sábado, 11 de setembro de 2010

VERGONHOSO - Isaltino Morais censura Juventude Popular

VERGONHOSO
Lamentável o que o executivo deste senhor fez ontem à tarde à Juventude Popular.
Segundo parece, depois da Distrital de Lisboa e da concelhia de Oeiras da JP terem pago todas as licenças necessárias nestas ocasiões e aprovadas pelos diversos gabinetes, eis que inesperadamente, o vice-presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Paulo Vistas, a poucas horas da abertura do evento, não autoriza a sua realização alegando que a utilização de um espaço público por uma juventude partidária não é possível.
O que não é possível, é que gente deste calibre continue a fazer parte de executivos camarários deixando no ar especulações sérias sobre este acto vergonhoso, cobarde e anti-democrático, e que originou os demais prejuízos incalculáveis como era de esperar.
A Juventude Popular altamente lesada vai protestar, denunciar e solicitar justificações a quem de direito.
Lamentável.
Recorde-se que estava organizada e já montada uma festa com o nome "Back to School", organizada pela Distrital de Lisboa da JP e concelhia de Oeiras, com a finalidade de festejar o fim das férias de Verão e o regresso ás aulas. Centenas de militantes, simpatizantes e convidados terão de aguardar por outra oportunidade pois, a JP não baixa os braços.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Seminário "Solos Agrícolas - Um Bem Comum"

Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade

Eurodeputado Nuno Melo em Conferência sobre a PAC dia 26 de Setembro na Costa da Caparica - Almada. Entrada Livre

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Paulo Portas em Palmela

Grande recepção ontem nas Festas da Vindimas em Palmela, a Paulo Portas e ao staff de militantes e simpatizantes que se juntaram para visitar a magnifica feira das Vindimas, tal como a comunicação social que acompanhou toda a visita.
Entre beijos e abraços, Paulo Portas, foi de stand em stand de tasquinha em tasquinha a cumprimentar e a ouvir quer dos feirantes, quer dos visitantes, que contam com ele e com o CDS/PP para virar esta página negra socrática e dar um novo rumo ao país.
A concelhia de Almada esteve representada institucionalmente a convite da concelhia de Palmela.
Em Palmela também Há cada vez mais gente a pensar como nós.
A próxima é na Moita.

Foto Luísa Lima

Almada - Sessão de câmara hoje às 18:00h

Realiza-se hoje às 18:00h horas no edifício dos serviços camarários na Av. D. Nuno Alvares Pereira em Almada, mais uma sessão de câmara.
Note-se, que a reunião é aberta aos munícipes e que os mesmos no final têm um tempo destinado para sua intervenção.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Paulo Portas visita Feira das Vindimas em Palmela

Amanhã, Terça-Feira, Visita de Paulo Portas à Feira das Vindimas em Palmela.
Vamos acompanhar o presidente do CDS/PP a mais uma visita a Palmela e repetir o sucesso e banho de multidão do ano passado.

A FORÇA DE QUEM FAZ.


sábado, 4 de setembro de 2010

Estrada (da VERGONHA) para a Caparica na mira do Provedor de Justiça

Os jornais diários de hoje publicam a indignação e preocupação apresentada pelo Provedor de Justiça contra a Câmara Municipal de Almada pelos atropelos à Lei e ao estado de direito.
Esta edil, tem de se metalizar que vivemos num Estado de Direito e não num feudo do antigo Leste onde impera o livre arbítrio.
Todas estas atrocidades com a passividade da restante oposição incluindo o PSD que detém a Junta de Freguesia da Costa da Caparica.

"O Provedor de Justiça Alfredo de Sousa, questionou a Câmara de Almada e as Estradas de Portugal (EP) a cerca da razão pela qual prossegue a avaliação de impacte ambiental para o licenciamento da construção da Estrada Regional 337-2 que pretende facilitar o acesso às praias da Costa da Caparica e da Fonte da Telha.
Isto quando a Direcção de Agricultura e Ribatejo e Oeste já deu um parecer desfavorável aos estudo prévio da obra, que sacrifica perto de nove hectares de solos e de uma várzea muito fértil.
Na nota de ontem emitida, citada pela agência Lusa, que a prossecução da avaliação do impacte ambiental "poderá condicionar as autoridades agrárias, compelindo-as a rever a sua posição, pelo que questionou a a câmara e as Estradas de Portugal pelo licenciamento da construção. O projecto da estrada tem sido contestado por cidadãos e gerado discussão entre a autarquia e ambientalistas e a intervenção do provedor surge na sequência de uma queixa apresentada pela Associação Regional de Agricultores Biológicos contra a câmara de Almada.
De acordo com o gabinete do provedor, aquela associação alega que não tem sido observadas as disposições relativas à Reserva Agrícola Nacional, Reserva Ecológica Nacional, Área de Paisagem Protegida da Arriba Fóssil e à Mata Nacional dos Medos, parte da reserva botânica."
Via "Público"
O CDS/PP, em conjunto com cidadãos livres de pensamento, e que não têm medo de ir contra esta tirania que está instalada hà décadas em Almada, continuará a lutar por um futuro mais próspero e mais democrático.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Descolonização de Angola - a quem serve o silencio?

Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola Sugestão
Relatos impressionantes que nos levam a pensar e suspeitar que muito ainda há por explicar na triste e irresponsável descolonização das províncias ultramarinas pós-25 de Abril de 74.
Como sabemos este tema é incomodo a muita gente que ainda hoje deveria ser chamado a responsabilidade e quiçá, à justiça, pelas atrocidades que infligiram ao povo português e aos povos irmãos onde de uma forma interesseira e irresponsável condenaram ao sofrimento e ao abandono milhões de pessoas.
Súmula:
"Quando procurava elementos sobre o seu pai, desaparecido em Angola, em 1975, a jornalista Leonor Figueiredo descobriu que cerca de duas centenas e meia de portugueses foram deixados propositadamente nos cárceres do MPLA, pelas Forças Armadas Portuguesas, no momento da retirada da antiga colónia. Alguns dos detidos tinham feito assaltos e roubado armamento para um outro movimento de libertação, o de Holden Roberto. Um deles, conseguiu mesmo sequestrar um avião. Portugal não quis que estes portugueses regressassem à metrópole nem os quis submeter aos tribunais nacionais. Atirou-os para a justiça alheia, mesmo sabendo que estes jovens de 30 anos tinham sido raptados meses antes da independência de Angola por elementos do MPLA. À história trágica de seu pai, a autora somou outros casos desconhecidos sobre a polémica descolonização de Angola, como a prisão de um primo juiz do então Presidente Costa Gomes; a verdadeira história da médica Fernanda Sá Pereira, desaparecida na sequência de uma falsa notícia sobre antropofagia; a busca infrutífera do irmão do comandante Bravo, que o nosso governo não queria que fosse português."
Leonor Figueiredo