sábado, 23 de outubro de 2010

OE - CDS/PP Vota Não

CDS vota contra o Orçamento por ser “anti-económico e anti-social”



pportas_31082010O CDS-PP vai votar contra o Orçamento do Estado para 2011 por ser "anti-económico e anti-social". "A este Orçamento que pode levar à recessão, que não controla o endividamento, executado por quem não controla a despesa, que empobrece a classe média e desprotege os mais pobres, dizemos um não de direita, a esta política e a este Governo", justificou o líder do CDS-PP, Paulo Portas.

Paulo Portas, em conferência de imprensa, este sábado, na sede do partido, lembrou as recentes medidas de austeridade e deu a entender que podem não ser suficientes. "É um orçamento que é feito em desespero que é anti-económico e anti-social e que não tenho nenhuma razão para que seja suficiente", disse o líder centrista.

"O CDS é um partido coerente, não dizemos nin a este orçamento do estado que pode levar a uma recessão", que ataca os mais vulneráveis, mas que deixa as empresas públicas à solta sem freio, por isso dizemos Não", afirmou Paulo Portas.

Portas disse ainda que, "ninguém pode pedir ao CDS que vote a favor de um OE desta natureza", atacando algumas das medidas já anunciadas.

O líder centrista confirmou que o CDS não foi contactado pelo Governo para conversações e não quis revelar expectativas sobre o encontro entre Governo e PSD. Mas disse claramente qual será o resultado final: "Sempre me pareceu óbvio que PS e PSD vão viabilizar o Orçamento. Acordaram o PEC I, o PEC II e isso tem evidentemente consequências".

A decisão de votar contra este Orçamento do Estado, foi tomada depois de ouvida a comissão política nacional e será ratificada pelo conselho nacional do partido na próxima quarta-feira.

Via site CDS


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Invíctus - Quando o Acreditar e a Dedicação movem montanhas

Sugestão
Um filme impressionante onde vários temas são focados de forma muito precisa e inteligente por parte do realizador transmitindo a força e o espírito de luta e sacrifício humano comparado também, com a dedicação e entrega às dificuldades por parte de uma equipa de Rugby.
Um filme que não se esgota na parte visual mas sim, maioritariamente na sua componente abstracta mas directa de transmissão de uma mensagem bastante forte e critica.


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Felicidades Guillermo Fariñas. Un ejemplo de la Libertad

Mais uma machada fatal no coração de um regime Comunista que não olha a meios para Castrar os Direitos Humanos.
Um exemplo da luta contra o Comunismo.
Parabéns pelo Prémio Sakharov.

Assembleia Municipal de Almada Extraordinária Dia 12 de Novembro - ECALMA


A Comissão de Líderes da Assembleia Municipal de Almada reuniu esta noite para analisar detalhadamente as moções do Bloco de Esquerda que desceram à comissão acerca da possibilidade de alteração do Regulamento e forma de actuação da ECALMA.
Foi ainda analisado uma outra moção, também do BE, acerca do Orçamento Participativo de Almada e outras formas de participação cívica para o aprofundamento da Democracia e da cidadania.
Foram deixados os pontos de vista de cada partido pretendendo-se que no final saia um documento conjunto elaborado com a contribuição de todos os intervenientes.
No caso da ECALMA, será realizada no próximo dia 12 de Novembro, em local ainda por definir uma Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Almada para discussão exclusiva desta empresa municipal.
Um trabalho que se prevê bastante moroso mas que se quer construtivo e de tamanho interesse.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Assembleia Municipal de Almada - Resumo de mais um "festim comunista"

A Assembleia Municipal de Almada decorreu dentro da "normalidade" que já nos habituamos dentro desta conjuntura politico-partidária do situacionismo estático da cumplicidade da partidocracia passiva e amorfa do agora deixas passar tu, agora deixo passar eu, e dar ao executivo de Almada, a continuidade do seu passeio do (des)governo do cencelho.
A sessão começou com o Período Aberto aos Cidadãos, onde ressalvamos a intervenção de um munícipe na tentativa de saber mais uma vez, se o Cruzeiro de Vale Rosal será ou não preservado com a construção do IC32.
À sua questão, foi respondido pela presidente da câmara aquilo que o povo chama de "Nim", ou seja, mais uma vez, quando não lhe convém a questão sacode literalmente a água do capote ficando a população sem saber se o nosso património histórico será salvaguardado ou não.
Da nossa parte temos muitas dúvidas.
Foi ainda confrontada por moradores do Vale da Sobreda que estão muito preocupados com a sua situação e abandono a que estão votados pela câmara municipal que não olha para as suas preocupações que são graves, respondendo a presidente da câmara que está atenta a situação. Está atenta há 35 anos?!
Na entrada da discussão das Moções apresentadas, o CDS apresentou a moção para defender e preservar o Cruzeiro de Vale Rosal, uma moção onde propunha espaço para a oposição no boletim mensal utilizado para propaganda da câmara municipal, e a moção a favor da preservação das Terras da Costa.
A todas elas o Partido Comunista e os Verdes votaram redondamente contra, apresentando como justificação que o CDS quer é fazer barulho e insistir na cruzada cega contra a câmara municipal.
O CDS não quer deitar abaixo a câmara por deitar, nem diz mal por dizer, assim o faz pois, esta câmara municipal já não tem condições para manter uma governação séria sendo muitas das vezes despesista e incumpridora das suas obrigações.
O CDS continuará a defender o património histórico do concelho, como continuará a defender as Terras da Costa contra o crime ambiental e a especulação imobiliária, como se baterá pela institucionalização de uma participação democrática mais transparente e igual para todos.
A restante oposição absteve-se nas moções do CDS. Menos mal. A oposição já está a reagir ao CDS. Esperemos que assim continue e deixe de ser acanhada, pois correm o risco de ser fortemente penalizada pelos almadenses que simpatizam cada vez mais com o CDS.

O Bloco de Esquerda começou por apresentar uma Moção segundo o titulo "Contra o Racismo" o que pensamos que é uma falácia e uma tentativa de arrastar o voto favorável apelando à emoção.
O tema era a situação de expulsão da comunidade cigana romena pelo governo francês.
Achamos nós, para além de uma tentativa de ingerência de um país soberano, a moção pelas razões apresentadas, não são suficientemente fortes para justificar o voto favorável do CDS pois, limita-se a chamar de racista indirectamente à França, o que para quem sempre lutou contra as ditaduras e forças xenófobas e racistas como por exemplo a Resistência Francesa, é exageradamente fora do contexto, e para marcar agenda.
Voto Contra da bancada do CDS, votos favoráveis de toda a oposição embarcando no politicamente correcto mas quiçá, pensando como CDS.
A Moção Ecalma, apresentada pelo Bloco de Esquerda onde propõe alterações ao modo de actuação da empresa municipal desce à Comissão de Líderes sendo debatida hoje.
No que respeita à Moção do Metro Sul do Tejo, a mesma foi proposta e votada ponto por ponto tendo tido fotos favoráveis de todas as bancadas municipais em todos os pontos da votação, com excepção da abstenção da CDU no ponto 3.
No que respeita à Moção do Orçamento de Estado teve os votos favoráveis de todas as bancadas à excepção do PS que como era de esperar votou Contra.
A CDU/Partido Comunista, apresentou como moção um melhor MST nomeadamente a junção do passe social aos seus utentes. Pena que não pense fazer o mesmo em relação ao Flexibus. Teve voto por unanimidade.
No que respeita ao Hospital Garcia de Horta, onde se pede uma maior intervenção a votação foi também por unanimidade.
De realçar ainda a moção apresentada pelo Partido Comunista onde impede as grandes superfícies de abrirem ao Domingo, o que iria criar mais precariedade laboral e asfixiar ainda mais o comércio tradicional. Teve o voto favorável do CDS e o voto contra do PS e PSD.
Vamos ver se não há depois uma jogada de bastidores contornando a lei e permitindo na prática a sua abertura.
De ressalvar a moção apresentada pelo PSD a favor de um Terminal Rodoviário que já faz imensa falta na cidade de Almada, pois, é um ponto de convergência de transportes e passageiros sendo praticamente a porta Sul de Lisboa, e neste momento é deficitário. Votos favoráveis por unanimidade.
De relembrar que a intervenção da presidente da câmara Maria Emília de Sousa, à resposta à moção na defesa das Terras da Costa pelo CDS/PP, em nada vem adiantar as suas falsidades sobre o assunto tendo mesmo mandado distribuir pelas bancadas municipais um documento que em tudo distorce a verdade dos factos, chegando mesmo a intimidar no final do documento quem se oponha ou discorde dos seus intentos.
À senhora presidente Maria Emília de Sousa, respondemos que não vale a pena ir por ai, até porque, o CDS não está sozinho nesta luta e mais tarde ou mais cedo terá uma grande surpresa que a fará com certeza absoluta desistir deste crime ambiental e social em que insiste; é que o CDS também percebe de leis e também tem memória......
A resposta à Moção do Cruzeiro foi uma cópia do que já tinha respondido ao munícipe, e em resposta à Moção do Boletim (Pasquim Municipal do Executivo) respondeu um deputado municipal do Partido Comunista, que o respectivo boletim, é exclusivamente para o executivo e que não abre mão à oposição. Os munícipes tirem as suas conclusões.
O CDS/PP apresentou ainda um voto de pesar pelas mortes dos bombeiros ocorridas neste verão ao serviço de todos nós e do nosso património. Aprovado por unanimidade.
Houve ainda tempo por parte da CDU através de uma Declaração Política como já tivemos oportunidade de aqui postar, de fazer o seu famoso papel de vitimização para conspurcar as paredes do concelho com frases ditas em prol dos trabalhadores mas que não passam de exaltações a ditadores extremistas que felizmente o mundo rejeitou. Não merece muitas linhas de resposta.

No ponto de apresentação da actividade municipal a presidente da câmara como já vem sendo hábito, limitou-se a fazer a sua propaganda em estilo de comício com os habituais ruídos de fundo e apupos lamentáveis vindos inclusive das claques organizadas no público sempre que a oposição discordava quer do rumo da política executiva, quer da forma atabalhoada como ela é apresentada em cadernos aos deputados à excepção do SMAS onde a apresentação é muito cuidada e rigorosa.
O CDS teve ainda oportunidade de denunciar mais uma vez, o abandono em que se sentem os habitantes do Vale da Sobreda, onde lhes cortaram mais uma das poucas entradas que os mesmos têm para acesso às suas casas. O CDS estará atento ao desenrolar da situação, pois pelos vistos mais nenhum partido tem interesse neste problema do Vale da Sobreda.

Na discussão e votação da restruturação dos serviços quer da CMA quer do SMAS, o CDS tem uma visão pessimista deste desgoverno despesista e clientelista (pode consultar a posição e discurso do CDS no blog almadaXXI.blogspot.com neste ponto).
O CDS votou contra este ponto, e absteve-se no que indica a organização do SMAS pois, ainda vai sendo um organismo que funciona mais ou menos bem comparando com a própria estrutura da CMA.
Ainda na organização do SMAS a restante oposição tal como o PCP votaram a favor.
Já no que respeita à organização da câmara municipal os votos contra foram do CDS, PS e PSD com os votos a favor do Partido Comunista e do já esperado Bloco de Esquerda que é um apêndice e tem sido o balão de oxigénio da CDU ínclusive tendo já feito uma "vítima" na sua bancada municipal.
Na questão da Derrama municipal o CDS votou contra a aplicação de mais uma taxa aos comerciantes e ás empresas já de si asfixiadas.
No Imposto sobre Imóveis o CDS teve liberdade de voto, pois se é verdade que em tempo de crise e com falta de incentivos muitos proprietários não têm verbas nem lucros para fazer obras de reabilitação, é também certo, que muitos deles de forma desleixada e passiva não cumprem com as suas obrigações deixando propositada e "inteligentemente" degradar os edifícios colocando em riscos a segurança de bens e munícipes.
Há urgente necessidade de haver um diálogo aprofundado nesta a matéria sob pena de termos uma cidade cinzenta e degradada.
O deputado municipal António Pedro Maco absteve-se, e o deputado municipal Fernando Pena votou contra.
No último ponto estava em discussão a alienação de parcelas de terreno para a construção de parte do troço do IC32 ao que o CDS, informa que além de ser apresentado em cima da hora é insuficiente para uma boa e consciente interpretação dos factos, e jamais o CDS/PP, passará um cheque em branco a este executivo que finge que governa o concelho de Almada.

P.S. - Se alguns dos sentidos de voto indicados não correspondem ao verdadeiro sentido de voto, as nossas antecipadas desculpas pelo lapso.









domingo, 17 de outubro de 2010

Deputado Municipal António Pedro Maco na Comunicação Social

Os Sitiados

Já tivemos oportunidade de informar os Almadenses que existe no concelho de Almada, um lugar onde o saneamento básico não chega a todas as casas, não há transportes públicos e as estradas não são asfaltadas o que podemos desde logo imaginar o martírio de quem lá vive nomeadamente no inverno onde há uns anos atrás, indirectamente causou uma vitima mortal. O agudizar da situação dá-se com o fecho de uma das entradas para o Vale sem dar qualquer alternativa, mais precisamente, a entrada da Quinta do Pocinho, situação esta que está a desesperar os moradores do Vale da Sobreda. O fecho desta via já de si em mau estado mas que servia os interesses dos moradores, foi feito sem qualquer aviso prévio, ignorando e demonstrando uma falta de respeito e sensibilidade pela vida das pessoas.

Precisamente uma das soluções pretendidas pelos mesmos e que não está a ser tida em conta, incompreensivelmente, é a manutenção do túnel inferior à VL3 que possa ser utilizado como via pedonal e rodoviária, deixando passar quer transeuntes quer automóveis, o que implicaria até uma maior segurança para a circulação de pessoas e bens.

Segundo parece, não está prevista a reabertura da mesma via como pretendem também, deixar apenas o referido túnel como via pedonal indo totalmente contra os desejos e aspirações dos moradores.

Existem alternativas e propostas que sem qualquer explicação não estão de todo a ser atendidas pelas entidades competentes nomeadamente a Câmara Municipal de Almada.

Os moradores não obtiveram até ao momento qualquer resposta depois das várias tentativas de diálogo.O CDS conhece o Vale da Sobreda, visitou o Vale da Sobreda, e estará atento ao desenrolar da situação que começa a ser insustentável.

Decorreu nas instalações do Inatel na Costa da Caparica, um Seminário organizado pela concelhia do CDS/PP de Almada com o apoio da Distrital, da secretaria-geral e com a mobilização de todo o partido com o tema Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade - Solos Agrícolas Um Bem Comum. Do mesmo fizeram parte ilustres oradores como o Ministro da Agricultura António Serrano, o Eurodeputado do CDS/PP Nuno Melo, o Arqº Gonçalo Ribeiro Telles, o Prof. Eugénio Sequeira entre outros, que deixaram o seu ponto de vista acerca da necessidade de o país ter mais atenção à utilização dos seus solos e do investimento maior na agricultura como fonte de sustentabilidade e económico. Perante uma sala cheia reservada para o evento, tivemos ainda oportunidade -fazia parte do programa do painel- de ouvir as denuncias feitas pelo deputado municipal do CDS Fernando Pena e a Engª Maria Palmira Gonçalves, onde puderam expor publicamente as atrocidades que as várias entidades têm vindo a fazer nas Terras da Costa. É uma luta pela preservação do património natural, agrícola, e da manutenção de postos de trabalho que o CDS não se calará, e tem o apoio e ajuda nesta causa já de várias entidades que se preparam para impedir que o betão e o capitalismo desenfreado se sobreponham à paisagem natural e a futuro das gerações vindouras.

António Pedro Maco

Deputado Municipal CDS/PP

Via Notícias de Almada

sábado, 16 de outubro de 2010

D. Carlos Rei de Portugal - O Diplomata

Sugestão
No ano em que se comemoram os 100 anos do golpe de estado republicano em Portugal, sugerimos a leitura do Rei que marcou inevitavelmente o curso da nossa História.
Rei esse, também apanhado nas circunstâncias da História politico-social conturbada e agitada na época, que nem mesmo a sua conhecida veia diplomata lhe desviou do seu triste fim.
No seu reinado deparou-se com as piores crises contemporâneas que há há memória tendo culminado com o seu assassinato às mãos dos republicados revoltosos mais precisamente, às importadas carbonárias.
O Ultimato inglês, a ditadura do governo de João Franco que deixava o próprio Rei fragilizado, as sucessivas revoltas por terras de Ultramar como também, as cada vez mais apertadas investidas republicanas e dos "adesivos" que conspiravam a cada esquina, levou ao canto do cisne de um Rei, que sendo um pacifista, veio a tombar literalmente aos pés de uma teia de interesses e jogos políticos que não olhavam a meios para atingir os seus fins.