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quinta-feira, 15 de julho de 2010

A Esquerda continua a defender os criminosos

O CDS/PP apresentou ontem no Parlamento um projecto Lei para que criminosos e quem pratique crimes violentos ou à mão armada, tal como o tráfico de armas ou droga, quando apanhados em flagrante delito, sejam-lhes suspensa a prestação do rendimento social.
Tudo isto por uma questão de justiça com quem realmente tem dificuldades, quem cumpre os seus deveres de cidadania e quem se esforça para melhorar as suas condições de vida.
É injusto, que quem receba rendimento social e se dedique à criminalidade, além de receber essa mesma prestação social, veja aumentado os seus "rendimentos" em desfavor do "desrendimento" dos outros que honesta e verdadeiramente cumprem os seus deveres.
Uns esforçam-se, e por vezes, por décimas não têm direito a prestação social que tanta falta lhes faz enquanto outros parasitam e ainda enriquecem à custa do contribuinte cumpridor.
Como já se esperava, toda esquerda vestindo a farda de bons samaritanos da nação, tentam confundir os portugueses acusando o CDS/PP de querer acabar com o rendimento social, o que não é verdade.
A mesma esquerda que venha para a rua explicar aos comerciantes, aos jovens e estudantes, às empresas, aos veraneantes, às forças de segurança, aos tribunais, aos utentes de transportes públicos e aos idosos o porquê de se colocar ao lado desses marginais que prevaricando, continuam a receber e a praticar crimes numa total impunidade.
A Esquerda retrógrada não aprende com os erros; os mesmos que estão a sair bem caros a todos os portugueses.
O CDS/PP não desiste de defender a legalidade do estado de direito, e de corrigir as injustiças criadas durante anos por uma esquerda cheia de preconceitos.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

5 pontos do Projecto-Lei para encontrar uma solução de avaliacão dos professores

O CDS tem esperança de que o seu projecto seja uma peça essencial para encontrar uma solução para esta polémica, embora ainda não tenha havido qualquer negociação formal com o PS.

Nesse sentido, os CDS vai entregar no Parlamento um projecto-lei que recupera o essencial do diploma discutido na legislatura passada e que teve o voto favorável de todos os partidos, à excepção do PS.

Uma proposta em 5 pontos, explicados pelo dirigente Diogo Feio: “Em primeiro lugar [pretendemos] uma avaliação de base pedagógica e científica e não tanto de funções que têm a ver com a organização da escola”.

“Em segundo lugar, uma ligação entre quem avalia e a área do avaliado. Em terceiro, a possibilidade de arbitragem, que venha a resolver de forma rápida, possíveis conflitos. Quarto, uma avaliação simples, que seja perceptível e, em quinto lugar, muitíssimo importante, uma avaliação que tenha direcção, direcção de natureza pedagógica na forma como é feita” – explicou o dirigente centrista.

Do lado dos sindicatos, a FNE assume que o projecto do CDS é um bom ponto de partida “para que rapidamente se encontre uma solução transitória”.

“Temos vindo a defender que, tendo em conta que um novo modelo de avaliação consistente e duradouro poderá demorar um pouco mais de tempo, se tenha que estabelecer um processo provisório e esta proposta do CDS-PP pode, rapidamente, criar um consenso na Assembleia” – considerou, em declarações à Renascença, João Dias da Silva, da Federação Nacional da Educação.