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domingo, 22 de dezembro de 2013

Assembleia Municipal de Almada - Partido Comunista chumba Feira do Mar na Costa da Caparica


  Assembleia Municipal Almada Tomadas de posição do CDS-PP*

Decorreu nos dias 18, 19 e 20 de Dezembro, na localidade do Feijó, a segunda sessão da Assembleia Municipal de Almada (AMA) do mandato 2013/2017, onde o CDS-PP pelo Deputado Municipal António Pedro Maco apresentou um Projecto de Recomendação.

No Período Antes da Ordem do Dia, o CDS-PP apresentou à assembleia um Projecto de Recomendação onde recomendava à Câmara Municipal de Almada (CMA) que criasse, promovesse e tomasse toda as diligências necessárias para que se realizasse na Costa da Caparica todos os anos uma Feira do Mar onde estivesse representado todo o sector que directa e indirectamente dependa do mesmo, à semelhança de outros festivais e feiras que ocorrem por esse país fora e que atraem milhares de visitantes aos certames.

Mais uma vez, a maioria comunista votou contra a proposta do CDS-PP e, para não variar, com argumentos que voltam a roçar o ridículo e incompreensível. Afirma a bancada do partido comunista que vota contra pois, a assembleia municipal não é nenhuma empresa de eventos(!). Argumentos como estes, se não fosse uma oportunidade perdida para o concelho, tinham entrada directa num anedotário político nacional a juntar a outros que já nos habituou o PCP na AMA.

Lamentavelmente, o concelho e a Costa da Caparica, perdem mais uma vez, a oportunidade de ver a cidade com um evento anual que traria um enorme desenvolvimento à Costa da Caparica, tal como exemplo a Festa da Sardinha em Portimão, o Festival do Marisco em Olhão, ou a Feira do Chocolate em Óbidos, só para deixar alguns exemplos comparativos, e que os municípios souberam muito bem explorar e reverter em favor da sua economia, dos seus produtos locais e das suas gentes.

Em Almada o sectarismo bacoco e oportunista do Partido Comunista, impede que o mesmo evento seja realizado. 
Perde o sector turístico da freguesia e do concelho, perde a economia local, e perdem todos aqueles de quem de uma feira desta envergadura veria o seu negócio rentável. 

A Costa da Caparica, infelizmente, é o espelho do desinvestimento, do esquecimento e do sectarismo cirúrgico da câmara de Almada para com a freguesia que sempre rejeitou o partido comunista para comandar os seus destinos. As potencialidades da Costa da Caparica, não só naturais e paisagísticas, mas também a sua situação geográfica e a força e persistência das suas gentes, leva a que um evento com esta importância que é o Mar, fosse benéfico para o investimento, atracção e fixação de pessoas e bens.

Vamos continuar, por incúria e falta de visão estratégica por parte da CMA, a ver os almadenses a deslocarem-se para outros pontos do país, nomeadamente o Algarve, tal como os potenciais visitantes e turistas da capital, para usufruírem deste tipo de certames que muita gente tem atraído e muito bem tem feito aos municípios onde eles se realizam.

Já em mandato anterior na Assembleia de Freguesia da Costa da Caparica, o representante do CDS-PP fez aprovar uma moção onde se pretendia a realização da Feira da Agricultura na Costa da Caparica, o que, até ao momento, não temos qualquer informação sobre o seu desenrolar. 

O CDS-PP não só denuncia a falta de exploração dos recursos humanos e naturais da Costa da Caparica, como continuará a pugnar pelo seu desenvolvimento sustentável e duradouro contrastando com projectos megalómanos e mal planeados de custos elevados e quase sem retorno practico, como tem sido o trágico Pólis da Costa da Caparica.

De realçar que além do voto contra por parte do partido comunista, o PAN, que normalmente só usa o seu direito de eleito nas votações, mas em Democracia é assim e temos de respeitar, o Bloco de Esquerda, este último sem uma razão plausível afirmando que o CDS-PP quer é festas(!), mais uma vez a Democracia e a opinião alheia tem de ser respeitada, tal como o Partido Socialista onde se inclui o Presidente da Junta de Freguesia da Costa da Caparica, abstiveram-se, permitindo que os votos da bancada da CDU chumbasse a proposta do CDS-PP. A Bancada Municipal do PSD juntou-se ao CDS-PP e deu o seu voto favorável.

*a restante informação sobre a sessão da mesma assembleia estará disponível agora em Janeiro na Revista Online da Concelhia do CDS-PP "Almada Popular"

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

CDS-PP Almada defende verba do Orçamento de Estado para a Freguesia da Trafaria/Caparica


O CDS-PP em Almada defende que o próximo Orçamento Geral do Estado deve conter uma verba destinada à construção do quartel da GNR da Costa da Caparica, como também uma verba destinada à conclusão das obras da Escola Secundária do Monte da Caparica.

No que concerne a esta última, é já do conhecimento público, as dificuldades e desconforto que quer alunos quer professores têm em termos de falta de condições condignas para a realização das suas aulas quer em segurança, condições de higiene e conforto. De lembrar, que o problema surgiu com o fracassado e despesista programa Parque Escolar que não permitiu que as obras naquela escola fossem concluídas ficando inutilizado muito equipamento, que muita falta faz ao meio escolar. A situação já tem sido alvo por parte da JP Almada que terá mesmo reunido com o Secretário de Estado da Educação João Casanova, onde mostrou uma enorme preocupação com a espera na resolução deste impasse. Segundo consta, a referida escola, está já referenciada como prioritária para que, logo que possível, veja resolvida a sua situação.

Também com o secretário de estado, mas da Administração Interna, já terá estado a concelhia do CDS-PP de Almada, onde demonstrou a sua preocupação na resolução e concretização do novo e necessário quartel da GNR para a freguesia da Trafaria/Caparica, há muito esperado e, como parece, com algumas incongruências entre a Câmara Municipal de Almada e o Ministério da Administração Interna. 

A existência de inúmeros pólos de ensino, como o universitário, pólo empresarial e mesmo sector de serviços, tal como as características sociológicas e muito específicas, urbanas e mesmo rurais, levam a que a necessidade da existência, há muito esperada, de um posto da GNR na freguesia agora alargada, seja uma prioridade. 
Tendo em conta que as questões de segurança potenciam o bem-estar, investimento e atracção de pessoas e bens para o desenvolvimento da localidade, o CDS-PP Almada defende que o diálogo entre as entidades responsáveis pela sua resolução seja o mais profícuo e concertante possível, e que esteja contemplada uma verba especifica no Orçamento de Estado para 2014 para a construção do imóvel destinado a instalação dessa força de segurança que tanta falta faz na freguesia.

De realçar, que o Grupo Municipal do CDS-PP, tendo em conta a preocupação com a segurança de pessoas e bens no concelho de Almada, apresentou um Projecto de Deliberação na Assembleia Municipal de Almada onde propunha a instalação de vídeovigilância, onde estaria incluída a respectiva freguesia. 
A mesma foi chumbada com os votos do partido comunista.

domingo, 23 de junho de 2013

Autárquicas 2013 - CDS-PP quer festejos de São João de volta ao Largo do Tribunal e Jardim do Castelo


Autárquicas 2013 - Almada  

CDS-PP quer festejos de São João de volta ao Largo do Tribunal (Antigo) e ao Jardim do Castelo

Celebra-se mais uma data do santo padroeiro de Almada, São João, santo que leva anual romaria da Igreja de Santiago (Jardim do Castelo) até à Capela da Ramalha sendo motivo para a mobilização não só de inúmeros fiéis, como outros muitos almadenses que se juntam todos os anos para celebrar o dia da cidade.

Não obstante as Marchas da Cidade que louvamos a sua realização, o CDS-PP em Almada, pugnará e promoverá o regresso das festividades dos Santos Populares nomeadamente o S.João, ao Largo do Tribunal (Antigo) e ao Jardim do Castelo como durante vários anos se realizou e que movimentou milhares de almadenses e de visitantes. 

Entende o CDS-PP que a concessão e exploração desses espaços (restauração) deverá ficar a cargo das paróquias e/ou das colectividades nomeadamente as de cariz social e humanitário, contribuindo para a ajuda social em prol dos que mais precisam divertindo ao mesmo tempo os almadenses e todos aqueles que nos visitarem.  

No âmbito ainda do dia da cidade, pugnar também, para a promoção e criação com grupos de teatro, escolas, centros de dia, colectividades, comércio e as demais forças vivas do concelho tal como toda a população que se queira juntar, para que se possa realizar uma verdadeira e única festa e feira medieval na zona de Almada velha, recriando a tomada do Castelo, contribuindo para o aprofundar da história da cidade atraindo visitantes promovendo o desenvolvimento do comércio e o pulsar das nossas gentes.

De relembrar que o sectarismo bacoco do partido comunista chumbou em Assembleia Municipal de Almada uma proposta do Grupo Municipal do CDS-PP para que fosse inaugurado no Jardim do Castelo um busto alusivo a D. Sancho I, sua alteza real que atribuiu o Foral à cidade de Almada deixando mais uma vez a nu, que há quem viva amarrado a dogmas completamente incompreensíveis colocando os interesses ideológicos à frente dos interesses de Almada.

Promover a cidade e o concelho mostrando e vivendo a sua cultura, os seus usos e costumes, muitos deles perdidos e esquecidos no tempo, o seu património material e também imaterial, é a aposta do CDS-PP para uma nova Almada virada para o turismo e lazer das populações.   

Temos Soluções.

O CDS-PP Almada 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Esclarecimento - Terminal de Contentores da Trafaria


À atenção dos militantes e munícipes de Almada 

Terminal de Contentores na Trafaria

Está a passar nos órgão de comunicação social que todos os partidos representados na Assembleia Municipal de Almada estiveram hoje na dita concentração de última hora promovida pela Câmara Municipal de Almada na Trafaria, e que na mesma concentração foi aprovada por unanimidade uma moção contra a transferência do mesmo terminal para a Trafaria.

Posto isto, convém esclarecer que o CDS-PP não só, não esteve presente na mesma concentração (esteve sim, a trabalhar no projecto autárquico na sua sede) e nem a dita, tem legitimidade para aprovar moções sejam de que âmbito forem pelos simples facto daquele órgão não existir. 

Mais uma vez, a CMA tenta manipular a realidade com manobras fantasiosas de verdadeiro rancor a tudo o que vem do poder central. 

O CDS-PP mais uma vez afirma, que não entra em hipocrisias nem discursos demagógicos só porque se está à beira de eleições autárquicas para ficar bem aos olhos do eleitorado. Já o aconteceu nas Terras da Costa onde contra tudo e contra todos tomamos uma posição totalmente em defesa das mesmas ao contrário das restantes forças políticas representadas em Almada.

Assim sendo, o CDS-PP em Almada não tomará qualquer posição oficial sobre o assunto em questão sem antes conhecer, analisar e discutir, seriamente, os prós e contras, o impacto ambiental na localidade e na região, as contrapartidas e os benefícios e os prejuízos ou dividendos que o projecto possa trazer para o concelho e, ai sim, tomaremos uma posição oficial tendo em conta a apreciação que for feita. 

O CDS-PP em Almada está longe de alinhar no politicamente correcto só porque se está em ano de eleições 

O CDS-PP Almada

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A Hipocrisia do Partido Comunista (em Almada)



Não nos espanta a já desmedida hipocrisia dos comunistas, neste caso, em Almada falamos, onde muito se vão arvorando de uma ética e conduta imaculada, mas á primeira oportunidade revelam toda a pesporrência, hipocrisia e cinismo ao mais alto nível tratando os munícipes e a oposição com desdém, nutrindo pelos mesmos uma gritante falta de respeito democrático.

A indignação do CDS-PP fundamenta-se pela nova "obra" de fachada eleitoralista (uma entre as muitas que começam a proliferar por todo o concelho) na freguesia da Caparica onde foi instalado um "Ginásio ao ar livre" (máquinas de fitness adaptadas ao meio).
Clarificando, desde já, a nossa posição, o CDS-PP entende que a sua instalação é, de todo, uma mais-valia e um enorme contributo para o desenvolvimento da freguesia e atractividade do espaço público e urbano, há muito desprezada pelo poder comunista em Almada, e que agora, talvez à boleia da nova (re)organização territorial que dali advirá, começou a tentar fazer (à pressa) os investimentos que a Caparica necessita alicerçado no receio de perder mais uma influência local vendo o seu domínio relegado para as prateleiras da posteridade.

Posto isto, e clarificando a posição do CDS-PP Almada sobre o assunto, não podemos deixar passar em claro, a hipocrisia do partido comunista quando em Assembleia Municipal de Almada (AMA) realizada na Cova da Piedade, o Grupo Municipal do CDS-PP apresentou uma Moção para que fossem instalados os mesmo aparelhos de "ginásio ao ar livre" no parque da cidade - Parque da Paz - Centro Sul, para que a população do concelho e os seus visitantes pudessem usufruir de forma gratuita uma actividade que, muitas das vezes, encarece o orçamento familiar tendo em conta uma política de bons costumes e de uma vida sã e saudável. A proposta do CDS-PP, não era nada mais nada menos, do que o mesmo que agora foi implementado na freguesia da Caparica.
Todavia, o cinismo oportunista do partido comunista que em AMA mascarado de CDU, através do seu grupo municipal que suporta o executivo, chumbou a mesmo proposta alegando, pasme-se a ignorância, que os ditos aparelhos necessitavam da permanência de um médico(!).

O CDS-PP espera que fundamentado na mesma consideração do partido comunista para chumbar a proposta do CDS-PP que na Caparica, os seus utilizadores terão a oportunidade de ter um médico, quiça cubano, à sua disposição.

O Partido Comunista em Almada comporta-se como um verdadeiro servidor das politicas eleitoralista da Câmara Municipal de Almada continuando a tratar os almadenses como uns verdadeiros tolos afundando cada vez mais, as verdadeiras oportunidades de termos um concelho desenvolvido e atractivo virado para os desígnios do futuro.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Grupo Municipal do CDS-PP - Em Protesto


Até ao presente momento, o Grupo Municipal do CDS-PP em Almada, não recebeu qualquer convocatória para estar presente na 2ª Comissão Permanente (Acção Social e Cultural) da Assembleia Municipal de Almada (AMA) tendo em conta o facto que na próxima segunda-feira, é dia 31 de Dezembro, sendo o último dia do ano possível, para a realização da reunião da respectiva comissão visto que, o Regimento da AMA no seu 91º Artigo, estabelece que devem ser realizadas (no mínimo) três reuniões de cada Comissão Permanente. Acontece que por "norma", há excepção da Comissão de Líderes, estas comissões só têm vindo a reunião uma vez por ano, o que é manifestamente pouco ferindo o regimento.

O CDS-PP manifestou a sua indignação na ultima AMA realizada no Laranjeiro, questionando directamente a presidente da 2ª comissão (indicada pela CDU) sobre a realização da mesma até ao final do presente ano. A resposta não podia ter sido mais esclarecedora(!) para confirmar as atitudes anti-democráticas do partido comunista em Almada, ou seja, perante a questão levantada pelo deputado municipal do CDS-PP António Pedro Maco, nem a presidente da comissão nem o próprio presidente da AMA, também do partido comunista e que deve lesar pelo bom funcionamento e transparência dos trabalhos da mesma, deram qualquer resposta tendo mesmo este último, dado por encerrado o debate e a respectiva sessão.

Concluindo, neste caso, a 2ª Comissão Permanente acabará o ano de 2012 sem uma única reunião indo contra o cumprimento do Regimento.

Há, em Almada, quem ande a brincar á Democracia denotando reservas ao diálogo ou mesmo medo do confronto político.

As Comissões Permanentes, como o próprio nome indica, devem ser reuniões de trabalho assíduas e contínuas para não só, o acompanhamento de toda a actvidade municipal, como também, para que possam ser apresentadas e discutidas propostas, opiniões e pontos de vista por parte dos partidos com assento na AMA, podendo as mesmas ouvir ou convocar representantes de instituições, entidades ou mesmo cidadãos para o aprofundamento e esclarecimento das variadas matérias incluídas no âmbito de cada Comissão.

O CDS-PP bem queria ouvir o Vereador António Matos e confrontar o mesmo com algumas questões que para o CDS-PP não estão devidamente esclarecidas ficando desta forma, impossibilitado de o fazer restando apenas fazê-lo por meio de Requerimento, antecipando, supostamente, respostas vagas, dúbias e muito imprecisas, como já nos tem vindo a habituar as respostas aos Requerimentos do CDS-PP pela Câmara Municipal de Almada.

O Partido Comunista em Almada comporta-se como um verdadeiro
regime autoritário não respeitando nem a oposição nem os cidadãos.

Não desistiremos.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Chega de fingir à democracia em Almada





Decorreu esta semana a sessão de Assembleia Municipal de Almada (AMA) na freguesia do Laranjeiro, uma das freguesias agregadas com a nova reorganização do território no concelho de Almada.
Como já vem sendo hábito, devido à falta de transparência resultante de um sistema bastante dúbio para os lados da governança em Almada, os administradores do blogue do CDS-PP de Almada escusam-se a reportar na integra, como faziam no início, os assuntos referenciados e tratados nas sessões de AMA. Contudo, há e vão acontecendo situações que dizem respeito à actividade municipal lato senso, que não podem deixar o CDS-PP em Almada calado.

Esta espécie de democracia pluralista autárquica sob a batuta de ferro do partido comunista, ou melhor, da CDU que resulta do partido comunista + os chamados de verdes que se mascaram em tempo de eleições para que o povo não se lembre quem são aqueles que defendem com unhas e dentes (ainda no ultimo Congresso realizado em Almada, o reforçaram) o Marxismo-Leninismo, e que (des)governam o concelho há mais de três décadas. São os mesmos que não se rogam de espernear nas ruas, nas empresas, nos cafés e no mais ínfimo buraco, como se de uma religião ou seita tratasse, mas que depois, não se inibem de desprezar a democracia representativa e o próprio funcionamento do poder local que tanto gostam os mesmos de passear na boca.

O CDS-PP não tem como intuito criar crispações ou folclore político; agora, não peçam é ao CDS-PP para ficar calado perante tamanha atrocidade democrática consubstanciada em falta de respeito, de consideração, de nível e de decoro para com eleitos, partidos políticos da oposição e cidadãos que ainda se dignam, e louve-se a sua intervenção de cidadania, a expor as suas propostas, opiniões ou interrogações perante o estado do concelho e das coisas vivas e, muitas delas, também mortas do concelho. Um cidadão quando se dirige a uma assembleia, seja ela de câmara ou municipal, deve dentro da ordem democrática, usar o seu direito de intervenção democrática que lhe assiste legitimado e reforçado com o direito de ser esclarecido e ouvido, como também, "fiscalizar" ele os actos e actividade política e autárquica quer dos que dirigem o município quer da oposição e forças políticas ou interventivas do concelho.

Ora, o que se passa em Almada, concelho (des)governado pela CDU, que relembre-se, não tem desde 2009 maioria absoluta na Câmara Municipal de Almada (CMA), tudo o transcrito em cima é mera quimera  circunstancial conforme o estado de disposição da cópula. Começamos por nas sessões de câmara, órgão executivo, não existirem actas onde fique registado o que cada partido e o executivo afirma ou se interroga. Estamos em Almada, relembro, e não num qualquer concelho, sem desprimor para os concelhos mais pequenos, que é (des)governado pela CDU (Partido Comunista), os arautos da Democracia.
Isto, só para se ter uma ideia de como funciona um órgão executivo em Almada onde a palavra Acta é uma miragem. Acresce, que o CDS-PP não tem (ainda) vereadores na CMA, condicionando desta forma, e muito, as mudanças que pudessem ter ocorrido ao longo destes três últimos anos.

No que respeita à restante actividade municipal em Almada, acresce o seguinte: a falta de respeito pelos partidos da oposição é abismal e carece de alguns comentários pertinentes onde os factos justificam as conclusões:
Diz o Regimento da Assembleia Municipal de Almada no Artigo 91º ponto 2 (Reuniões das Comissões) que: "As Comissões realizam pelo menos três reuniões anuais, calendarizadas pelo Presidente da Comissão nos primeiros trinta dias do ano." 
Ainda no Artigo 90.º (Competência das Comissões) na b) diz: "Apresentar à Assembleia relatórios da sua Actividade", sendo que na d) "Verificar, sem intervir na actividade normal da câmara, o cumprimento por parte desta das deliberações da Assembleia particularmente, nas Opções do Plano e do Orçamento Municipal anual", entre outras competências que não são cumpridas, simplesmente porque ou não se realizam as três reuniões estabelecidas regimentalmente ou mesmo porque nem uma vez se chegam a reunir como, até ao momento, acontece com a 2ª Comissão Permanente onde se incluem as matérias que dizem respeito à Acção Sócio-Cultural. É inadmissível como se ultraja o Regimento da AMA desta maneira numa total leviandade e passividade, ao qual o CDS-PP, nesta ultima assembleia questionou o presidente da respectiva comissão ainda em falta e simplesmente, não recebeu qualquer tipo de resposta numa desconsideração não só pelo deputado em questão que merece uma resposta cabal, mas como uma total afronta e falta de sentido democrático para com uma assembleia eleita em eleições democráticas. Usando uma linguagem vulgar, trata-se mesmo de uma tremenda lata e falta de vergonha para quem muito apregoa à Democracia. São os mesmos que no Parlamento não se inibem por batuta e meia de chamar às comissões permanentes todo aquele que pretendem arrancar uma resposta à sua medida, mas que, pelos vistos, em Almada dificultam ao máximo o livre decorrer da democracia e dos instrumentos para o seu aprofundamento.
O ano ainda não acabou, é certo. De qualquer modo, mesmo que venha a realizar-se nos próximos dias a reunião da 2ª Comissão Permanente, o que muito duvidamos, ficaram por marcar outras duas que estão previstas no Regimento da mesma assembleia.
As comissões são espaços de trabalho, de confronto de opiniões, de propostas, tal como pode funcionar como um órgão que acompanhe determinadas matérias ou mesmo inquira sobre outras tantas quando necessário mas em Almada, o poder comunista dá-se muito mal com este tipo de diálogo democrático.
Aguardemos.

Outra situação que vem sendo constante é a falta de postura permitida assiduamente, por pessoas presentes no público com tiques perfeitamente arruaceiros tentando, constantemente, desestabilizar as vozes que vão considerando ameaçadoras à ordem do poder instalado numa postura intimidatória. Este tipo de comportamento não é digno de qualquer espaço democrático num país livre.

No que concerne ao desenrolar dos trabalhos em AMA é também, o constante borborinho, complementado com o do público, que se vai ouvindo à medida que veem ameaçado os "domínios da sua rainha", muitas das vezes, ou maior parte delas, nem terem o mínimo de consciência do que se está a tratar. Interessa é desestabilizar e desacreditar. Infelizmente, tem sido recorrente ao longo dos últimos três anos.

Já no que diz respeito às intervenções da senhora presidente da câmara, pode-se concluir, que poucas são as vezes que responde convenientemente aos deputados municipais ou mesmo aos cidadãos que usam da palavra no inicio de cada assembleia. A mesma já nos habituou a um certo estilo jocoso, escarniento e de vulgar zombaria com respostas vagas, inúteis ou mesmo ofensivas para com alguns deputados, nomeadamente os do CDS-PP. A falta de rigor, a tentativa zigzaguista de contornar as questões, é por demais, recorrente numa presidente que usa maior parte do tempo a assembleia municipal para concretizar uma espécie de comício improvisado.

Só para se ter mais uma ideia do funcionamento e do que são os democratas comunistas em Almada, o acesso a maior parte dos documentos são uma miragem ou uma verdadeira epopeia só ao alcance de uma boa persistência e mesmo assim, não é crível que seja conseguido. Ao que parece, são inúmeros os processos que a CMA tem no CADA (Comissão Acesso aos Documentos Administrativos) tal é a dificuldade que criam a quem se pretende "intrometer" num feudo que julgam de sua estrita posse. Isto não pode continuar. O mesmo se passa com os Requerimentos onde as respostas são vagas e de conteúdo quase anedótico passando um atestado de incompetência aos seus signatários. Esta espécie de democracia(?) não pode continuar.

Uma câmara municipal que não respeita as sentenças dos tribunais, como foi o caso da condenação por esbulho violento recorrendo a uma ordem ilegal para (usando uma linguagem muito comum aos mesmos) roubar as terras de agricultores para manter o ego de uma teimosia que causou demasiados prejuízos morais e materiais e que a CMA se recusou a cumprir a ordem judicial. Uma câmara assim não serve mais aos almadenses.

Por fim, para já, pois muito ainda há por revelar, o Boletim Municipal de tiragem mensal manifestamente exagerada e despesista funciona como uma espécie de pasquim onde se fomenta o culto da personalidade, tal timoneiros de outra e de (infelizmente ainda) esta hora, onde a oposição apesar das verdadeiras odisseias para o conseguir não viu ainda lugar no mesmo para um espaço de livre confronto democrático de ideias, estratégias e pontos de vista que possam ser antagónicos. Tudo isto, pago com o já famoso dinheiro público apostado em propaganda e intoxicação de massas.

Ainda de relembrar que, pelos vistos, há assembleias municipais que durante o seu mandato visitam no concelho desde escolas, lares, hospitais, bombeiros, protecção civil, forças policiais, empresas e em Almada, a mesma só terá ainda visitado apenas a PSP e a GNR, tal como as Comissões Permanentes em outros concelhos funcionam de forma regular contrastando com o que se passa em Almada..
É um funcionamento autárquico com esta conduta que se quer mais para o concelho? O CDS-PP diz, não. Não queremos mais almadenses de primeira e almadenses de segunda. Queremos que a Democracia em Almada seja plena e justa sem atropelos e sem cidadãos espúrios.

Basta!

sábado, 13 de outubro de 2012

Artigo de Opinião Por Juventude Popular de Almada

                                                                                          

Presidente da Câmara “enche chouriços” em vez de responder às questões dos munícipes

No passado dia 28 de Setembro realizou-se a Assembleia Municipal de Almada na sociedade Pragalense e, como é normal acontecer em todas as assembleias, houve munícipes que participaram na parte das intervenções ao público tal como está descrito por lei e como é seu direito. 
Um dos municipes, e militante da Juventude Popular de Almada, abordou os temas da segurança (reforço policial e colocação de câmaras de videovigilância) e da iluminação pública junto às universidades do nosso concelho: FCT e Egas Moniz, colocando como questão clara e objectiva o facto da Câmara Municipal poder colocar câmaras de videovigilância junto às universidades e às duas paragens de metro e de “risco”na zona do Monte da Caparica: Monte da Caparica e Universidade. Além disso, este cidadão colocou também outra questão clara e objectiva: o aumento de candeeiros públicos naquela zona. A última questão colocada por este munícipe teve a ver com o reforço policial nesta área problemática do concelho. A estas três questões, a Presidente da Câmara só respondeu à última, dizendo que Almada é um concelho seguro e que se estão descontentes com a falta de segurança, falem com estas porque isso não é um assunto que diz respeito à Câmara Municipal. 
O outro munícipe que tomou da palavra trouxe “à baila” o problema do estacionamento na cidade, nomeadamente na zona do Pragal, argumentando que tendo dístico de residente nesta área, para estacionar o carro junto à zona que tem direito, muitas vezes tem de dar 6 ou 7 voltas ao quarteirão para poder estacionar o seu carro, uma vez que no lugar que lhe está destinado, estão estacionadas viaturas que não possuem o dístico de residente e que portanto não devem estacionar naqueles lugares. Após esta argumentação este cidadão recomendou/pediu de forma precisa e objectiva que a ECALMA passe a supervisionar (exercer vigilância) nesta zona de estacionamento do Pragal e inspecionar as viaturas que têm ou não dístico de residente de forma a que quem possua o dístico tenha prioridade, relativamente aos outros, visto que muitos dos que estacionam naquela área, não têm o tal dístico. A esta questão a Presidente da Câmara não respondeu, uma vez que excedeu o seu tempo de “antena”a “encher chouriços” e a ocupar todo o tempo de forma demagógica. No entanto, o vergonhoso desta acção por parte da Presidente é que não cumpriu o ponto 7 do artigo 39º do regulamento “Intervenção dos Cidadãos nas Reuniões da Assembleia Municipal” que passo a citar: “No caso da Câmara Municipal ou algum Deputado Municipal desejar prestar informações ou esclarecimentos aos Munícipes intervenientes, será imediatamente aberto um período destinado a esse fim por tempo global não superior a 30 minutos e distribuídos proporcionalmente”, nem teve o bom senso, nem o civismo, nem a boa educação de pedir desculpa por não ter tempo de não lhe responder à questão.
São estas acções vergonhosas desta nossa Presidente que nos levam a assumir e a querer uma mudança neste nosso grande concelho.

Almada por todos, todos por Almada!


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Reforma Administrativa Local - Freguesias de Almada



A tão esperada sessão de Assembleia Municipal de Almada (AMA) extraordinária para discussão da Reforma Administrativa Territorial de Almada realizou-se, finalmente, para se apurarem as posições oficialmente como manda a lei, dos partidos políticos que compõem a AMA.

Uma nota que não podemos deixar passar em branco, é a falta de respeito, de educação e civismo, tal como podemos mesmo arriscar, a tentativa de boicotar as vozes incomodas dos intervenientes que apoiam a reforma administrativa por parte de alguns cidadãos que se deslocaram para assistirem à discussão do plenário local. Recorde-se que no articulado de normas que especificam os direitos e deveres dos cidadãos no seu exercício da democracia participativa (sob consulta na página da AMA), o ponto III referentes as reuniões públicas (Normas de Permanência dos Cidadãos) obriga o seguinte:

1 - As sessões de assembleia são públicas
2 - A nenhum cidadão é permitido, a qualquer pretexto, interromper os trabalhos das reuniões ou perturbar a ordem da assembleia, intrometer-se nas discussões ou aplaudir ou reprovar as opiniões emitidas, votações feitas e as deliberações tomadas, sujeitando-se os infractores às sanções previstas na lei.
3 - Em caso de quebra de disciplina ou da ordem cabe ao Presidente, sem prejuízo do número anterior, mandar sair do local da reunião o prevaricador, sob pena de desobediência nos termos da lei pena. 

Pode-se até compreender uma determinada benevolência por parte de quem dirige os trabalhos da AMA, mas, no nosso entendimento, a última assembleia viu excedida de forma abusiva os à partes e mesmos alguns impropérios por parte de quem assistia à mesma, tendo o deputado municipal do CDS-PP Fernando Pena, interpelado a mesa sobre a condução dos trabalhos. Não será com este tipo de manifestação abusiva que se dignifica a Democracia e atrai as populações para a participação cívica. É importante e fundamental o respeito mútuo pelas opiniões contrárias devendo as mesmas serem manifestadas e apresentadas de uma forma ordeira e pacifica.

Lamenta-se este tipo de postura que o CDS-PP não está disposto a pactuar e que o denunciará sempre que estiverem em causa os direitos fundamentais e as liberdades e garantias do exercício democrático e de cidadania.
.
Mais se denuncia e repudia, a manifesta falta de isenção e imparcialidade pelo respeito democrático e liberdade dos cidadãos e das posições das forças políticas, neste caso, com representação da AMA, quando à entrada do mesmo local, se encontrava uma faixa de enormes dimensões alusiva e a apelar a que não se extingam freguesias, num perfeito acto de propaganda dentro de um espaço e de um órgão deliberativo que merece por  parte do CDS-PP a nossa mais sentida discordância e repúdio. Cada força política terá o seu entendimento e juízo face ao novo mapa autárquico, mas jogadas para viciação do jogo e incentivo a tomadas de posição condicionadas ou meramente pressões encapotadas, o CDS-PP em Almada, rejeita veemente este tipo de manifestação que em nada contribui para o aprofundar do espaço livre e democrático.

No que diz respeito à continuidade dos trabalhos, denota-se mais uma vez, a tendência da presidente da Câmara Municipal de Almada (CMA) em abster-se de comentar ou providenciar uma resposta condigna e adequada às questões colocadas por parte dos cidadãos - para o efeito existe no Regimento da AMA o Período Aberto ao Cidadão - que merecem ser ouvidos e estarão à espera de obter resposta. Apenas um único exemplo, um cidadão do concelho insurgiu-se no seu direito sobre um assunto que diz respeito à freguesia onde reside acerca do Concurso de um projecto da CMA (Plano Urbanização Almada Poente) e que, segundo parece, há critérios dúbios e mal esclarecidos e atabalhoadamente aplicados tendo o mesmo cidadão interpelado a presidente da CMA para obter os devidos esclarecimentos às suas legitimas dúvidas enquanto munícipe. A mesma, como já vem sendo hábito, refugia-se em respostas vagas e que de esclarecimento cabal têm muito pouco. Não é assim que se tratam os cidadãos que se interessam pela vida democrática em Almada. (embora a AMA fosse extraordinária com único ponto na Ordem de Trabalhos, o período de intervenção dos cidadãos não está reservado ou confinado ao tema principal para a qual a mesma foi convocada)

Ainda no que respeita à presença do público, e que é sempre de saudar, deixamos a seguinte interrogação: apesar da sala se encontrar repleta de munícipes será mesmo, como fazem questão de afirmar a CMA e as forças contra a reforma do Documento Verde, que as populações de Almada estão também elas contra a Reforma? Se assim é, porque não se escolheu, por exemplo, o Pavilhão Municipal de Almada para poder abarcar as centenas de milhares de Almadenses que estão contra a agregação de freguesias? Pareceu-nos, uma vez mais, uma manobra de concertação para tentar descredibilizar a reforma administrativa tentando lançar a confusão de quem vai ver, com certeza, reduzido os seus caciques locais e a sua influência partidária que durante muitos anos resultaram em maiorias absolutas que pouca margem de diálogo e intervenção deixaram às oposições sérias e construtivas.

Assim sendo, foram apresentados dois documentos em votação pela AMA quer uma da CDU quer outra pelo Bloco de Esquerda. No que respeita ao Bloco de Esquerda, o mesmo insiste na necessidade de se consultar as populações em Referendo Local, "manipulando" propositadamente a Pergunta para que a mesma não seja inconstitucional. A posição do CDS-PP em Almada, e depois de discutida em Comissão de Coordenação Autárquica, seria de seguir a linha do partido a nível nacional onde entende o CDS-PP, que a resposta a dar e a discussão da sua matéria tem toda a legitimidade de o ser pelos seus eleitos sufragados pelos eleitores quer em autárquicas quer em legislativas.
Já no que respeita à Proposta de Deliberação da CDU, o CDS-PP tem a seguinte opinião: foi entregue durante o início dos trabalhos uma Proposta de Deliberação composta por um vasto número de páginas semelhante e fazendo recordar a lista das páginas amarelas onde o principal objectivo, não obstante a veracidade de muitos dos factos no mesmo inscritos, é criar a confusão e mistificar uma realidade distorcendo o objectivo da presente reforma.
O mesmo contém deliberações de juntas de freguesia, da assembleia municipal, tal como editais e documentos originários quer de deliberações da ANAFRE ou da ANMP, de outras associações e denominadas plataformas ou mesmo tomadas de posições criadas ad hoc para aprofundar o descrédito da reforma administrativa para o concelho de Almada.

Como já vem sendo norma, os partidos de esquerda, e no caso de Almada se fala, têm vindo ao longo da discussão criando uma não-discussão; nos mesmos moldes as forças contrárias ao progresso e desenvolvimento da administração local apresentam, invocam e amedrontam as populações de que as freguesias serão extintas, que haverá um corte massivo  e significativo de postos de trabalho, que haverá cortes orçamentais que impossibilitam executar as suas melhores tarefas, que as sedes físicas de freguesia irão fechar, que os mais idosos, muitas das vezes apoiados, e bem, pelas freguesias irão deixar de ter esse apoio, que deixará de haver representatividade local, entre as demais considerações que se fazem ao longo das inúmeras páginas que compõem a proposta da CDU, entendemos que todas estas justificações não fazem sentido, são desprovidas de seriedade e muito manipuladas e orquestradas para atacar uma reforma que se pretende vir a modernizar os serviços públicos locais e aproximar os eleitores das decisões dos seus representantes.

A mesma postura tem o executivo emitindo também uma não-pronuncia, onde de forma maniqueísta, usa a demagogia na tentativa de esvaziar e travar a reforma local ao qual não merece por parte do CDS-PP, a minima credibilidade.

Com uma postura sectária e reservada por parte dessas mesmas forças, e depois ter terem inviabilizado uma proposta em AMA que criasse uma comissão eventual para uma discussão profícua, seria e responsável com a presença das diversas forças vivas do concelho que pudesse enriquecer e consensualizar a melhor proposta para o concelho de Almada, entendeu o CDS-PP, não apresentar a votos a sua proposta que já é há muito do conhecimento público, pois não foram criadas nem reunidas todas as condições para que a mesma pudesse ter sido discutida com o maior respeito e a maior seriedade.

A proposta do Grupo Municipal do CDS-PP delineada pela Comissão de Coordenação Autárquica em Almada e aprovada pela concelhia do partido é pública, e vai ao encontro quer dos requisitos propostos na referida lei quer de encontro com as necessidades e diversas realidades locais no concelho de Almada, chegando à conclusão de que o concelho pode ser muito mais competitivo com uma diminuição do mapa de freguesias, onde se irá obter mais escala e uma melhor optimização dos recursos disponíveis ajudando na prosperidade e desenvolvimento ao nível local tal como uma maior participação das populações resultado da concessão de mais atribuições e competências aos órgãos de freguesia.

Estamos ao lado da Mudança.

domingo, 30 de setembro de 2012

CDS-PP Almada recomenda videovigilância para zonas problemáticas do concelho de Almada



Comunicado

O CDS-PP Almada lamenta o sentido de voto e a postura irresponsável das bancadas da CDU e do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Almada realizada na última sexta-feira, ao votarem contra a proposta de recomendação do Grupo Municipal do CDS-PP que propunha a instalação de camaras de videovigilância no concelho de Almada para que nas zonas mais críticas pudessem minimizar o impacto negativo que acarreta a insegurança contra bens e pessoas.

O sectarismo e a insensibilidade perante tal flagelo que afecta também a cidade de Almada, levam a que muitos munícipes e alunos que frequentam as faculdades no concelho não vejam a situação preocupante da criminalidade resolvida.

Como já vem sendo hábito, estas duas forças políticas já nos habituaram aos mais engenhosos subterfúgios para chumbarem as propostas do CDS-PP denotando uma falta de seriedade no tratamento de questões prioritárias para o concelho.

Para o CDS-PP Almada, a questão da video protecção de pessoas e bens é imprescindível e fará parte do leque de propostas a apresentar aos almadenses nas eleições autárquicas do próximo ano pois, entende o CDS-PP, que questões como a segurança dos cidadãos devem ficar de fora do confronto político-partidário.

Aguarda ainda o CDS-PP Almada que o impasse com a construção do quartel da GNR para a freguesia da Caparica possa ser resolvida o quanto antes, pois além da protecção dos cidadãos e seus haveres está em causa o desenvolvimento de novas infra-estruturas como pólo de atracção da freguesia e do concelho de Almada

O CDS-PP Almada

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Transpraia na Costa da Caparica - CDS-PP integro na sua defesa, o PS mudou de opinião?

Ainda sobre o Transpraia - comboio de praia que percorre as praias da Costa da Caparica até à Fonte da Telha, aprece-nos questionar a, talvez, mudança de opinião do PS em Almada sobre o mesmo senão vejamos, em Fevereiro último, o Grupo Municipal do CDS-PP apresentou na Assembleia Municipal de Almada uma Moção onde apelava ao regresso do comboio de praia ao centro da Costa da Caparica, pois, com o já conhecido e mal aplicado Programa Pólis, o mesmo foi deslocado para cerca de 1 km do local de sempre o que originou a quebra de passageiros por ano de 80% (oitenta) colocando-o em serio risco de parar para sempre. A Moção do CDS-PP foi chumbada com os votos Contra do Partido Comunista e do Partido Socialista. Curioso, ou não, é ver agora o PS que na mesma sessão de assembleia junto com o partido comunista inviabilizaram a Moção e aparecem de momento como  se fossem os guardiões do Transpraia com pompa e circunstância e muita fotografia. Que mudou entretanto? O PS lembrou-se agora que o comboio está em perigo de parar a sua actividade definitivamente? ou irá aproveitar a onda para sacudir para cima da Ministra da Agricultura a responsabilidade do mesmo? Não é justo e parece-nos uma acção apenas para marcar agenda política agora que se aproximam eleições autárquicas.

Contudo, esperemos estar enganados e que o PS tenha mesmo mudado de opinião, o que é sempre legitimo, e onde saudaríamos a sua posição.

A propósito do mesmo deixamos o Artigo de Opinião de António Pedro Maco, Presidente da Concelhia do CDS-PP Almada e Deputado Municipal onde deixa clara a posição do CDS-PP no Setúbal na Rede acerca do assunto:



Assento Parlamentar (PP)*
por António Pedro Maco
(Deputado Municipal CDS/PP em Almada)


Transpraia - singularidades de um comboio de praia


Mudam-se os tempos. Mudam-se as vontades; mas há vontades que por mais que se mudem os tempos permanecem nas opções e preferências das pessoas contrastando com o evoluir das tecnologias e das novas e modernas soluções ao dispor nesta era vanguardista que caminha em toda a linha para uma cada vez maior autonomização de máquinas e tudo o que se relacione com o quotidiano humano e suas relações na vida em sociedade.

Há contudo, imaginários que permanecem e conseguem evitar essas mesmas transformações que ocorrem à velocidade da luz e que se transportam de ano para ano, de década para década e que fazem através das gerações as maravilhas da convivência humana.

O comboio de praia, mais conhecido por Transpraia, que faz há cerca de cinquenta anos a travessia entre a Costa da Caparica e a Fonte da Telha, está em pleno virar de século, à beira de chegar ao fim da sua linha. Linha essa, não por força de desuso de quem nele se delicia ao sabor do vento de praia em praia na época estival, mas sim, porque as políticas mal pensadas e desprovidas de rigor da Câmara Municipal de Almada e sem objetivos de preservar o património local, deixam o Transpraia possivelmente este ano, na sua última viagem.

Pensado pelo seu antigo proprietário (hoje gerido por seus descendentes) o mesmo terá tido para a época, uma visão futurista e desenvolvimento da Costa da Caparica, vendo a necessidade de um transporte rápido, acessível e que percorresse e transportasse veraneantes e trabalhadores ao longo da freguesia até à fonte da telha. Terá sido, sem sombra de dúvidas, um verdadeiro mecenas local onde a sua coragem e atitude desmedida terá inaugurado na década de cinquenta o famoso comboio de praia da Costa da Caparica.

Os factos falam por si, outrora terá feito as delicias de miúdos e graúdos entre caparicanos, gente de todo o concelho, veraneantes vindos de todo o país e grosso modo, muitos dos turistas fora do país que visitavam e usavam todos os anos o Transpraia um símbolo identitário da Costa da Caparica que a câmara de Almada teima (mais um) desprezar apontando as culpas para o Programa Pólis(!)

A quebra de passageiros que tem vindo a diminuir de ano para ano, como a falta de apoios e de promoção do mesmo está a colocar a sua continuidade em causa já para o próximo ano. A isto, junta-se a machadada final dada pela Câmara Municipal de Almada (CMA), aquando e a pretexto, teimoso, do Metro Sul do Tejo (MST) para a Costa da Caparica, desviou, obrigatoriamente, o Transpraia para quase certa de 1Km para uma zona de difícil acesso e de visibilidade nula.

As queixas são muitas e o desespero de ver desaparecer por falta de clientes e investimento adequado um símbolo histórico e identificativo do concelho, e não só, leva a que o apelo para a junção de esforços na sua defesa seja de urgência permanente antes que seja tarde demais.

Para o CDS-PP, a questão não se pode apenas resumir à recolocação do Transpraia no local inicial, embora esta seja para já, a solução de recurso urgente, mas sim, a toda uma estratégia conjunta de promoção e divulgação e desenvolvimento quer da Costa da Caparica quer da zona da Fonte da Telha, localidade completamente esquecida pelo executivo comunista. Urge pensar a Costa da Caparica e toda a área envolvente que engloba a Fonte da Telha, de uma forma séria e estruturada e não como o desordenado e perdido Programa Pólis que consumiu desmesuradamente verbas do QREN completamente desperdiçadas com pequenos arranjos de recurso.

Contudo, e de momento, é necessário fazer retornar o Transpraia que chegou em tempos áureos a transportar cerca de 300 (trezentos) mil passageiros época, tal era a importância do mesmo.

O CDS-PP aposta assim, na sua continuidade como na revitalização e aumento da utilidade do comboio de praia, como parte integrante da paisagem e desenvolvimento sustentado da Costa da Caparica, sendo um chamariz e atracção turística dos milhares de visitantes da Costa da Caparica.

Nunca é de mais relembrar, que o Grupo Municipal do CDS-PP apresentou em Assembleia Municipal de Almada (AMA) em Fevereiro último, uma Moção onde se pretendia que o Transpraia retornasse ao centro da Costa da Caparica, e que a mesma foi inviabilizada com os votos Contra das bancadas do Partido Comunista e do Partido Socialista que inviabilizaram a Proposta do CDS-PP, tendo o Bloco de Esquerda e o PSD votado a favor junto com o Grupo Municipal do CDS-PP. É preciso identificar os responsáveis pela manutenção da estagnação serôdia da Costa da Caparica e os responsáveis pelo pleno fracasso que foi o Programa Pólis, sendo abusivo acusar a Ministra Assunção Cristas pelo fracasso do mesmo programa, numa tentativa de desresponsabilização daqueles que não souberam de uma forma correcta aplicar os fundos disponíveis para desenvolver a preceito e com dignidade a Costa da Caparica.

O CDS-PP informa ainda, que está solidário com o Movimento criado recentemente em torno do apoio do Transpraia, mas concluiu, não estar presente na Concentração em favor do mesmo para não partidarizar a Causa esperando que os outros também não o façam, muito menos, aqueles que votaram contra o seu retorno, como se espera que não se abarquem do mesmo outro tipo de oportunismos de circunstância.

António Pedro Maco - 07-09-2012 10:19
*Via Setúbal na Rede

terça-feira, 24 de abril de 2012

Em Protesto - Resumos das Assembleias Municipais de Almada terminam por falta de sentido democrático e de respeito aos munícipes

Aos militantes e cidadãos Almadenses:

Como devem estar lembrados, há uns meses atrás, era regra deste blogue, ser feito um resumo detalhado do que se sucedia nas Assembleias Municipais de Almada - AMA -, desde a tomada de posições dos Grupos Municipais com assento na mesma como também, o seu sentido de voto das mais variadas matérias.
Acontece que, de há uns tempos para cá, devido a situações menos próprias que se passavam nas assembleia municipais, entendeu a gerência do blogue do CDS-PP de Almada que, em forma de protesto, se ira abster de transcrever durante uns tempos os resumos dessas assembleias.
O mesmo teria sido pensado retomar há uns dias atrás, mas depois do que se passou nas três sessões de assembleia que culminou hoje no terceiro dia da mesma, entende a gerência do Blogue suspender definitivamente esses resumos detalhados até o partido comunista deixar de ter maioria na mesma assembleia.
Os tristes espectáculos que têm pautado as últimas assembleias com impropérios, calúnias, faltas de respeito, falsidades e demais situações impróprias de um local democrático de discussão política e cívica, chegaram hoje ao ponto de adjectivos e qualificações do mais baixo que pode haver e de uma rasteirada política infame de péssimo e de duvidoso gosto. Agora se percebe porque há cada vez menos cidadãos a deslocarem-se às assembleias municipais.

A CDU (coligação Partido Comunistas + Partido Os Verdes) tem maioria absoluta na assembleia (Presidente da Mesa vota com Voto de Qualidade) e não deixa margem de manobra nem abre mão de "discussão democrática" do quer quer seja; respeitamos a vontade do Povo, mas pensamos que o partido comunista, cadavérico em ideias e soluções para Almada, devia ser muito mais aberto ao diálogo arrecadando o contributo das propostas e opiniões das restantes forças políticas, mas não, ao invés disso, e no que respeita ao Grupo Municipal do CDS-PP o rancor é tanto que antes de se apresentar qualquer Proposta ou Recomendação, as mesmas já estão derrotadas à nascença, rejeita sistematicamente as propostas da oposição dando-se muito mal com as criticas.

A esta falta de abertura por parte da maioria comunista, junta-se a arrogância e prepotência de uma presidente de câmara que se faz de vitima quando lhe doem as verdades provadas e comprovadas, que não respeita sentenças de tribunais, que mente descaradamente perante uma assembleia que jurou com lealdade cumprir as funções que lhe foram confiadas pelo povo, que verborreira falsidades quando confrontada com assuntos incómodos para a sua gestão, que não coloca à disposição dos deputados municipais os meios necessários para que estes possam exercer livremente os seus mandatos, e pior ainda, denota falta de respeito e de educação ao ignorar as perguntas legitimas dos cidadãos e munícipes demonstrando um nervosismo e incomodo quando questionada pelos mesmos.

Infelizmente, a Assembleia Municipal de Almada, tornou-se um espaço amorfo, sem chama de diálogo e sem discussão séria, - a última assembleia municipal extraordinária para debater a Reforma da Administração, pautou-se por uma falta de educação tremenda e inaceitável num país democrático - para se tornar no canto do cisne de um partido comunista ultrapassado, gerontologo, bafiento e que fechado sobre si, vai, sem sombra de dúvida, sair pela porta dos fundos.
Neste mesma sessão, no primeiro dia destinado à apresentação, discussão e votação de Moções e Projectos de Recomendação, o Grupo Municipal do CDS-PP, além de uma Projecto de Recomendação para que fossem retirados da toponímia em Almada os símbolos partidários (chumbado com os votos do partido comunista, PS e Bloco de Esquerda), apresentou uma outra Recomendação para que as AMA pudessem ser gravadas em video para na integra serem disponibilizadas no site da AMA para que todos os cidadãos e munícipes possam ter acesso às mesmas. Desfecho final, Chumbado. Com os votos Contra do partido comunista e com mais três votos contra de dois deputados do PS um deles presidente de uma junta, e um do PSD também em representação do presidente de uma junta. Assim vai a nossa Democracia.....

Assim não. Deixamos aqui o nosso lamento. A Democracia em Almada está de luto e neste 38º aniversário do 25 de Abril, pouco ou nada há para comemorar, mas sim esperar que em 2013 voltemos a sorrir de novo num 25 de Novembro esperançoso.

Algumas notícias ou informações sobre a AMA podem ser acompanhadas na página oficial do Facebook do CDS-PP Almada em http://www.facebook.com/pages/Cds-pp-Almada/237834546267632?ref=ts pedindo desde já, a compreensão de todos.

No que respeita a outras notícias de outro índole continuarão normalmente neste blogue.
Serão ainda aconselhadas as respectivas Actas oficiais das assembleias municipais.



quinta-feira, 29 de março de 2012

Impropérios, incoerências, falta de respeito (democrático) e muita demagogia na Assembleia Municipal de Almada Extraordinária

Já se esperava que a Assembleia Municipal de Almada realizada ontem na freguesia do Feijó para discutir a Reforma da Administração Local fosse bastante acalorada no que respeita ao debate político, agora que se conseguisse atingir os níveis baixos entre impropérios e falta de educação, é puramente de lamentar mesmo que já não se estranhe vindo de quem vem.
O CDS-PP defendeu a sua proposta de 5 freguesias para o concelho de Almada como se colocou ao lado da mudança necessária para um outro modelo e paradigma de administração e gestão local mais moderno, simplificado e eficiente, ao qual o PSD também defendeu esta Reforma.
O Partido Comunista foi mais do mesmo, o que já se esperava, pois está na sua génese ser contra tudo e todos, não surpreendeu, pois a manutenção do status quo para não perder a força da sua representatividade e não perder lugares que vai criando para controlar tudo no concelho, é defendida a todo custo incluindo os argumentos mais inimagináveis e despicientes que se possa imaginar. Acima de tudo louva-se a coerência dos comunistas que acreditam e defendem o que pensam.
O Bloco de Esquerda é mais do mesmo, ou seja, quase nada. Não quer reforma nenhuma, acha que está tudo bem, que não se passa nada, continuando a insistir numa matéria e numa proposta de referendo local que a Constituição da República Portuguesa não permite - Artºs 240 e 164 - Não surpreendeu também.

Agora, o que não podemos deixar de lamentar profundamente e deixar passar em claro, é o exercício de profunda incoerência e desnorte por parte de um Partido Socialista que não tem respostas e ainda critica o esforço de quem está a tentar minimizar os estragos profundos que os mesmo causaram nos infortunados seis anos de (des)governo socialista. Então o principal responsável pela inclusão da reforma administrativa no memorando da troika, numa altura destas tem o descaramento de criticar a própria Reforma, tal como a proposta do CDS-PP em Almada, e tudo isto sem apresentar, ao momento, qualquer alternativa séria e credível para melhorar a proposta de Lei que os mesmo apelidam de "leizinha".
Sinceramente esperava-se por parte do PS uma atitude muito mais responsável e muito menos demagógica, embora pareça ter deixado no ar a intenção de puder ainda vir a contribuir com propostas e soluções ao invés de tentar assobiar para o lado como se não tivessem responsabilidades directas no estado em que o país se encontra e das reformas imperativas que Portugal tem necessidade e está obrigado a fazer.
Acresce ainda lembrar, que o CDS-PP em Almada não tem quaisquer dúvidas que esta Reforma tem de ser feita e está ao lado da mesma, e não tendo criticas a apontar à Reforma da Administração Local, mas sim, tem propostas para melhorar a mesma. O tempo curto que o governo e o país tem para implementar e se adaptar ao novo modelo é fruto da falta de responsabilidade do Partido Socialista que deixou o país com poucas hipóteses de decidir por si só o que é melhor para Portugal. É preciso ter memória e não cair em discurso fácil e de difícil justificação lógica e coerente.
Convém ainda que fique claro que o CDS-PP em Almada não está disponível para ser a muleta de ninguém quando dá jeito, e muito menos, está para fazer favores a quem quer que seja e esteja de máquina de calcular na mão.
O CDS-PP em Almada e no país responde perante os munícipes e os seus eleitores como partido sério e responsável que é, esquecendo-se alguns que não é pelas políticas desastrosas do CDS-PP que o país perdeu a total soberania e se encontra à beira da banca rota.
Não se pode deixar passar em branco atribuindo nota negativa, e também é isso que faz com que os cidadãos deixem de ir às assembleias municipais, é o comportamento de alguns munícipes de claque organizada e devidamente identificada presentes na zona do público onde enxovalhando desde deputados a outros munícipes, tentam intimidar e calar as vozes mais incomodas preferindo impropérios das mais variadas espécies nutrindo pelo convívio democrático e pela própria assembleia municipal uma falta de respeito profunda, e tudo isto com a benevolência do presidente da Assembleia Municipal de Almada.
Não contem mais com o CDS-PP para esta manifestação fingida de uma espécie de democracia do regabofe, da má criação e desinformação.

O CDS-PP Almada







quarta-feira, 28 de março de 2012

Reforma Administrativa das Freguesias em Almada - Assembleia Municipal Extraordinária


Realiza-se hoje pelas 21:15h no Edifício da Junta de Freguesia do Feijó, a sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Almada para discussão da Reforma Administrativa Local.
Recorde-se que esta assembleia só terá lugar porque um conjunto de deputados incluindo o CDS-PP, munindo-se do Regimento da assembleia municipal, solicitaram o agendamento da mesma pois o partido comunista tentou inviabilizá-la quando essa assembleia extraordinária foi a votos.

O CDS-PP e o seu Grupo Municipal continuarão a defender esta Reforma necessária para que no concelho de Almada se possa ter qualidade na prestação de serviços ao cidadão diminuindo as desigualdades que ainda existem de uma freguesia para a outra.
Não há reformas fáceis, perfeitas nem muito menos intocáveis; é necessário adequar os meios ao desenvolvimento dos tempos tendo, contudo, a percepção de que na mesma há pontos a rever e a melhorar para que se possa servir o cidadão com mais dignidade e mais eficiência.

Apelamos, como sempre, à mobilização dos munícipes e que, sobretudo, não se deixem levar pelo discurso do facilitismo e catastrófico.
Estamos disponíveis para dialogar, mas numa conjuntura de seriedade para que se possam ultrapassar divergências e chegar a consensos em nome da população do concelho de Almada.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Assembleia Municipal de Almada - Resumo de mais um "festim comunista"

A Assembleia Municipal de Almada decorreu dentro da "normalidade" que já nos habituamos dentro desta conjuntura politico-partidária do situacionismo estático da cumplicidade da partidocracia passiva e amorfa do agora deixas passar tu, agora deixo passar eu, e dar ao executivo de Almada, a continuidade do seu passeio do (des)governo do cencelho.
A sessão começou com o Período Aberto aos Cidadãos, onde ressalvamos a intervenção de um munícipe na tentativa de saber mais uma vez, se o Cruzeiro de Vale Rosal será ou não preservado com a construção do IC32.
À sua questão, foi respondido pela presidente da câmara aquilo que o povo chama de "Nim", ou seja, mais uma vez, quando não lhe convém a questão sacode literalmente a água do capote ficando a população sem saber se o nosso património histórico será salvaguardado ou não.
Da nossa parte temos muitas dúvidas.
Foi ainda confrontada por moradores do Vale da Sobreda que estão muito preocupados com a sua situação e abandono a que estão votados pela câmara municipal que não olha para as suas preocupações que são graves, respondendo a presidente da câmara que está atenta a situação. Está atenta há 35 anos?!
Na entrada da discussão das Moções apresentadas, o CDS apresentou a moção para defender e preservar o Cruzeiro de Vale Rosal, uma moção onde propunha espaço para a oposição no boletim mensal utilizado para propaganda da câmara municipal, e a moção a favor da preservação das Terras da Costa.
A todas elas o Partido Comunista e os Verdes votaram redondamente contra, apresentando como justificação que o CDS quer é fazer barulho e insistir na cruzada cega contra a câmara municipal.
O CDS não quer deitar abaixo a câmara por deitar, nem diz mal por dizer, assim o faz pois, esta câmara municipal já não tem condições para manter uma governação séria sendo muitas das vezes despesista e incumpridora das suas obrigações.
O CDS continuará a defender o património histórico do concelho, como continuará a defender as Terras da Costa contra o crime ambiental e a especulação imobiliária, como se baterá pela institucionalização de uma participação democrática mais transparente e igual para todos.
A restante oposição absteve-se nas moções do CDS. Menos mal. A oposição já está a reagir ao CDS. Esperemos que assim continue e deixe de ser acanhada, pois correm o risco de ser fortemente penalizada pelos almadenses que simpatizam cada vez mais com o CDS.

O Bloco de Esquerda começou por apresentar uma Moção segundo o titulo "Contra o Racismo" o que pensamos que é uma falácia e uma tentativa de arrastar o voto favorável apelando à emoção.
O tema era a situação de expulsão da comunidade cigana romena pelo governo francês.
Achamos nós, para além de uma tentativa de ingerência de um país soberano, a moção pelas razões apresentadas, não são suficientemente fortes para justificar o voto favorável do CDS pois, limita-se a chamar de racista indirectamente à França, o que para quem sempre lutou contra as ditaduras e forças xenófobas e racistas como por exemplo a Resistência Francesa, é exageradamente fora do contexto, e para marcar agenda.
Voto Contra da bancada do CDS, votos favoráveis de toda a oposição embarcando no politicamente correcto mas quiçá, pensando como CDS.
A Moção Ecalma, apresentada pelo Bloco de Esquerda onde propõe alterações ao modo de actuação da empresa municipal desce à Comissão de Líderes sendo debatida hoje.
No que respeita à Moção do Metro Sul do Tejo, a mesma foi proposta e votada ponto por ponto tendo tido fotos favoráveis de todas as bancadas municipais em todos os pontos da votação, com excepção da abstenção da CDU no ponto 3.
No que respeita à Moção do Orçamento de Estado teve os votos favoráveis de todas as bancadas à excepção do PS que como era de esperar votou Contra.
A CDU/Partido Comunista, apresentou como moção um melhor MST nomeadamente a junção do passe social aos seus utentes. Pena que não pense fazer o mesmo em relação ao Flexibus. Teve voto por unanimidade.
No que respeita ao Hospital Garcia de Horta, onde se pede uma maior intervenção a votação foi também por unanimidade.
De realçar ainda a moção apresentada pelo Partido Comunista onde impede as grandes superfícies de abrirem ao Domingo, o que iria criar mais precariedade laboral e asfixiar ainda mais o comércio tradicional. Teve o voto favorável do CDS e o voto contra do PS e PSD.
Vamos ver se não há depois uma jogada de bastidores contornando a lei e permitindo na prática a sua abertura.
De ressalvar a moção apresentada pelo PSD a favor de um Terminal Rodoviário que já faz imensa falta na cidade de Almada, pois, é um ponto de convergência de transportes e passageiros sendo praticamente a porta Sul de Lisboa, e neste momento é deficitário. Votos favoráveis por unanimidade.
De relembrar que a intervenção da presidente da câmara Maria Emília de Sousa, à resposta à moção na defesa das Terras da Costa pelo CDS/PP, em nada vem adiantar as suas falsidades sobre o assunto tendo mesmo mandado distribuir pelas bancadas municipais um documento que em tudo distorce a verdade dos factos, chegando mesmo a intimidar no final do documento quem se oponha ou discorde dos seus intentos.
À senhora presidente Maria Emília de Sousa, respondemos que não vale a pena ir por ai, até porque, o CDS não está sozinho nesta luta e mais tarde ou mais cedo terá uma grande surpresa que a fará com certeza absoluta desistir deste crime ambiental e social em que insiste; é que o CDS também percebe de leis e também tem memória......
A resposta à Moção do Cruzeiro foi uma cópia do que já tinha respondido ao munícipe, e em resposta à Moção do Boletim (Pasquim Municipal do Executivo) respondeu um deputado municipal do Partido Comunista, que o respectivo boletim, é exclusivamente para o executivo e que não abre mão à oposição. Os munícipes tirem as suas conclusões.
O CDS/PP apresentou ainda um voto de pesar pelas mortes dos bombeiros ocorridas neste verão ao serviço de todos nós e do nosso património. Aprovado por unanimidade.
Houve ainda tempo por parte da CDU através de uma Declaração Política como já tivemos oportunidade de aqui postar, de fazer o seu famoso papel de vitimização para conspurcar as paredes do concelho com frases ditas em prol dos trabalhadores mas que não passam de exaltações a ditadores extremistas que felizmente o mundo rejeitou. Não merece muitas linhas de resposta.

No ponto de apresentação da actividade municipal a presidente da câmara como já vem sendo hábito, limitou-se a fazer a sua propaganda em estilo de comício com os habituais ruídos de fundo e apupos lamentáveis vindos inclusive das claques organizadas no público sempre que a oposição discordava quer do rumo da política executiva, quer da forma atabalhoada como ela é apresentada em cadernos aos deputados à excepção do SMAS onde a apresentação é muito cuidada e rigorosa.
O CDS teve ainda oportunidade de denunciar mais uma vez, o abandono em que se sentem os habitantes do Vale da Sobreda, onde lhes cortaram mais uma das poucas entradas que os mesmos têm para acesso às suas casas. O CDS estará atento ao desenrolar da situação, pois pelos vistos mais nenhum partido tem interesse neste problema do Vale da Sobreda.

Na discussão e votação da restruturação dos serviços quer da CMA quer do SMAS, o CDS tem uma visão pessimista deste desgoverno despesista e clientelista (pode consultar a posição e discurso do CDS no blog almadaXXI.blogspot.com neste ponto).
O CDS votou contra este ponto, e absteve-se no que indica a organização do SMAS pois, ainda vai sendo um organismo que funciona mais ou menos bem comparando com a própria estrutura da CMA.
Ainda na organização do SMAS a restante oposição tal como o PCP votaram a favor.
Já no que respeita à organização da câmara municipal os votos contra foram do CDS, PS e PSD com os votos a favor do Partido Comunista e do já esperado Bloco de Esquerda que é um apêndice e tem sido o balão de oxigénio da CDU ínclusive tendo já feito uma "vítima" na sua bancada municipal.
Na questão da Derrama municipal o CDS votou contra a aplicação de mais uma taxa aos comerciantes e ás empresas já de si asfixiadas.
No Imposto sobre Imóveis o CDS teve liberdade de voto, pois se é verdade que em tempo de crise e com falta de incentivos muitos proprietários não têm verbas nem lucros para fazer obras de reabilitação, é também certo, que muitos deles de forma desleixada e passiva não cumprem com as suas obrigações deixando propositada e "inteligentemente" degradar os edifícios colocando em riscos a segurança de bens e munícipes.
Há urgente necessidade de haver um diálogo aprofundado nesta a matéria sob pena de termos uma cidade cinzenta e degradada.
O deputado municipal António Pedro Maco absteve-se, e o deputado municipal Fernando Pena votou contra.
No último ponto estava em discussão a alienação de parcelas de terreno para a construção de parte do troço do IC32 ao que o CDS, informa que além de ser apresentado em cima da hora é insuficiente para uma boa e consciente interpretação dos factos, e jamais o CDS/PP, passará um cheque em branco a este executivo que finge que governa o concelho de Almada.

P.S. - Se alguns dos sentidos de voto indicados não correspondem ao verdadeiro sentido de voto, as nossas antecipadas desculpas pelo lapso.