sábado, 21 de agosto de 2010
"Manobras na Casa Branca" - Realidade ou Ficção?
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
CDS/PP não desiste de zelar pela segurança de todos nós
| CDS vai voltar a propor Plano Nacional de Videovigilância |
O deputado democrata cristão reagia ao facto de a secretária de Estado da Administração Interna, Dalila Araújo, ter revelado esta terça-feira que as cidades de Porto, Coimbra e Fátima, submetidas a videovigilância, estão a registar menos 15 a 20 por cento de casos de criminalidade. "Essa redução significativa podia verificar-se em muito mais locais, com impacto em muito mais gente, pelo que vamos propor ao Governo que aprove finalmente o Plano Nacional de Videovigilância", recordou o deputado, considerando que, ao ser rejeitada, há três anos, a proposta do CDS, "perdeu-se tempo, foram cometidos crimes que podiam nunca ter ocorrido e houve vítimas que podiam ter sido evitadas". O Plano Nacional de Videovigilância apresentado pelo CDS-PP visa os bairros identificados pelas forças de segurança como problemáticos mas o PS rejeitou-o, "considerando que se tratava de uma medida securitária", recordou. "Hoje, o próprio Governo anuncia estes resultados em relação aos três locais onde está instalado o sistema, quando podia e devia tê-lo instalado em muitos outros locais que dele carecem, casos de Seixal, Almada, Setúbal, Loures ou Amadora", acrescentou o ex-secretário de Estado da Administração Interna (XV e XVI Governos Constitucionais). Reivindicando que se deveu ao impulso do CDS a existência de uma lei de videovigilância em locais públicos, o deputado assegurou que "a lei prevê que as imagens sem interesse sejam apagadas quase automaticamente e protege significativamente o direito à privacidade". Mas lembra que, "na sociedade actual, somos diariamente filmados: quando vamos ao multibanco, ao supermercado, a centros comerciais". "Aliás, em países como Espanha e França, onde houve instalação geral de câmaras de videovigilância, a pequena e média criminalidades desceram. E estamos a falar de países que nada devem a Portugal em termos de assegurar direitos, liberdades e garantias e que estão muito além em termos de uma política de segurança virada para a protecção de pessoas e bens", considerou. Na opinião de Nuno Magalhães, "vir agora o Governo cantar loas à videovigilância quando há três anos insultava a proposta é mais um exemplo do desnorte desta política de segurança". Segundo o deputado do CDS-PP, a proposta do Plano Nacional de Videovigilância está pronta e avançará em breve, "mas só poderá ser debatida na abertura dos trabalhos, em Setembro". Via site CDS |
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
A Almada de Hoje
Mais uma vez e perguntando onde estará a beleza de Almada, após esta “revolução” de obras que foram feitas do Metro de Superfície. Não existe, Almada está cada vez mais sem apoios, quer a nível de munícipes quer a lojistas. Temos cada vez mais lojas do dito centro comercial ao ar livre fechadas, temos as ruas cada vez mais sujas com caixotes imundos e sobrelotados de lixo urbano, os dejectos deixados pelos cães, as calçadas novas já estragadas e os passeios cheios de ervas daninhas.Claro que nem tudo é mau, temos um Flexi-Bus que nos faz um passeio agradável pelas ruas e zonas históricas de Almada, uma ideia óptima e uma grande iniciativa pela parte da Câmara Municipal de Almada, mas também tem os seus contras …. O preço dos bilhetes é demasiado alto para um serviço municipal que pratica e deixa-o quase sempre a andar em vazio.
Ao longo do percurso passamos por locais que já deveriam ter sido remodelados e restaurados pela CMA á bastante tempo, e que para a publicidade de campanhas políticas já serviram. Agora servem para mostrar o esquecimento deles e do que foram ao longo dos anos. Um dos quais é a mítica e centenária associação recreativa da Academia Almadense, que da fachada em obras mostra um desleixo e um enorme perigo de derrocada.
A sala do teatro e a sala de convívio outrora cheia de vida onde se juntavam os sócios e não só, durante os dias.
Outro foi em J unho de 2007 quando se anunciou a aquisição da CMA da Ermida do Espírito Santo, mais conhecido pelo “Salão das Carochas”. Para ser o futuro centro de Artes da Associação de Professores de Almada. Este lugar de muitas historias hoje degradado á espera também de uma restauração, não desde 2007, mas muito anteriormente a essa data.
Isto é a Almada de hoje !!!!
sábado, 14 de agosto de 2010
Incêndios - Medidas Demagógicas
| Incêndios: Paulo Portas acusa Governo de "PREC mental" ao admitir tomar conta de terras |
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, acusou, esta quinta-feira, o ministro da Agricultura de promover um "PREC (período revolucionário em curso) mental", ao admitir a hipótese de o Estado passar a administrar propriedades que sejam deixadas ao abandono, e, acusou o Governo de ser o "pior" empresário agrícola, e não cuidar da floresta.
As taxas de execução são de 1%, 2% e 3%. Ou seja, 99%, 98% e 97% dos fundos não foram utilizados... "Senhor ministro, trate do que o Ministério não faz, prepare apoios para os agricultores devastados e não faça mais afirmações néscias. Já chega de PREC mental em Portugal", afirmou Paulo Portas, dirigindo-se ao ministro da Agricultura, António Serrano. Segundo Paulo Portas, "O Ministro, ou não pensou o que disse ou quer ser o “engraçado” da semana, o que se lamenta, mais a mais com a dor e a ruína que consomem parcelas de Portugal em chamas. Fazer politiquice com os incêndios é imoral e isto é verdade para a oposição, mas também para o Governo…Firmemente, alguém tem de dizer ao Ministro António Serrano 5 coisas. 1º. O Estado não é sequer capaz de tratar, limpar e ordenar as matas que são do Estado e que andam ao Deus dará; 2º. O Governo devia corar de vergonha ao falar em floresta. Ao cabo de três anos e meio de PRODER as três linhas de investimento na floresta - investimento que, esse sim, a protege - batem todos os recordes de não utilização. As taxas de execução são de 1%, 2% e 3%. Ou seja, 99%, 98% e 97% dos fundos não foram utilizados...; 3º. O Governo não foi sequer capaz de fazer o cadastro florestal - competência que, essa sim, é pública; 4º. O Estado é o empresário agrícola mais incompetente de todos. Olhem, por exemplo, para o descalabro económico na Companhia das Lezírias; 5º. A precisar de uma corajosa reforma anda a Lei dos baldios, mas nessa ninguém toca (o CDS decidiu há 2 meses que lhe tocará…)." As palavras do líder democrata-cristão surgem um dia depois de o ministro António Serrano ter admitido a possibilidade de o Estado vir a tomar conta de propriedades privadas que estejam ao abandono, como forma de prevenir incêndios florestais. Via site CDS
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