terça-feira, 19 de maio de 2009

LISBOA: DEBATE "ACESSIBILIDADES RODOVIÁRIAS E FERROVIÁRIAS À MARGEM SUL"

Os Deputados Municipais de Lisboa do CDS-PP convidam V. Exa. para

DEBATE

“ACESSIBILIDADES RODOVIÁRIAS E FERROVIÁRIAS À MARGEM SUL”

20 MAIO – 15H00

FÓRUM LISBOA

Abertura

  • Presidente da Assembleia Municipal – Dra. Paula Teixeira da Cruz
  • Presidente da Câmara Municipal – Dr. António Costa
  • Representante da Secretária de Estado dos Transportes
  • Bastonário da Ordem dos Engenheiros – Eng. Fernando Santo
  • Professor do IST e Investigador – Eng. José Manuel Viegas
  • Representante do LNEC

Intervenções

  • PSD
  • PS
  • PCP
  • BE
  • CDS-PP
  • PEV

Encerramento

  • Representante da Secretária de Estado dos Transportes
  • Bastonário da Ordem dos Engenheiros – Eng. Fernando Santo
  • Professor do IST e Investigador – Eng. José Manuel Viegas
  • Representante do LNEC
  • Presidente da Câmara Municipal – Dr. António Costa

Assista ao debate onde serão analisadas as consequências para Lisboa da necessidade de ligações à Margem Sul, o congestionamento rodoviário na Ponte 25 de Abril, a localização do novo Aeroporto de Lisboa e a rede ferroviária de Alta Velocidade.

É isto o nosso "GOVERNO"?

DESEMPREGO: CDS VAI ATÉ "ÀS ÚLTIMAS CONSEQUÊNCIAS" SE SE PROVAR "MANIPULAÇÃO"

O presidente do CDS-PP disse esta terça-feira, em Torres Novas, que o partido irá “até às últimas consequências” se se confirmar que “há manipulação” nas estatísticas do desemprego e transmissão de dados que não são correctos para o Eurostat.

“Se vier a confirmar-se que há manipulação nas estatísticas do desemprego, se vier a confirmar-se que o Governo, enfrentando uma realidade onde os desempregos desaparecem, pretende estatísticas onde os desempregados é que desaparecem, se vier a confirmar-se que Portugal transmite para o Eurostat dados que não são correctos, o CDS levará essas matérias até às últimas consequências”, afirmou.

Paulo Portas, que falava no final de uma visita à Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, onde se deslocou na companhia do candidato do partido às eleições europeias de 07 de Junho, Nuno Melo, escusou-se a especificar a sua afirmação.

Segunda-feira, o CDS-PP anunciou que vai pedir a presença do presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional no Parlamento para que Francisco Madelino esclareça a retirada de 15.000 desempregados dos números do IEFP.

CDS com D.N.

ELEIÇÕES EUROPEIAS: NUNO MELO APONTA POSIÇÃO ANTI-FEDERALISTA DO CDS

O candidato do CDS-PP ao Parlamento Europeu, Nuno Melo, sublinhou esta terça-feira, a posição anti-federalista do seu partido em contraponto com a defesa do federalismo feita pelo candidato social-democrata, Paulo Rangel.

Numa acção de campanha, Nuno Melo fez questão de “assinalar” a diferença de posições entre as duas candidaturas por considerar “não ser uma questão menor que, em pré-campanha, se assumam as diferenças”.

Considerando que, numa Europa a 27, falar de federalismo “é um exercício teórico”, Nuno Melo frisou que, para o CDS, a construção europeia deve ser “dinâmica e aprofundada”, respeitando o facto de Portugal ser um Estado Nação com 800 anos de história.

“Talvez por isso se compreenda que Paulo Rangel queira agora discutir os problemas da criminalidade urbana e a pequena criminalidade em Bruxelas”, quando o CDS entende que esses problemas devem ser discutidos e decididos em Portugal, afirmou.

“É aqui que a criminalidade tem que ser combatida, que as medidas têm que ser aplicadas e é aqui que os erros de uma alteração de leis penais desastradas desta legislatura têm que ser compensados”, disse.

Para Nuno Melo, o “pacto para a justiça feito pelo PS e PSD promoveu alterações às leis penais que resultaram no que hoje temos, um aumento generalizado da criminalidade, precisamente pelo sentimento de impunidade que se criou na base de reformas feitas a contra ciclo”.

No seu entender, são “erros que se estão a pagar e que devem ser corrigidos cá”, não sendo um problema “teórico para ser discutido em Bruxelas”, mas um exercício prático que exige “medidas firmes tomadas já, porque a criminalidade disparou devido a essas alterações”, acrescentou.

CDS com D.D.

CDS QUER UMA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL EM CADA UM DOS 100 BAIRROS PROBLEMÁTICOS

O CDS-PP quer que o Estado contratualize com uma instituição de solidariedade social em cada um dos 100 bairros problemáticos do país a gestão de programas sociais, uma solução que considera "inovadora".

Paulo Portas, esteve na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, na companhia do candidato do partido às eleições europeias de 7 de Junho, onde afirmou que esta é uma das questões sobre as quais vai querer ouvir o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, no Parlamento.


A proposta do CDS-PP é que sejam as Instituições Particulares de Solidariedade Social, que trabalham no terreno e tratam as pessoas e os problemas "por tu", a gerirem uma parte dos programas sociais "mediante critérios objectivos", como a redução da toxicodependência e do abandono escolar, o aumento da estima pelas habitações e pelos bens públicos e da empregabilidade dos jovens, afirmou.

"Queremos ouvir o ministro sobre uma proposta inovadora, que é um passo à frente em matéria de políticas sociais", disse.

"Uma coisa que o país percebe é que estão a falhar as políticas sociais nos bairros problemáticos", disse, acusando o Estado de "achar que resolve tudo com o rendimento mínimo, com rendas gratuitas e depois as pessoas não procuram respeitar os bens públicos, há vandalismo" e os que, nesses bairros, trabalham, pagando com os seus impostos o rendimento mínimo, "sentem a insegurança, os seus carros danificados".

Outra questão com que Rui Pereira vai ser confrontado pelos democratas-cristãos é a falta de comprometimento com a transferência de efectivos para Setúbal, "um dos distritos com maior défice de policiamento" no país.

Segundo Paulo Portas, Rui Pereira será ainda questionado pelo seu partido sobre a legislação penal "que, muitas vezes, na prática, acaba por destruir o trabalho da polícia".

"Não é admissível que a polícia arrisque a vida para deter um meliante e depois, quando ele é presente a Tribunal nada lhe aconteça, sai em liberdade, tenha que se apresentar semanalmente a uma força de segurança e depois não se apresenta, volta a cometer um crime, muitas vezes mais grave que o primeiro",afirmou.

O líder popular insistiu que os julgamentos de "bandidos apanhados em flagrante delito" em 48 horas passe a ser uma regra, para que os cidadãos voltem a ter confiança no sistema.

"Precisamos de leis penais que sejam dissuasoras do crime e protejam efectivamente as vítimas e de políticas sociais nas zonas de maior conflitualidade que sejam de proximidade", frisou.

Portas criticou a decisão do primeiro-ministro tomada em Fevereiro de 2007, de cancelar as entradas na PSP, sendo a "lição" desta legislatura a de que "Portugal precisa de recuperar os efectivos policiais".

Segundo disse, os mil agentes que estão em formação em Torres Novas "já deviam estar no terreno, não fosse a decisão lamentável, amadora e errada" de José Sócrates.

CDS com Público.pt

CASO FREEPORT: A PEDIDO DO CDS ALBERTO COSTA VAI AO PARLAMENTO

O Ministro da Justiça vai ser ouvido no Parlamento a pedido do CDS-PP que apresentou um requerimento potestativo nesse sentido.

Alberto Costa, vai à Comissão Parlamentar de Direitos Liberdades e Garantias, prestar esclarecimentos sobre as alegadas pressões aos procuradores responsáveis pela investigação no "caso Freeport", Paes de Faria e Vítor Magalhães.

Chumbado pela maioria socialista foi o requerimento que o Deputado centrista Nuno Melo tinha apresentado para a audição do presidente do Eurojust, Lopes da Mota.

No entanto, se voluntariamente o procurador-geral adjunto Lopes da Mota manifestar interesse em ser ouvido na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, a sua audição será aceite.

A data da audição do MInistro da Justiça, será posteriormente definida.

CDS com DN

CDS-PP PEDE DEMISSÃO DO PRESIDENTE DO INSTITUTO DO EMPREGO

O CDS quer uma auditoria externa ao número de desempregados do Instituto do Emprego e Formação Profissional.

O CDS-PP vai esta tarde aproveitar a presença do ministro Vieira da Silva na comissão parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública para pedir a demissão do presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Francisco Madelino .

Em causa estão as divergências dos números de desempregados fornecidos pelo IEFP.

O CDS-PP vai pedir uma auditoria externa a estes números e que os resultados sejam enviados para o Parlamento.

CDS com Expresso.pt