terça-feira, 27 de abril de 2010

Não Temos Medo! Não nos Calam!

Ver imagem em tamanho real Que Liberdade?
Foi com este discurso apresentado pelo CDS/PP na Sessão Solene da Assembleia Municipal do 25 de Abril em Almada, pela voz do deputado municipal Fernando Pena, que fez mais uma vez, demonstrou o incomodo que o Partido Comunista Português sente ao ouvir as verdades históricas e em muitos casos como em Almada, actuais.
Obrigado, mais uma vez, a todos aqueles intolerantes que ali estiveram supostamente em nome da Democracia, mas que depois perdem as estribeiras e acabam muito facilmente por trai-la, não respeitando a livre e democrática opinião dos outros.
A esses mais uma vez, obrigado por mostrarem quem são.
Não Temos Medo! Não nos Calam!

Discurso CDS/PP na Sessão Solene 25 de Abril em Almada:
Senhor Presidente da Assembleia Municipal
Senhora Presidente da Câmara Municipal
Senhores Vereadores
Ilustres Convidados
Senhores Deputados Municipais
Estimados Cidadãos

Estamos hoje aqui reunidos em nome da Liberdade. Ela é o maior dom que ao homem foi concedido e é indispensável à plena afirmação da sua dignidade. Com ela podemos questionar, concordar, exigir ou discordar. Com a Liberdade, a cada pessoa é reconhecido o direito de ajuizar, ainda que tantas vezes de modo defectível, sobre o seu próprio bem. Em Liberdade devemos poder escolher. E essa Liberdade exige que se garanta os meios mínimos de acesso à escolha e não, em nome dessa garantia, substituir ou impedir a escolha.
Hoje celebramos o 25 de Abril da Liberdade. O 25 de Abril de homens honrados e patriotas como Salgueiro Maia ou José Sanches Osório. O 25 de Abril sem donos nem exclusivos. O 25 de Abril da vontade de mudança. O 25 de Abril da Democracia.
Mas não celebramos as centenas de prisões arbitrárias, os mandatos de captura em branco, as pilhagens, as expropriações, os roubos, as perseguições, os saneamentos de pessoas e livros, as vinganças pessoais.
Não celebramos um movimento terrorista que tomou o nome do 25 de Abril e cujas vítimas inocentes viram as suas sepulturas ultrajadas pela política e pela justiça de um país que tantas vezes não se leva à séria.
Como não celebramos aqueles que decidiram branquear páginas negras da nossa história. Aqueles que no período antes do 25 de Abril apoiaram regimes tenebrosos que deixaram na história da humanidade um rasto de dezenas de milhões de mortos. Aqueles que no período revolucionário procuraram instaurar em Portugal um Estado totalitário. Aqueles que no período democrático – que até ao fim procuraram deter – foram um travão ao desenvolvimento económico do país. Aqueles que tiveram a vitória política mais significativa numa tragédia em África.
O texto do Programa do MFA sobre os Territórios Ultramarinos previa a sua autodeterminação através de referendos organizados pela ONU. A revisão marxista consistiu no abandono de brancos, pretos e mestiço, terras, armas e bandeiras, para pilhagem dos movimentos a mando soviético. As consequências foram as que se conhecem: milhões de vidas perdidas e um declínio económico dramático. A estes pretensos proprietários do 25 de Abril e de um alegado antifascismo que só eles conhecem, os democratas não têm nada a agradecer. E muito menos a celebrar.
Senhor Presidente, vivemos hoje num país, e num concelho, em que esses mesmos que traíram a vontade de Liberdade de um povo persistem enraizados na estrutura do Estado e mantêm o discurso e os métodos, contemplando uma utopia em que o homem fique esvaziado da sua individualidade. Vivemos num país e num concelho onde há ainda muitos muros por cair.
Vivemos num país em que os cidadãos não confiam na Justiça e em que a protecção assegurada aos criminosos assume patamares de indignidade. Não, este não é o nosso 25 de Abril.
Vivemos num país e num concelho em que o poder do Estado e da Autarquia asfixia os cidadãos e as empresas em impostos, taxas, regulamentos e burocracia sem sentido. Num país e num concelho em que a Liberdade de ter iniciativa é ameaçada. Não, este não é o nosso 25 de Abril.
Vivemos num país e num concelho em que a liberdade de escolha na educação e na saúde é uma realidade apenas para os que têm dinheiro para a comprar. Comprar a Liberdade... Não, este não é o nosso 25 de Abril.
Vivemos num país e num concelho que não protege a família e a maternidade, e em que pessoas que entregaram a sua vida ao trabalho e aos outros terminam os seus dias abandonadas à pobreza e à solidão. Não, este não é o nosso 25 de Abril.
Vivemos num concelho em que a criminalidade e o vandalismo tomam conta do espaço público, enquanto o município prefere perseguir cidadãos de bem com uma empresa municipal espúria. Não, este não é o nosso 25 de Abril.
Vivemos num concelho em que os despojos da propriedade saqueada no PREC estão em grande parte abandonados, num concelho em que a paisagem, o património e a história são esmagados pelo poder do betão, sem memória e sem esperança. Não, este não é o nosso 25 de Abril.
Vivemos num concelho em que muitas pessoas vivem em condições de vida indignas, em lugares entregues à lama e ao lixo, onde os transportes não chegam, que as autoridades ignoram, ao mesmo tempo que se gasta centenas de milhões de euros num Programa Polis inaceitável, que apenas alimenta clientelas. Não, este não é o nosso 25 de Abril.
Vivemos num concelho em que a Autarquia ameaça agricultores que herdaram uma conquista notável dos seus antepassados e pretende arrasar o mais rico património natural do concelho em nome de uma estrada inútil e criminosa. Não, este não é o nosso 25 de Abril.
Vivemos num concelho em que há medo de expressar opinião contrária porque o apparatchik partidário tomou conta do bem público, e em que a propaganda e os subsídios são armas de promoção partidária. Não, este não é o nosso 25 de Abril.
Senhor Presidente, não basta celebrar a Liberdade e a Democracia. Porque uma democracia em que o poder corre em circuito fechado não é digna da herança que recebeu. De pouco vale celebrar a data da mudança de um regime se o vento continuar a calar a desgraça.
Queremos hoje estar aqui a celebrar com o 25 de Abril a alegria de podermos tomar em nossas mãos a decisão e a Liberdade, até de errar o caminho. Como deveremos estar aqui a celebrar, no dia 10 de Junho, a aventura de um povo que se superou e partiu mundo fora numa epopeia inesquecível. Como deveremos estar aqui a celebrar, no dia 25 de Novembro, o fim de uma ditadura militar marxista e a abertura de uma nova esperança que falta cumprir desde 4 de Dezembro de 1980. E como deveremos estar aqui a celebrar, no dia 1 de Dezembro, o momento em que recuperámos uma pátria e uma bandeira.
Este é um povo que tem uma história heróica, capaz de amar a Liberdade e tomar em mãos o seu destino. Terra de Santa Maria. Viva Portugal!


segunda-feira, 26 de abril de 2010

Moção CDS/PP Aprovada na Sobreda

Foi aprovada por unanimidade na passada sexta-feira uma moção apresentada pelo representante do CDS/PP na assembleia de freguesia da Sobreda da Caparica, Eugénio Duarte.
A Moção tem como finalidade prover o Vale da Sobreda de transportes públicos convenientes para a deslocação e mobilidade dos seus habitantes.
Como é do conhecimento público, o Vale da Sobreda, é um lugar da freguesia da Sobreda onde tudo falta para que as pessoas que lá vivem tenham condições dignas para fazerem normalmente a sua vida, incluindo os transportes públicos imprescindíveis para que as crianças, idosos e os demais habitantes possam fazer a sua rotina diária em segurança e em condições de mobilidade.

Sessão Solene Assembleia Municipal de Almada

Sessão Solene
Realiza-se hoje na Sociedade Musical Trafariense a Sessão Solene da Assembleia Municipal de Almada a respeito do 25 de Abril.
O CDS/PP estará presente e fará o seu discurso tendo em conta a visão, que tem desta data comemorativa e da situação actual do pais, que resultou quer nos falhanços quer na prosperidade da mesma.

domingo, 25 de abril de 2010

LIBERDADE PRECISA-SE

CUBA LIVRE
Já que comemora-se o um dos dias da Liberdade em Portugal podia-se aproveitar mais que nunca para não esquecermos que existe nas Caraíbas um país que é soberano mas onde o seu povo é fortemente reprimido por um regime de cariz comunista, assassino e ditatorial.
Que nos lembremos hoje das Liberdades amordaçadas por esse mundo fora.

Viva a Verdadeira Liberdade.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Templários de Portugal

Os Templários na Formação de Portugal 9ª edição Sugestão de leitura para o fim de semana

Este aturado e rigoroso trabalho de investigação de Paulo Alexandre Loução vem tornar inteligível uma das maiores (senão a maior) lacunas da historiografia portuguesa: a influência indiscutível dos templários na formação espiritual e territorial do nosso País. Numa linguagem profunda e mais acessível (o que torna a leitura apaixonante) este "octógono temático" tem a virtualidade de harmonizar o rigor histórico com a tradição esotérica, condição necessária para entrarmos no universo mágico daqueles misteriosos Cavaleiros do Graal.

Via Bookworms

Universidades JP 2010

Universidades JP 2010

Realiza-se este fim de semana em Cascais mais umas Universidades neste caso 2010 da Juventude Popular.
Mas um grande evento de juventude que terá uma enorme adesão de todos os jovens Populares vindos de todos os lados do pais.
A Juventude Popular mostra que está activa.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Alguém sabe onde fica o Pragal?


Fertagus - Pragal
Não querendo entrar em conflito com os nossos conterrâneos do Pragal, freguesia essa cada vez mais importante no concelho de Almada mas faria muito mais sentido até por questões estratégicas de identificação e até de "autoridade" que a chamada estação do Pragal mudasse o nome para estação de Almada.
É única estação que que está dentro do espaço e concelho de Almada e mesmo assim, para variar optou-se por chamar à dita cuja estação do Pragal.
Mais uma vez, afirmamos termos todo o orgulho nas gentes e na freguesia do Pragal, agora não nos podemos é resumir mais uma vez à pequenez de espírito, e também falta de sentido de oportunidade para promover o concelho.
Acreditem que ainda há quem não saiba que Pragal é em Almada, e não é por falta de cultura pois também não somos obrigados a saber (já lá vai o tempo...) as paragens da Linha do Tua como exemplo.
Estes pequenos pormenores fazem bem a diferença na promoção e identidade de um concelho que infelizmente já nos temos vindo a habituar por parte desta câmara municipal com mentalidade tacanha e fortemente redutora.