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terça-feira, 25 de outubro de 2011
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Insultos, Inverdades e Malabarismos na Assembleia Municipal de Almada

Infelizmente o espaço que deveria ser de debate livre de ideias e democrático com correcção que é a assembleia municipal, está a transformar-se em insultos pessoais, a partidos políticos, como também na falta de respeito que a senhora presidente da câmara Maria Emília Sousa tem aquando das questões colocadas pelos deputados municipais, que simplesmente em muitas delas se recusa a responder, e em outras faz malabarismos inacreditáveis como na última sexta-feira acerca das Terras da Costa, denotando no mínimo falta de memoria, o que sinceramente não acreditamos pois o empenho que a senhora presidente tem em destruir as Terras da Costa, leva-nos a concluir que seja mesmo falta de frontalidade e personalidade para proferir tais declarações lamentáveis depois de enviar (à moda Estalinista) a GNR para expropriar os agricultores das suas propriedades (curioso lema "A Terra a quem a Trabalha" foi esquecido; mudam-se os tempos, mudam-se os lemas) que até foram reconhecidas pelo seu tão querido PREC no tempo do seu malfadado camarada Vasco Gonçalves.
A senhora presidente, não compreende que não está a faltar ao respeito apenas aos partidos que a interpelam mas também aos cidadãos de Almada, pois foram eles que elegeram esses mesmos partidos, mostrando um descontrolo total e emocional ao gerir esta falta de maioria, e o incomodo de ter finalmente uma oposição verdadeira chamada CDS/PP que não alinha nas unanimidades de conveniência que se tem registado ao longo de 30 anos.
Infelizmente, não se ficam só por aqui as situações insólitas e desrespeitantes da democracia e respeito pelos Almadenses. O CDS/PP foi acusado de defraudar os seus eleitores ao colocar o deputado Fernando Pena na assembleia municipal, situação essa já explicada, mas curioso é ver que todas as reuniões de sessão conhecemos caras novas na bancada municipal da CDU. Poderíamos ir pelo mesmo caminho que lamentavelmente foi adoptado por alguns aquando da entrada do deputado Fernando Pena, mas não o fazemos pois tivemos as nossas razões para tal, cumprindo o que estava previsto na lei, e com certeza que a CDU também as terá e não nos metemos na organização interna de outras forças políticas. São sempre bem vindas, só temos pena é de nunca as ouvir falar....
Como é de prever as sessões de assembleia municipal são sempre utilizadas para esgrimir as diferenças de opinião e apresentar as ideias e projectos de cada força política, sendo o espaço de intervenção democrática e discussão como também o órgão fiscalizador da câmara municipal, sendo essa discussão é para ser levada com nível de educação e respeito pelas diferentes opiniões e sensibilidades políticas e ideológicas presentes na mesma.
Acontece que mais uma vez, lamentavelmente se estão a cometer excessos que já passaram do incrédulo, à falta de nível e de educação jamais impensável num espaço de debate livre e democrático. Já não é a primeira vez que o CDS/PP é confrontado com o deficit de nível que demonstra ter um deputado municipal da bancada do PSD. É de uma falta de educação nunca visto, uma impertinência, e uma grosseria baixa, indigna de um deputado municipal em Almada, ainda por mais presidente de uma junta de freguesia. É profundamente lamentável a falta de respeito que este deputado tem pela assembleia municipal e pelos munícipes, dirigindo a palavra em modos grosseiros e mal educados quer em palavras quer mesmo em gestos, que com certeza envergonham o partido que representa e que o CDS/PP muito respeita e tem consideração.
Essas mesmas injúrias foram solicitadas ao sr. presidente da assembleia municipal pelo líder da bancada municipal do CDS/PP António Pedro Maco, que constem em acta, pois não são simples à partes, mas sim no uso da palavra de um deputado municipal. É profundamente lamentável que existam ainda 35 anos depois do 25 de Abril e do 25 de Novembro, representantes do povo com um nível de discussão tão baixo que envergonha a assembleia municipal.
Já diz o povo que "mais vale cair em Graça, do que ser engraçado", e o respectivo deputado nem uma nem outra, pois com tamanhas tentativas frustradas de albertojardinização não terá o carisma nem o nível do mesmo. Gostaríamos que o respectivo ponha a mão na consciência e se retrate, não só a quem dirigiu as injúrias mas também à própria assembleia municipal. É bem mais tolerado discursos ou mesmo considerações que embora possam não nos agradar, como as que foram proferidos na sexta-feira por uma força política que está nos antípodas do CDS/PP, mas que foi dita com educação apesar da repudiarmos veemente o seu conteúdo.
O CDS/PP solicita e apela ao sr presidente da assembleia municipal que aplique e conduza os trabalhos da forma mais imparcial possível, e que cada vez que ocorram situações como as acima referidas seja o mais objectivo possível na aplicação do regimento da assembleia municipal.
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
"Não estou para vir para aqui para ouvir parvoíces!" Declarações da Vereadora Comunista numa Comissão ao deputado do CDS/PP Fernando da Pena

Gato Escondido
Já aqui tivemos a oportunidade de demonstrar o atentado ambiental, paisagístico, cultural e social que constitui a Estrada Regional 377-2 e a estranha coligação de interesses que junta CDU, PS e PSD (e o "nim" do BE) em torno de um projecto criminoso.
Já mostrámos que a estrada é inútil, que não serve a população, que priva o concelho do seu mais rico património e que tem uma óbvia alternativa com muito menores impactes ambientais.
Já manifestámos a nossa indignação pela destruição das Terras da Costa (que têm características europeias únicas), da Área Protegida da Arriba Fóssil, da reserva ecológica e da zona primordial bicentenária da Mata dos Medos.
Já vimos que a ER 377-2 tem um traçado absurdo, tem um custo elevadíssimo, não respeita o Plano Director Municipal e repete em grande parte a Via Turística reprovada pelo Supremo Tribunal Administrativo.
Já compreendemos que a estrada quer despejar na Charneca os 17 mil utentes dos novos parques de campismo, com prejuízos sérios para a população local, já se si tão fustigada por um planeamento do território que acumula décadas de erros profundos.
Já percebemos, da consulta do processo, que a ER 377-2 abre as portas à especulação imobiliária em zonas naturais protegidas.
Face ao exposto, nada mais natural que aproveitar a presença da Senhora Vereadora do Urbanismo e Planeamento na Comissão de Ambiente da Assembleia Municipal para questionar a insistência da Câmara Municipal num projecto tão danoso para o concelho.
As questões colocadas, que dizem respeito aos aspectos acima referidos, deixaram alguns representantes dos partidos que suportam a construção desta estrada bastante incomodados, o que não deixa de causar alguma perplexidade. Mas muito pior foi a reacção da Senhora Vereadora da Câmara Municipal de Almada. O único comentário, e passo a citar, foi: «Não estou para vir para aqui ouvir parvoíces». Escuso-me de comentar uma afirmação que fala por si.
As perguntas, essas, ficaram sem qualquer resposta. Se o rabo que está de fora já é assim tão comprido, imagine-se o tamanho do gato escondido atrás deste projecto.
A Concelhia e a bancada municipal do CDS/PP de Almada, apela à calma e ao respeito por parte dos intervenientes políticos e, sobretudo que fique bem claro que não são disputas de tons de voz arrogantes e grosseiras ou afirmações como as citadas em cima, vindas de uma Vereadora numa Comissão, que vão fazer com que o partido se desvie dos princípios, objectivos e do programa eleitoral com que foi a votos e que foi sufragado pelos Almadenses. Se outros andam há 35 anos a mentir e a fazer de conta, o povo os julgará nas urnas como fez da última vez, onde acabou com a maioria comunista.
Não é nestes tons que a política se faz. Não é com insinuações de baixo nível que se resolvem os problemas de Almada, e sobretudo mentalizem-se de uma vez por todas, que o CDS/PP não está aqui a brincar e muito menos, fará parte dos cozinhados de sempre que têm deixado Almada no estado de abandono e desleixado em que se encontra neste momento (veja-se o centro de Almada vergonhosamente ao abandono).
O que se está a fazer ás Terras da Costa, e o que se prepara para se fazer à Mata dos Medos na Charneca da Caparica, É UM CRIME AMBIENTAL, é uma atrocidade a quem trabalha e a quem produz e cria postos de trabalho, mesmo alguns (os que fazem parte do cozinhado) dizendo que não é assim, as esses dizemos que não vamos parar, bem pelo contrário, pois não estamos sozinhos estando mesmo o presidente do partido Paulo Portas, muito atento ao avançar da situação.
Quanto à situação vergonhosa que nada em dignifica a assembleia municipal e as suas comissões, vamos esperar que tenha sido um acto isolado no calor da discussão e que quem proferiu declarações daquele tipo a um deputado municipal, no exercer das suas funções, eleito democraticamente por um partido que lutou pela democracia em Portugal ( o que já não se pode dizer de outros) não se voltem a repetir porque não o toleraremos mais.
Estamos num país democrático e por muito que alguns assim não o queiram, não vivemos em nenhum feudo estalinista nem vivemos numa ilha.
A Liberdade está a passar por aqui.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Acerca dos Possíveis Contentores para a Trafaria

Na última Assembleia Municipal em Almada, votava-se a proposta apresentada pelo PS, para impedir a reserva de território para possível, instalação de contentores na Trafaria, quando se gerou um pequeno burburinho no plenário, levando a alguns sorrisos "matreiros". Este facto deveu-se, a que na votação, os deputados dos CDS/Partido Popular tiveram voto diferente, facto que só pudemos concluir, que maior parte das bancadas estarão condicionadas à disciplina de voto, o que no CDS/Partido Popular salvo algumas questões de cartilha doutrinária, os deputados, tal qual partido livre, têm liberdade de voto e de opinar conforme a sua consciência.
Neste caso, abstive-me na votação dessa mesma proposta, facto que originou, que a mesma não tivesse tido unanimidade na assembleia.
Pois bem. aqui publicamente perante os militantes e aqueles que em nós votaram indico as razões de tal sentido de voto.
É por demais evidente, que todos nós queremos uma paisagem bonita quando de manhã abrimos a janela e respiramos ar puro e ouvimos o canto dos passarinhos. É evidente, que todos nós queremos viver num sítio, que seja utilizado pelos Correios para fazer um óptimo postal. É evidente, que todos nós queremos paz e sossego quando chegamos a casa depois de um dia de trabalho. Tudo isto, e qualidade de vida é, o que queremos para nós e para as nossas famílias, e as gentes da Trafaria não serão excepção.
Contudo, e no âmbito do que conheço da Trafaria, e das visitas que o partido efectuou nomeadamente aquando das últimas campanhas eleitorais, leva me a concluir, que com contentores ou sem contentores, a Trafaria e as suas gentes, não podem continuar à mercê do degredo, da desertificação e abandono em que se encontram neste momento. E esse é, o facto da minha decisão de voto.
Sendo assim, ao abrigo do desenvolvimento quanto antes, e preferível ao que temos neste momento na respectiva freguesia da Trafaria, não me choca de todo, que tal como as grandes cidades europeias, tenham um porto onde seja feito o transbordo de mercadorias e bens.
Não vejo porque razão, a instalação de infra-estruturas portuárias na Trafaria tirem o sono e a dignidade aos seus habitantes, na minha opinião bem antes pelo contrário, e isto porque:
De uma vez, por todas, seria feita a reabilitação da zona. Há anos e anos que aquela zona está postada ao abandono com casas degradadas, passeios desnivelados, a escarpa em duvidoso estado de conservação, os acessos à freguesia em péssimas condições, um terminal rodoviário e fluvial que em nada dignifica a zona, restaurantes e comércio ao abandono, desemprego alto, áreas de lazer inexistentes, enfim tudo um conjunto de situações que nos leva a dizer que algo tem de ser feito já, para que se altere o mais breve possível esta situação.
O Terminal de contentores poderia trazer para a freguesia e concelho, a reabilitação somática de toda a zona baixa e alta da Trafaria, com um porto de abrigo seguro e em condições, desenvolvimento económico para o concelho e freguesia, reabilitação da zona envolvente quer da escarpa, quer da parte mais alta da Trafaria, construção de acessos dignos e em segurança, e sobretudo, a criação de postos de trabalho para aquelas gentes que tanto precisam.
Hoje em dia, alguns olham com desconfiança para determinados projectos, aqueles de mente mesquinha e tacanha que têm medo do progresso. Não me choca de todo que se esse projecto, for enquadrado dentro das normas em vigor onde respeite o espaço público e privado, respeite as normas de higiene, segurança e ambiente, e se organize e elabore com projecto com com cabeça, tronco e membros, penso que a vinda dos contentores para a Trafaria, não seria assim tão má como muitos, e penso que mais com o coração que com a cabeça, teimam em não querer sequer estudar e pensar num projecto dessa envergadura.
Uma grande mobilização dos partidos, da câmara, das empresas, do porto de Lisboa, das gentes da Trafaria, e do governo, levaria à elaboração de um grande projecto com viabilidade para tal.
Na minha opinião, o que está, é que não pode continuar, infelizmente tal como toda a zona ribeirinha que vai de Cacilhas até à Cova do Vapor, não é digno de uma margem de um rio que atravessa uma capital europeia.
Urge pensar a Cidade.
Por estas razões, me abstive na respectiva votação.
António Pedro Maco
Deputado Municipal CDS/Partido Popular
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Populares reunem em Coimbra

O Conselho Nacional do CDS/Partido Popular reuniu ontem em Coimbra para analisar e fazer o rescaldo dos excelentes resultados eleitorais que os partido alcançou nas duas últimas eleições, legislativas e autárquicas. De lembrar que o partido a nível nacional
conseguiu finalmente atingir a meta dos dois dígitos, e a nível autárquico embora tenha apenas mantido a já histórica câmara de Ponte de Lima, aumentou e muito, o número de autarcas nas freguesias e nas assembleias municipais, ao qual Almada e o distrito de Setúbal contribuíram para o mesmo resultado.
Também tendo em conta os mesmos resultados a nível do distrito, está já agendado para dia 03 de Dezembro a Assembleia Distrital de Setúbal onde será também feita a homenagem sempre merecida, a Adelino Amaro da Costa.
Realiza-se ainda hoje a reunião com os lideres de bancada da assembleia municipal de Almada, com vista à preparação da mesma que se realizará nesta sexta-feira.
foto de João Pinho de Almeida
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