sábado, 6 de fevereiro de 2010

Programa Polis - Praias Urbanas


O CDS/Partido Popular foi convidado a estar presente na reunião de trabalho de apresentação da alteração do Plano de Pormenor das Praias Urbanas, que se realizará na próxima segunda-feira dia 08 de Fevereiro.
De relembrar que a zona costeira da Costa da Caparica vive anual e constantemente em sobressalto, devido ao avançar continuo e rápido do mar que engole cada vez mais as areias e terra da Costa da Caparica.
É uma situação que o partido está muito preocupado pois, já não basta a paupérrima intervenção da câmara e do estado naquela zona do concelho como agora e também, por muito erro humano, a própria Natureza se encarrega de criar dificuldades.
Contamos com o apoio dos militantes da Costa da Caparica, nesta causa do partido.

Where the Streets Have no Lights


Quando descemos a Avenida Santo Nuno Álvares Pereira, em Almada, em direcção à Praça S. João Baptista, deparamos do lado esquerdo com uma situação que já se prolonga há bastante tempo, parte da estrada e passeio entre a Rua Mendo Gomes Seabra, e a dita praça estão ás escuras.
Não sabemos qual a razão de já há imenso tempo se verificar essa situação, o que sabemos é que está ali um perigo constante quer para transeuntes quer para automobilistas, e utentes de transportes públicos.
A partir das 18:00h, hora em que fica completamente noite, aquela zona é atravessada e frequentada por centenas de pessoas que vindo dos seus locais de trabalho, têm necessidade de lá passar.
É por volta daquela hora que centenas de crianças vindas de mais um dia de escola fazem também, o seu percurso na dita avenida.
É uma zona de passadeira já de si pouco sinalizada, agravado pelo o facto de estar sem iluminação suficiente para se fazer notar e, para fazer jus a sua verdadeira utilidade.
Tratando-se ainda de uma zona onde se cruzam autocarros de passageiros, o Metro Sul do Tejo, que já de si desloca-se a uma velocidade nada aconselhável para o sitio em questão, cruza-se ainda o trânsito local entre a respectiva avenida e a Prç da Renovação e Prç da Liberdade.
Com o caminhar da noite, a cidade esvazia-se cada vez mais, e temos os perigos inerentes aos assaltos pois com a falta de luz naquela zona, estão criadas as condições para quem queira assaltar pessoas e automóveis, tenha ai um sitio bastante apeticivel.
É necessário saber as razões de tal falta de iluminação na respectiva zona, mas mais que isso, é necessário que ela seja restabelecida sob pena de no futuro termos problemas bastante graves para todos os que lá se deslocam.
Quase como diz uma famosa canção: Where the Streets Have no Lights! embora 35 anos depois do chamado poder autárquico democrático, também haja no concelho Where the Streets Have no Name, mas isso daremos conta mais adiante.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Entrevista com o candidato Rafael Santos á Juventude Popular de Almada



- Tendo em conta que a maior parte dos jovens vivem afastados da política, o que te levou a interessar por ela e porquê o CDS/Partido Popular?

Sempre gostei bastante de debates, e de forma natural ia assistindo aos debates televisivos na AR, achava interessante a forma como se desenvolviam. Sempre quis votar mas não podia por causa da idade mas assim que fiz 18 anos das primeiras coisas que fiz foi recensear-me. Em relação à escolha partidária, principalmente por causa dos valores. Cresci e tive a minha formação de cidadão no seio cristão-católico, e encontrei no discurso e estatutos do partido uma forma de preservação de muitos valores morais e sociais que hoje em dia têm tendência a desaparecer.

- O que achas que a política mudou na tua vida?

Principalmente a forma como eu via os políticos. A questão da descredibilização da classe política a meu ver é falsa e só contribui para atrasar o desenvolvimento do país. O que quero dizer é que existem políticos credíveis no nosso sistema político, políticos em quem podemos confiar como cidadãos, e digo sem receio que não estão todos no CDS, existem políticos credíveis também nos outros partidos, nós não somos todos iguais nem os partidos são todos iguais. Isso é democracia, podermos escolher aquele com que mais nos identificamos entre as opções que nos são colocadas.

- Que achas que pode ser feito para atrair os jovens para a política?

Fazer ver aos jovens que eles também são realmente co-responsáveis pelas decisões e pelo futuro do país. Que a sua opinião conta e que eles têm valor na sociedade que integram, que não são “mais um” jovem errante neste mundo.

- Na tua opinião, esta câmara serve os interesses e aspirações dos jovens de Almada?

Não.

- Consideras que esta juventude é “rasca” ou “à rasca”?

À rasca, por falta de oportunidades credíveis para o seu futuro. Por falta de pessoas que possam ouvir os seus problemas. Muitas vezes os próprios pais não ouvem os filhos, por exemplo, no único momento em que a família está unida, ao jantar, o pai manda calar o filho porque quer ouvir o telejornal, pior que isso, há famílias em que os filhos jantam nos quartos sozinhos por causa do computador e os pais calados na cozinha a ver televisão. Como disse é só um exemplo, há piores e melhores, mas o jovem precisa de atenção na medida certa e da forma correcta. Se em casa não encontra vai procurar fora dela e na maioria das vezes quem lhe dá atenção…enfim...

Junto a isto temos ainda a precariedade de emprego, altas taxas de desemprego e uma sociedade egoísta e desinteressada… desta forma, como pode haver alguém que não esteja “à rasca”?

- Sinceramente achas que esta Juventude tem futuro?

Tem, certamente que tem. Apesar dos exemplos que enumerei antes, muitos desses jovens sentem-se vazios e procuram uma solução apesar de às vezes não o transparecerem, e a capacidade do jovem de agarrar uma verdadeira oportunidade e dar a volta por cima é extraordinária. É necessário apostar-se na juventude de forma credível e sincera.

- O slogan da tua candidatura?

Dar rumo a uma juventude com futuro

- Nome: Rafael Fernando Aranha Domingues Rodrigues dos Santos

- Estado Civil: Casado

- Idade: 23

- Naturalidade: São Paulo - Brasil

- Clube: Sporting

- Hobbies: Livros, desporto e cinema e teatro

- Comida: Esparguete à Bolonhesa

- Filme: O Resgate do Saldado Ryan

- Música: Vânia Fernandes – Senhora Do Mar (Negras Águas)

- Viagem de sonho: Ilhas Vanuatu na Malásia

- Um lugar: Casa

- Família: O que me faz acordar de manhã com um sorriso na cara

Foto0159 - Para ti…

Paulo Portas é: Um líder

Sócrates é: Um problema

CDS/Partido Popular é: A solução

Cavaco Silva: O fiel da balança

D. Afonso Henriques: O pai da Nação

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Jornadas Parlamentares em Guimarães


O Partido está neste momento reunido em Guimarães nas Jornadas Parlamentares, com o líder Paulo Portas.
Alguns temas actuais estão a ser debatidos, tendo como um dos convidados Mário Crespo, a mais recente vitima da censura deste governo que tenta oprimir de quem dele discorda.
O CDS/Partido Popular é cada vez mais um partido responsável e de governo.

foto fonte CDS-PP

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

CDS/Partido Popular com Coluna no "Notícias de Almada"

ER 377-2.1 Como já foi anunciado, a edição do "Notícias de Almada", saída na última sexta-feira trás uma coluna com o deputado municipal Fernando da Pena.
A convite da redacção do referido jornal, tal como todas as outras forças com assento na Assembleia Municipal de Almada, o CDS/Partido Popular, terá também a sua coluna com crónicas de opinião dos deputados municipais do partido António Pedro Maco e Fernando da Pena.
Fernando da Pena, aproveitou novamente o nosso espaço de antena para denunciar mais uma vez, o escândalo das Terras da Costa e tudo o que está com ele relacionado e dependente.
A já, e infeliz "futura" ER-377, a Mata dos Medos, as terras de cultivo, e a potencial especulação imobiliária, são de novo o mote para fazer a contra propaganda alicerçada, na tentativa de destruição de Paisagem Protegida, no desrespeito pela propriedade privada, e também pelo possível fim de uma produção agrícola de grande valor Nacional.
O CDS/Partido Popular, não vai baixar os braços estando o presidente Paulo Portas, solidário e atento a mais um atentado Ecológico em nome do betão e da especulação.

A Crise Dividida Por Todos


Os Tubarões de sempre já começaram a fazer pressão em relação a certas medidas do Orçamento de estado.
São sempre os mesmo que sugam os Portugueses, com requintes e artimanhas que estão na fronteira ténue da usura.
Para esses mesmo que todos os anos aumentam os lucros à custa da conjuntura, menos favorável, e dramática de milhões de Portugueses, que se comecem a mentalizar que a crise é para ser dividida e paga por todos, sem excepção.
Nos últimos anos assistimos a situações completamente saídas quase que de uma série da saga MontyPythoneana, onde todos prevericam, e no fim, é com o dinheiro dos contribuintes que são tapados esses buracos de administrações completamente vergonhosas e desastrosas.
É Inadmissível, serem sempre os de mais parcos rendimentos a pagarem a crise quando outros se banqueteiam, e toda a forma de fazer lucro lhes é permitida sem lei nem grei.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

CDS/Partido Popular com Abtenção Construtiva


Paulo Portas, enviou uma carta aos militantes onde indica as razões para a Abstenção do Orçamento de Estado.
Uma Abstenção Construtiva, como afirmou hoje à Comunicação Social Pedro Mota Soares, que permite a viabilização do Orçamento, que terá a contribuição do CDS/Partido Popular em determinados sectores da sociedade.
Fica aqui a respectiva carta:

Caro(a) amigo(a),

No Domingo, anunciei que vamos propor, ao Grupo Parlamentar, que a posição do CDS no Orçamento do Estado para 2010 deve ser a abstenção construtiva.

Quero agradecer penhoradamente o trabalho realizado pela equipa negocial do CDS, composta por Luís Queiró, Pedro Mota Soares, Assunção Cristas, Miguel Morais Leitão e Paulo Núncio.

Gostaria, pois, de lhe explicar esta posição:

VANTAGENS DA NEGOCIAÇÃO PRÉVIA DO ORÇAMENTO DO ESTADO.

· -O CDS, ao propor estas negociações, revelou sentido de Estado, dada a dificílima situação económica do país.

· - A negociação do Orçamento permitiu separar, naturalmente, os partidos que não têm vocação de governo, e por isso não sentem deveres de responsabilidade – o BE e o PCP -, face aos partidos do chamado “arco da governabilidade” – o CDS, o PSD e o PS.

· - A negociação prévia do OE permitiu substituir um clima de crispação política por um esforço de negociação, atendendo, sublinhe-se, à situação do País.

· - Esta negociação já produziu efeitos: o Orçamento será viabilizado pelas abstenções do CDS e do PSD.

· - Ao propor a negociação prévia do Orçamento, o CDS cumpriu com o que prometeu na campanha eleitoral: substituir uma maioria arrogante por uma cultura de compromisso.

· - Esta nova atitude – procurar compromissos – vai conseguindo resultados: a suspensão do Código Contributivo; o reembolso do IVA a 30 dias; a majoração do subsídio de desemprego para os casais com filhos, etc..

RAZÕES PARA O CDS NÃO VOTAR CONTRA:

· - Este não é o Orçamento do CDS, esta não é a política económica do CDS. A nossa viabilização é uma atitude de patriotismo e responsabilidade.

· - Na verdade, Portugal encontra-se, neste momento, sob advertência externa. O nível do endividamento e do défice atingiram tais proporções que o que está em causa é a credibilidade do Estado português no exterior. Votar contra seria piorar a situação. Os mercados internacionais e as instituições que avaliam a nossa situação penalizariam, imediatamente, a rejeição do Orçamento do Estado e a eventual queda do Executivo.

· - A maioria dos portugueses deseja um entendimento no Orçamento. O Presidente da República pediu isso mesmo. A Constituição não permite eleições antecipadas neste momento. O sentido comum é o de que, em tempos muito difíceis, o patriotismo deve prevalecer sobre o espírito de facção. Votar contra seria contribuir para a precipitação de uma crise política que é indesejável.

· - Com o OE viabilizado, o Primeiro-ministro não poderá dizer que não o deixam governar. É, simplesmente, falso, aos olhos de qualquer pessoa atenta. Se a estratégia do Governo é abrir uma crise, a viabilização do OE anula essa estratégia.

· - No decorrer da negociação, devemos notar que o Governo deu algumas garantias importantes e mostrou abertura a algumas matérias relevantes para o CDS.

PONTOS DE CONVERGERGÊNCIA QUE JUSTIFICAM A ABSTENÇÃO CONSTRUTIVA.

Na Saúde:

· - Contratualizar de 40.000 cirurgias (em várias especialidades) através de um acordo-quadro com as Misericórdias.

· - Melhorar os Cuidados Paliativos, assegurando pelo menos uma equipa em cada distrito.

· - Efectivação da unidose.

Na Agricultura:

· - Aumento considerável das verbas nacionais do PRODER para a Agricultura e Floresta.

· - Desburocratizar completamente o PRODER, para evitar novas perdas de fundos para Agricultura e Floresta.

Nos Impostos:

· - Abertura a uma significativa majoração do desconto no IRS por cada filho.

· - Oportunidade de alterar o regime que prejudica o casamento no IRS.

· - Melhorar significativamente os direitos do contribuinte nas penhoras fiscais (fim das penhoras automáticas, que não respeitem os meios de defesa do contribuinte).

· - Arbitragem fiscal – resolução mais rápida para os litígios fiscais

Para as PME’s:

· -Compensação de créditos entre as empresas a quem o Estado deve dinheiro e que, por sua vez, são devedoras ao Estado.

· - Reembolso do IVA a 30 dias, apartir de 1 de Janeiro.

· - Abertura à negociação de um novo regime de pagamentos atempados das dívidas do Estado.

· - Maiores apoios à internacionalização das empresas portuguesas.

Nas questões macro-económicas:

· - Garantia de que não há aumento de impostos.

· - Melhor subsídio de desemprego para casais com filhos.

· - Endividamento: admissão de um controlo reforçado das PPP

· - Alargamento do plano de privatizações.

DIVERGÊNCIAS DE FUNDO QUE IMPEDEM O VOTO A FAVOR

· - O Governo não aceita uma redução selectiva de impostos para estimular a economia.

· - O nível da despesa pública sobre o Produto é muito elevado.

· - Não há disponibilidade para rever as prioridades do investimento público já decidido.

· - Redução do Pagamento Especial por Conta: permanece divergência (CDS foi até uma redução de 50%; O Governo não aceitou)

· - O Governo não aceitou cortar no rendimento mínimo para aumentar mais 7 euros (somando aos 3 euros anunciados) as pensões mais baixas (mínimas, sociais e rurais).

· - Problema com o recrutamento de agentes das forças de segurança para 2010.

As propostas do CDS foram todas quantificadas e verificadas. Quando alguma significava um aumento da despesa ou uma diminuição da receita, a equipa negocial do CDS fez uma proposta de equivalente – e até superior – compressão da despesa.

Com um abraço amigo,

Paulo Portas

Presidente CDS/Partido Popular