A quebra de passageiros que tem vindo a aumentar de ano para ano, como a falta de apoios e de promoção do mesmo está a colocar a sua continuidade em causa já para o próximo ano. A isto, junta-se a machadada final dada pela Câmara Municipal de Almada (CMA), aquando e a pretexto, teimoso, do Metro Sul do Tejo (MST) para a Costa da Caparica, desviou, obrigatoriamente, o Transpraia para quase certa de 1Km para uma zona de difícil acesso e de visibilidade nula, foi isso que a Concelhia do CDS-PP Almada ao reunir com a administração do comboio de praia que faz a ligação entre a Costa da Caparica e a Fonte da Telha, e que devido às circunstâncias, está em risco de ser este o último ano a operar no centro da cidade.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Fim do Transpraia? - CDS-PP Almada reuniu com a administração do comboio de praia
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sábado, 4 de agosto de 2012
Rua Cândido dos Reis - Uma aposta ganha ou um fracasso anunciado?
Foto Diário da Região
Depois de muita tinta fazer correr nos jornais e boletins informativos mais concretamente em Almada, a já famosa Rua Cândido dos Reis (Cacilhas) parece estar, finalmente, pronta a receber os seus visitantes.
Que fique bem claro que o CDS-PP Almada, em nome de uma cidade e de um concelho desenvolvido que possa fomentar o tecido empresarial e o empreendedorismo trazendo mais gente, mais emprego e mais-valias para Almada, deseja o maior sucesso para a vida da cidade e da Rua Cândidos Reis esperando que não seja o fracasso que se constata no desolado e deserto centro de Almada fruto da dita pedonalização e que arruinou quase por completo o comercio em Almada e a vida da cidade.
Mesmo assim, convém deixar algumas considerações importantes acerca da nossa posição senão vejamos, já não é de agora que o CDS-PP entende que com os projectos que estão em vista quer para o Gingal/Qtª do Almaraz e Arco Ribeirinho (zona Cacilhas) a concentração de pessoas entre moradores, visitantes e comerciantes, tal como automóveis, terá um aumento substancial devendo ter em devida conta o fluxo e mobilidade de pessoas e bens nas futuras zonas novas de Cacilhas. Acresce assim, que temos mais uma via fundamental no escoamento de transito (sentido Nascente/Poente) completamente inactiva no sentido practico da sua funcionalidade acrescendo que, pelos vistos, nem há hipóteses de circular veículos de emergência o que pode causar mesmo uma catástrofe em caso de algum acidente grave.
Ora, com o aumento mais que certo de pessoas a deslocarem se para dentro da cidade de Almada vindas de Cacilhas, achamos limitado e mesmo perigoso em termos de emergência, uma única via transitável onde circula apenas um automóvel em direcção ao centro da cidade. Mais, como supostamente só é transitável até a meio da avenida D.Afonso Henriques, nem queremos imaginar como será o fluxo anormal e abundante de veículos que usarão as artérias secundárias e interiores da cidade de Almada para atravessar o centro da mesma arrastando consigo outros possíveis contratempos em artérias que não foram, de todo, nem estão preparadas para serem usadas como vias principais, já para não falar nas famosas ciclovias que ainda nem queremos acreditar que a câmara de Almada as pretenda implementar desde Cacilhas até ao centro de Almada.....!
Voltando à nova rua pedonal propriamente dita, e já reafirmamos que desejamos o maior sucesso, não deixaremos de nos interrogar visto que estamos numa época estival e de maior disposição para os munícipes e visitantes (a estes já lá iremos) dispenderem das suas economias de uma maneira menos preocupada, como será a mesma artéria nos meses de frio e de inverno. Por enquanto, ao que parece, temos animação de rua de vez em quando, festa e folia aproveitando o bom tempo característico da época que estamos a atravessar. Mas e depois? Terão os mentores da dita pedonalização pensado e organizado já um plano para os meses de inverno que se seguem, ou à moda portuguesa ou á boa moda governamental em voga esperar que s. pedro seja benevolente para com os Almadenses? Ficarão os agora colocados toldos para proteger do sol (a Juventude Popular alertou para a falta dos mesmos em assembleia municipal) também suspensos no inverno para proteger da chuva? E em questões de segurança, nomeadamente nos acessos ao estacionamento, para quando um acesso em segurança ao parque de estacionamento do Morro de Cacilhas? Tirando este, onde estacionam os visitantes os automóveis? E espaços verdes para no verão absorverem o calor devido a tanta matéria inorgânica usada na pedonalização da rua? Se não se tiver pensado, desde já, um plano abrangente estaremos, mais uma vez, em presença de uma morte anunciada resultando em mais uns quantos milhares de euros públicos gastos em vão onde sucesso é apanágio durante uns poucos meses em virtude do efeito novidade e lá para outubro, novembro têm o mesmo malfadado destino do centro de Almada.
Depois, e aqui vem muito ao cerne da questão, é a atração de visitantes e turistas à zona requalificada. Tirando o caso da igreja de Cacilhas que pode ser visitada pelos mais devotos e pelos mais interessados no assunto, o que a zona de Cacilhas e a rua pedonal tem de concretamente atractivo para mostrar e de chamariz aos turistas que nos visitam? Onde está a salga de peixe romana? que monumentos emblemáticos tem a zona para que seja fonte de atracção? mais, que tem a nível de patrimonio Almada para que a zona de Cacilhas possa ser um primeiro nível de uma visita aprazível e produtiva? Almada património tem, e até muito, está é abandonado e desprezado.
Entendemos que não é desta forma propagandista, à pressa e a um ano de eleições autárquicas que se promove e desenvolve uma cidade. Almada, ou mais precisamente o executivo comunista responsável pelo seu desenvolvimento a conta gostas, tem desprezado todo um património histórico e mesmo imaterial que podia ser o motor e alavanca para um concelho de excelência da grande área de Lisboa. Uma cidade com um executivo que desprezou e não soube capitalizar o seu mar e o seu rio é uma cidade condenada à estagnação do progresso.
Esperemos estar enganados.
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domingo, 29 de julho de 2012
Artigo Opinião Por Jorge Fernandes - É preciso confiar
No dia em que se processa um acto eleitoral é recorrente que se procure sempre averiguar como a abstenção pode influenciar os resultados eleitorais quando as urnas, por lei, fecharem às 19:00h. É sintomático que essa abstenção é o primeiro pulsar e o primeiro resultado provisório daquilo que poderá, em certa medida, vir ser o desfecho dos resultados eleitorais. Dizem, mas nem sempre é assim.
O que se pretende realçar, é o afastamento cada vez mais notório das pessoas e do eleitorado quer na escolha dos seus governantes quer nas soluções e destinos dos seus concelhos, isto falando apenas nas eleições autárquicas que ocorrem de quatro em quatro anos em cada município.
Se uma pobre participação mesmo que em ideias e soluções já é mau, e não abona em nada o normal funcionamento da política e da cívica participação local, a abstenção é, em meu entender, o pior caminho para que se legitime uma espécie de oligarquia local sustentada quase na base de caciques de virar de esquina e vendedores de promessas vãs. A fraca participação popular na condução e escolha daqueles que dirigem os seus destinos torna a Democracia muito mais frágil e potencia os menos capazes, mais manhosos e interesseiros que com um pouco de astúcia matreira conseguem galvanizar as mentes mais inocentes e mais distraídas. A Política deverá ser um espaço de confronto, mas de confronto de ideias e sempre dentro de uma Ética aceitável onde o dom da palavra, o conhecimento e a persuasão dessas melhores ideias e pergaminhos para uma melhor mudança, sejam os horizontes daqueles que fazem da política a arte de bem governar.
Todavia, nem sempre é assim. A sede de ataque e assalto ao poder, os interesses pessoais e obscuros, as vaidades e as invejas conduzem, em muito, ao descrédito não só daqueles que se convencem de serem os melhores e salvadores da pátria, mas que, por norma, só aparecem quando lhes cheira ao degustar salivento do banquete não indo mais além de verdadeiros vendedores da banha da cobra.
É, em certa medida, comportamentos destes que afastam as pessoas da vida política e do mínimo interesse na participação cívica onde as pessoas olham para os partidos políticos como meros condutores de oportunidades pessoais em detrimento do colectivo levando ao desinteresse e desconsideração pelos mesmos.
Posto isto, é importante que os partidos possam chegar ás pessoas de uma forma e linguagem simples, descontraída sem qualquer tipo de sobranceria e, fundamentalmente, que sejam rigorosos nas escolhas de quem os vai representar e na postura humilde a aplicar juntos das pessoas transmitindo-lhes confiança e disponibilidade plena na resolução dos seus problemas.
O CDS-PP em Almada, como já do conhecimento público, rege-se pelo rigor e profissionalismo em busca de um melhor concelho tornando-se num partido amigo das pessoas cativando mais-valias para junto de si e buscando em cada cidadão, um parceiro de potencial convergência entre a política e as pessoas. Queremos diálogo, queremos ouvir as pessoas, queremos construir uma nova Almada virada para o futuro com mais intervenção, mais empenho de todos e mais harmonia. Só assim, a abstenção, o desinteresse e o conformismo serão derrotados a bem de todos.
Jorge Fernandes Vice-Presidente Direcção do CDS-PP Almada
Comissão de Eventos da Concelhia do CDS-PP Almada
A Concelhia do CDS-PP Almada já organizou juntamente com a renovada Comissão de Eventos da mesma, o calendário de eventos a realizar pela concelhia onde se destacam Tertúlias nos mais variados temas como também, o III Seminário Anual CDS-PP Almada, a realizar nos próximos meses, como mais eventos que iremos dando conhecimento.
No que respeita a este último evento deve a concelhia deixar o esclarecimento adicional: Por motivos que são totalmente alheios à direcção da concelhia em relação ao seminário do ano passado, lamentamos profundamente, que o vídeo na integra do mesmo, tal como os Certificados de participação que seriam entregues a todos os convidados e que não se concretizaram, a renovada Comissão de Eventos da concelhia do CDS-PP Almada compromete-se, desde já, que este ano tudo correrá dentro do previsto para que os nossos visitantes possam usufruir de um bom momento bem passado na companhia de todos nós em Almada. Mais uma vez, sem termos qualquer responsabilidade no sucedido, pedimos as mais sinceras desculpas. Para esclarecimentos acionais sobre o assunto em questão deverão faze-lo para o email: cds.almada@gmail.com
Podemos ainda informar que decorrerão um conjunto de Formações destinadas aos candidatos do CDS-PP em Almada às próximas eleições autárquicas, como outras Formações de âmbito mais genérico que já estão a ser estruturadas.
O CDS-PP Almada no Caminho da Mudança. Por Almada
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Viver Almada - Artigo de Opinião Por João Birra
Há 15 anos atrás, Almada tinha mais de tudo (menos o Metro) do que hoje. Lembro-me perfeitamente de ver o mercado cheio de gente a um sábado de manhã.
Atualmente, tanto o Mercado Municipal de Almada, como todo o seu comércio em geral, não mexe nem ao sábado de manhã. São muitas as empresas que resistem ao desgastar contínuo de resultados financeiros, que não agradam as gerências, mas que por amor a Almada mantêm as portas abertas. O que é feito do Almada Centro? O que melhorou? As infraestruturas? Os comerciantes esses continuam numa luta contra a inércia abaladora. O movimento existente, é o das empresas a fechar, e outras que corajosamente ousam abrir os seus negócios em Almada.
Vi em tempos, uma atitude louvável de alguns comerciantes que mostravam as mercadorias à porta dinamizando com música, dando alguma alegria às ruas, sugerindo o aumento da procura.
Independentemente da sua legalidade, reina o bom senso e o respeito por terceiros. Creio que este será o caminho, mudar de atitude, mostrar aos consumidores que existem!
Esta alteração, pode levar a alguma revolução no comportamento de quem compra, tem mais visibilidade e mais dinamismo. É algo diferente, e pode criar mais valor, e diferenciação a uma grande superfície comercial.
Há que recriar a mística de Almada, atrair e manter a juventude em Almada, motivar e beneficiar as empresas que se querem em Almada.
Vamos viver Almada
João Birra Vogal Direcção do CDS-PP Almada
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Ilegalidade ao Referendo Local sobre Freguesias pelo Tribunal Constitucional
O Tribunal Constitucional pronunciou-se pela Ilegalidade da proposta de Referendo apresentada pelo Bloco de Esquerda onde requeria um referendo sobre a reorganização administrativa local mais precisamente, à modificação de freguesias.
De lembrar que esta opção acerca do Referendo Local, nunca foi opção por parte do partido a nível nacional quer por parte do CDS-PP Almada, que vê na Assembleia da República (AR) toda a legitimidade para se poderem pronunciar acerca do assunto, como vê nas assembleias municipais toda a legitimidade para também ai, emitirem o seu ponto de vista. Logo, a proposta do Bloco de Esquerda, não faz para o CDS-PP, qualquer sentido pratico.
A mesma proposta foi apresentada em Assembleia Municipal de Almada, ao qual o Grupo Municipal do CDS-PP votou Contra deixando claro na sua Intervenção, que mesmo que a pergunta proposta para Referendo não estivesse em si ferida de inconstitucionalidade, na pratica, e no enquadrando dos factos em discussão, não faria qualquer sentido. Em nosso entender, o Bloco de Esquerda tentou apenas um brilharete para marcar posição na sua cruzada contra a evolução e desenvolvimento da administração local proposta pelo Governo e que o CDS-PP Almada apoia inequivocamente.
De recordar que qualquer alteração ao nível local, neste caso das freguesias, modificação, extinção, agregação, é matéria de exclusividade da A.R. prevista na Constituição da República Portuguesa.
O CDS-PP Almada apresentou a sua proposta esperando que seja tida em conta pela Unidade Técnica da A.R.
O CDS-PP Almada e a sua Comissão de Coordenação Autárquica concelhia regozijam-se por esta tomada de posição do orgão de soberania.
Decisão do Tribunal Constitucional (caso Barcelos):
Nestes termos, o Tribunal Constitucional decide pronunciar-se pela ilegalidade do referendo local que a Assembleia Municipal de Barcelos deliberou aprovar, na sua sessão de 22.06.2012, relativo à pronúncia deste órgão deliberativo sobre a reorganização administrativa territorial autárquica, prevista na Lei n.º 22/2012, de 30 de maio.
Lisboa, 16 de julho de 2012 – Joaquim de Sousa Ribeiro – Vítor Gomes – Maria Lúcia Amaral – José da Cunha Barbosa – Maria João Antunes – Carlos Fernandes Cadilha – João Cura Mariano – Ana Maria Guerra Martins – Catarina Sarmento e Castro - Rui Manuel Moura Ramos
quinta-feira, 19 de julho de 2012
38 Anos em Nome da Democracia - Parabéns CDS-PP
A Concelhia do CDS-PP Amada deseja os mais sinceros Parabéns pelos 38 anos da fundação do Centro Democrático Social hoje em dia, CDS-Partido Popular.
O mesmo estende-se a todos os fundadores e todos aqueles que no presente asseguram o seu dia-a-dia e a sua continuidade enquanto partido democrático.
Um bem haja
O CDS-PP Almada
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