sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Orçamento Participativo em Almada - Faça parte




Orçamento Participativo em Almada: apresente as suas propostas

O CDS-PP Almada, mais concretamente a Comissão de Finanças e Orçamento da concelhia, solicita a todos os militantes de Almada, simpatizantes e munícipes que possam fazer chega
r as suas sugestões, propostas e ideias participando assim, na elaboração de um caderno de propostas a apresentar pelo CDS-PP e o seu Grupo Municipal junto da presidente da câmara ao abrigo do Estatuto da Oposição para a criação do Orçamento Municipal e Opções do Plano para o ano de 2013 em Almada.

Com as dificuldades que o país atravessa e com a necessidade cada vez mais assente numa gestão equilibrada e objectiva, é imperativo, que os executivos camarários façam as suas escolhas tendo em conta as verdadeiras necessidades das populações e que se abstenham de efectuar gastos supérfluos e desmesurados deixando de parte o investimento em sectores verdadeiramente carenciados ou a precisarem de reforço como é o caso da política social e apoio crianças e idosos.

Apelamos à participação de todos para a organização de uma verdadeira proposta alternativa às políticas da Câmara Municipal de Almada que têm ficado muito aquém de um concelho verdadeiramente desenvolvido e virado para os desígnios do séc xxi.

Para deixar as suas sugestões pode faze-lo através do email geral da concelhia de Almada do CDS-PP: cds.almada@gmail.com ou enviar por correio para a sede concelhia sita Avenida D.João I, n.º 15, 2º Esquerdo 2800 Almada

A sua participação é fundamental num acto de cidadania cada vez mais necessário para efectuar uma verdadeira Mudança em Almada.

Contamos consigo.

O CDS-PP Almada (Comissão de Finanças e Orçamento)

domingo, 21 de outubro de 2012

Almada Informática - Artigo de Opinião Por Davide Lourenço






Almada Informática      
Se por um lado, vivemos tempos, cada vez mais dependentes da internet e da informática, onde se oferece mais e mais ao cidadão comum, a oportunidade de fazer, saber e obter quase tudo à distância. Por outro lado, temos uma população envelhecida cada vez maior, e com pouca mobilidade.
Dir-se-ia que construímos uma sociedade, cada vez melhor para eles, mas não. Esta faixa da sociedade, nunca teve contacto com a informática, menos ainda com a internet. É por isto, de grande importância que se possa fazer chegar a estes, a possibilidade de usarem a um computador e a internet.
Qual o problema?
Poucos pontos de formação informática no concelho, e os existentes são pouco ou nada publicitados.
As formações são pouco destinadas a públicos de alta faixa etária.
As matérias abordadas não são pouco relevantes a utilizadores idosos.
Soluções ao problema…
A criação de locais de formação informática em todas as juntas de freguesia. A possibilidade de se leccionar em clubes recreativos e outros pontos de ajuntamento e lazer do cidadão almadense, podendo o formador transportar um número de computadores portáteis, tendo o espaço ter, como único requisito ligação à internet.
As formações deveriam, não só abordar temas como a criação de documentos de texto e utilização básica da internet, mas também introduzir o utilizador às redes sociais e mostrar-lhe como pagar as contas pela internet, fazer pesquisas em sites governamentais onde se podem informar sobre o seu estado aos olhos de determinado ministério. É igualmente importante, que o formando aprenda a fazer pesquisa em sites bancários, estas plataformas são cada vez mais seguras, pelo que é cada vez mais difícil que se façam transferência online sem códigos muito específicos. Se ainda assim se achar perigoso, pode ser requerido às entidades bancarias que facultem um programa simulador da sua plataforma. Deste modo, o formando pode se manter regularmente apar da sua situação bancaria, bem como controlar movimentos e fazer pagamentos das suas contas domésticas.
Ainda, e de modo a ajudar a combater o isolamento, poderiam ser feitas estas acções de formação informática a idosos no seu próprio domicílio. Após ser feito um levantamento profundo dos casos de risco, em colaboração com as principais fornecedoras de serviço de internet, o utente poderia (após subescrever ao serviço de internet) adquirir, por um valor acessível, e sempre tendo em conta o rendimento mensal do mesmo, um computador portátil e formação informática em casa.
Desta maneira, não só o utilizador poderia despertar para um novo mundo que está sempre presente e onde poderá encontrar a motivação necessária para se tornar mais socialmente activo, como também começaria a consumir uma gama de produtos que, caso contrário nunca o faria. Este factor ajudaria a economia local e nacional, até porque um cidadão que se pode informar acerca dos produtos que lhe são oferecidos em todos os sectores do mercado, é sem dúvida um consumidor capaz de melhor avaliar o” value for money”(a boa aplicação de capital face à qualidade do produto) dos produtos, isto obrigaria a que os mercados e as empresas se tornassem ainda mais competitivas.
É essencial que sejam abordados aspectos relativos à instalação do hardware, bem como o seu bom manuseamento e manutenção. É importante que o utilizador seja crítico quanto aos problemas técnicos do computador, desta forma serão menos eficazes tentativas de burla.
O concelho de Almada poderia ainda, criar equipas, composta por pessoal formado ou com experiência em informática que viva no concelho e esteja desempregado, para criar hospitais informáticos nas freguesias, onde por preços acessíveis os cidadãos possam fazer pequenas reparações e rasteio de problemas informáticos.
Estes hospitais poderiam ter ainda equipas de ajuda ao domicílio.
Em suma, é importante reflectirmos sobre o problema do isolamento e da pouca mobilidade dos nossos idosos, e visto que a informática e a internet têm tanto para oferecer, porque não estabelecer medidas pare que esta seja mais uma das possibilidades para combater estes problemas.

Davide A. S. Lourenço, pelouro de Informática e Imagem CDS-PP Almada


sábado, 13 de outubro de 2012

Artigo de Opinião Por Juventude Popular de Almada

                                                                                          

Presidente da Câmara “enche chouriços” em vez de responder às questões dos munícipes

No passado dia 28 de Setembro realizou-se a Assembleia Municipal de Almada na sociedade Pragalense e, como é normal acontecer em todas as assembleias, houve munícipes que participaram na parte das intervenções ao público tal como está descrito por lei e como é seu direito. 
Um dos municipes, e militante da Juventude Popular de Almada, abordou os temas da segurança (reforço policial e colocação de câmaras de videovigilância) e da iluminação pública junto às universidades do nosso concelho: FCT e Egas Moniz, colocando como questão clara e objectiva o facto da Câmara Municipal poder colocar câmaras de videovigilância junto às universidades e às duas paragens de metro e de “risco”na zona do Monte da Caparica: Monte da Caparica e Universidade. Além disso, este cidadão colocou também outra questão clara e objectiva: o aumento de candeeiros públicos naquela zona. A última questão colocada por este munícipe teve a ver com o reforço policial nesta área problemática do concelho. A estas três questões, a Presidente da Câmara só respondeu à última, dizendo que Almada é um concelho seguro e que se estão descontentes com a falta de segurança, falem com estas porque isso não é um assunto que diz respeito à Câmara Municipal. 
O outro munícipe que tomou da palavra trouxe “à baila” o problema do estacionamento na cidade, nomeadamente na zona do Pragal, argumentando que tendo dístico de residente nesta área, para estacionar o carro junto à zona que tem direito, muitas vezes tem de dar 6 ou 7 voltas ao quarteirão para poder estacionar o seu carro, uma vez que no lugar que lhe está destinado, estão estacionadas viaturas que não possuem o dístico de residente e que portanto não devem estacionar naqueles lugares. Após esta argumentação este cidadão recomendou/pediu de forma precisa e objectiva que a ECALMA passe a supervisionar (exercer vigilância) nesta zona de estacionamento do Pragal e inspecionar as viaturas que têm ou não dístico de residente de forma a que quem possua o dístico tenha prioridade, relativamente aos outros, visto que muitos dos que estacionam naquela área, não têm o tal dístico. A esta questão a Presidente da Câmara não respondeu, uma vez que excedeu o seu tempo de “antena”a “encher chouriços” e a ocupar todo o tempo de forma demagógica. No entanto, o vergonhoso desta acção por parte da Presidente é que não cumpriu o ponto 7 do artigo 39º do regulamento “Intervenção dos Cidadãos nas Reuniões da Assembleia Municipal” que passo a citar: “No caso da Câmara Municipal ou algum Deputado Municipal desejar prestar informações ou esclarecimentos aos Munícipes intervenientes, será imediatamente aberto um período destinado a esse fim por tempo global não superior a 30 minutos e distribuídos proporcionalmente”, nem teve o bom senso, nem o civismo, nem a boa educação de pedir desculpa por não ter tempo de não lhe responder à questão.
São estas acções vergonhosas desta nossa Presidente que nos levam a assumir e a querer uma mudança neste nosso grande concelho.

Almada por todos, todos por Almada!


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Reforma Administrativa Local - Freguesias de Almada



A tão esperada sessão de Assembleia Municipal de Almada (AMA) extraordinária para discussão da Reforma Administrativa Territorial de Almada realizou-se, finalmente, para se apurarem as posições oficialmente como manda a lei, dos partidos políticos que compõem a AMA.

Uma nota que não podemos deixar passar em branco, é a falta de respeito, de educação e civismo, tal como podemos mesmo arriscar, a tentativa de boicotar as vozes incomodas dos intervenientes que apoiam a reforma administrativa por parte de alguns cidadãos que se deslocaram para assistirem à discussão do plenário local. Recorde-se que no articulado de normas que especificam os direitos e deveres dos cidadãos no seu exercício da democracia participativa (sob consulta na página da AMA), o ponto III referentes as reuniões públicas (Normas de Permanência dos Cidadãos) obriga o seguinte:

1 - As sessões de assembleia são públicas
2 - A nenhum cidadão é permitido, a qualquer pretexto, interromper os trabalhos das reuniões ou perturbar a ordem da assembleia, intrometer-se nas discussões ou aplaudir ou reprovar as opiniões emitidas, votações feitas e as deliberações tomadas, sujeitando-se os infractores às sanções previstas na lei.
3 - Em caso de quebra de disciplina ou da ordem cabe ao Presidente, sem prejuízo do número anterior, mandar sair do local da reunião o prevaricador, sob pena de desobediência nos termos da lei pena. 

Pode-se até compreender uma determinada benevolência por parte de quem dirige os trabalhos da AMA, mas, no nosso entendimento, a última assembleia viu excedida de forma abusiva os à partes e mesmos alguns impropérios por parte de quem assistia à mesma, tendo o deputado municipal do CDS-PP Fernando Pena, interpelado a mesa sobre a condução dos trabalhos. Não será com este tipo de manifestação abusiva que se dignifica a Democracia e atrai as populações para a participação cívica. É importante e fundamental o respeito mútuo pelas opiniões contrárias devendo as mesmas serem manifestadas e apresentadas de uma forma ordeira e pacifica.

Lamenta-se este tipo de postura que o CDS-PP não está disposto a pactuar e que o denunciará sempre que estiverem em causa os direitos fundamentais e as liberdades e garantias do exercício democrático e de cidadania.
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Mais se denuncia e repudia, a manifesta falta de isenção e imparcialidade pelo respeito democrático e liberdade dos cidadãos e das posições das forças políticas, neste caso, com representação da AMA, quando à entrada do mesmo local, se encontrava uma faixa de enormes dimensões alusiva e a apelar a que não se extingam freguesias, num perfeito acto de propaganda dentro de um espaço e de um órgão deliberativo que merece por  parte do CDS-PP a nossa mais sentida discordância e repúdio. Cada força política terá o seu entendimento e juízo face ao novo mapa autárquico, mas jogadas para viciação do jogo e incentivo a tomadas de posição condicionadas ou meramente pressões encapotadas, o CDS-PP em Almada, rejeita veemente este tipo de manifestação que em nada contribui para o aprofundar do espaço livre e democrático.

No que diz respeito à continuidade dos trabalhos, denota-se mais uma vez, a tendência da presidente da Câmara Municipal de Almada (CMA) em abster-se de comentar ou providenciar uma resposta condigna e adequada às questões colocadas por parte dos cidadãos - para o efeito existe no Regimento da AMA o Período Aberto ao Cidadão - que merecem ser ouvidos e estarão à espera de obter resposta. Apenas um único exemplo, um cidadão do concelho insurgiu-se no seu direito sobre um assunto que diz respeito à freguesia onde reside acerca do Concurso de um projecto da CMA (Plano Urbanização Almada Poente) e que, segundo parece, há critérios dúbios e mal esclarecidos e atabalhoadamente aplicados tendo o mesmo cidadão interpelado a presidente da CMA para obter os devidos esclarecimentos às suas legitimas dúvidas enquanto munícipe. A mesma, como já vem sendo hábito, refugia-se em respostas vagas e que de esclarecimento cabal têm muito pouco. Não é assim que se tratam os cidadãos que se interessam pela vida democrática em Almada. (embora a AMA fosse extraordinária com único ponto na Ordem de Trabalhos, o período de intervenção dos cidadãos não está reservado ou confinado ao tema principal para a qual a mesma foi convocada)

Ainda no que respeita à presença do público, e que é sempre de saudar, deixamos a seguinte interrogação: apesar da sala se encontrar repleta de munícipes será mesmo, como fazem questão de afirmar a CMA e as forças contra a reforma do Documento Verde, que as populações de Almada estão também elas contra a Reforma? Se assim é, porque não se escolheu, por exemplo, o Pavilhão Municipal de Almada para poder abarcar as centenas de milhares de Almadenses que estão contra a agregação de freguesias? Pareceu-nos, uma vez mais, uma manobra de concertação para tentar descredibilizar a reforma administrativa tentando lançar a confusão de quem vai ver, com certeza, reduzido os seus caciques locais e a sua influência partidária que durante muitos anos resultaram em maiorias absolutas que pouca margem de diálogo e intervenção deixaram às oposições sérias e construtivas.

Assim sendo, foram apresentados dois documentos em votação pela AMA quer uma da CDU quer outra pelo Bloco de Esquerda. No que respeita ao Bloco de Esquerda, o mesmo insiste na necessidade de se consultar as populações em Referendo Local, "manipulando" propositadamente a Pergunta para que a mesma não seja inconstitucional. A posição do CDS-PP em Almada, e depois de discutida em Comissão de Coordenação Autárquica, seria de seguir a linha do partido a nível nacional onde entende o CDS-PP, que a resposta a dar e a discussão da sua matéria tem toda a legitimidade de o ser pelos seus eleitos sufragados pelos eleitores quer em autárquicas quer em legislativas.
Já no que respeita à Proposta de Deliberação da CDU, o CDS-PP tem a seguinte opinião: foi entregue durante o início dos trabalhos uma Proposta de Deliberação composta por um vasto número de páginas semelhante e fazendo recordar a lista das páginas amarelas onde o principal objectivo, não obstante a veracidade de muitos dos factos no mesmo inscritos, é criar a confusão e mistificar uma realidade distorcendo o objectivo da presente reforma.
O mesmo contém deliberações de juntas de freguesia, da assembleia municipal, tal como editais e documentos originários quer de deliberações da ANAFRE ou da ANMP, de outras associações e denominadas plataformas ou mesmo tomadas de posições criadas ad hoc para aprofundar o descrédito da reforma administrativa para o concelho de Almada.

Como já vem sendo norma, os partidos de esquerda, e no caso de Almada se fala, têm vindo ao longo da discussão criando uma não-discussão; nos mesmos moldes as forças contrárias ao progresso e desenvolvimento da administração local apresentam, invocam e amedrontam as populações de que as freguesias serão extintas, que haverá um corte massivo  e significativo de postos de trabalho, que haverá cortes orçamentais que impossibilitam executar as suas melhores tarefas, que as sedes físicas de freguesia irão fechar, que os mais idosos, muitas das vezes apoiados, e bem, pelas freguesias irão deixar de ter esse apoio, que deixará de haver representatividade local, entre as demais considerações que se fazem ao longo das inúmeras páginas que compõem a proposta da CDU, entendemos que todas estas justificações não fazem sentido, são desprovidas de seriedade e muito manipuladas e orquestradas para atacar uma reforma que se pretende vir a modernizar os serviços públicos locais e aproximar os eleitores das decisões dos seus representantes.

A mesma postura tem o executivo emitindo também uma não-pronuncia, onde de forma maniqueísta, usa a demagogia na tentativa de esvaziar e travar a reforma local ao qual não merece por parte do CDS-PP, a minima credibilidade.

Com uma postura sectária e reservada por parte dessas mesmas forças, e depois ter terem inviabilizado uma proposta em AMA que criasse uma comissão eventual para uma discussão profícua, seria e responsável com a presença das diversas forças vivas do concelho que pudesse enriquecer e consensualizar a melhor proposta para o concelho de Almada, entendeu o CDS-PP, não apresentar a votos a sua proposta que já é há muito do conhecimento público, pois não foram criadas nem reunidas todas as condições para que a mesma pudesse ter sido discutida com o maior respeito e a maior seriedade.

A proposta do Grupo Municipal do CDS-PP delineada pela Comissão de Coordenação Autárquica em Almada e aprovada pela concelhia do partido é pública, e vai ao encontro quer dos requisitos propostos na referida lei quer de encontro com as necessidades e diversas realidades locais no concelho de Almada, chegando à conclusão de que o concelho pode ser muito mais competitivo com uma diminuição do mapa de freguesias, onde se irá obter mais escala e uma melhor optimização dos recursos disponíveis ajudando na prosperidade e desenvolvimento ao nível local tal como uma maior participação das populações resultado da concessão de mais atribuições e competências aos órgãos de freguesia.

Estamos ao lado da Mudança.

domingo, 30 de setembro de 2012

CDS-PP Almada recomenda videovigilância para zonas problemáticas do concelho de Almada



Comunicado

O CDS-PP Almada lamenta o sentido de voto e a postura irresponsável das bancadas da CDU e do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Almada realizada na última sexta-feira, ao votarem contra a proposta de recomendação do Grupo Municipal do CDS-PP que propunha a instalação de camaras de videovigilância no concelho de Almada para que nas zonas mais críticas pudessem minimizar o impacto negativo que acarreta a insegurança contra bens e pessoas.

O sectarismo e a insensibilidade perante tal flagelo que afecta também a cidade de Almada, levam a que muitos munícipes e alunos que frequentam as faculdades no concelho não vejam a situação preocupante da criminalidade resolvida.

Como já vem sendo hábito, estas duas forças políticas já nos habituaram aos mais engenhosos subterfúgios para chumbarem as propostas do CDS-PP denotando uma falta de seriedade no tratamento de questões prioritárias para o concelho.

Para o CDS-PP Almada, a questão da video protecção de pessoas e bens é imprescindível e fará parte do leque de propostas a apresentar aos almadenses nas eleições autárquicas do próximo ano pois, entende o CDS-PP, que questões como a segurança dos cidadãos devem ficar de fora do confronto político-partidário.

Aguarda ainda o CDS-PP Almada que o impasse com a construção do quartel da GNR para a freguesia da Caparica possa ser resolvida o quanto antes, pois além da protecção dos cidadãos e seus haveres está em causa o desenvolvimento de novas infra-estruturas como pólo de atracção da freguesia e do concelho de Almada

O CDS-PP Almada

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Assembleia Municipal de Almada - dias 28 de setembro e 3 de outubro no Pragal



Irá realizar-se com início amanha dia 28 e na segunda-feira dia 01 de Outubro, a Sessão Ordinária de Assembleia Municipal de Almada, mais concretamente, e pela primeira vez, na Freguesia do Pragal na Sociedade Recreativa União Pragalense a ter inicio por volta das 21:15h com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1 - Período de Intervenção dos Cidadãos

2 - Período de Antes da Ordem do Dia 

3 - Período da Ordem do Dia 

3.1 - Apreciação da Informação da Presidente da Câmara Municipal de Almada

3.2 - Apreciação dos Pareceres do Conselho Municipal de Segurança dos Cidadãos de Almada sobre a situação de segurança - 2011 e votação de Projecto de Deliberação

3.3 - Apreciação e votação da Proposta da Câmara Municipal sobre "2ª Revisão do Plano de Investimentos de 2012 - SMAS"

3.4 - Apreciação e votação da Proposta da Câmara Municipal dobre "Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para o ano de 2013"

3.5 - Apreciação e votação da Proposta Municipal sobre "Derrama para o ano de 2013"

3.6 - Apreciação e votação da Proposta da Câmara Municipal sobre "Recrutamento excepcional de 18 postos de trabalho para exercício de actividade de Auxiliar de Acção Educativa em regime de Contracto de Trabalho por Tempo Determinado"

O CDS-PP irá apresentar uma Proposta de Recomendação para a instalação de Videovigilância em freguesias problemáticas em termos de criminalidade como é o caso do Pragal e da Caparica.

Apelamos à participação dos cidadãos e munícipes no interesse do desenvolvimento do concelho de Almada.



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Transpraia na Costa da Caparica - CDS-PP integro na sua defesa, o PS mudou de opinião?

Ainda sobre o Transpraia - comboio de praia que percorre as praias da Costa da Caparica até à Fonte da Telha, aprece-nos questionar a, talvez, mudança de opinião do PS em Almada sobre o mesmo senão vejamos, em Fevereiro último, o Grupo Municipal do CDS-PP apresentou na Assembleia Municipal de Almada uma Moção onde apelava ao regresso do comboio de praia ao centro da Costa da Caparica, pois, com o já conhecido e mal aplicado Programa Pólis, o mesmo foi deslocado para cerca de 1 km do local de sempre o que originou a quebra de passageiros por ano de 80% (oitenta) colocando-o em serio risco de parar para sempre. A Moção do CDS-PP foi chumbada com os votos Contra do Partido Comunista e do Partido Socialista. Curioso, ou não, é ver agora o PS que na mesma sessão de assembleia junto com o partido comunista inviabilizaram a Moção e aparecem de momento como  se fossem os guardiões do Transpraia com pompa e circunstância e muita fotografia. Que mudou entretanto? O PS lembrou-se agora que o comboio está em perigo de parar a sua actividade definitivamente? ou irá aproveitar a onda para sacudir para cima da Ministra da Agricultura a responsabilidade do mesmo? Não é justo e parece-nos uma acção apenas para marcar agenda política agora que se aproximam eleições autárquicas.

Contudo, esperemos estar enganados e que o PS tenha mesmo mudado de opinião, o que é sempre legitimo, e onde saudaríamos a sua posição.

A propósito do mesmo deixamos o Artigo de Opinião de António Pedro Maco, Presidente da Concelhia do CDS-PP Almada e Deputado Municipal onde deixa clara a posição do CDS-PP no Setúbal na Rede acerca do assunto:



Assento Parlamentar (PP)*
por António Pedro Maco
(Deputado Municipal CDS/PP em Almada)


Transpraia - singularidades de um comboio de praia


Mudam-se os tempos. Mudam-se as vontades; mas há vontades que por mais que se mudem os tempos permanecem nas opções e preferências das pessoas contrastando com o evoluir das tecnologias e das novas e modernas soluções ao dispor nesta era vanguardista que caminha em toda a linha para uma cada vez maior autonomização de máquinas e tudo o que se relacione com o quotidiano humano e suas relações na vida em sociedade.

Há contudo, imaginários que permanecem e conseguem evitar essas mesmas transformações que ocorrem à velocidade da luz e que se transportam de ano para ano, de década para década e que fazem através das gerações as maravilhas da convivência humana.

O comboio de praia, mais conhecido por Transpraia, que faz há cerca de cinquenta anos a travessia entre a Costa da Caparica e a Fonte da Telha, está em pleno virar de século, à beira de chegar ao fim da sua linha. Linha essa, não por força de desuso de quem nele se delicia ao sabor do vento de praia em praia na época estival, mas sim, porque as políticas mal pensadas e desprovidas de rigor da Câmara Municipal de Almada e sem objetivos de preservar o património local, deixam o Transpraia possivelmente este ano, na sua última viagem.

Pensado pelo seu antigo proprietário (hoje gerido por seus descendentes) o mesmo terá tido para a época, uma visão futurista e desenvolvimento da Costa da Caparica, vendo a necessidade de um transporte rápido, acessível e que percorresse e transportasse veraneantes e trabalhadores ao longo da freguesia até à fonte da telha. Terá sido, sem sombra de dúvidas, um verdadeiro mecenas local onde a sua coragem e atitude desmedida terá inaugurado na década de cinquenta o famoso comboio de praia da Costa da Caparica.

Os factos falam por si, outrora terá feito as delicias de miúdos e graúdos entre caparicanos, gente de todo o concelho, veraneantes vindos de todo o país e grosso modo, muitos dos turistas fora do país que visitavam e usavam todos os anos o Transpraia um símbolo identitário da Costa da Caparica que a câmara de Almada teima (mais um) desprezar apontando as culpas para o Programa Pólis(!)

A quebra de passageiros que tem vindo a diminuir de ano para ano, como a falta de apoios e de promoção do mesmo está a colocar a sua continuidade em causa já para o próximo ano. A isto, junta-se a machadada final dada pela Câmara Municipal de Almada (CMA), aquando e a pretexto, teimoso, do Metro Sul do Tejo (MST) para a Costa da Caparica, desviou, obrigatoriamente, o Transpraia para quase certa de 1Km para uma zona de difícil acesso e de visibilidade nula.

As queixas são muitas e o desespero de ver desaparecer por falta de clientes e investimento adequado um símbolo histórico e identificativo do concelho, e não só, leva a que o apelo para a junção de esforços na sua defesa seja de urgência permanente antes que seja tarde demais.

Para o CDS-PP, a questão não se pode apenas resumir à recolocação do Transpraia no local inicial, embora esta seja para já, a solução de recurso urgente, mas sim, a toda uma estratégia conjunta de promoção e divulgação e desenvolvimento quer da Costa da Caparica quer da zona da Fonte da Telha, localidade completamente esquecida pelo executivo comunista. Urge pensar a Costa da Caparica e toda a área envolvente que engloba a Fonte da Telha, de uma forma séria e estruturada e não como o desordenado e perdido Programa Pólis que consumiu desmesuradamente verbas do QREN completamente desperdiçadas com pequenos arranjos de recurso.

Contudo, e de momento, é necessário fazer retornar o Transpraia que chegou em tempos áureos a transportar cerca de 300 (trezentos) mil passageiros época, tal era a importância do mesmo.

O CDS-PP aposta assim, na sua continuidade como na revitalização e aumento da utilidade do comboio de praia, como parte integrante da paisagem e desenvolvimento sustentado da Costa da Caparica, sendo um chamariz e atracção turística dos milhares de visitantes da Costa da Caparica.

Nunca é de mais relembrar, que o Grupo Municipal do CDS-PP apresentou em Assembleia Municipal de Almada (AMA) em Fevereiro último, uma Moção onde se pretendia que o Transpraia retornasse ao centro da Costa da Caparica, e que a mesma foi inviabilizada com os votos Contra das bancadas do Partido Comunista e do Partido Socialista que inviabilizaram a Proposta do CDS-PP, tendo o Bloco de Esquerda e o PSD votado a favor junto com o Grupo Municipal do CDS-PP. É preciso identificar os responsáveis pela manutenção da estagnação serôdia da Costa da Caparica e os responsáveis pelo pleno fracasso que foi o Programa Pólis, sendo abusivo acusar a Ministra Assunção Cristas pelo fracasso do mesmo programa, numa tentativa de desresponsabilização daqueles que não souberam de uma forma correcta aplicar os fundos disponíveis para desenvolver a preceito e com dignidade a Costa da Caparica.

O CDS-PP informa ainda, que está solidário com o Movimento criado recentemente em torno do apoio do Transpraia, mas concluiu, não estar presente na Concentração em favor do mesmo para não partidarizar a Causa esperando que os outros também não o façam, muito menos, aqueles que votaram contra o seu retorno, como se espera que não se abarquem do mesmo outro tipo de oportunismos de circunstância.

António Pedro Maco - 07-09-2012 10:19
*Via Setúbal na Rede