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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Orçamento do Plano e Mapa de Pessoal passa em Assembleia Municipal

Terminou ontem o último dia da sessão da Assembleia Municipal de Almada, com a apresentação e debate acerca do Orçamento do Plano e Mapa de Pessoal quer da Câmara quer do SMAS.
Pouco há para dizer visto que a maioria absoluta, apesar de uma divergência ou outra, acaba por vir ao de cima pela mão do Bloco de Esquerda.
De resto pouco ou nada a declarar, com o mais do mesmo, onde vemos o Plano até com algumas boas ideias, mas que na prática não comprometem nada e, são até muito vagas limitando-se algumas a pequenos parágrafos muito pouco esclarecedores, tendo a srª Presidente de Câmara como já nos habituou a dar poucos esclarecimentos.
O CDS/Partido Popular votou contra tendo se abstido no orçamento para o SMAS.
Foi aprovado com os votos de abstenção do Bloco de Esquerda.

No último ponto da Ordem de Trabalhos o CDS/Partido Popular, foi o único que manifestou reservas e preocupações acerca da proposta, que consiste em concessionar os dois postos de abastecimento no centro de Almada sita Av.Bento Gonçalves, nomeadamente a Bomba Nascente que como o nome indica, poderá ser uma autêntica Bomba pois, a mesma está encostada ao gradeamento da Escola Secundária Anselmo de Andrade.
Questionada pelo deputado municipal do CDS/Partido Popular António Pedro Maco, acerca dos perigos que daí podem decorrer para a saúde pública e para a segurança de alunos, pais, professores e auxiliares, a srª presidente da Câmara Maria Emília de Sousa, vem dizer que está tudo bem e em segurança, mesmo sabendo que todos os dias os jovens e crianças estão a inalar gases toxicos e químicos provenientes da respectiva área de serviço e centro de lavagem e tratamento automóvel e, mesmo junto do recinto onde praticam educação física.
Afirma ainda a srª presidente acerca do assunto, que Almada precisa de ter um Posto de Abastecimento, facto que até tem razão, agora não podemos é por mais uma vez, o lucro e a comodidade de sair de casa e abstecer no centro da cidade, em vez da segurança da população e neste caso de uma população jovem, população essa que a srª presidente tanto gosta mas que depois permite que se instale uma autentica Bomba à sua porta.
Neste caso, gostariamos de não ter razão e pensar que está tudo bem, de qualquer maneira o CDS/Partido Popular irá acompanhar minunciosamente este processo de concessão.

A proposta entretanto acabou por ser retirada devido ao deputado municipal Fernando Pena, ter detectado numa das clausulas do contracto um erro.
Informa a srª presidente da câmara que mais tarde a proposta voltará a subir à assembleia.


Apenas a título de esclarecimento, a concelhia de Almada e os seus deputados municipais, relembram que o CDS/Partido Popular é uma partido democrático, que lutou, luta e irá sempre lutar pela democracia, ao invés de outros que logo após 25/74 tentaram instalar uma ditadura, e que são os mesmo que hoje em dia apesar disso, o sistema constitucional do pais permite que esses mesmos tenham voz e se possam democráticamente constituir em partido e força política.
Fique claro, que os deputados municipais do CDS/Partido Popular, terão sempre uma postura de diálogo e uma postura educada e de respeito para com a própria assembleia municipal, o seu presidente e sobretudo com os cerca de 6% de almadenses que em nós votaram e acreditaram.
Para esses mesmos que descontentes com o poder instalado e instituido de há muitos anos para cá, podem ter a certeza que os seus deputados na assembleia municipal estarão de livre consciência e à vontade para continuar a apresentar as suas ideias, propostas e projectos tendo em conta o programa eleitoral que os almadenses votaram independentemente de alguns não gostarem e tentarem descredibilizar o CDS/Partido Popular.
Almada é livre, e a Liberdade está cada vez mais a passar por aqui.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Foi há 20 anos (para lá de um Muro havia Liberdade)

Na madrugada de 8 para 9 de Novembro de 1989, houveram muitos gritos, choros e muitos atropelos. Contudo esses gritos, choros e atropelos, eram agora de alegria, de satisfação, e sobretudo de um sonho que se tornava realidade e que deixava para trás a escuridão e o terror de muitos e muitos anos de opressão.
Nessa madrugada caía o Muro. O Muro de Berlim-Muro da Vergonha.
Com esse Muro caiu também um mito. Um mito que por muitas, e muitas décadas quis parecer que era o melhor para todos mas que de melhor só tinha para alguns, e que afinal era a própria sepultura da sociedade.
O Mundo rejeitava assim, mais uma vez o Comunismo. Esse Comunismo que em nome de alguns fez milhões de mortos e que infelizmente continua a fazer.
Foi nessa madrugada que o velho continente se ergueu das trevas e se fez novo, deu novas oportunidades a milhões de europeus que viviam na opressão, no medo na clandestinidade. e que finalmente podiam agora gritar liberdade.
O Muro alto com quase 70 quilómetros, vigiado vinte e quatro horas por dia por homens fortemente armados que não tinham pudor em disparar em quem quisesse circular livremente(!), rondado por cães treinados, e que assim separou marido da mulher, pais de filhos, namorados de namoradas, avós e netos, foi destruído não pelas armas mas sim, pela vontade do povo.
A Europa ficou assim muito mais livre, com mais esperança de progresso e uma Alemanha que podia finalmente fazer a Paz consigo própria.
Contudo, ainda há alguns Muros para deitar abaixo, Muros esses que serão derrubados com a persistência, com a ousadia, mas sobretudo com a força de acreditar que é nas convicções e naquilo em que acreditamos que se lutarmos por elas, tal como naquela madrugada, elas mais tarde ou mais cedo chegarão.
Infelizmente, ainda há quem não lhe convenha que esta data seja lembrada e muito menos que se fale neste acontecimento histórico que marcou, marca e marcará todo o mundo.

A Concelhia do CDS/Partido Popular de Almada lembra aqui, e junta-se ás comemorações deste dia tão especial para a Humanidade.