quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Assembleia Municipal Ordinária de Almada Hoje na Charneca de Caparica
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
"Não estou para vir para aqui para ouvir parvoíces!" Declarações da Vereadora Comunista numa Comissão ao deputado do CDS/PP Fernando da Pena

Gato Escondido
Já aqui tivemos a oportunidade de demonstrar o atentado ambiental, paisagístico, cultural e social que constitui a Estrada Regional 377-2 e a estranha coligação de interesses que junta CDU, PS e PSD (e o "nim" do BE) em torno de um projecto criminoso.
Já mostrámos que a estrada é inútil, que não serve a população, que priva o concelho do seu mais rico património e que tem uma óbvia alternativa com muito menores impactes ambientais.
Já manifestámos a nossa indignação pela destruição das Terras da Costa (que têm características europeias únicas), da Área Protegida da Arriba Fóssil, da reserva ecológica e da zona primordial bicentenária da Mata dos Medos.
Já vimos que a ER 377-2 tem um traçado absurdo, tem um custo elevadíssimo, não respeita o Plano Director Municipal e repete em grande parte a Via Turística reprovada pelo Supremo Tribunal Administrativo.
Já compreendemos que a estrada quer despejar na Charneca os 17 mil utentes dos novos parques de campismo, com prejuízos sérios para a população local, já se si tão fustigada por um planeamento do território que acumula décadas de erros profundos.
Já percebemos, da consulta do processo, que a ER 377-2 abre as portas à especulação imobiliária em zonas naturais protegidas.
Face ao exposto, nada mais natural que aproveitar a presença da Senhora Vereadora do Urbanismo e Planeamento na Comissão de Ambiente da Assembleia Municipal para questionar a insistência da Câmara Municipal num projecto tão danoso para o concelho.
As questões colocadas, que dizem respeito aos aspectos acima referidos, deixaram alguns representantes dos partidos que suportam a construção desta estrada bastante incomodados, o que não deixa de causar alguma perplexidade. Mas muito pior foi a reacção da Senhora Vereadora da Câmara Municipal de Almada. O único comentário, e passo a citar, foi: «Não estou para vir para aqui ouvir parvoíces». Escuso-me de comentar uma afirmação que fala por si.
As perguntas, essas, ficaram sem qualquer resposta. Se o rabo que está de fora já é assim tão comprido, imagine-se o tamanho do gato escondido atrás deste projecto.
A Concelhia e a bancada municipal do CDS/PP de Almada, apela à calma e ao respeito por parte dos intervenientes políticos e, sobretudo que fique bem claro que não são disputas de tons de voz arrogantes e grosseiras ou afirmações como as citadas em cima, vindas de uma Vereadora numa Comissão, que vão fazer com que o partido se desvie dos princípios, objectivos e do programa eleitoral com que foi a votos e que foi sufragado pelos Almadenses. Se outros andam há 35 anos a mentir e a fazer de conta, o povo os julgará nas urnas como fez da última vez, onde acabou com a maioria comunista.
Não é nestes tons que a política se faz. Não é com insinuações de baixo nível que se resolvem os problemas de Almada, e sobretudo mentalizem-se de uma vez por todas, que o CDS/PP não está aqui a brincar e muito menos, fará parte dos cozinhados de sempre que têm deixado Almada no estado de abandono e desleixado em que se encontra neste momento (veja-se o centro de Almada vergonhosamente ao abandono).
O que se está a fazer ás Terras da Costa, e o que se prepara para se fazer à Mata dos Medos na Charneca da Caparica, É UM CRIME AMBIENTAL, é uma atrocidade a quem trabalha e a quem produz e cria postos de trabalho, mesmo alguns (os que fazem parte do cozinhado) dizendo que não é assim, as esses dizemos que não vamos parar, bem pelo contrário, pois não estamos sozinhos estando mesmo o presidente do partido Paulo Portas, muito atento ao avançar da situação.
Quanto à situação vergonhosa que nada em dignifica a assembleia municipal e as suas comissões, vamos esperar que tenha sido um acto isolado no calor da discussão e que quem proferiu declarações daquele tipo a um deputado municipal, no exercer das suas funções, eleito democraticamente por um partido que lutou pela democracia em Portugal ( o que já não se pode dizer de outros) não se voltem a repetir porque não o toleraremos mais.
Estamos num país democrático e por muito que alguns assim não o queiram, não vivemos em nenhum feudo estalinista nem vivemos numa ilha.
A Liberdade está a passar por aqui.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
CDS/Partido Popular esta semana no "Notícias de Almada"
Crónica do deputado municipal Fernando Pena esta semana no "Notícias de Almada"
ALMADA ESCONDIDA
O leitor já ouviu falar do Vale da Sobreda? O leitor já esteve no Vale da Sobreda? Fica o desafio – que como se verá exige uma certa temeridade – de visitar esta porção proscrita do concelho de Almada. Pelos vistos, também a Câmara Municipal parece não conhecer a realidade que aflige há muitos anos gente que também é cidadã de Almada, que também trabalha, que também paga os seus impostos e taxas.
Mas o Vale da Sobreda não faz parte das festas, dos discursos e fogos-de-artifício, dos anúncios televisivos, do Boletim Municipal e da propaganda oficial. É uma Almada escondida, esquecida, que envergonha, que foi empurrada para um recanto esconso das preocupações políticas. Na emergência do século XXI, as condições de vida que vêem no Vale da Sobreda são próprias dos arrabaldes do terceiro mundo.
No Vale da Sobreda não há transportes públicos. No Vale da Sobreda os táxis não entram dado o estado do pavimento. No Vale da Sobreda crianças têm de percorrer a pé 3 km para irem à escola, em caminhos de cabra quase intransitáveis. No Vale da Sobreda o centro de saúde fica a 4 km de distância e os idosos que vão a consultas usam carrinhas cedidas pelo centro paroquial, veículos de familiares ou de vizinhos, ou então têm de caminhar essa distância. No Vale da Sobreda, aliás, há idosos praticamente sequestrados em casa.
No Vale da Sobreda não existe saneamento básico, embora ele seja cobrado aos habitantes na factura mensal. No Vale da Sobreda as raras ruas asfaltadas são pagas pelas comissões de moradores. No Vale da Sobreda muitas ruas não têm nome, e a maioria das que o têm é completamente desconhecida das Autoridades e Bombeiros.
No Vale da Sobreda o lixo e o entulho acumula-se pelas ruas. No Vale da Sobreda matilhas de cães ameaçam os habitantes. No Vale da Sobreda um dia de chuva significa charcos, lama abundante e muitos mais buracos. No Vale da Sobreda há casas devolutas, obras embargadas, despojos de edifícios, pessoas desanimadas.
No Vale da Sobreda, casas senhoriais históricas, de fidalgos e morgados, estão em ruínas e servem de abrigo a traficantes de droga. No Vale da Sobreda, quintas antigas de elevado valor agrícola estão abandonadas. No Vale da Sobreda, o património foi esquecido, esmagado, condenado ao desaparecimento. No Vale da Sobreda é também a memória de uma terra que se espezinha.
O Vale da Sobreda é um triste exemplo da estratégia de um poder autárquico que vive da propaganda, de uma rede de dependências e da especulação imobiliária, num planeamento do território retalhado e incoerente.
A regeneração urbanística e viária é urgente e deve obedecer a bons critérios que permitam a valorização futura da zona. Elementos de atracção de investimento devem envolver a recuperação do património histórico, a criação de uma centralidade cultural inovadora, a promoção de turismo de habitação e a valorização paisagística de todo o vale, integrando as áreas agrícolas férteis numa estrutura ecológica contínua. A criação de um corredor verde da Cova da Piedade à Charneca de Caparica, conforme a proposta eleitoral do CDS, integraria o Vale da Sobreda numa solução moderna de ordenamento do território.
Afinal, não foi esta Câmara Municipal que anunciou querer uma cidade mais sustentável, solidária e eco-eficiente?
Em qual destas linhas estratégicas caberá o Vale da Sobreda?
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Realmente só nós (o povo português) para permitir uma situação destas !!!
GRANDE VERDADE!!!!!!1. Vais ter relações sexuais?
O governo dá-te preservativos!
2. Já tiveste?
O governo dá-te a pílula do dia seguinte!
3. Engravidaste?
O governo dá-te o aborto!
4. Tiveste filho?
O governo dá-te o Abono Família!
5. Estás desempregado?
O governo dá-te o Subsídio de Desemprego!
6. És drogado?
O governo dá-te seringas e Rendimento Mínimo!
7. Não gostas de trabalhar?
O governo dá-te o Rendimento Mínimo
8. Foste preso e agora puseram-te cá fora?
O governo dá-te o subsídio de Reinserção Social agora experimenta...
ESTUDAR; TRABALHAR; PRODUZIR e ANDAR NA LINHA, e verás o que é que te acontece!!!!!
VAIS GANHAR UMA "BOLSA" DE IMPOSTOS NUNCA VISTA EM QUALQUER OUTRO LUGAR DO MUNDO!!!
Assembleia Municipal Ordinária de Almada

A Sessão Ordinária referente ao mês de Fevereiro de 2010 da Assembleia Municipal, a realizar nos dias 25 e 26 de Fevereiro de 2010, pelas 21h15, no Clube Recreativo Charnequense, sito na Av.ª Elias Garcia, na Charneca de Caparica:
1- Propostas de Alteração ao Regimento da Assembleia.
2- Informação da Presidente da Câmara Acerca da Actividade Municipal;
3- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre a "Lista de Candidatos a Juízes Sociais".
4- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre "Nomeação do Dr. António Rosa Zózimo - Auditor Revisor Oficial de Contas, a Auditor Externo do Município de Almada.
5- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre "Afectação do domínio público municipal e Concessão de Exploração de uma área de serviço para automóveis e duas estações de serviço de abastecimento de combustíveis.
6- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre "Alteração ao Plano de Pormenor das Praias Urbanas (P.P.1).
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Eurodeputado Nuno Melo enche Anfiteatro em Almada

Na Passada sexta-feira o Eurodeputado do CDS/PP Nuno Melo, esteve presente a convite da Escola Secundária Fernão Mendes Pinto - Pragal, numa conferência englobada no projecto "Área Escola" dos alunos do 12º ano.
Propaganda à Moda Soviética


Se lermos atentamente os boletins propangadísticos da Câmara Municipal de Almada com atenção, chega-se à conclusão que algumas das coisas lá anunciadas não passam de propaganda muitas vezes tão descarada que ficamos quase em dúvida, se somos nós que estamos ou não confundidos.
