PP enaltece estratégia de expansão de cuidados paliativos do HLANuno Magalhães, deputado do CDS-PP na Assembleia da República, enaltece a estratégia de expansão de cuidados paliativos do Hospital do Litoral Alentejano (HLA), o único a nível distrital a afectar camas a utentes com doenças incuráveis, em estado avançado ou progressivo. O centrista considera que esta é uma matéria “fundamental”, porque não atinge “apenas pessoas com mais idade, mas sim várias pessoas com todas as idades, que padecem de alguns tipos de cancro, de Alzheimer ou de inúmeras doenças neurológicas”. Apesar de destacar a estratégia de expansão daquele hospital, Nuno Magalhães não esquece o facto de o HLA não ter profissionais “em exclusividade naquela área”, embora, noutras unidades hospitalares da região, a “situação seja ainda mais crítica, porque nem sequer têm unidades de cuidados paliativos”. “Esta é uma matéria extremamente importante, porque se trata de dar um fim de vida digno às pessoas, com mais qualidade e menos dor”, acrescenta o deputado centrista, reconhecendo, porém, que a situação no distrito de Setúbal “não é tão grave como nas regiões de Braga, Viseu ou Leiria”.
De acordo com o democrata-cristão, que acompanhou Paulo Portas, líder do CDS-PP, no início desta semana ao HLA, aquele hospital “tem boas condições, pessoas com muitas capacidades e uma lista de espera não muito elevada”. Todavia, segundo Nuno Magalhães, o hospital “não tem muita capacidade para atrair diversos profissionais de saúde”, o que traz complicações ao nível de algumas especialidades, nomeadamente pediatria, que conta apenas com um especialista. “A questão da maternidade no HLA continua a ser meritória, especialmente porque os centros hospitalares mais próximos já estão no máximo da sua capacidade”, acrescenta.
Ainda a propósito da questão dos cuidados paliativos, Nuno Magalhães sustenta que novo hospital do distrito, a ser construído no Seixal, “tem de ter esta valência”. “É uma matéria de ontem, mas o Ministério da Saúde, novamente confrontado com a início da construção daquele hospital, apenas diz que este continua em estudo”, frisa. A visita da comitiva centrista ao HLA antevê a proposta que o CDS-PP vai levar ao Parlamento na próxima sessão legislativa, que pressupõe a criação de uma verdadeira rede nacional de cuidados paliativos.
A independência desta área dos cuidados continuados é uma medida que faz parte desta Lei de Bases, que pretende colocar um ponto final “no estado deficitário dos cuidados de saúde nas doenças graves e incuráveis em Portugal”. Segundo Paulo Portas, em declarações à agência Lusa, Portugal “devia ter no mínimo cem equipas de cuidados paliativos no terreno, bem como cerca de mil camas para pessoas que precisam de cuidados paliativos”. Via Setubalnarede |
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Nuno Magalhães no SetubalnaRede
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Paulo Portas no meio do Povo - Visita a Corroios
Feira de Corroios - Junto do verdadeiro povo
Paulo Portas visitou na passada quinta-feira a feira de Corroios integrada nas festas da freguesia.
domingo, 29 de agosto de 2010
Aveiro - Rentrée CDS/PP
.jpg)
GRANDE RENTRÉE CDS/PPO primeiro momento dos discursos coube ao deputado e Presidente da JP-Juventude Popular que ao mesmo tempo que apelava à mobilização dos jovens para a política denunciava as péssimas opções políticas que este governo tem tomado prejudicando os jovens em matérias tão cruciais nas suas vidas como o ensino, o primeiro emprego, a procura de casa entre muitas outras.
Candidato PCP - "Faz o que eu digo, esquece o que eu faço!"
Rentrée - Propostas CDS/PP
| CDS quer lei de base para os cuidados paliativos |
Portugal está infelizmente entre os piores países da Europa para se morrer com dignidade", observou esta tarde Paulo Portas, em Aveiro. Foi, porém, com o tema do desemprego que o líder democrata-cristão arrancou o discurso: "A primeira preocupação dos portugueses é o emprego", afirmou, acrescentando que "quem gera 90 por cento dos empregos são pequenas e médias empresas", Com base neste argumento, o CDS quer que uma empresa que contrate um desempregado "receba um verdadeiro estímulo: o direito a uma verba igual à que esse empregado receberia" se permanecesse no fundo de desemprego. Para evitar fraudes, acrescentou Portas, a medida só se aplicaria a contratos sem termo. Portas explicou ainda que os democratas-cristãos querem uma redução do Pagamento Especial por Conta – "o imposto mais duro para as pequenas e médias empresas" –, que deverá ter "uma redução tanto maior quanto mais as pequenas e médias empresas contratarem e investirem ou aumentarem a sua capacidade exportadora". Na área da educação, o CDS-PP quer "flexibilizar" a idade com que um aluno pode optar pelo ensino profissional e Portas adiantou ainda que pretende um "referendo nacional sobre matérias de segurança". Via site CDS |
