
"Descubras as diferenças" são "muito" pouco evidentes !!!!
Os Deputados Municipais de Lisboa do CDS-PP convidam V. Exa. para
“ACESSIBILIDADES RODOVIÁRIAS E FERROVIÁRIAS À MARGEM SUL”
20 MAIO – 15H00
FÓRUM LISBOA
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Intervenções
Encerramento
O presidente do CDS-PP disse esta terça-feira, em Torres Novas, que o partido irá “até às últimas consequências” se se confirmar que “há manipulação” nas estatísticas do desemprego e transmissão de dados que não são correctos para o Eurostat.
“Se vier a confirmar-se que há manipulação nas estatísticas do desemprego, se vier a confirmar-se que o Governo, enfrentando uma realidade onde os desempregos desaparecem, pretende estatísticas onde os desempregados é que desaparecem, se vier a confirmar-se que Portugal transmite para o Eurostat dados que não são correctos, o CDS levará essas matérias até às últimas consequências”, afirmou.
Paulo Portas, que falava no final de uma visita à Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, onde se deslocou na companhia do candidato do partido às eleições europeias de 07 de Junho, Nuno Melo, escusou-se a especificar a sua afirmação.
Segunda-feira, o CDS-PP anunciou que vai pedir a presença do presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional no Parlamento para que Francisco Madelino esclareça a retirada de 15.000 desempregados dos números do IEFP.
CDS com D.N.
O candidato do CDS-PP ao Parlamento Europeu, Nuno Melo, sublinhou esta terça-feira, a posição anti-federalista do seu partido em contraponto com a defesa do federalismo feita pelo candidato social-democrata, Paulo Rangel.
Numa acção de campanha, Nuno Melo fez questão de “assinalar” a diferença de posições entre as duas candidaturas por considerar “não ser uma questão menor que, em pré-campanha, se assumam as diferenças”.
Considerando que, numa Europa a 27, falar de federalismo “é um exercício teórico”, Nuno Melo frisou que, para o CDS, a construção europeia deve ser “dinâmica e aprofundada”, respeitando o facto de Portugal ser um Estado Nação com 800 anos de história.
“Talvez por isso se compreenda que Paulo Rangel queira agora discutir os problemas da criminalidade urbana e a pequena criminalidade em Bruxelas”, quando o CDS entende que esses problemas devem ser discutidos e decididos em Portugal, afirmou.
“É aqui que a criminalidade tem que ser combatida, que as medidas têm que ser aplicadas e é aqui que os erros de uma alteração de leis penais desastradas desta legislatura têm que ser compensados”, disse.
Para Nuno Melo, o “pacto para a justiça feito pelo PS e PSD promoveu alterações às leis penais que resultaram no que hoje temos, um aumento generalizado da criminalidade, precisamente pelo sentimento de impunidade que se criou na base de reformas feitas a contra ciclo”.
No seu entender, são “erros que se estão a pagar e que devem ser corrigidos cá”, não sendo um problema “teórico para ser discutido em Bruxelas”, mas um exercício prático que exige “medidas firmes tomadas já, porque a criminalidade disparou devido a essas alterações”, acrescentou.
CDS com D.D.
O CDS-PP quer que o Estado contratualize com uma instituição de solidariedade social em cada um dos 100 bairros problemáticos do país a gestão de programas sociais, uma solução que considera "inovadora".
Paulo Portas, esteve na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, na companhia do candidato do partido às eleições europeias de 7 de Junho, onde afirmou que esta é uma das questões sobre as quais vai querer ouvir o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, no Parlamento.
A proposta do CDS-PP é que sejam as Instituições Particulares de Solidariedade Social, que trabalham no terreno e tratam as pessoas e os problemas "por tu", a gerirem uma parte dos programas sociais "mediante critérios objectivos", como a redução da toxicodependência e do abandono escolar, o aumento da estima pelas habitações e pelos bens públicos e da empregabilidade dos jovens, afirmou.
"Queremos ouvir o ministro sobre uma proposta inovadora, que é um passo à frente em matéria de políticas sociais", disse.
"Uma coisa que o país percebe é que estão a falhar as políticas sociais nos bairros problemáticos", disse, acusando o Estado de "achar que resolve tudo com o rendimento mínimo, com rendas gratuitas e depois as pessoas não procuram respeitar os bens públicos, há vandalismo" e os que, nesses bairros, trabalham, pagando com os seus impostos o rendimento mínimo, "sentem a insegurança, os seus carros danificados".
Outra questão com que Rui Pereira vai ser confrontado pelos democratas-cristãos é a falta de comprometimento com a transferência de efectivos para Setúbal, "um dos distritos com maior défice de policiamento" no país.
Segundo Paulo Portas, Rui Pereira será ainda questionado pelo seu partido sobre a legislação penal "que, muitas vezes, na prática, acaba por destruir o trabalho da polícia".
"Não é admissível que a polícia arrisque a vida para deter um meliante e depois, quando ele é presente a Tribunal nada lhe aconteça, sai em liberdade, tenha que se apresentar semanalmente a uma força de segurança e depois não se apresenta, volta a cometer um crime, muitas vezes mais grave que o primeiro",afirmou.
O líder popular insistiu que os julgamentos de "bandidos apanhados em flagrante delito" em 48 horas passe a ser uma regra, para que os cidadãos voltem a ter confiança no sistema.
"Precisamos de leis penais que sejam dissuasoras do crime e protejam efectivamente as vítimas e de políticas sociais nas zonas de maior conflitualidade que sejam de proximidade", frisou.
Portas criticou a decisão do primeiro-ministro tomada em Fevereiro de 2007, de cancelar as entradas na PSP, sendo a "lição" desta legislatura a de que "Portugal precisa de recuperar os efectivos policiais".
Segundo disse, os mil agentes que estão em formação em Torres Novas "já deviam estar no terreno, não fosse a decisão lamentável, amadora e errada" de José Sócrates.
CDS com Público.pt
O Ministro da Justiça vai ser ouvido no Parlamento a pedido do CDS-PP que apresentou um requerimento potestativo nesse sentido.
Alberto Costa, vai à Comissão Parlamentar de Direitos Liberdades e Garantias, prestar esclarecimentos sobre as alegadas pressões aos procuradores responsáveis pela investigação no "caso Freeport", Paes de Faria e Vítor Magalhães.
Chumbado pela maioria socialista foi o requerimento que o Deputado centrista Nuno Melo tinha apresentado para a audição do presidente do Eurojust, Lopes da Mota.
No entanto, se voluntariamente o procurador-geral adjunto Lopes da Mota manifestar interesse em ser ouvido na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, a sua audição será aceite.
A data da audição do MInistro da Justiça, será posteriormente definida.
CDS com DN
O CDS quer uma auditoria externa ao número de desempregados do Instituto do Emprego e Formação Profissional.
O CDS-PP vai esta tarde aproveitar a presença do ministro Vieira da Silva na comissão parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública para pedir a demissão do presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Francisco Madelino .
Em causa estão as divergências dos números de desempregados fornecidos pelo IEFP.
O CDS-PP vai pedir uma auditoria externa a estes números e que os resultados sejam enviados para o Parlamento.
CDS com Expresso.pt
O deputado do CDS, Nuno Melo afrimou, esta segunda-feira, em Guimarães que "basta ouvir os empresários têxteis minhotos para se concluir que as políticas governamentais para o sector foram e são inadequadas e ineficientes".
O cabeça de lista do partido nas Eleições Europeias acusou o Governo de "seguir uma política fiscal errada, que asfixia as pequenas e médias empresas, de não lhes garantir o acesso ao crédito e aos seguros à exportação e de ter atrasado a aplicação dos fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), retirando liquidez à economia".
Nuno Melo falava no final de uma reunião do Grupo de Trabalho para o sector têxtil da Comissão Parlamentar de Economia da Assembleia da República que debateu, na Universidade do Minho, em Guimarães, os problemas do sector, numa sessão em que participaram 70 pequenas e médias empresas.
Nuno Melo lamentou, ainda, que o PS tenha "chumbado" os dois projectos-lei que apresentou no parlamento dirigidos a apoiar as empresas do têxtil e do vestuário dos vales do Ave e do Cávado, os quais, "se fossem aplicados, teriam tido efeitos positivos na manutenção e competitividade do sector".
"A maioria dos empresários queixa-se da concorrência desleal dos países asiáticos, nomeadamente da China e da Índia, sem que a União Europeia intervenha e sem que o governo português actue", afirmou.
Sublinhou que as queixas dos gestores apontam, ainda, para a "necessidade urgente" de medidas como o pagamento do IVA apenas quando a factura é paga pelo cliente e pelo termo do pagamento especial por conta ao fisco.
CDS com Público.pt
Nesta Secção poderá descarregar a Ficha de Militante imagem abaixo com um simples clique, devendo entregá-la a um dirigente do CDS/PP ou enviá-la para a Sede Nacional, Largo Adelino Amaro da Costa, 5 - 1149-063 Lisboa
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Os primeiros meses de actividade caracterizaram-se por um esforço de implantação e esclarecimento, dificultado e impedido pelo clima de instabilidade, violência e anarquia que se vivia no país, que culminaria nos assaltos à sede do Partido em 4 de Novembro de 1974 e em 11 de Março de 1975. Em 13 de Janeiro de 1975, cumprindo a lei dos partidos políticos, o CDS entregou ao Supremo Tribunal de Justiça a documentação necessária à sua legalização.
Durante a realização do seu I Congresso, no Palácio de Cristal, no Porto, em 25 e 26 desse mesmo mês de Janeiro, o CDS foi vítima da extrema-esquerda, que provocou distúrbios, cercou o edifício e tentou a invasão, tendo as forças militares permitido o sequestro dos congressistas – entre os quais destacados membros das democracias-cristãs Europeias – durante 15 horas. Nesse congresso, foi eleita a primeira Comissão Política, que teve como Presidente e Vice-Presidente, respectivamente, Diogo Freitas do Amaral e Adelino Amaro da Costa.
Em 11 de Março de 1975, na sequência de nova viragem política, que teve como vectores principais a intervenção colectivista na vida económica e a tutela militar do regime, o CDS declarou-se partido da oposição, atitude que manteria até à formação do II Governo Constitucional, em 1978.
Em Abril de 1975, o CDS elegeu os únicos 16 Deputados não socialistas da Assembleia Constituinte, que haveriam de votar sozinhos contra o texto final da Constituição, em 2 de Abril de 1976. Entretanto o CDS foi admitido em finais de 1975 como membro da UEDC, União Europeia das Democracias Cristãs.
O grande objectivo do CDS foi alcançado em 1976, nas eleições legislativas: ultrapassar o PCP e colocar-se, ao lado dos socialistas e sociais-democratas, entre os grandes partidos democráticos portugueses, com 42 Deputados.
Em Julho de 1976 decorreu o II Congresso, sob o lema: "Pelo personalismo cristão: um compromisso popular e europeu", que haveria de reeleger Freitas do Amaral e Amaro da Costa.
Três anos e meio após a sua fundação, o CDS chegou ao poder, num Governo de aliança parlamentar, presidido pelo Dr.
Em Dezembro de 1978, o CDS realizou o seu III Congresso, que reconfirmou Freitas do Amaral e Amaro da Costa. Foi acentuado o carácter Democrata-Cristão do CDS.
Em meados de 1979, o CDS propôs ao PSD e ao PPM a constituição de uma frente eleitoral, proposta que deu origem à AD – Aliança Democrática –, que venceu as eleições legislativas de 1979 e de 1980, com maioria absoluta.
Nos Governos da AD, o CDS esteve representado por cinco Ministros e dez Secretários de Estado. O fundador e Presidente do Partido, Diogo Freitas do Amaral, foi então vice-primeiro-ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1980) e Vice Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa Nacional (1981-1982).
Nesse mesmo período, outro fundador do Partido, Francisco Oliveira Dias, foi Presidente da Assembleia da República. O CDS ocupou, alternadamente, os ministérios dos Negócios Estrangeiros, Defesa Nacional, Presidência, Finanças e Plano, Agricultura, Comércio, Indústria, Obras Públicas, Assuntos Sociais e Cultura, imprimindo uma marca de qualidade, doutrina e moderação às políticas do seu governo.
Em Março de 1981, realizou-se o IV Congresso – "Pela Democracia Cristã, com a AD renovar Portugal" – que, uma vez mais, reelegeu como líder do Partido Diogo Freitas do Amaral, desta vez já sem Adelino Amaro da Costa que morrera num trágico desastre de avião, em Camarate, desastre que o sistema judicial português nunca esclareceu, ainda que a tese do atentado tenha ganho ainda mais força na última Comissão de Inquérito. Como Vice-Presidentes foram eleitos Basílio Horta, Lucas Pires e Sá Machado. Em Dezembro de 1982, após desinteligências no seio da AD, Freitas do Amaral demitiu-se do Governo e da presidência do Partido.
Ao V Congresso, realizado em Lisboa em Fevereiro de 1983, sob o lema: "Servir Portugal, pensar o futuro, rasgar horizontes", apresentaram-se dois candidatos à liderança do Partido – Lucas Pires e
Francisco Lucas Pires venceu, sem oposição, o VI Congresso, realizado em Aveiro em 1985 ("Oposição para a vitória"). Todavia, face aos resultados eleitorais de 6 de Outubro de 1985, o Presidente do Partido apresentou a sua demissão. Sucedeu-lhe o professor Adriano Moreira.
Na sequência dos resultados eleitorais de 19 de Julho de 1987, o Presidente do Partido decidiu não se recandidatar, tendo-se verificado o regresso à liderança do CDS do fundador Diogo Freitas do Amaral.
O VIII Congresso teve lugar na Póvoa do Varzim, em Janeiro de 1988, e elege uma direcção constituída por Freitas do Amaral, Basílio Horta, Morais Leitão, Nogueira de Brito e Luís Beiroco, entre outros.
No IX Congresso, realizado em Lisboa, em Março de 1990, foi reconduzido na liderança do Partido, Diogo Freitas do Amaral, que se viria a demitir, face aos resultados eleitorais verificados em 1991
Em Março de 1992, no X Congresso, realizado em Lisboa, foi eleito
No XI Congresso (Extraordinário), realizado em Janeiro de 1993, aprovou-se um programa de renovação doutrinária e organizativa do Partido do Centro Democrático e Social. É aí que se altera a denominação do Partido, somando-se a expressão "Partido Popular" e passando-se a usar a sigla C.D.S./Partido Popular.
Nos XII e XIII Congressos, a liderança de
No XIV Congresso, realizado em Coimbra, em Dezembro de 1996,
Após um resultado eleitoral, nas eleições autárquicas de 1997, que leva o líder do Partido a pedir a demissão, é convocado, para Braga, o XVI Congresso. Há duas candidaturas à liderança: Maria
Nas eleições legislativas de 1999, o Partido recupera força, conseguindo manter um Grupo Parlamentar de 15 deputados e atingir 8,4% dos votos.
No outro acto eleitoral, de Março de 2002, na sequência da demissão do Primeiro-Ministro António Guterres, o CDS/PP obtém um resultado eleitoral de 8,75% e estabelece com o Partido Social Democrata (PSD) um acordo de coligação que viabiliza a constituição do XV Governo Constitucional.
No XV Governo o CDS esteve representado por três ministros e seis secretários de Estado. O Presidente do CDS/PP ocupa a pasta de Ministro de Estado e da Defesa Nacional, Maria Celeste Cardona a pasta da Justiça e António Bagão Félix a do Trabalho e Segurança Social.
O XIX Congresso do CDS/PP realizou-se em Matosinhos, em 27 de Setembro de 2003, sob o lema “Compromisso Total”. O qual se iniciou com uma abertura simbólica no Palácio de Cristal, de homenagem a todos aqueles que resistiram à extrema-esquerda e de evocação de Adelino Amaro da Costa.
No XVI Governo são quatro os ministros indicados pelo CDS/PP: Paulo Portas tutela agora também os Assuntos do Mar, para além de continuar a ser Ministro de Estado e da Defesa Nacional; Luís Nobre Guedes é Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território; Telmo Correia assume a pasta do Turismo; António Bagão Félix, é Ministro das Finanças e da Administração Pública. O CDS conta ainda com cinco Secretários de Estado.
Ao XX Congresso, realizado em Lisboa em Abril de 2005, apresentaram-se dois candidatos à liderança do Partido – Telmo Correia e
Em Junho desse ano, Ribeiro e Castro foi o único candidato às eleições directas, por este prometidas em congresso.
No XXI Congresso, realizado na Batalha em Maio de 2006,
Nas eleições directas realizadas em 21 de Abril de 2007, foi eleito Presidente do Partido Paulo Portas, que venceu
Nas eleições directas realizadas em 13 de Dezembro de 2008, foi reeleito Presidente do Partido Paulo Portas, que venceu