipa com um projecto vencedor. 
E assim foi. Tenho muito boas recordações desse grupo de trabalho e dessas pessoas. Foi um trabalho de equipa fantástico. 

Está como presidente da Concelhia de Almada desde 2009 altura em que foi incentivado a pegar no partido em Almada. Como tem sido este tempo em que está à frente do CDS-PP de Almada? Que balanço faz? Tem sido positivo?

- Esse desafio me colocado em 2009 primeiro pelo meu colega de Bancada Municipal Fernando Pena seguido também pelo actual líder da Bancada Parlamentar do CDS-PP na AR Nuno Magalhães, foi visto na altura como uma grande responsabilidade, como foi visto também, como uma missão que tinha tudo para ser Impossível havendo mesmo muitas vozes que me aconselharam a não arriscar, pois o partido estava com um score eleitoral em Almada de cerca de 2%, 3%, o que para um partido como o CDS-PP era verdadeiramente dramático.

Então e porque aceitou? Tinha consciência do que estava a fazer na altura?

- Eu consciência tive sempre. Sempre soube que ia ser difícil e que os últimos resultados tinham ficado muito aquém das expectativas e que partíamos praticamente do zero.

E avançou porque…..?

- Ao princípio não aceitei, achei que ainda não era altura para ser presidente de uma concelhia do CDS-PP; mas talvez aquele espírito e irreverência que trazia ainda um pouco dos muitos anos de JP levaram-me a acabar por aceitar. Foi uma decisão muito bem ponderada, mas hoje, olhando para trás e vendo o que até aqui foi feito, só tenho de ficar satisfeito pelo excelente trabalho que conseguimos ao longo destes últimos anos.

Foi difícil?

- Logo de início sim. Conseguiu-se criar uma equipa de raiz, pois há muito que o CDS-PP, por razões que não vale a pena aqui aflorar, estava completamente desaparecido do espectro político em Almada. Não havia concelhia já há uns bons anos e não se ouvia falar em CDS-PP em Almada.

A que se deve essa situação?

- Como eu digo não vou entrar por ai, mas sem dúvida, que vicissitudes internas quer no concelho quer no distrito, foram responsáveis por este afastamento do CDS-PP dos Almadenses, tal como a falta da preparação e alicerces de um legado que pudesse ter ficado para dar continuidade ao partido. 
Os partidos devem ter continuidade, as pessoas é que o vão servindo e mudando; assim é que deve ser e isso não houve em Almada. Respeito todos os ex-presidentes, autarcas que o partido teve no concelho, as pessoas que a ele se dedicaram, mas não souberam criar bases e deixar o partido preparado para quem viesse a seguir e isso, é crasso e corta completamente com a sustentabilidade e representatividade de um partido. 
Teremos muito cuidado quando um dia esta equipa terminar o seu projecto em deixar o partido estável e em boas mãos para que quem venha depois lhe possa dar continuidade.

E como se faz isso?

- Acima de tudo ter trabalho feito para quem vier não tenha de partir do zero como nós partidos. Depois, deve-se dar oportunidade às pessoas e ir dando-lhes espaço para que todos possam mostrar o seu valor enquanto militantes, autarcas etc, e apostar em quem verdadeiramente trabalha para a equipa e pelo amor à camisola. 
Paraquedistas, gurus, inexperientes, megalómanos,  oportunistas, visionários e todos os demais que não tenham como finalidade o seu empenho em prol do partido devem ser preteridos para esse testemunho.

Voltando a 2009……

- Sim, soubemos criar um grupo de trabalho que conseguisse aos poucos reimplantar o CDS-PP em Almada e preparar as eleições autárquicas de 2009 que, apesar de tudo, e de ter valido a pena foi uma enorme epopeia não só porque não tínhamos qualquer base, mas também porque Almada é muito Esquerda (ainda). Posso dizer que em 2009 quando o partido reaparece na cena político-partidária primeiro troçaram, mas, felizmente, depois de verem que estávamos bem organizados, de início espantaram-se, e depois já não gostaram. (risos..) Éramos uns intrusos que nos vínhamos meter num jogo político já bastante “viciado” e que não era bem visto mais um a intrometer-se. Tivemos mesmo algumas situações mais desagradáveis quando os partidos políticos em Almada não reconheciam legitimidade ao CDS-PP para estar ao lado deles a indicar pessoas para as mesas de voto, pois achavam que por termos estado arredados durante tanto tempo não tínhamos esse direito. 
É óbvio que batemos o pé e muito contra a vontade dos mesmos lá conseguimos indicar os nossos militantes. Humildes, mas sem mostrar medo.

E como foi entrar assim logo e pegar numas autárquicas?

- Não foram só autárquicas. Nesse ano foram três eleições. Primeiro Europeias, embora não tivesse tanta expressão ao nível de trabalho concelhio, a seguir legislativas, essas sim, foram cerca de dois meses pelo distrito todo, e por fim, acabados de sair de um domingo de Legislativas, entrámos oficialmente na campanha autárquica. Foi um ano de muito trabalho, de muitas peripécias, de muito rigor, muito empenho e de muita união. 
Como já disse antes, só com um grupo muito unido, bem organizado e a caminhar com o mesmo objectivo, se tem vindo a conseguir bons resultados desde 2009. 
No caso das autárquicas em Almada, quer eu quer as pessoas que faziam parte da equipa na altura, já eram bastante conhecedoras da realidade do concelho estando assim tudo mais facilitado. 
Tivemos a ideia de apostar num candidato do concelho que já tinha, inclusive, sido autarca pelo CDS-PP em Almada e em pessoas do concelho já com experiência onde levávamos um incentivo e uma bagagem muito maior do que se tivéssemos começado tudo do início com alguém sem visibilidade, sem experiência partidária e/ou autárquica, e isso foi fundamental para termos tido o melhor resultado de sempre no concelho desde a fundação do partido, facto que nos deve orgulhar a todos. 
Foi-se falando com as pessoas e elas foram aparecendo e os convites começaram a ser feitos. Isto não tem nada de novo. Tínhamos um projecto e um programa eleitoral moderno, arrojado e virado para aquilo que devem ser as cidades do Séc XXI. Aliás, continuamos a apostar nesse projecto que não se esgotou em três meses de campanha nem se pode esgotar em quatro anos de mandato, pois o que apresentámos e propusemos em 2009 pouco ou nada foi concretizado pelo executivo comunista; Almada continua a ser uma terra de oportunidades adiadas e o CDS-PP em Almada tem ideias e respostas. Os partidos, pelo menos os sérios, não se devem resumir a um conjunto de ideias transcritas de manuais académicos de quatro em quatro anos, como se de um cartaz de circo se tratasse e que tem de ser mudado de vez em quando para mostrar algum espectáculo que não passa disso mesmo, espectáculo.. 
Há imensa coisa ainda por cumprir no concelho de Almada e esta concelhia e esta equipa do CDS-PP mediante o que propôs, terá, sem dúvida, novas ideias e novas respostas.

E que balanço faz do trabalho dos autarcas do CDS-PP em Almada?

- O balanço tem sido positivo. O trabalho tem sido feito com entusiasmo e toda a dedicação. 
A política em Almada estava muito amorfa e sem chama; as maiorias absolutas, absolutistas e obsoletas comunistas sucediam-se e não havia uma oposição que pudesse chamar a atenção aos executivos dos verdadeiros problemas do concelho, tudo muito a medo e muito cirúrgico. Lembro-me que na primeira sessão de Assembleia Municipal de Almada, o CDS-PP apresentou logo um documento onde defendia acérrima e inequivocamente as Terras da Costa que, como se sabe, são campos de cultivo na Costa da Caparica de rentabilidade e clima únicos que dão os melhores produtos da terra e que a Câmara Municipal de Almada teimava, e teima, em destruir. 
Começamos desde início a marcar a nossa posição e penso que compreenderam logo que o CDS-PP e o seu Grupo Municipal não iriam estar passivamente a ver o executivo comunista a delapidar o que de melhor o concelho tem. Sem querer ser imodesto, penso que o Grupo Municipal do CDS-PP trouxe uma nova postura desprendida de fazer política em Almada e que terá arrastado os outros partidos da oposição. 
Lamentamos, o facto de não termos conseguido eleger um Vereador que não tenho dúvidas, teria feito toda a diferença, pois embora o executivo comunista não tenha já a maioria na câmara, um ou outro partido da oposição, acabará sempre por fazer o favor ao partido comunista. 
Perdeu-se aqui uma grande oportunidade de mudar Almada. O Povo saberá identificar os responsáveis.

Quer identificar um bom e um menos bom momento enquanto deputado municipal e líder da 
bancada do CDS-PP na Assembleia Municipal de Almada?

- (pausa…) Momentos menos bons, e falo politicamente porque apesar das diferenças ideológicas consegue-se ter sempre um ambiente cordial e respeitador, salvo raríssimas excepções, terá sido não na própria assembleia municipal, mas sim, quando a câmara de Almada tentou invadir e expropriar violentamente os agricultores das Terras da Costa, invadindo propriedade privada em pleno Séc XXI fazendo-nos regressar aos mais sórdidos tempos do PREC. 
Lembro-me nessa manhã ligar-me a Luísa Lima, hoje vogal do CDS-PP de Almada, desesperada e só dizia: “polícia, agricultores, invasão, violência, fiscais da câmara”, e outras palavras perfeitamente normais de quem estava aflitíssima com tamanha injustiça. Liguei para o meu colega de bancada Fernando Pena, e pouco tempo depois estávamos no local onde encontrámos um cenário que nunca imaginaríamos ver num mundo moderno e com leis. Passado cerca de uma hora o deputado do Grupo Parlamentar do CDS-PP Nuno Magalhães, estava também ao nosso lado e ai, toda a gente percebeu que o CDS-PP estava na defesa das Terras da Costa e de centenas de pessoas vítimas da força bruta comunista que colocava em risco os seus postos de trabalho.
O Bloco de Esquerda ainda tentou demonstrar que o CDS-PP queria fazer da situação aproveitamento político, mas de nada serviu, pois há muito que o CDS-PP vinha em defesa dos mesmos e curioso, foi ver o Bloco de Esquerda que desde que elegeu um Vereador, esqueceu as Terras da Costa

Foi só esse?

- Digamos que este foi O momento pior do mandato, e duvido que pior ainda venha a acontecer; mas houve momentos lamentáveis como na cerimónia do 25 de Abril na Trafaria em 2010 aquando do discurso do CDS-PP muitos dos presentes no público começaram a vaiar o CDS-PP com impropérios despropositados e ofensivos próprios de arruaceiros e onde a srª presidente da câmara de Almada demonstrando uma grande falta de educação e de sentido democrático, abandonou a sala acompanhada de mais uns quantos vereadores e deputados do partido comunista regressando no final do discurso. 
Depois já tivemos também, situações caricatas e ridículas como a justificação do partido comunista para chumbar a Moção do CDS-PP que sugeria que fossem colocados aparelhos de ginásio adaptados ao ar livre no parque da cidade (Parque da Paz) como os que já são usados em diversos parques ao ar livre e de uso gratuito, o partido comunista inviabiliza a mesma, pois afirma que os mesmos teriam de ter permanentemente um médico ao seu lado. (risos…) Ainda um momento desprestigiante não só para quem o preferiu, mas para toda a assembleia municipal foi quando um deputado da oposição se dirigiu ao meu colega de bancada numa assembleia realizada na Charneca da Caparica de uma forma tão brejeira e vulgar que tive como líder da bancada municipal do CDS-PP pedir a intervenção do presidente da assembleia. Lamentável. 
O momento mais feliz terá a ver também com as Terras da Costa quando o Tribunal de Almada condenou a câmara municipal de esbulho violento contra os agricultores onde o CDS-PP esteve mais uma vez, e podemos ver a cara de alegria e satisfação dos mesmos por ser reparada tamanha injustiça.

No global o CDS-PP tem cumprido certo?

- Sim, mas deixe me dizer-lhe que no respeitante ao trabalho realizado e apresentado pelo Grupo Municipal do CDS-PP que por puro sectarismo, tudo o que tem vindo do CDS-PP o partido comunista inviabiliza. 
O CDS-PP tem agido em conformidade com a sua matriz ideológica e com as necessidades e anseios das pessoas e isso reflecte-se nas Moções e Projectos de Recomendação entre outros já apresentados em assembleia municipal, como foi o caso do plano gerontológico apresentado o ano passado onde se pretendia melhorar a vida dos idosos do concelho e que a bancada comunista chumbou, mas que depois mais tarde, veio a apresentar um plano deveras muito semelhante ao do CDS. Uma outra Moção chumbada pelo Partido Comunista e Bloco de Esquerda, os que se dizem defensores dos oprimidos, foi a da criação de condições com o apoio da Câmara Municipal de Almada para que os excedentes diários alimentares de cantinas, refeitórios, snack-bares, restaurantes etc, fossem canalizados para as famílias mais desfavorecidas do concelho. Também esse foi chumbado com um argumento frio e desprovido de humanidade. Ainda na última sessão o mesmo partido comunista com a abstenção de Bloco de Esquerda e do PS, este ultimo tentando minimizar a Moção do CDS-PP com uma rasteira descontextualizada, chumbou aquilo que se pretendia que era que as cantinas das escolas pudessem estar abertas no horário de almoço no período de férias escolares para que as crianças mais desfavorecidas do concelho pudessem ter uma refeição condigna

E foi chumbado pela CDU?  

 Sim, foi chumbado pelo partido comunista e o PS absteve-se tentando baralhar o jogo tal como o BE

Voltando ao trabalho concelhio, que planos tem de futuro para o CDS-PP em Almada? Para o ano há eleições autárquicas…

- O futuro do CDS-PP em Almada está como eu disse hà pouco, a ser preparado no presente com pessoas capazes, dedicadas, experientes, mas também com aquelas que se têm ultimamente juntado a nós e que com um enorme empenho e esforço têm conseguido colocar o nome do CDS-PP através do seu trabalho no plano político e social em Almada no lugar merecido. Temos uma equipa de trabalho que tem ideias, tem propostas, tem ambição de fazer mais e melhor pelo partido e que não baixa os braços e enfrenta frontal e decididamente os obstáculos que vão aparecendo e que há necessidade de os contornar

Mas e planos? Falou-me à pouco de ideias e propostas? Quer exemplificar?

- Com certeza, contudo deixe-me lhe dizer primeiro como é que isso é possível. A concelhia está organizada em Pelouros e Grupos de Trabalho que discutem, planeiam, estudam e organizam o trabalho político e social da concelhia. É uma forma de todos contribuírem e colaborarem com o esforço e trabalho da concelhia. Uns são mais úteis em determinadas matérias outros noutras e assim, sucessivamente, chega-se ao colectivo final. 
Não há experts em todas as pastas, e quem se achar conhecedor-nato em tudo é, na realidade, provido de nada. 

E esses Grupos de Trabalho funcionam?

- Muito bem mesmo. Dou o exemplo do Grupo de Trabalho do Ambiente, Cultura e Património Local onde o ambiente de trabalho é muito bom e bastante produtivo. Dará a seu tempo, resultados e mostras do seu empenho. Posso dar também o exemplo do Pelouro de Segurança e Protecção Civil da concelhia que reuniu em Maio último com o Secretário de Estado da Administração Interna e posso-lhe garantir que a audiência bastante profícua. 
De resto criou-se como é sabido, a Comissão de Coordenação Autárquica da concelhia onde discute, analisa, prepara, elabora e programa toda a matéria autárquica da concelhia e que tem vindo já há bastante tempo a trabalhar nas autárquicas 2013 e que está a coordenar toda a pasta.

Como estão as autárquicas? Pode-nos dar algumas indicações ou ainda está guardado a sete chaves?

- De forma alguma, mas vamos por partes. O CDS-PP não esgota as suas ideias e propostas nem em campanhas nem defende uma coisa hoje e amanha outra.
Há ajustamentos a fazer e novas ideias a englobar é verdade; mas em concreto vamos na mesma matriz de 2009 onde pretendemos uma cidade sustentável com melhor ambiente, menos poluição, defesa e protecção da paisagem natural riquíssima que este concelho tem e que tem sido tão esquecida e mal tratada. 
Os apoios sociais como um dos pilares ideológicos democratas-cristãos do CDS-PP, a Segurança que tanta falta faz para que as cidades vivam livremente, um melhor e pensado urbanismo com mais espaços verdes e de lazer onde faça crescer os níveis de qualidade de vida dos almadenses, fomentação do turismo através de verdadeiras e modernas apostas na paisagem e produtos locais que tanto faltam explorar, a revitalização do tecido empresarial com incentivos e criação de emprego local, e uma verdadeira aposta no rico património que o concelho de Almada tem e que está desleixado e votado ao abanado, são estes alguns dos temas entre outros claro, que o CDS-PP Almada tem para que possamos já em 2013 ajudar a mudar, para melhor.
Temos um rumo, temos um caminho. O Programa eleitoral de 2009 é ainda para cumprir como outras matérias e realidades que formos adquirindo e conhecendo ao longo dos quatro anos de mandato. 
Não faria sentido algum que um partido tivesse um programa e passado quatro anos esquecer o mesmo quando maior parte do que foi idealizado e pensado para esse programa eleitoral anda está por cumprir e realizar no concelho de Almada.

Normalmente as ideias têm caras. O CDS-PP em Almada tem o trabalho de casa já feito?

- Como assim? Está a referir-se a pessoas? Candidatos?

Sim, pessoas, candidatos

- Bem, eu prefiro falar de equipa.                                              

Mas a equipa é feita de pessoas, ou não?

- É sim.

Já há candidatos?

- Veja, os candidatos são de certeza muito importantes pois são eles que dão a cara por ideias, por projectos e pelo partido, é verdade. Mas, os munícipes estão fartos de pessoas e de candidatos. O que eles querem é acima de tudo, repostas para os seus problemas e soluções para mudar Almada. Mas vou-lhe responder; não é de hoje, neste mês de Julho, nem desde há um ano que o CDS-PP em Almada está a pensar em melhorar a vida aos almadenses e em ter um bom resultado para ganhar mais confiança dos mesmos em 2013. Como eu costumo dizer, isto começou em 2009 quando fecharam as urnas e o CDS-PP elegeu autarcas. É desde ai que se deve começar e é isso que tem vindo a ser feito. 
A concelhia e a Comissão de Coordenação Autárquica do CDS-PP Almada criada mesmo para esse efeito, há muito que está a tratar do assunto juntamente com o coordenador autárquico distrital e também com a coordenação autárquica nacional onde já fomos recebidos. Há muito trabalho já feito, muito trabalho de campo, de pesquisa, com colaboradores externos ao partido da sociedade civil, muitas reuniões, muita ponderação e sobretudo, muita sensatez pois as eleições autárquicas não podem ser encaradas como mais uma folia onde se aproveita para umas fotografias muito maquilhadas e enriquecimento de currículo e muito menos para o trampolim da fortune and glory. São eleições muito sérias, onde mexe com os destinos de um concelho e têm de ser apostas muito bem pensadas e não de ânimo leve ou fruto de caprichos levianos e pessoais. 
O CDS-PP já tem um conjunto de pessoas entre militantes e independentes que estão a trabalhar com o melhor empenho nas candidaturas às juntas de freguesia estando já no terreno a fazer o levantamento de problemas e a preparar as melhores respostas para apresentar aos munícipes, incluindo o candidato a Câmara Municipal de Almada pelo CDS-PP que está no bom caminho, mas que não vou desvendar quem será a aposta do partido para seja o CDS-PP no próximo ano em Almada uma alternativa credível. 
Não falo para já de pessoas nem nomes, falo sim, de projectos. As pessoas, as caras irá ser dado conhecimento público a seu tempo

É a favor de Coligações?

Cada partido deve ter o seu caminho, as suas ideias, os seus projectos, as suas propostas e programas eleitorais. Cada partido deve confiar em si próprio e nos seus valores. 
O CDS-PP está, e estará preparado para ir às urnas no próximo ano pelo seu pé. 
As coligações não devem ser uma vontade apenas dos partidos em questão mas sim, da vontade das pessoas, neste caso dos almadenses. É prematuro falar de cenários, mas sendo um partido responsável que não foge às suas obrigações e que tem em mente dar o melhor contributo para a vida das populações não fecha, mas também não escancara portas ao vizinho do lado. 
Temos o nosso caminho, e é com ele que estamos a trabalhar. O futuro vem lá mais à frente.

Isso quer dizer afinal que é a favor das coligações? Ficámos na mesma….

- As coligações são feitas todos os dias com os militantes e com as pessoas. É com elas que primeiramente nos devemos juntar e conversar, o resto é acessório. Mas uma coisa eu garanto desde já, coligações para coligar simplesmente lugares, despidas de ideias e de propostas decidida e redondamente, Não. 
O CDS-PP tem uma história, um passado a honrar e um futuro para construir.

Muito bem. O que precisa um partido como o CDS-PP em Almada para ganhar essa 
confiança?

- Precisa o mesmo de todos outros. Ser humilde, não complicar, falar olhos nos olhos com as pessoas, não dizer demagogicamente o que elas querem apenas ouvir, mas sim, mostrar sinceridade e abertura para fazer parte dos seus problemas elaborando soluções, precisa de organização, de unidade, pois só com estabilidade e unidade em torno do projecto da concelhia, ainda por mais a um tempo tão próximo das eleições, podemos alcançar um melhor resultado. Não se pede nem seguidismo nem paz podre; pede se sim, tranquilidade para que a concelhia eleita democraticamente e que tem em mãos um processo autárquico tão avançado e complexo possa fazer o seu caminho e o seu trabalho com o maior rigor e serenidade possível, sob pena de se causarem danos irreparáveis ao partido. 
Isto é óbvio. Faz parte das regras de qualquer ciclo político e quem não o entender, ou está de má fé ou não percebe nada disto.

Para terminar que balanço faz deste governo?

- Um governo corajoso, responsável e que não faz política de sondagens deve merecer a confiança do povo português. Já chega de vendedores da banha da cobra, falsos moralistas, e de fazer de conta que podemos dar tudo quando pouco temos para dar. 
É preciso falar verdade  aos portugueses custe o que custar. Não podemos viver constantemente em ilusões e devemos enfrentar os problemas de frente sendo originais como sempre fomos criando soluções para podermos ter um futuro melhor. É certo que há medidas que são penosas e impopulares, mas o esforço tem de ser de todos sem excepções e sem mordomias, pois estamos a atravessar verdadeiramente um tempo de dificuldades e não as podemos mascarar como foi feito nos últimos anos de governo socialista. 
Há que ser rigoroso nos investimentos, cortar no supérfluo ou escusado no momento e investir cirurgicamente nos sectores produtivos que possam revitalizar a economia e baixar o desemprego. 
Lamento que o Turismo tenha sido sempre tão mal explorado em Portugal, e é também por ai que se deve fazer uma verdadeira aposta criando alternativas económicas fundamentais para o desenvolvimento do país e criação de riqueza tangível pois a riqueza natural já existe e são os nossos recursos como a nossa costa e mar, a nossa terra, o nosso sol e a riqueza que são as nossas gentes. 
É notório o esforço que o governo tem feito para equilibrar a balança e ganhar confiança para mais investimento e menos austeridade. Também sou apologista de que o endurecer da austeridade pode levar não só à instabilidade social que levará ao aproveitamento de partidos radicais e de fundamentalismos oportunistas podendo levar ao desagregar dos mais elementares pilares democráticos e desconfiança nas instituições políticas. 
Contudo, não podemos fugir às nossas responsabilidades, mas é fundamental que à opção de mais austeridade deve-se, por exemplo, alargar o prazo de pagamento da dívida. 
Portugal já deu provas que é cumpridor. Os outros também têm de olhar para o lado humano e real da situação.
Eu acredito que em breve teremos melhores condições de vida.

Pelo Pelouro da Comunicação e Imagem da concelhia do CDS-PP Almada