terça-feira, 3 de novembro de 2009

Não nos calam


A falta de fairplay nos resultados eleitorais democráticos, aliado a mentalidades e ideologias completamente esmagadas pelo relógio normal da história, leva aqueles com menos escrúpulos tenham nestas ocasiões, o palco para brilhar na clandestinidade e, se esquecerem que o povo é quem mais ordena, e ele ordenou que o CDS/Partido Popular em Almada tivesse eleito dois deputados municipais.
Foi-nos informado que alguém terá contactado a SIC dando a indicação que os mesmos eleitos tinham renunciado ao cargo, noticia que chegou por alguns instantes a passar pelo rodapé da SicNoticias.
Ora, pelo desespero e tentativa de querer descredibilizar o partido em Almada, só demonstra aquilo que já não é noticia para ninguém, ou seja, que de democratas pouco ou nada têm, e que para alguns lhes está a custar e muito, o resultado que saiu das últimas eleições autárquicas.
O mesmo já se terá passado aquando da reunião para as mesas de voto, e não só em Almada mas também noutros concelhos do distrito, onde tentaram afrontar aquilo que consideramos o mais democrático de equidade e representação partidária, como também uma atrocidade á própria lei eleitoral, ficando todas as forças partidárias presentes, sublinhamos todas as forças partidárias presentes à excepção do MMS, incomodadas com a designação do número de pessoas que o CDS/Partido Popular indicou para as respectivas mesas.
Não estavam habituados ao CDS/PP, pois vão ter que se habituar, e não toleraremos quaisquer tentativa contrária á lei e à moral para nos fazerem calar ou amedrontar.

O Povo escolheu, o Povo é Livre.

CDS/PP já incomoda vereador comunista


Parece que há muita gente incomodada com a presença do eleito Fernando da Pena para a Assembleia Municipal de Almada, nomeadamente pelo Vereador José Gonçalves eleito em eleições pela CDU, mas que na prática é do Partido Comunista.
Não vamos perder muito tempo com tamanha baixa política, mas compreendemos perfeitamente o incomodo do sr. vereador em ter o nosso amigo Fernando da Pena de novo na assembleia municipal.
Fraude eleitoral?! Sr. Vereador, devo lembrar-lhe que o CDS/Partido Popular de Almada é um partido livre e toma as decisões que bem entender, e não recebe nem receberá lições de domocracia nem de organização interna do partido a que vossa excelência milita.
Se já está incomodado com uma situação prevista na lei, mais incomodado ainda ficará de certeza quando o CDS/Partido Popular de Almada, em assembleia municipal apresentar propostas que já estão em preparação que com certeza, não serão do seu agrado nem dos seus camaradas. Acima de tudo está o interesse dos Almadenses.
Não se esqueça de uma coisa sr. vereador José Gonçalves, já não tem maioria absoluta.

Proposta do programa de governo já foi apresentada


Foi proposto o programa de governo apresentado pelo partido socialista na campanha eleitoral.
De forma estranha, não entendemos muito bem, como certas medidas continuam a fazer parte desse mesmo programa.
Das duas uma, ou o novo governo suportado pelo PS ainda não percebeu que já não tem maioria absoluta, ou então está frontalmente a tentar entrar em choque com a oposição, e forçar uma moção de censura e irmos de novo para eleições, e culpabilizar a oposição pela crise governativa e falta de responsabilidade de estado, até que volte a ter maioria absoluta.
O CDS/Partido Popular estará bastante atento a este novo programa de governo.

A primeira reunião da Assembleia Municipal oficial, eleita na passada sexta-feira, será dia 13 e 16 do corrente mês, em local ainda a designar.
Antes ainda tomará posse no próximo dia 05 no salão nobre do Solar dos Zagalos, a Assembleia de Freguesia da Sobreda, ao qual vai tomar posse o eleito pelo CDS/Partido Popular o nosso amigo Dr. Eugénio Duarte.

Apelamos a que a nossa gente esteja presente nestes dois acontecimentos para dar força aos nossos eleitos e participar na vida politica activa do concelho.

sábado, 31 de outubro de 2009

Almada volta a ter deputados municipais do CDS/Partido Popular

Tomaram ontem posse perante uma sala cheia de convidados, e ilustres representantes dos mais variados quadrantes da sociedade civil de Almada, os dois deputados eleitos pelo CDS/Partido Popular António Pedro Maco e Fernando da Pena.

A mesma sessão decorreu de forma solene e descontraída ao qual tomaram ainda posse, a mesa que constitui a Assembleia Municipal como também todos os vereadores e a presidente de câmara.

No inicio da primeira reunião, ocorreu em simultâneo, a votação para eleição da mesa com uma lista única onde fazem parte dos representantes do PCP presidente e secretário, e um representante do PS, secretário. A votação final aprovou com três abstenções a eleição da respectiva mesa.
Houve ainda tempo para a intervenção da presidente da Câmara Municipal de Almada eleita, Maria Emília de Sousa, ao qual esperamos que o seu discurso seja posto em práctica e que haja uma maior abertura e diálogo com a oposição e com os próprios munícipes ao contrário do que tem sido feito ao longo de anos.
Contudo o CDS/Partido Popular tudo fará para que de uma vez por todos os almadenses tenham a sua voz bem representada na Assembleia Municipal.

A todos os eleitos desejamos um bom trabalho.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Tomada de posse Assembleia Municipal de Almada


Realiza-se amanha sexta-feira dia 30, na Academia Almadense a tomada de posse da Assembleia Municipal de Almada, resultante das eleições autárquicas do passado dia 11.

Pelo CDS/Partido Popular vão tomar posse António Pedro Maco e Fernando Sousa da Pena.

A Concelhia de Almada convida todos os militantes e Almadenses a estarem presentes nesta ocasião que já é histórica para o partido em Almada.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

5 pontos do Projecto-Lei para encontrar uma solução de avaliacão dos professores

O CDS tem esperança de que o seu projecto seja uma peça essencial para encontrar uma solução para esta polémica, embora ainda não tenha havido qualquer negociação formal com o PS.

Nesse sentido, os CDS vai entregar no Parlamento um projecto-lei que recupera o essencial do diploma discutido na legislatura passada e que teve o voto favorável de todos os partidos, à excepção do PS.

Uma proposta em 5 pontos, explicados pelo dirigente Diogo Feio: “Em primeiro lugar [pretendemos] uma avaliação de base pedagógica e científica e não tanto de funções que têm a ver com a organização da escola”.

Em segundo lugar, uma ligação entre quem avalia e a área do avaliado. Em terceiro, a possibilidade de arbitragem, que venha a resolver de forma rápida, possíveis conflitos. Quarto, uma avaliação simples, que seja perceptível e, em quinto lugar, muitíssimo importante, uma avaliação que tenha direcção, direcção de natureza pedagógica na forma como é feita” – explicou o dirigente centrista.

Do lado dos sindicatos, a FNE assume que o projecto do CDS é um bom ponto de partida “para que rapidamente se encontre uma solução transitória”.

Temos vindo a defender que, tendo em conta que um novo modelo de avaliação consistente e duradouro poderá demorar um pouco mais de tempo, se tenha que estabelecer um processo provisório e esta proposta do CDS-PP pode, rapidamente, criar um consenso na Assembleia” – considerou, em declarações à Renascença, João Dias da Silva, da Federação Nacional da Educação.

CDS CRITICA "DISCURSO DE CONTINUIDADE" DO PRIMEIRO-MINISTRO


O líder parlamentar do CDS-PP, criticou esta segunda-feira o primeiro-ministro por "fazer um discurso de continuidade" na tomada de posse do Governo, considerando que José Sócrates "não percebeu" que perdeu a maioria absoluta.

"O primeiro-ministro fez um discurso de continuidade da sua política, não percebeu que não teve uma maioria absoluta. Não percebeu que, através do voto, a maioria absoluta lhe foi retirada", afirmou Pedro Mota Soares.

Mota Soares disse que, do discurso de José Sócrates, na posse do executivo, "não se ficou a perceber em que aspectos o primeiro-ministro quer corrigir a sua política".

Como exemplo, destacou que, do ponto de vista económico, "não se percebe qual é a estratégia do Governo para relançar a economia", notando que Sócrates não se comprometeu com qualquer moderação fiscal.

"Nesse sentido é muito interessante comparar o discurso do primeiro-ministro, com o discurso da chanceler alemã [Angela Merkel], reeleita na mesma data, que assume um compromisso de relançamento da economia e de baixar a carga fiscal das empresas. O discurso do primeiro-ministro não é claro quanto à necessidade de relançar a economia e quanto à forma de o fazer", disse