sexta-feira, 23 de abril de 2010

Universidades JP 2010

Universidades JP 2010

Realiza-se este fim de semana em Cascais mais umas Universidades neste caso 2010 da Juventude Popular.
Mas um grande evento de juventude que terá uma enorme adesão de todos os jovens Populares vindos de todos os lados do pais.
A Juventude Popular mostra que está activa.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Alguém sabe onde fica o Pragal?


Fertagus - Pragal
Não querendo entrar em conflito com os nossos conterrâneos do Pragal, freguesia essa cada vez mais importante no concelho de Almada mas faria muito mais sentido até por questões estratégicas de identificação e até de "autoridade" que a chamada estação do Pragal mudasse o nome para estação de Almada.
É única estação que que está dentro do espaço e concelho de Almada e mesmo assim, para variar optou-se por chamar à dita cuja estação do Pragal.
Mais uma vez, afirmamos termos todo o orgulho nas gentes e na freguesia do Pragal, agora não nos podemos é resumir mais uma vez à pequenez de espírito, e também falta de sentido de oportunidade para promover o concelho.
Acreditem que ainda há quem não saiba que Pragal é em Almada, e não é por falta de cultura pois também não somos obrigados a saber (já lá vai o tempo...) as paragens da Linha do Tua como exemplo.
Estes pequenos pormenores fazem bem a diferença na promoção e identidade de um concelho que infelizmente já nos temos vindo a habituar por parte desta câmara municipal com mentalidade tacanha e fortemente redutora.

domingo, 18 de abril de 2010

D.Amélia - Uma Visão de Isabel Stiwell (leitura)

Como sugestão de leitura desta semana deixamos aqui um romance histórico bastante interessante escrito por Isabel Stiwell, sobre a vida da Rainha D.Amélia de Orleães e Bragança.
O Romance relata a história de uma mulher marcada pela tragédia de um exílio forçado depois de ter visto o seu marido o Rei D.Carlos e seu filho o herdeiro do trono D.Luís Filipe, assassinados pelos conspiradores republicanos da Carbonária e, que viria a mudar o rumo da história.
Mulher de coragem e de afectos, D.Amélia regressa a Portugal em 1945 para uma visita a convite de Oliveira Salazar com quem mantinha correspondência e nutria uma grande admiração.
Em 1951 morre em França na sua terra natal.
Um livro bastante interessante que dá uma outra visão acerca do período mais negro da História de Portugal que foi a imposição da república aos portugueses à custa da força e de muito sangue.


sábado, 17 de abril de 2010

José Sócrates - "Manso é a tua tia pah!"

"Manso é a tua tia pa!"

A política já está demasiado descredibilizada para que estes dois senhores ainda a tornem mais cinzenta e de certa forma dar razão, aos muitos que a consideram de ridícula.
Durante um debate o sr. deputado do Bloco de Esquerda Francisco Louça, no seu uso da palavra afirma que o primeiro ministro José Sócrates "estaria mais Manso!", ao que este respondeu com um: "Manso é a tua tia!"
Bom, não sabemos qual dos dois terá razão, o que sabemos é que não são maneiras nem linguagem para se esgrimirem opiniões e ideias no Parlamento venham de que bancada vierem.
E assim vai a política em Portugal.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

CDS/PP Almada na Comunicação Social

Esta semana o artigo de opinião no jornal Notícias de Almada volta a ter a assinatura do CDS/PP.
O artigo trata e denuncia a passividade da Justiça portuguesa que em muito vai criar ainda mais alarmismo na sociedade.
Tem a assinatura do deputado municipal e presidente do partido em Almada António Pedro Maco.

"O Portugal pacifico e dos brandos costumes a que durante anos nos habituamos a ver há muito que já era.
Aquele Portugal onde se podia caminhar livremente para todo o sitio sem se ser incomodado, onde não era preciso colocar trancas à porta nem grades e alarmes nos estabelecimentos, e onde imperava o respeito entre as pessoas, não é mais assim.
A conjuntura social e económica que vive o país, as exclusões sociais que são cada vez maiores e abrangentes a outros estratos sociais, a livre circulação de pessoas e bens, os meios escassos e muitas das vezes obsoletos que as forças policiais têm para combater o crime mas sobretudo devido a estas leis permissivas que levam a que o crime compense, está a levar o país para um estado de sítio.
É lamentável e sem compreensão, como o novo código de execução de penas permite tão simplesmente que condenados à pena máxima de 25 anos de prisão possam ao fim de três quartos da pena cumpridos sair em liberdade em regime aberto e sem qualquer tipo de vigilância.
O CDS/PP já veio afirmar que se trata de um ultraje às vitimas, uma ofensa ás polícias, e um insulto à Justiça como também vai pedir a revisão urgente do mesmo código.
Relativamente ás vitimas as piores no cenário da criminalidade, sentem-se cada vez mais descrentes nas polícias, cada vez com mais medo de apresentar queixa devido a possíveis represálias quer ás próprias e/ou aos seus próximos quer aos seus bens, criando-se um clima de terror, medo e desconfiança nas pessoas.
No Caso das forças de segurança, o descrédito é total, a prontidão, o empenho e dedicação começa a não compensar o risco. O investimento nas polícias ainda que aumentado continua a ser muito pouco; os polícias continuam a comprar fardamento e outro material para sua protecção e dos cidadãos do seu bolso. A juntar a isto, o famoso PEC não permite que seja feito um grande investimento nas forças de segurança tão cedo e em condições, como também os agentes da autoridade começam a ter mais funções levando a que as ruas fiquem menos patrulhadas originando uma falta de visibilidade policial que leva obviamente ao medo das populações.
No que respeita à própria Justiça vai desacreditar os próprios juízes e fica beliscada toda a essência da Justiça em si e dos seus Valores.
A criminalidade mais violenta e sobretudo com meios mais sofisticados e com armas de maior calibre, é um facto recente em Portugal mas que começa a generalizar-se perigosamente.
O Concelho de Almada não é excepção. Há assaltos violentos na Costa de Caparica, na Charneca de Caparica, no centro de Almada e um pouco por todo o concelho, nomeadamente a estabelecimentos comerciais e moradias, mas também em transportes públicos e aos transeuntes levando a uma insegurança instalada e permanente.
Como é óbvio, este é um fenómeno à escala nacional, agora temos é que localmente saber minimiza-lo e para isso é necessário que as ruas estejam bem iluminadas, recorrer (dentro da lei) mais à segurança privada se for o caso, uma política social e cívica mais abrangente e direccionada, como também uma cidade mais limpa e asseada para não dar a noção de abandono.
Em Almada o comércio já de si é fraco, não podendo permitir que este fenómeno cave ainda mais o fosso ao desenvolvimento económico e sustentável do Concelho.
O Verão está à porta, como também inúmeros visitantes na Costa de Caparica.
Esperemos que seja um Verão calmo com sol e muita animação e não capa de jornal pelas piores razões.
Não há Liberdade sem Justiça nem Justiça sem Liberdade.

António Pedro Maco
Deputado Municipal e Presidente CDS/PP Almada

Artigo de opinião CDS/PP jornal "Notícias de Almada"

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Almada ainda sem Loja do Cidadão

Almada continua pacientemente à espera da tão esperada Loja do Cidadão que há muito os seus munícipes já reclamam.
É um imperativo para o concelho, pois não se percebe com o número de habitantes e a importância cada vez maior que o concelho tem que ainda não exista uma Loja do Cidadão para que possa servir pronta e autonomamente os Almadenses nas questões quotidianas e de interesse prioritário.
Quando se fala tanto, e bem, da questão da Descentralização, é fundamental que o concelho de Almada possa dar com a instalação da Loja do Cidadão, um passo ainda maior para a emancipação de um grande concelho ás portas de uma importante capital europeia como é Lisboa.
Já há algum tempo que decorre um ping-pong entre o governo e a autarquia de Almada, sobre a localização no centro da cidade para a respectiva loja, onde a antiga EDP na rua Bernardo Francisco da Costa e o Centro Comercial M. Bica, parecem levar vantagem.
Aquilo que o CDS/PP pede é que se entendam o mais breve possível para que Almada possa ter rapidamente ao seu dispor um conjunto de serviços tão fundamentais para a vida dos Almadenses.
A administração do C.Comercial M.Bica já se disponibilizou inclusive, para acolher a mesma a um custo bastante convidativo tendo em conta os valor médio imobiliário.
Aguardaremos.

domingo, 11 de abril de 2010

D.Sancho I Fundador de Almada

D. Sancho I


Almada Cidade Histórica


Breve História

A designação de Almada é proveniente da palavra árabe المعدن (transliteração:al-ma'adan), "a mina", pelo motivo de que, aquando do domínio árabe da Península Ibérica, os árabes procediam à exploração do jazigo de ouro da Adiça, no termo do Concelho. A zona de Almada foi igualmente escolhida pelos árabes para a construção de uma fortaleza nopromontório natural, sendo esta destinada à defesa e vigilância da entrada no rio Tejo, em frente de Lisboa, desenvolvendo-se a povoação nos domínios da defesa militar, da agricultura e da pesca.

Almada, uma das principais praças militares árabes a sul do Tejo, foi conquistada pelas forças cristãs de D.Afonso Henriques em 1147, ficando posteriormente na posse dos Cavaleiros de Santiago, por carta assinada por D. Sancho I, em 26 de Outubro de 1186. Em 1190, D. Sancho I outorgou o primeiro foral aos moradores de Almada. No entanto, em 1191 ocorre uma nova invasão árabe sob o comando de Yusuf al - Mansur, com origem em Sevilha. Esta invasão adquire lentamente uma expressão significativa, alcançando e tomando Alcácer do Sal, marchando sobre Palmela e Almada, sendo esta abandonada pelos cavaleiros da Ordem Militar de Almada. A povoação ficou grandemente destruída pela acção das forças árabes.

O povoamento de Almada é realizado de forma lenta mas contínua, reconstituindo-se parcialmente o modo de vida praticado anteriormente. No início do século XIII, a sociedade vive um período de organização e estabilização segundo os direitos e deveres consignados no código foraleiro, complementados pelos antigos usos e costumes do direito consuetudinário.

Local de falecimento de Fernão Mendes Pinto, escritor português, autor da Peregrinação, em 1583.

Bandeira de Almada

Via wikipédia