domingo, 20 de junho de 2010

As Mentiras da Câmara Municipal de Almada - TurisCosta

Turiscosta TurisCosta - Mais um Pasquim Municipal
O boletim informativo em forma de pasquim e instrumento de propaganda falseada e manipuladora "TurisCosta", apresenta na sua edição de Junho mais um conjunto de mentiras à população.
Diz com pompa e circunstância que nas Terras da Costa, o uso agrícola está garantido. Mente.
Mente e tenta enganar as pessoas falseando, manipulando e jogando com as palavras.
Mente ao dizer que a construção de fogos de habitação começou a ser construídos em Maio. Mentira. Em Maio, a GNR dando cobertura a um acto ilegal da Câmara Municipal de Almada, entrou por terrenos agrícolas privados, e à força expropriou agricultores.
Não há construção nem pode haver pois, o processo está em tribunal e com providências cautelares.
Mente quando diz que as terras expropriadas estavam tomadas indevidamente pelos agricultores e que as mesmas são terrenos urbanos. Estranho facto, pois os terrenos passaram de geração em geração desde 1850.
Depois, e como o descaramento é tão grande, faz um pequeno malabarismo semântico com o ano de 1972 período do antigo regime, com os sempre maus da fita para tudo em Almada, e o período depois do 25 de Abril, período de gente iluminada do concelho que tudo tem feito para colocar Almada como o melhor concelho do país e quiçá da Europa (Ironia).
Prossegue dizendo que a estrada é essencial para retirar o trânsito do centro da Costa para evitar a sua degradação. Perguntamos: Ainda mais degradada e ao abandono do que já está?
Terminando a sua propaganda em apoteose, informa que vai ser construído no mesmo sítio uma escola, um centro de dia, um complexo de piscinas, uma pista de helicóptero etc. etc. etc.
As mentiras continuam.

sábado, 19 de junho de 2010

"Há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não"

Artigo de Opinião esta semana no jornal "Notícias de Almada" pelo deputado municipal Fernando da Pena.

Anda engraçada a democracia em Almada. Não bastavam os «fóruns de participação» manipulados pelo aparelho comunista e as «consultas púbicas» quase clandestinas e sem quaisquer efeitos, como os eleitos da CDU tentam agora calar a oposição que não alinha em cumplicidades e distribuição de lugares.

Numa reunião da Comissão de Ambiente da Assembleia Municipal o CDS aproveitou a presença da Senhora Vereadora do Urbanismo e Planeamento para questionar a insistência da Câmara Municipal na Estrada Regional 377-2, um projecto terrível para o concelho. As questões colocadas deixaram alguns representantes dos partidos que suportam a construção desta estrada bastante incomodados, o que não deixa de causar alguma perplexidade. Mas muito pior foi a reacção da Senhora Vereadora da Câmara Municipal de Almada. O único comentário, e passo a citar, foi: «Não estou para vir para aqui ouvir parvoíces».

Mais tarde, em sessão da Assembleia Municipal, a Presidente Maria Emília Sousa foi questionada por uma cidadã quanto ao futuro das Terras da Costa. Face à intervenção da edil, o CDS foi forçado a desmentir, exibindo documentos oficiais, a versão de fantasia que a Câmara apresentava. A reacção foi destemperada e a Presidente da Câmara pretendeu que o Presidente da Assembleia me silenciasse.

Alguns dias antes, na sessão comemorativa do 25 de Abril, o discurso do CDS havia sido acompanhado pela debandada da Presidente da Câmara e de alguns dos seus seguidores próximos, num insulto à democracia que, apesar de insólito, não surpreende.

Mas afinal o que está em causa? Em Almada, o património natural, a paisagem, a memória colectiva de um povo e o direito ao trabalho de dezenas de agricultores estão a saque, numa história escrita a quatro mãos e que as gerações futuras irão julgar severamente.

Em Maio, a Câmara Municipal de Almada, ao arrepio do poder judicial onde o caso está a ser julgado, entrou com violência pelos terrenos agrícolas das Terras da Costa e destruiu impiedosamente o modo de subsistência daquelas famílias. Terras únicas na Europa, de elevada produtividade, conquistadas ao mar numa história ancestral espantosa, vão sucumbir ao betão.

Para construir habitação ao abrigo de um Plano de Pormenor ainda não aprovado a autarquia escolheu os melhores terrenos do concelho. Precisamente os mesmos que estão ameaçados pela Estrada Regional 377-2 e a estranha coligação de interesses que junta CDU, PS e PSD (e o silêncio cúmplice do BE) em torno de um projecto criminoso.

A Estrada da Vergonha tem um traçado absurdo e um custo elevadíssimo, não respeita o Plano Director Municipal e repete em grande parte a Via Turística reprovada pelo Supremo Tribunal Administrativo. Então por que razão alguém no seu perfeito juízo quererá destruir as Terras da Costa, a Área Protegida da Arriba Fóssil, a Reserva Ecológica e a zona primordial bicentenária da Mata dos Medos? Qual é o valor da especulação imobiliária que se adivinha?

Quando a ONU propõe às cidades do século XXI a agricultura urbana como desígnio, a Câmara Municipal de Almada prossegue na sua política parola e perversa assente em betão, palmeiras e guardanapos de relva, suportada por muita propaganda à custa do dinheiro público e da distribuição de subsídios.

Os agricultores das Terras da Costa são só mais umas vítimas desta figura sinistra que tem procurado apagar a memória de um concelho. Mas não estão sós. «Sim, nestes tempos do triunfo total da desumanidade, tornou-se evidente que tudo o que foi criado pela violência é insensato, inútil, sem alcance, sem futuro.» (V. Grossman)



sexta-feira, 18 de junho de 2010

"Os Aquários de Pyongyang" Coreia do Norte - O Terror Comunista

SUGESTÃO
Para que tenhamos uma ideia mais firme e real do país de onde vem a equipa que vai jogar com Portugal segunda-feira no Mundial, deixamos aqui como sugestão os "Aquários de Pyongyang", sobre a vida e o regime ditatorial comunista da Coreia do Norte.
Mais um relato cruel de um país que oprime os seus e que não tem pudor em castigar severamente os opositores ao regime comunista.
"Os Aquários de Pyongyang" são o relato triste, e de uma experiência pessoal de um exilado Norte Coreano que conta na primeira pessoa os crimes horrendos e as atrocidades que passou no Gulag de Pyongyang.
Um país, uma nação onde a realidade é contada às pessoas sobre a forma de fantasia e onde vivem com limites muitos restritos à sociedade da informação.
Mais um regime apoiado pela China, Cuba, e pelo Partido Comunista Português.

Assembleia Municipal de Almada dias 29 e 30

Realizam-se nos próximos dias 29 e 30 deste mês as sessões de Assembleia Municipal de Almada em local ainda por designar.
O CDS/PP irá aproveitar para colocar algumas questões ao executivo como também, intervir nas matérias que achar relevantes incluídas na Ordem de Trabalhos.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

CDS Alerta para a Inconstitucionalidade da Lei

CDS insiste nas críticas ao aumento fiscal e alerta para "vírus" da retroactividade

PPortas_Afirmativo_Bancada.gifO CDS-PP insistiu esta quinta-feira que o diploma que aumenta os impostos sobre o rendimento "traz consigo o vírus da retroactividade" e representa "um pontapé" nos direitos do contribuinte, na interpelação parlamentar sobre política fiscal.

Na sua intervenção, o líder democrata cristão, Paulo Portas, reiterou os argumentos contra o aumento do IRS que "afecta a classe média", é "economicamente recessivo" e "traz consigo o vírus da retroactividade".

"A questão não é de opinião política, é de Direito. Se o ministro das Finanças teve a simplicidade de reconhecer que era retroactivo, está também a confessar que o Estado actua ilegalmente, o que retira qualquer autoridade ao Estado para pedir aos cidadãos que cumpram a lei", defendeu Paulo Portas.

O líder do CDS-PP classificou o diploma como "um pontapé inaceitável nos direitos do contribuinte" e advertiu que o aumento de impostos "pode não ser o último da parceria entre socialistas e sociais democratas", que classificou como "infeliz".

Paulo Portas disse que se criaram mitos à volta da necessidade de aumentar impostos para combater a crise, afirmando que "o aumento de impostos não é inevitável".

"Só é inevitável é a preguiça do Governo em olhar para a despesa pública", afirmou, frisando que, neste momento, o esforço fiscal feito pelos contribuintes portugueses está 20 por cento acima da média comunitária.

Via site CDS/PP

A Câmara Municipal de Almada Também Contribui para Sujar a Cidade


Dizia a Câmara Municipal de Almada no seu Pasquim Municipal, sim porque a oposição não tem direito a escrever no mesmo à semelhança do que acontece noutras autarquias na área metropolitana de Lisboa, que: "Apesar da vigilância, há cidadãos que continuam a fazer um mau uso dos espaços que são de todos". Continua dizendo que: "utilizar latas de spray para assinar ou rasurar paredes e outras superfícies contribui para a degradação e segurança de lugares públicos".
Termina com : "Atentos a esta realidade e apesar dos gastos associados a estas campanhas de limpeza especializada, as equipas municipais continuam a trabalhar para tornar ainda mais agradáveis áreas de grande fruição colectiva".
Todas estas medidas são muito bonitas e louváveis mas se forem iguais para todos.
Durante algum (muito) tempo na Prç S. João Baptista esteve pintado num muro uma pichagem da Juventude Comunista Portuguesa, a JCP, e nos lembramos que na altura foi matéria de gozo e troca de galhardetes entre as bancadas municipais com o "vamos limpar" dos comunistas e afrontamento das outras bancadas.
Passados alguns anos e tendo em conta a evolução da Humanidade e suas regras de convivência eis que surge novamente à vista de todos e sem qualquer pudor as novas pichagens do partido comunista, sujando paredes que são de todos.
É muito bonito demonstrar a preocupação que a CMA tem com estas matérias no seu Pasquim Municipal mas depois comporta-se como fosse dona de Almada, e onde juntamente com os seus "boys" pode fazer tudo o que lhe apetece sem lei nem grei.
É inadmissível esta situação e o CDS solicita à srª presidente da Câmara Municipal de Almada, que como afirma no seu Boletim Mensal apagar dos espaços públicos todas as manifestações desta estranha arte.
Relembramos que estamos em 2010 e não no período do PREC onde estas pichagens tinham para alguns a sua piada.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Sessão Pública Sobre a Reabilitação da Rua Capitão Leitão e Almada Velha


Decorreu ontem à noite no Salão de Festas da Incrível Almadense, uma sessão pública de esclarecimento sobre a reabilitação da rua Capitão Leitão e a zona velha e histórica de Almada, ao qual o CDS e os Deputados Municipais do partido estiveram presentes.
O Forum de discussão teve a participação na mesa de honra dos arquitectos dos projectos, e dos vereadores do trânsito e urbanismo. Fez ainda parte da mesa o presidente da Junta de Freguesia de Almada e a srª presidente da Câmara Municipal de Almada Maria Emília de Sousa, embora ontem, parecesse mais que a presidente era já a vereadora Amélia Pardal.
A sessão teve inicio com a apresentação através de suporte informático e audiovisual por parte dos arquitectos que tentaram minuciosamente explicar rua a rua a reabilitação do mesmo espaço.
Esta apresentação leva-nos a questionar e a fazer uma apreciação cuidada, senão vejamos: Não está aqui em causa as boas intenções da Câmara Municipal de Almada em reabilitar a zona, nem afirmamos que a mesma quer o mal para Almada. O problema aqui, é que a CMA já demonstrou que é em muitas matérias incompetente, com falta de gosto, mal preparada e esbanjadora de dinheiros públicos.
Mais, é uma câmara que funciona ao ralenti, que demora mais de trinta anos para fazer as coisas, dizendo ontem a srª presidente, que "as obras fazem-se aos poucos". Mas mais de trinta anos para as fazer!? É muito tempo.
Diz a srª presidente, que "dizer que Almada não é uma cidade desenvolvida está a mentir", e porventura estará a mentir, mas o problema é que Almada, é muito menos desenvolvida que as outras grandes cidades do país, e tudo isto, fruto de uma visão retrógrada, ultrapassada e ideologicamente condicionada, pois o comunismo nunca foi sinónimo de desenvolvimento, bem pelo contrário.
Depois falam que querem com essa reabilitação apelar também à memória. O que seria se esse apelo feito desta maneira fosse dito pelo CDS..... Mas vamos estar muito atentos a que memória se referem, pois se a memória for uma memória imparcial e da História de Almada, será bem vinda, mas se essa memória for a memória apenas de alguns e condicionada apenas a uns poucos factos passados terá o nosso repúdio.
Tudo isto, porque parece que para a srª presidente Maria Emília de Sousa, Almada só tem desenvolvimento, memória e história depois do 25 de Abril de 1974! O que não é verdade. Almada tem centenas de anos de história, é muito mais que o pós 25 de Abril de 1974.
O monumento a Cristo Rei que a CMA tanto gosta de exibir nos seus pasquins e folhetos propangandísticos, não é pós 25 de abril, a Ponte que atravessa Almada a Alcântara também muito usada nos pasquins propagandísticos, não é pós 25 abril, o Solar dos Zagalos na Sobreda, não é pós 25 de Abril, o Casa da Cerca, não é pós 25 de Abril, a Academia Almadense, não é pós 25 de Abril, o Seminário de S. Paulo. não é pós 25 de Abril, o Castelo de Almada, não é de todo pós 25 de Abril, aliás há muitos monumentos históricos que esses sim no pós 25 de Abril, foram destruídos e votados ao abandono como é o caso do Palacete António José Gomes e a Nora de Ferro na Cova da Piedade.
Por isto tudo, não venha a srª presidente tentar manipular mais uma vez os Almadenses com palavras muito bonitas e pintadas de cor de rosa.
A autarquia já teve mais do que tempo suficiente para desenvolver a cidade em mais de trinta anos. Em trinta anos, cidades com características muito semelhantes a Almada tiveram nos anos 90 o seu grande desenvolvimento.
Almada tem sido feita a retalho e por vezes mal feita, mal pensada, mal concebida.
Trafaria, Fonte da Telha, Cacilhas, Vale da Sobreda para dar alguns exemplos. Este último, a srª presidente que ontem falou no nojo e lixo em que se encontravam as caves do edificio Bepalis em Almada, então não queira ver o que é o Vale da Sobreda. Com uma grande diferença, é que nas caves desse edifico não habitam e nem vivem pessoas.
Voltando à memória da srª presidente, remete-nos para um facto curioso; onde está a memória de centenas de pessoas que vivem e descendem dos primeiros habitantes e primeiros agricultores que habitaram e transformaram os pântanos em terras agrícolas na Costa da Caparica? Onde está a memória e o respeito histórico e cultural que ontem mais uma vez exaltou, na mais que previsível destruição do Monte da Cruz e do Cruzeiro em MEMÓRIA dos Mártires Jezuítas? Onde está a MEMÓRIA quando a mais antiga fortaleza marítima do país está abandonada e a cair de podre? Onde está a MEMÓRIA quando se pretende destruir o pulmão do concelho que é a Mata dos Medos na Charneca da Caparica? Que memória estranha.
Voltando à rua Capitão Leitão, também nós CDS, queremos que essa rua histórica de Almada seja reabilitada o mais breve possível; agora o que não queremos é que mais uma zona de Almada encapotada de reabilitação, sirva apenas para uns arranjozinhos como é apanágio das reabilitações por parte desta câmara, com um orçamento bastante gordo e despesista.
Já nos serve de emenda os exemplos (Maus) da Costa da Caparica e do Centro de Almada que pouco ou mais passam de uns bancos de jardim e uma calçada de gosto duvidoso e até perigoso como é o caso da Costa da Caparica.
Foi apresentado ontem um projecto onde engloba esplanadas, uma via para ciclistas, passeios mais largos, menor estacionamento, árvores, mais limpeza etc etc.
Estamos à espera que o projecto esteja disponível para consulta pública onde o vamos analisar ao pormenor, porque a rua em causa não pode ser feita a régua e esquadro apenas, pois tem características físicas e morfológicas demasiado específicas. Vamos contudo, esperar pelo projecto e depois emitir um juízo de valor e uma opinião, e se for o caso apresentar construtivamente alternativas.
Uma questão pertinente e que foi colocada por um dos munícipes que interveio na discussão, foi que com o corte das artérias principais do centro de Almada, o trânsito faz-se agora nas ruas paralelas e secundárias como é o caso da rua Capitão Leitão. Ora, com a sua reestruturação que vai forçosamente reduzir o trânsito na rua Capitão Leitão, onde se circula em Almada?
A este munícipe, responde a srª presidente já no encerramento em jeito de comício pois só faltou falar no aeroporto de Alcochete, que não é verdade que tenha havido um aumento substancial de trânsito nas ruas paralelas ao eixo central nomeadamente à rua que estamos a tratar. Ficamos na dúvida quem terá razão, se o munícipe ou a srª presidente pois, é facto, que o trânsito se deslocou para artérias secundárias mas também, a srª presidente não deixa de ter razão ao dizer que não houve aumento de tráfego, simplesmente porque as pessoas deixaram de vir a Almada!!
De relembrar quase em jeito anedótico, por parte de alguns (os mesmos de sempre) que à pergunta do CDS numa anterior assembleia municipal acerca do fecho de um wc público existente na Prç da República na rua Capitão Leitão, a srª presidente da câmara respondeu e com certeza que consta em acta, que o mesmo iria ser reabilitado e retomar o seu uso. Note-se que são wc´s à moda antiga, e que em Lisboa estão a ser preservados em nome da tal memória que também em Almada passou-se agora a falar. Que memória no mínimo estranha.
Contudo, o que fica registado é que ou a srª presidente anda mal informada com os seus arquitectos e mentores dos projectos ou mais uma vez, faltou à verdade aliás como tem vindo a ser hábito.
Estamos certos que todos querem o bem de Almada, o executivo, a oposição, os descontentes e contentes, os moradores, os comerciantes, agora o que se pode concluir disto tudo é que uns já tiveram mais que oportunidades para o fazer e tirando algumas coisas bem feitas porque as há, não conseguiram em mais de trinta anos fazer melhor, em muitos casos destruindo mesmo o que de melhor se tinha.
Diz também, que estas obras estarão prontas em 2013. Que coincidência, ano de eleições. Prova-se mais uma vez, que esta câmara trabalha apenas para ganhar eleições e não com o principal intuito que é a população.
A Câmara perdeu a maioria absoluta nas últimas eleições autárquicas.
Foi um sinal por parte dos almadenses em jeito de cartão amarelo que vai sair muito caro ao executivo comunista pois, teima em não perceber o grande descontentamento com as más políticas quem têm vindo a ser feitas.
Ficamos a aguardar a disponibilização do projecto.