domingo, 23 de janeiro de 2011
Cavaco Silva derrota Esquerda
sábado, 22 de janeiro de 2011
CDS/PP - Congresso em Viseu nos dias 19 e 20 de Março
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Contra o Código Contributivo - Petição Pública
sábado, 15 de janeiro de 2011
Eurodeputado Nuno Melo contra-ataca
| Nuno Melo: Governo já não tem desculpa para "insistir no TGV" |
Nuno Melo destaca o facto de o Governo já não poder lançar mão à justificação de que os fundos europeus disponibilizados pelo Fundo de Coesão só podem ser aplicados na construção do TGV. "A desculpa do Governo para insistir no projecto do TGV era que o financiamento só estava disponível para isso. Ficamos a saber que não é assim. O Governo já não pode usar essa desculpa", afirmou Nuno Melo. O eurodeputado deu conta da satisfação que sente pela abertura da Comissão Europeia, que demonstrou estar "disposta a examinar atentamente qualquer pedido de reprogramação das prioridades actuais do Fundo de Coesão". "É uma oportunidade para o Estado português", afirmou Nuno Melo que está satisfeito pelo facto de que agora "o financiamento disponibilizado pelo Fundo de Coesão pode ser aplicado noutras áreas, que não o TGV e que beneficiariam o país, mas para as quais não tem havido verbas", explicou. Relativamente às áreas em que estes fundos devem agora ser aplicados, o eurodeputado privilegia a zona Norte do país e áreas que, segundo Nuno Melo, geram riqueza. "Eu tendencialmente optaria por investimentos que em si mesmo pudessem potenciar a criação de riqueza e até gerar novos postos de trabalho, o que ainda por cima não acontece com o TGV. Tendo em conta a assimetria que existe, que precisa de ser corrigida, entre a região de Lisboa e Vale do Tejo e outras zonas como a região do Vale do Ave, do Vale do Sousa, considero que prioritariamente os investimentos deviam acontecer nestas regiões mais desfavorecidas", sublinhou. Para o eurodeputado, o exemplo dado por Rui Rio, presidente da Câmara Municipal do Porto, "vale por muitos". "Rui Rio lembrou que estes fundos podiam ser aplicados no metro do Porto. Há vários autarcas de outras regiões que também teriam sugestões, essas sim, com impacto directo nas regiões se dinheiro fosse para elas disponibilizado", afirmou. Nuno Melo afirmou ainda que depois da abertura de Bruxelas à reafectação dos fundos europeus espera Governo o faça. "Já não tem nenhuma desculpa. Espero que o Governo seja sensível e não insista num projecto que para já não temos capacidade de concretizar", concluiu. Via Site CDS
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
3º e Último Dia de Assembleia Municipal de Almada
domingo, 9 de janeiro de 2011
Juventude Popular Almada - Nova Concelhia
sábado, 8 de janeiro de 2011
Directas - Eleições Presidente CDS/PP

Serei candidato pelo CDS/PP nas eleições directas de 12 de Fevereiro
Quero que saibam que acabei de comunicar à secretaria-geral do CDS que é minha intenção candidatar-me à liderança do partido nas eleições directas marcadas para 12 de Fevereiro. Pedirei, portanto, um voto de confiança aos militantes. E irei empenhar-me para que essa confiança seja forte, participada e expressiva. A legitimidade de um líder eleito em directas é apenas e só a confiança, pessoal e política, que cada militante entende dar, no uso da sua liberdade. Mas essa confiança é que torna o líder mais forte.
Aceito e agradeço as mais de mil assinaturas de militantes que foram e estão ainda a ser recolhidas em muitos pontos do País. Fiquei sensibilizado por, em poucos dias, ter sido largamente excedido o requisito de apoios que o conselho nacional do CDS fixou para a regularidade das candidaturas. A minha interpretação do que é ser líder implica, politicamente, um compromisso total. Com Portugal, cuja situação não admite renúncias nem hesitações, e com o CDS, cuja ambição só pode ser maior, diria mesmo, muito maior.
Na próxima 3ª feira farei uma primeira declaração política sobre esta candidatura. Até lá, fica uma certeza: contam comigo. Os tempos são muito difíceis e por isso a nossa responsabilidade é dar o máximo. Tentarei fazê-lo com a vossa ajuda.
Com estima,
Paulo Portas.

