O CDS/Partido Popular foi convidado a estar presente na reunião de trabalho de apresentação da alteração do Plano de Pormenor das Praias Urbanas, que se realizará na próxima segunda-feira dia 08 de Fevereiro.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Programa Polis - Praias Urbanas
O CDS/Partido Popular foi convidado a estar presente na reunião de trabalho de apresentação da alteração do Plano de Pormenor das Praias Urbanas, que se realizará na próxima segunda-feira dia 08 de Fevereiro.
Where the Streets Have no Lights

Quando descemos a Avenida Santo Nuno Álvares Pereira, em Almada, em direcção à Praça S. João Baptista, deparamos do lado esquerdo com uma situação que já se prolonga há bastante tempo, parte da estrada e passeio entre a Rua Mendo Gomes Seabra, e a dita praça estão ás escuras.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Entrevista com o candidato Rafael Santos á Juventude Popular de Almada

- Tendo em conta que a maior parte dos jovens vivem afastados da política, o que te levou a interessar por ela e porquê o CDS/Partido Popular?
Sempre gostei bastante de debates, e de forma natural ia assistindo aos debates televisivos na AR, achava interessante a forma como se desenvolviam. Sempre quis votar mas não podia por causa da idade mas assim que fiz 18 anos das primeiras coisas que fiz foi recensear-me. Em relação à escolha partidária, principalmente por causa dos valores. Cresci e tive a minha formação de cidadão no seio cristão-católico, e encontrei no discurso e estatutos do partido uma forma de preservação de muitos valores morais e sociais que hoje em dia têm tendência a desaparecer.
- O que achas que a política mudou na tua vida?
Principalmente a forma como eu via os políticos. A questão da descredibilização da classe política a meu ver é falsa e só contribui para atrasar o desenvolvimento do país. O que quero dizer é que existem políticos credíveis no nosso sistema político, políticos em quem podemos confiar como cidadãos, e digo sem receio que não estão todos no CDS, existem políticos credíveis também nos outros partidos, nós não somos todos iguais nem os partidos são todos iguais. Isso é democracia, podermos escolher aquele com que mais nos identificamos entre as opções que nos são colocadas.
- Que achas que pode ser feito para atrair os jovens para a política?
Fazer ver aos jovens que eles também são realmente co-responsáveis pelas decisões e pelo futuro do país. Que a sua opinião conta e que eles têm valor na sociedade que integram, que não são “mais um” jovem errante neste mundo.
- Na tua opinião, esta câmara serve os interesses e aspirações dos jovens de Almada?
Não.
- Consideras que esta juventude é “rasca” ou “à rasca”?
À rasca, por falta de oportunidades credíveis para o seu futuro. Por falta de pessoas que possam ouvir os seus problemas. Muitas vezes os próprios pais não ouvem os filhos, por exemplo, no único momento em que a família está unida, ao jantar, o pai manda calar o filho porque quer ouvir o telejornal, pior que isso, há famílias em que os filhos jantam nos quartos sozinhos por causa do computador e os pais calados na cozinha a ver televisão. Como disse é só um exemplo, há piores e melhores, mas o jovem precisa de atenção na medida certa e da forma correcta. Se em casa não encontra vai procurar fora dela e na maioria das vezes quem lhe dá atenção…enfim...
Junto a isto temos ainda a precariedade de emprego, altas taxas de desemprego e uma sociedade egoísta e desinteressada… desta forma, como pode haver alguém que não esteja “à rasca”?
- Sinceramente achas que esta Juventude tem futuro?
Tem, certamente que tem. Apesar dos exemplos que enumerei antes, muitos desses jovens sentem-se vazios e procuram uma solução apesar de às vezes não o transparecerem, e a capacidade do jovem de agarrar uma verdadeira oportunidade e dar a volta por cima é extraordinária. É necessário apostar-se na juventude de forma credível e sincera.
- O slogan da tua candidatura?
Dar rumo a uma juventude com futuro
- Nome: Rafael Fernando Aranha Domingues Rodrigues dos Santos
- Estado Civil: Casado
- Idade: 23
- Naturalidade: São Paulo - Brasil
- Clube: Sporting
- Hobbies: Livros, desporto e cinema e teatro
- Comida: Esparguete à Bolonhesa
- Filme: O Resgate do Saldado Ryan
- Música: Vânia Fernandes – Senhora Do Mar (Negras Águas)
- Viagem de sonho: Ilhas Vanuatu na Malásia
- Um lugar: Casa
- Família: O que me faz acordar de manhã com um sorriso na cara
Paulo Portas é: Um líder
Sócrates é: Um problema
CDS/Partido Popular é: A solução
Cavaco Silva: O fiel da balança
D. Afonso Henriques: O pai da Nação
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Jornadas Parlamentares em Guimarães

O Partido está neste momento reunido em Guimarães nas Jornadas Parlamentares, com o líder Paulo Portas.
foto fonte CDS-PP
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
CDS/Partido Popular com Coluna no "Notícias de Almada"
A Crise Dividida Por Todos

Os Tubarões de sempre já começaram a fazer pressão em relação a certas medidas do Orçamento de estado.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
CDS/Partido Popular com Abtenção Construtiva

No Domingo, anunciei que vamos propor, ao Grupo Parlamentar, que a posição do CDS no Orçamento do Estado para 2010 deve ser a abstenção construtiva.
Quero agradecer penhoradamente o trabalho realizado pela equipa negocial do CDS, composta por Luís Queiró, Pedro Mota Soares, Assunção Cristas, Miguel Morais Leitão e Paulo Núncio.
Gostaria, pois, de lhe explicar esta posição:
VANTAGENS DA NEGOCIAÇÃO PRÉVIA DO ORÇAMENTO DO ESTADO.
· -O CDS, ao propor estas negociações, revelou sentido de Estado, dada a dificílima situação económica do país.
· - A negociação do Orçamento permitiu separar, naturalmente, os partidos que não têm vocação de governo, e por isso não sentem deveres de responsabilidade – o BE e o PCP -, face aos partidos do chamado “arco da governabilidade” – o CDS, o PSD e o PS.
· - A negociação prévia do OE permitiu substituir um clima de crispação política por um esforço de negociação, atendendo, sublinhe-se, à situação do País.
· - Esta negociação já produziu efeitos: o Orçamento será viabilizado pelas abstenções do CDS e do PSD.
· - Ao propor a negociação prévia do Orçamento, o CDS cumpriu com o que prometeu na campanha eleitoral: substituir uma maioria arrogante por uma cultura de compromisso.
· - Esta nova atitude – procurar compromissos – vai conseguindo resultados: a suspensão do Código Contributivo; o reembolso do IVA a 30 dias; a majoração do subsídio de desemprego para os casais com filhos, etc..
RAZÕES PARA O CDS NÃO VOTAR CONTRA:
· - Este não é o Orçamento do CDS, esta não é a política económica do CDS. A nossa viabilização é uma atitude de patriotismo e responsabilidade.
· - Na verdade, Portugal encontra-se, neste momento, sob advertência externa. O nível do endividamento e do défice atingiram tais proporções que o que está em causa é a credibilidade do Estado português no exterior. Votar contra seria piorar a situação. Os mercados internacionais e as instituições que avaliam a nossa situação penalizariam, imediatamente, a rejeição do Orçamento do Estado e a eventual queda do Executivo.
· - A maioria dos portugueses deseja um entendimento no Orçamento. O Presidente da República pediu isso mesmo. A Constituição não permite eleições antecipadas neste momento. O sentido comum é o de que, em tempos muito difíceis, o patriotismo deve prevalecer sobre o espírito de facção. Votar contra seria contribuir para a precipitação de uma crise política que é indesejável.
· - Com o OE viabilizado, o Primeiro-ministro não poderá dizer que não o deixam governar. É, simplesmente, falso, aos olhos de qualquer pessoa atenta. Se a estratégia do Governo é abrir uma crise, a viabilização do OE anula essa estratégia.
· - No decorrer da negociação, devemos notar que o Governo deu algumas garantias importantes e mostrou abertura a algumas matérias relevantes para o CDS.
PONTOS DE CONVERGERGÊNCIA QUE JUSTIFICAM A ABSTENÇÃO CONSTRUTIVA.
Na Saúde:
· - Contratualizar de 40.000 cirurgias (em várias especialidades) através de um acordo-quadro com as Misericórdias.
· - Melhorar os Cuidados Paliativos, assegurando pelo menos uma equipa em cada distrito.
· - Efectivação da unidose.
Na Agricultura:
· - Aumento considerável das verbas nacionais do PRODER para a Agricultura e Floresta.
· - Desburocratizar completamente o PRODER, para evitar novas perdas de fundos para Agricultura e Floresta.
Nos Impostos:
· - Abertura a uma significativa majoração do desconto no IRS por cada filho.
· - Oportunidade de alterar o regime que prejudica o casamento no IRS.
· - Melhorar significativamente os direitos do contribuinte nas penhoras fiscais (fim das penhoras automáticas, que não respeitem os meios de defesa do contribuinte).
· - Arbitragem fiscal – resolução mais rápida para os litígios fiscais
Para as PME’s:
· -Compensação de créditos entre as empresas a quem o Estado deve dinheiro e que, por sua vez, são devedoras ao Estado.
· - Reembolso do IVA a 30 dias, apartir de 1 de Janeiro.
· - Abertura à negociação de um novo regime de pagamentos atempados das dívidas do Estado.
· - Maiores apoios à internacionalização das empresas portuguesas.
Nas questões macro-económicas:
· - Garantia de que não há aumento de impostos.
· - Melhor subsídio de desemprego para casais com filhos.
· - Endividamento: admissão de um controlo reforçado das PPP
· - Alargamento do plano de privatizações.
DIVERGÊNCIAS DE FUNDO QUE IMPEDEM O VOTO A FAVOR
· - O Governo não aceita uma redução selectiva de impostos para estimular a economia.
· - O nível da despesa pública sobre o Produto é muito elevado.
· - Não há disponibilidade para rever as prioridades do investimento público já decidido.
· - Redução do Pagamento Especial por Conta: permanece divergência (CDS foi até uma redução de 50%; O Governo não aceitou)
· - O Governo não aceitou cortar no rendimento mínimo para aumentar mais 7 euros (somando aos 3 euros anunciados) as pensões mais baixas (mínimas, sociais e rurais).
· - Problema com o recrutamento de agentes das forças de segurança para 2010.
As propostas do CDS foram todas quantificadas e verificadas. Quando alguma significava um aumento da despesa ou uma diminuição da receita, a equipa negocial do CDS fez uma proposta de equivalente – e até superior – compressão da despesa.
Com um abraço amigo,
Paulo Portas
Presidente CDS/Partido Popular

