segunda-feira, 28 de junho de 2010

Homenagem a Azevedo Soares

Paulo Portas em homenagem a Azevedo Soares: “Era um patriota
irredutível”




AASCom grande tristeza, o CDS tomou conhecimento da morte de Alfredo Azevedo Soares, antigo militante e dirigente nacional.

Advogado de profissão, serviu em inúmeros cargos públicos, foi Secretário de Estado da Justiça entre 1981 e 1983. Entre 1980 e 1985 foi eleito deputado à Assembleia da República nas listas do CDS e presidiu à Comissão Directiva do Partido.

Em nome do CDS, apresentamos à sua família a nossa homenagem.

"Alfredo Azevedo Soares foi, acima de tudo, um homem integro, um político de convicção, um patriota irredutível e um cristão empenhado. Toda a sua vida foi fiel a uma certa ideia da vida e a uma visão inspirada da cidadania, que realçava a consistência doutrinaria e não fazia concessões de conveniência.

Como militante do CDS, Alfredo Azevedo Soares fez questão de manter sempre a lealdade à instituição. Dirigente ou simples militante, de acordo com a linha oficial ou mais crítico, no governo ou na oposição, nos tempos de combate ou nos grupos de reflexão, Alfredo Azevedo Soares era uma figura marcante da direita democrática em Portugal e será sempre lembrado pela sua inteligência sempre escutada, pela sua serenidade na defesa de uma política de valores e por um espírito de convivência pouco comum na vida politica nacional. Homem do norte e homem de fé, foi um notável parlamentar do CDS, um governante ilustre do CDS e desempenhou com brilho as mais variadas funções partidárias. Já fora da política activa fez questão de apoiar com a sua presença e o seu conselho momentos importantes da vida do CDS, como sucedeu na última campanha das legislativas. Azevedo Soares era amigo dos seus amigos - e dava importância aos factos do carácter.

É enquanto seu amigo e presidente do CDS que apresento à sua família as mais sentidas condolências. O CDS dará testemunho de honrar a sua memória no próximo Conselho Nacional do partido." - Paulo Portas

via site CDS

domingo, 27 de junho de 2010

Sessão Assembleia Municipal de Almada

Assembleia Municipal de Almada nos dias 29 e 30 de Junho às 21:15h tem a seguinte Ordem de Trabalhos:
1- Período de Intervenção dos Cidadãos
2-Período Antes da Ordem do Dia
3-Período da Ordem do Dia
3.1- Apreciação da Informação da Presidente da Câmara Acerca da Actividade Municipal
3.2- Apreciação e votação da Proposta da Câmara Municipal sobre a Adesão do Município de Almada à União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas (UCCLA), também designada União das Cidades Capitais da Língua Portuguesa.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

"Novo Relatório da CIA" - Como será o mundo em 2025?

Sugestão
Como será o Mundo daqui a 15 anos?
Com tanta crise económica e financeira, tantos vírus, o médio oriente a ferro e fogo tal como a possível escassez de água, são algumas das interrogações que podemos fazer acerca de um futuro próximo.
Estará o Homem preparado para um futuro enigmático e sem respostas? Deve parar e começar a reflectir sobre os caminhos a seguir e, sobretudo preocupar-se com o futuro?
Este "Novo Relatório da CIA" dá-nos um ponto de vista e uma noção aproximada do que poderá ser o Mundo em 2025, deixando hipóteses e até teorias que nos suscitam interrogações bastante pertinentes.

Grande Corrida CDS/PP

EU VOU À CORRIDA DO CDS! Corrida CDS/PP
No próximo mês de Julho, o CDS faz 36 anos.

Este ano, vamos retomar uma tradição que o CDS teve nos seus primeiros anos, com grande sucesso. Vamos organizar a Corrida de Toiros CDS, popularmente conhecida como a Corrida CDS.

Como poderão ver pelo programa anexo, o cartaz da Corrida é excelente. Nada menos do que 6 cavaleiros. António Ribeiro Telles, Vitor Ribeiro, Pedro Salvador, Brito Paes, Duarte Pinto e Soller Garcia! Teremos também 2 Grupos de Forcados: Montemor e Caldas da Rainha. Os toiros são Vale do Sorraia.

Pedimos a todos os militantes que são aficionados que adquiram o seu bilhete e divulguem a iniciativa. Pedimos às concelhias que estejam interessadas para promoverem a organização de grupos e respectivo transporte, com o apoio da Secretaria-Geral.

A Corrida CDS é à Portuguesa, como é próprio de um Partido especialmente sensível às questões da identidade nacional. Na verdade, a tourada faz parte da tradição e da cultura portuguesas e tem adeptos de todas as condições, em inúmeras regiões. A tourada não se esgota no mundo rural, mas é especialmente sentida no mundo rural, que o CDS defende como nenhum outro Partido.

O espectáculo tauromáquico é uma festa popular. Claro que no CDS se respeita a liberdade de opinião sobre as touradas. É por isso que nos dirigimos especialmente aos militantes que são aficcionados e apreciam uma boa corrida, em coerência com a defesa que sempre fizémos da dignificação desta expressão cultural.

Vamos encher a Praça de Toiros das Caldas da Rainha! E mostrar que o fenómeno tauromáquico é também importante do ponto de vista económico, turístico e ambiental.

Esta iniciativa, honra a nossa História e permite aos militantes e simpatizantes viver um bom momento. O programa prevê um arraial popular, antes da Corrida, e uma festa da juventude, após a Corrida.

Adira e divulgue!

Contamos com a mobilização.de todos.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Nuno Magalhães acusa o governo socialista de omitir dados

Mais uma vez, o deputado eleito pelo distrito de Setúbal Nuno Magalhães, denunciou a falta de empenho, seriedade e de rigor com que são tratadas as questões de Segurança em Portugal.
O Concelho de Almada não deixa de ser excepção.
A criminalidade continua elevada apesar de ter baixado um pouco, embora o CDS/PP não esquece por exemplo da necessidade de um posto da GNR no Monte da Caparica, pois trata-se de um dos locais mais problemáticos de Almada.

CDS acusa que dados da criminalidade são fraude política



NMagalhaes_jornal_na_maoO deputado do CDS-PP, Nuno Magalhães acusou esta quinta-feira o Governo de ter omitido dados no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), ironizando, afirmando que os portugueses "já viram quase tudo sobre números oficiais" relativos à segurança e criminalidade.

Veja o vídeo na CDS TV

"Já sabem que entre isto (o relatório) e a realidade há um abismo enorme", este é mesmo "uma fraude política", disse.

O deputado centrista censurou que "pela primeira vez" o Governo tenha "optado por não discriminar os números" pelas várias forças de segurança, considerando que foi feito "um mix".

quarta-feira, 23 de junho de 2010

S.João de Almada - Festas Populares

São João
Quem não se lembra das festas de santos populares em Almada e dos bailes populares nas freguesias e mesmo quase rua a rua.
Lembramo-nos com nostalgia das folhas de palmeira a enfeitar os palcos construídos em madeira e dos metros de lâmpadas coloridas que iluminavam todo o arraial popular.
Por entre barraquinhas improvisadas de comes e bebes divertiam-se os convivas entre uma sardinha no pão, uma febra e um courato assado na brasa de um assador cedido pelas imensas colectividades de bairro que organizavam os bailes e estas festas populares.
Quem não se lembra do vinho caseiro, da green sands, da míni ou dos pirolitos que tinham um berlinde como brinde.
Quem não se lembra do corrupio e do mar de gente que havia nesta altura em Almada, que descia e subia do castelo ao largo do tribunal e onde muitas das vezes esse trajecto demorava cerca de vinte minutos.
Onde está esta Almada?
Os almadenses são os mesmos ou mais ainda. O problema é que o povo não se identifica com a cidade. Não se identifica com a história da cidade. Não existe nem foi preservada a memória.
Esta câmara conseguiu nos últimos vinte anos destruir praticamente os usos e costumes que unia a cidade com os seus habitantes.
O Capitalismo desenfreado e sem ideias a que esta câmara aderiu, deu lugar a outras formas de diversão mais antipessoais e mais afastadas do verdadeiro espírito bairrista e de festa popular que deve ser esta época festiva e tradicional do povo.
Neste momento a festa em Almada, resume-se à procissão que tem centenas de anos, e é um ritual religioso não dependendo directamente da câmara municipal, e a um bailarico que com o esforço e ajuda de alguns bares ainda se consegue organizar em Almada velha, mas que não chega para a dimensão da cidade e dos Almadenses.
Temos ainda as marchas da cidade, onde até ai, com o desviar das mesmas para uma zona secundária de Almada pode correr o risco de um dia se perder de novo.
Nós compreendemos que a Sr.ª Presidente não se divirta junto do povo, pois nunca ninguém a vê, agora pelo menos tenha consideração pelos outros que têm memória e têm uma história a preservar sob pena de qualquer dia não termos mesmo cidade.
De qualquer maneira e mesmo com o desleixo a que está votada a cidade nesta época de festa em cada almadense existe um sentimento popular, pois o S. João também é nosso.

terça-feira, 22 de junho de 2010

CDS/PP Almada na Comunicação Social

Artigo de Opinião do Deputado Municipal Fernando Pena no jornal online "Setúbal na Rede".

• 21-06-2010 •
Assento Parlamentar (PP)
por Fernando Pena
(Deputado Municipal em Almada)


Cidades do Distrito de Setúbal: Que Futuro?


A economia mundial enfrenta desafios ímpares, muitos deles provenientes da abertura dos mercados e da revolução nas tecnologias de informação e comunicação. A competitividade, a descentralização e a especialização — centrada com frequência em elementos regionais e locais — são acompanhadas pela profusão de novas ideias, disponíveis com grande rapidez neste mundo global.


O fluxo de produtos, capital e ideias é hoje flexível e dinâmico e tem consequências imediatas na realidade socioeconómica. A competição intensa, a emergente necessidade de soluções criativas, a expansão mundial dos mercados e o permanente desenvolvimento tecnológico exigem uma visão inovadora do desenvolvimento local e o estabelecimento de um novo paradigma urbano.

O processo de globalização é acompanhado de um acentuado processo de urbanização. Em poucos anos uma grande maioria da população mundial viverá em cidades. O rápido desenvolvimento das tecnologias da informação acelera um processo de crescente participação e importância das metrópoles para se tornarem centros de inovação, núcleos de mercado e pólos de educação, formação e investigação, cuidados de saúde, transporte, arte, turismo e ócio, com grande potencial de geração de riqueza.

A proximidade ao cidadão e a flexibilidade da cidade são vantagens que devem ser aproveitadas para resolver problemas e utilizar eficazmente os recursos e as oportunidades em benefício dos que nela vivem.

Com a globalização surgiu um novo processo de crescimento das cidades. A visão provinciana da economia local e o ordenamento do território fundado na realidade de há 30 anos não são compatíveis com a necessidade de cidades dinâmicas, vivas, competitivas. Que sejam vibrantes centros de mercado, fundados no conhecimento, na educação qualificada, na integração social, na oferta cultural, na prestação de serviços eficientes, na qualificação ambiental e paisagística.

As cidades que hoje se assumem com líderes mundiais florescentes têm características comuns que importa relevar: a colaboração intensa e sem complexos entre os sectores público e privado, com a participação empenhada da comunidade; o investimento sério na regeneração ambiental e urbana; a capacidade de inovação em resposta a novas exigências; a criação de um modelo de desenvolvimento centrado nas pessoas e na sua valorização intelectual, cultural, técnica, familiar, ética e cívica.

Se as cidades do distrito de Setúbal querem acompanhar este desafio do século XXI, não podem persistir num modelo que se sustenta na lógica do betão, na degradação da paisagem, na impermeabilização cega dos solos, na desertificação das ruas, na ausência de padrões urbanísticos de qualidade, na capitulação perante o vandalismo e o crime, num quotidiano de gestão contra os cidadãos, numa rede de dependências que paralisam a livre iniciativa.

A cidade tem de assumir-se como motor de progresso, bem-estar e criatividade, que possa encarnar na paisagem, nos espaços verdes, na arquitectura, no espaço público, na arte, no lazer, no comércio, nos transportes e nas escolas as aspirações dos seus cidadãos, que com ela se identificam e comprometem.

Por outro lado, a execução das infra-estruturas tem de ser fundada nas pessoas, que as utilizam e optimizam. Na construção da cidade são os valores que definem a comunidade. A cidade é, em última leitura, um ponto de encontro de pessoas que partilham valores.Pessoas bem preparadas, solidárias, acolhedoras, criativas e capazes de antecipar a mudança, e com vontade de conhecer, aprender, ensinar, partilhar e servir em toda a sua vida.

Pessoas com um sentimento de identificação e pertença à metrópole, comprometidas na construção do seu futuro.