quinta-feira, 1 de julho de 2010
Surreal!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Homenagem a Azevedo Soares
| Paulo Portas em homenagem a Azevedo Soares: “Era um patriota irredutível” |
Advogado de profissão, serviu em inúmeros cargos públicos, foi Secretário de Estado da Justiça entre 1981 e 1983. Entre 1980 e 1985 foi eleito deputado à Assembleia da República nas listas do CDS e presidiu à Comissão Directiva do Partido. Em nome do CDS, apresentamos à sua família a nossa homenagem. "Alfredo Azevedo Soares foi, acima de tudo, um homem integro, um político de convicção, um patriota irredutível e um cristão empenhado. Toda a sua vida foi fiel a uma certa ideia da vida e a uma visão inspirada da cidadania, que realçava a consistência doutrinaria e não fazia concessões de conveniência. Como militante do CDS, Alfredo Azevedo Soares fez questão de manter sempre a lealdade à instituição. Dirigente ou simples militante, de acordo com a linha oficial ou mais crítico, no governo ou na oposição, nos tempos de combate ou nos grupos de reflexão, Alfredo Azevedo Soares era uma figura marcante da direita democrática em Portugal e será sempre lembrado pela sua inteligência sempre escutada, pela sua serenidade na defesa de uma política de valores e por um espírito de convivência pouco comum na vida politica nacional. Homem do norte e homem de fé, foi um notável parlamentar do CDS, um governante ilustre do CDS e desempenhou com brilho as mais variadas funções partidárias. Já fora da política activa fez questão de apoiar com a sua presença e o seu conselho momentos importantes da vida do CDS, como sucedeu na última campanha das legislativas. Azevedo Soares era amigo dos seus amigos - e dava importância aos factos do carácter. É enquanto seu amigo e presidente do CDS que apresento à sua família as mais sentidas condolências. O CDS dará testemunho de honrar a sua memória no próximo Conselho Nacional do partido." - Paulo Portas via site CDS |
domingo, 27 de junho de 2010
Sessão Assembleia Municipal de Almada
sexta-feira, 25 de junho de 2010
"Novo Relatório da CIA" - Como será o mundo em 2025?
Grande Corrida CDS/PP
Este ano, vamos retomar uma tradição que o CDS teve nos seus primeiros anos, com grande sucesso. Vamos organizar a Corrida de Toiros CDS, popularmente conhecida como a Corrida CDS.
Como poderão ver pelo programa anexo, o cartaz da Corrida é excelente. Nada menos do que 6 cavaleiros. António Ribeiro Telles, Vitor Ribeiro, Pedro Salvador, Brito Paes, Duarte Pinto e Soller Garcia! Teremos também 2 Grupos de Forcados: Montemor e Caldas da Rainha. Os toiros são Vale do Sorraia.
Pedimos a todos os militantes que são aficionados que adquiram o seu bilhete e divulguem a iniciativa. Pedimos às concelhias que estejam interessadas para promoverem a organização de grupos e respectivo transporte, com o apoio da Secretaria-Geral.
A Corrida CDS é à Portuguesa, como é próprio de um Partido especialmente sensível às questões da identidade nacional. Na verdade, a tourada faz parte da tradição e da cultura portuguesas e tem adeptos de todas as condições, em inúmeras regiões. A tourada não se esgota no mundo rural, mas é especialmente sentida no mundo rural, que o CDS defende como nenhum outro Partido.
O espectáculo tauromáquico é uma festa popular. Claro que no CDS se respeita a liberdade de opinião sobre as touradas. É por isso que nos dirigimos especialmente aos militantes que são aficcionados e apreciam uma boa corrida, em coerência com a defesa que sempre fizémos da dignificação desta expressão cultural.
Vamos encher a Praça de Toiros das Caldas da Rainha! E mostrar que o fenómeno tauromáquico é também importante do ponto de vista económico, turístico e ambiental.
Esta iniciativa, honra a nossa História e permite aos militantes e simpatizantes viver um bom momento. O programa prevê um arraial popular, antes da Corrida, e uma festa da juventude, após a Corrida.
Adira e divulgue!
Contamos com a mobilização.de todos.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Nuno Magalhães acusa o governo socialista de omitir dados
| CDS acusa que dados da criminalidade são fraude política |
"Já sabem que entre isto (o relatório) e a realidade há um abismo enorme", este é mesmo "uma fraude política", disse. O deputado centrista censurou que "pela primeira vez" o Governo tenha "optado por não discriminar os números" pelas várias forças de segurança, considerando que foi feito "um mix". |
