Aproveitamos para lembrar uma matéria vinda a publico, por um órgão totalmente insuspeito e imparcial, onde afirma que a criminalidade em Portugal, está e muito a aumentar por parte de imigrantes. Mais uma vez só vem provar, que o Partido Popular teve razão antes de tempo, e provar também que os hipócritas vanguardistas, e os hipócritas de baú, que gritam histericamente sempre que o PP fala neste assunto estão muito enganados, as imagens falam por si !!!!!!!!!!
Com a crise instalada no país, nada melhor que trazer para o palco politico-social, pão e circo para o Povo. A nova (que não é assim tão nova) ideia brilhante da esquerda e de alguma esquerda disfarçada de direita ( e é nestes momentos que se ve que de direita nada têm) de distribuir preservativos gratuitos nas escolas portuguesas, é a prova que muito mal vai o país. Querem discutir a educação sexual? Vamos discuti-la. Mas não nestes moldes. Não é esta medida que querem tomar, o começar pelo fim? Não é começar a construir a casa pelo telhado? Pergunto eu, se não existe uma verdadeira concepção do que é a chamada educação sexual, se não existe um verdadeiro planeamento familiar condigno, vamos começar a distribuir preservativos para que? Será que é mesmo preciso? Será que é isto que os jovens querem verdadeiramente? Ou não será mais um aproveitamento de alguns sectores da sociedade que nesta conjuntura lhes dá jeito (e muito) que este tema será prioritário. E quem paga esta distribuição? E que jovens vão ter acesso a eles? Qualquer jovem? E as maquinas vão estar colocados onde? Numa sala fechada? Pois, se um dos argumentos para a distribuição dos mesmos, é porque os jovens têm vergonha de ir á farmácia comprar então imaginemos o que não para os adquirir na escola á frente de todos. Penso que quem quer esta Lei de jovens percebe muito pouco. Quase nos faz lembrara distribuição gratuita de seringas. Qualquer dia estão a colocar, tal como as salas de chuto, nas escolas, nos jardins, nos bairros as salas de prazer! Já estamos mesmo haver estas borrachinhas utilizadas para servirem de balões como balãozinho de agua. Pensamos que o tema do planeamento familiar e educação cívica e moral é fundamental para o crescimento cívico e intelectual dos jovens, mas no enquadramento mais sério, mais abrangente, onde escolas, ministério da sude, pãis e outras comunidades sociais, possam criar um planeamento familiar racional para evitar cairmos no facilitismo, e no vulgarismo.
Embora muita gente tenha logo acusado o Partido popular de aproveitamento politico e de hipocrisia, o facto é que o Partido Popular tocou na ferida. Independentemente do comportamento e reprovável da professora daquela escola do norte, poder-se-á verificar como vai a escola nos dias de hoje. Infelizmente algo de semelhante poderá passar-se em muitas escolas deste pais e por ventura até com alunos muito mais novos. É preciso estar muito alerta para esta problemática. O jovem vê na escola e no professor um BEM, o EXEMPLO. E maus exemplos vão distorcer com certeza o modo como o jovem vê o mundo que o rodeia. Não personalizando o caso em questão, na medida em que aquela professora tenha ou não (está visto que não tem), formação para falar da dita formação profissional, surge-nos aqui o problema desde o inicio colocado, ou seja quem vai dar as aulas de educação sexual? É a professora de geografia porque até foi a um Workshop sobre sexualidade? O professor de matemática porque os alunos gostam dele e porque até tem jeito para o assunto? Ou será a professora de educação física porque está mais habituada a lidar com a expressão corporal e até conta umas anedotas porreiras pá! nas aulas? O CDS-PP tudo fará para que o debate educacional seja sempre, mas sempre direccionado para o personalismo racional da nossa sociedade e não para um pré futuro do facilitismo, do inconsciente, e até do imoral através de alguns que pretendem apenas um caos e o aproveitamento politico á conta da juventude Portuguesa.
Os Deputados Municipais de Lisboa do CDS-PP convidam V. Exa. para
DEBATE
“ACESSIBILIDADES RODOVIÁRIAS E FERROVIÁRIAS À MARGEM SUL”
20 MAIO – 15H00
FÓRUM LISBOA
Abertura
Presidente da Assembleia Municipal – Dra. Paula Teixeira da Cruz
Presidente da Câmara Municipal – Dr. António Costa
Representante da Secretária de Estado dos Transportes
Bastonário da Ordem dos Engenheiros – Eng. Fernando Santo
Professor do IST e Investigador – Eng. José Manuel Viegas
Representante do LNEC
Intervenções
PSD
PS
PCP
BE
CDS-PP
PEV
Encerramento
Representante da Secretária de Estado dos Transportes
Bastonário da Ordem dos Engenheiros – Eng. Fernando Santo
Professor do IST e Investigador – Eng. José Manuel Viegas
Representante do LNEC
Presidente da Câmara Municipal – Dr. António Costa
Assista ao debate onde serão analisadas as consequências para Lisboa da necessidade de ligações à Margem Sul, o congestionamento rodoviário na Ponte 25 de Abril, a localização do novo Aeroporto de Lisboa e a rede ferroviária de Alta Velocidade.
O presidente do CDS-PP disse esta terça-feira, em Torres Novas, que o partido irá “até às últimas consequências” se se confirmar que “há manipulação” nas estatísticas do desemprego e transmissão de dados que não são correctos para o Eurostat.
“Se vier a confirmar-se que há manipulação nas estatísticas do desemprego, se vier a confirmar-se que o Governo, enfrentando uma realidade onde os desempregos desaparecem, pretende estatísticas onde os desempregados é que desaparecem, se vier a confirmar-se que Portugal transmite para o Eurostat dados que não são correctos, o CDS levará essas matérias até às últimas consequências”, afirmou.
Paulo Portas, que falava no final de uma visita à Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, onde se deslocou na companhia do candidato do partido às eleições europeias de 07 de Junho, Nuno Melo, escusou-se a especificar a sua afirmação.
Segunda-feira, o CDS-PP anunciou que vai pedir a presença do presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional no Parlamento para que Francisco Madelino esclareça a retirada de 15.000 desempregados dos números do IEFP.
O candidato do CDS-PP ao Parlamento Europeu, Nuno Melo, sublinhou esta terça-feira, a posição anti-federalista do seu partido em contraponto com a defesa do federalismo feita pelo candidato social-democrata, Paulo Rangel.
Numa acção de campanha, Nuno Melo fez questão de “assinalar” a diferença de posições entre as duas candidaturas por considerar “não ser uma questão menor que, em pré-campanha, se assumam as diferenças”.
Considerando que, numa Europa a 27, falar de federalismo “é um exercício teórico”, Nuno Melo frisou que, para o CDS, a construção europeia deve ser “dinâmica e aprofundada”, respeitando o facto de Portugal ser um Estado Nação com 800 anos de história.
“Talvez por isso se compreenda que Paulo Rangel queira agora discutir os problemas da criminalidade urbana e a pequena criminalidade em Bruxelas”, quando o CDS entende que esses problemas devem ser discutidos e decididos em Portugal, afirmou.
“É aqui que a criminalidade tem que ser combatida, que as medidas têm que ser aplicadas e é aqui que os erros de uma alteração de leis penais desastradas desta legislatura têm que ser compensados”, disse.
Para Nuno Melo, o “pacto para a justiça feito pelo PS e PSD promoveu alterações às leis penais que resultaram no que hoje temos, um aumento generalizado da criminalidade, precisamente pelo sentimento de impunidade que se criou na base de reformas feitas a contra ciclo”.
No seu entender, são “erros que se estão a pagar e que devem ser corrigidos cá”, não sendo um problema “teórico para ser discutido em Bruxelas”, mas um exercício prático que exige “medidas firmes tomadas já, porque a criminalidade disparou devido a essas alterações”, acrescentou.
O CDS-PP quer que o Estado contratualize com uma instituição de solidariedade social em cada um dos 100 bairros problemáticos do país a gestão de programas sociais, uma solução que considera "inovadora".
Paulo Portas, esteve na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, na companhia do candidato do partido às eleições europeias de 7 de Junho, onde afirmou que esta é uma das questões sobre as quais vai querer ouvir o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, no Parlamento.
A proposta do CDS-PP é que sejam as Instituições Particulares de Solidariedade Social, que trabalham no terreno e tratam as pessoas e os problemas "por tu", a gerirem uma parte dos programas sociais "mediante critérios objectivos", como a redução da toxicodependência e do abandono escolar, o aumento da estima pelas habitações e pelos bens públicos e da empregabilidade dos jovens, afirmou.
"Queremos ouvir o ministro sobre uma proposta inovadora, que é um passo à frente em matéria de políticas sociais", disse.
"Uma coisa que o país percebe é que estão a falhar as políticas sociais nos bairros problemáticos", disse, acusando o Estado de "achar que resolve tudo com o rendimento mínimo, com rendas gratuitas e depois as pessoas não procuram respeitar os bens públicos, há vandalismo" e os que, nesses bairros, trabalham, pagando com os seus impostos o rendimento mínimo, "sentem a insegurança, os seus carros danificados".
Outra questão com que Rui Pereira vai ser confrontado pelos democratas-cristãos é a falta de comprometimento com a transferência de efectivos para Setúbal, "um dos distritos com maior défice de policiamento" no país.
Segundo Paulo Portas, Rui Pereira será ainda questionado pelo seu partido sobre a legislação penal "que, muitas vezes, na prática, acaba por destruir o trabalho da polícia".
"Não é admissível que a polícia arrisque a vida para deter um meliante e depois, quando ele é presente a Tribunal nada lhe aconteça, sai em liberdade, tenha que se apresentar semanalmente a uma força de segurança e depois não se apresenta, volta a cometer um crime, muitas vezes mais grave que o primeiro",afirmou.
O líder popular insistiu que os julgamentos de "bandidos apanhados em flagrante delito" em 48 horas passe a ser uma regra, para que os cidadãos voltem a ter confiança no sistema.
"Precisamos de leis penais que sejam dissuasoras do crime e protejam efectivamente as vítimas e de políticas sociais nas zonas de maior conflitualidade que sejam de proximidade", frisou.
Portas criticou a decisão do primeiro-ministro tomada em Fevereiro de 2007, de cancelar as entradas na PSP, sendo a "lição" desta legislatura a de que "Portugal precisa de recuperar os efectivos policiais".
Segundo disse, os mil agentes que estão em formação em Torres Novas "já deviam estar no terreno, não fosse a decisão lamentável, amadora e errada" de José Sócrates.