domingo, 6 de junho de 2010
Em Defesa das Terras da Costa
sábado, 5 de junho de 2010
Costa da Caparica - A Triste Sina Continua
Uma Cidade para o Turismo?CUBA LIVRE
CUBA: Un día serás libresexta-feira, 4 de junho de 2010
Nuno Alvares Pereira - O Santo Condestável
terça-feira, 1 de junho de 2010
JP - Congresso Distrital Setúbal no Próximo Sábado na Costa da Caparica - Almada
JP CONGRESSO segunda-feira, 31 de maio de 2010
Mais um erro grave se prepara em Almada
Na última terça-feira, a Câmara Municipal apresentou o projecto de pedonalização da Rua Cândido dos Reis à população de Cacilhas. Esta exposição foi recebida com interrogações, receios e preocupações por parte dos moradores e comerciantes, nomeadamente em relação às acessibilidades, segurança e afluência de clientela aos negócios. Tendo em conta obras semelhantes já realizadas noutras ruas, o CDS-PP de Almada partilha esses receios e não vai deixar de alertar os Almadenses para mais uma potencial asneira do elenco da Sra. Presidente Maria Emília de Sousa.
A obra tem um custo previsto de 500 mil euros e a intenção dos autarcas e técnicos municipais é libertar espaço para o desenvolvimento das actividades económicas da rua. Pretende-se aumentar os espaços de esplanada da restauração, construir adros em frente ao Posto de Turismo (antigo quartel dos Bombeiros de Cacilhas) e à Igreja de Cacilhas, assim como colocar calçada simulando ondas, embarcações e golfinhos… Em teoria, isto é muito bonito! Porém, vai implicar o impedimento total ao trânsito automóvel, a extinção dos lugares de estacionamento disponíveis e a mais que provável diminuição de clientes nos negócios existentes.
Tanto residentes como visitantes terão as suas viaturas afastadas do local, em parques existentes nas redondezas com pouca acessibilidade e segurança durante a noite, tal como o parque de estacionamento do moinho. A restauração e as lojas verão dificultado o abastecimento à sua actividade e perderão com certeza muitos clientes. As viaturas de emergência não assistirão os doentes com a mesma facilidade. A empresa Auto Centro Neopneus corre o risco de ser deslocada para outro local, já que os carros de clientes e viaturas de abastecimento acedem por esta rua. Isso significará também a perda de clientes e, consequentemente, a diminuição de postos de trabalho.
A Sra. Presidente da Câmara prometeu analisar todas estas questões. Foi prometido acesso gratuito aos parques de estacionamento para os moradores, maior policiamento de proximidade, nomeadamente à noite, e especial atenção ao caso dos veículos de abastecimento e emergência.
Ora, a julgar pela atenção dada a casos semelhantes no centro da cidade, aquando da instalação da linha do eléctrico, este projecto não inspira confiança. As reticências dos habitantes justificam-se. Apesar da intenção ser boa em teoria, a prática desta Câmara diz-nos outra coisa. A garantia dos comunistas é construir uma cidade com mais qualidade para quem cá reside e quem nos visita, mas o exemplo da principal artéria da cidade (as avenidas entre o Centro Sul e Cacilhas) conta-nos outra história. As esplanadas estão vazias e o comércio local morreu, pois os cortes ao trânsito automóvel, a colocação de parquímetros em todas as esquinas e as trocas aos sentidos das ruas afastaram as pessoas. Os principais largos e espaços de convívio são autênticas zonas fantasma ao fim-de-semana, arranjadas de forma austera e sisuda, sem espaços ajardinados ou outro tipo de ambiente mais acolhedor.
Por isto, as consequências podem ser ainda piores em Cacilhas, já de si uma zona de acesso mais complicado, ao estar numa ponta do concelho. O CDS-PP e a JP de Almada apoia a desconfiança dos moradores e comerciantes de Cacilhas. Esperamos que os arquitectos da Câmara pensem menos em ondas e golfinhos e mais nas preocupações dos Munícipes. Os mesmos erros do centro de Almada não podem voltar a acontecer.
Paulo Zorro
Vice-Presidente Juventude Popular de Almada
domingo, 30 de maio de 2010
CDS/PP em Conselho Nacional
Paulo Portas propôs a redução de "10 a 15 por cento" em "despesas de funcionamento político" como as "assessorias, deslocações e comitivas e gastos não urgentes", bem como o corte de "50 por cento na publicidade" dos organismos do Estado. Estas medidas, entre outras, foram apresentadas este domingo em conferência de imprensa na sede do CDS-PP e constam de um "pacote para a redução da despesa pública" que o líder centrista submeteu ao debate no Conselho Nacional do partido. Portas defendeu ainda a "revisão em baixa da lista imensa de subsídios" que são atribuídos pelos ministérios, à excepção daqueles que são destinados a actividades de protecção social. O líder do CDS-PP estima que as propostas para cortar na despesa do Estado resultariam na poupança de "umas largas dezenas de milhões de euros". "As medidas exemplares podiam entrar em vigor já. Propusemos os cortes na Assembleia da República já e portanto qual é o problema de o senhor Presidente da República, os senhores ministros, os secretários de estado, os tribunais superiores fazerem igualmente um esforço de contenção e entrar em vigor já. Eu acho que não há problema nenhum, pelo contrário", defendeu Paulo Portas. Portas disse admitir que não serão aquelas medidas que vão corrigir "a totalidade ou a maioria do défice estrutural, mas são sinais de autoridade e de contenção". "Há um partido no arco da responsabilidade que mantém a palavra dada aos eleitores", afirmou, reiterando as críticas que tem feito ao "acordo PS/PSD para aumentar impostos". Via site CDS/PP |
