quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Seminário "Solos Agrícolas - Um Bem Comum"

Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade

Eurodeputado Nuno Melo em Conferência sobre a PAC dia 26 de Setembro na Costa da Caparica - Almada. Entrada Livre

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Paulo Portas em Palmela

Grande recepção ontem nas Festas da Vindimas em Palmela, a Paulo Portas e ao staff de militantes e simpatizantes que se juntaram para visitar a magnifica feira das Vindimas, tal como a comunicação social que acompanhou toda a visita.
Entre beijos e abraços, Paulo Portas, foi de stand em stand de tasquinha em tasquinha a cumprimentar e a ouvir quer dos feirantes, quer dos visitantes, que contam com ele e com o CDS/PP para virar esta página negra socrática e dar um novo rumo ao país.
A concelhia de Almada esteve representada institucionalmente a convite da concelhia de Palmela.
Em Palmela também Há cada vez mais gente a pensar como nós.
A próxima é na Moita.

Foto Luísa Lima

Almada - Sessão de câmara hoje às 18:00h

Realiza-se hoje às 18:00h horas no edifício dos serviços camarários na Av. D. Nuno Alvares Pereira em Almada, mais uma sessão de câmara.
Note-se, que a reunião é aberta aos munícipes e que os mesmos no final têm um tempo destinado para sua intervenção.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Paulo Portas visita Feira das Vindimas em Palmela

Amanhã, Terça-Feira, Visita de Paulo Portas à Feira das Vindimas em Palmela.
Vamos acompanhar o presidente do CDS/PP a mais uma visita a Palmela e repetir o sucesso e banho de multidão do ano passado.

A FORÇA DE QUEM FAZ.


sábado, 4 de setembro de 2010

Estrada (da VERGONHA) para a Caparica na mira do Provedor de Justiça

Os jornais diários de hoje publicam a indignação e preocupação apresentada pelo Provedor de Justiça contra a Câmara Municipal de Almada pelos atropelos à Lei e ao estado de direito.
Esta edil, tem de se metalizar que vivemos num Estado de Direito e não num feudo do antigo Leste onde impera o livre arbítrio.
Todas estas atrocidades com a passividade da restante oposição incluindo o PSD que detém a Junta de Freguesia da Costa da Caparica.

"O Provedor de Justiça Alfredo de Sousa, questionou a Câmara de Almada e as Estradas de Portugal (EP) a cerca da razão pela qual prossegue a avaliação de impacte ambiental para o licenciamento da construção da Estrada Regional 337-2 que pretende facilitar o acesso às praias da Costa da Caparica e da Fonte da Telha.
Isto quando a Direcção de Agricultura e Ribatejo e Oeste já deu um parecer desfavorável aos estudo prévio da obra, que sacrifica perto de nove hectares de solos e de uma várzea muito fértil.
Na nota de ontem emitida, citada pela agência Lusa, que a prossecução da avaliação do impacte ambiental "poderá condicionar as autoridades agrárias, compelindo-as a rever a sua posição, pelo que questionou a a câmara e as Estradas de Portugal pelo licenciamento da construção. O projecto da estrada tem sido contestado por cidadãos e gerado discussão entre a autarquia e ambientalistas e a intervenção do provedor surge na sequência de uma queixa apresentada pela Associação Regional de Agricultores Biológicos contra a câmara de Almada.
De acordo com o gabinete do provedor, aquela associação alega que não tem sido observadas as disposições relativas à Reserva Agrícola Nacional, Reserva Ecológica Nacional, Área de Paisagem Protegida da Arriba Fóssil e à Mata Nacional dos Medos, parte da reserva botânica."
Via "Público"
O CDS/PP, em conjunto com cidadãos livres de pensamento, e que não têm medo de ir contra esta tirania que está instalada hà décadas em Almada, continuará a lutar por um futuro mais próspero e mais democrático.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Descolonização de Angola - a quem serve o silencio?

Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola Sugestão
Relatos impressionantes que nos levam a pensar e suspeitar que muito ainda há por explicar na triste e irresponsável descolonização das províncias ultramarinas pós-25 de Abril de 74.
Como sabemos este tema é incomodo a muita gente que ainda hoje deveria ser chamado a responsabilidade e quiçá, à justiça, pelas atrocidades que infligiram ao povo português e aos povos irmãos onde de uma forma interesseira e irresponsável condenaram ao sofrimento e ao abandono milhões de pessoas.
Súmula:
"Quando procurava elementos sobre o seu pai, desaparecido em Angola, em 1975, a jornalista Leonor Figueiredo descobriu que cerca de duas centenas e meia de portugueses foram deixados propositadamente nos cárceres do MPLA, pelas Forças Armadas Portuguesas, no momento da retirada da antiga colónia. Alguns dos detidos tinham feito assaltos e roubado armamento para um outro movimento de libertação, o de Holden Roberto. Um deles, conseguiu mesmo sequestrar um avião. Portugal não quis que estes portugueses regressassem à metrópole nem os quis submeter aos tribunais nacionais. Atirou-os para a justiça alheia, mesmo sabendo que estes jovens de 30 anos tinham sido raptados meses antes da independência de Angola por elementos do MPLA. À história trágica de seu pai, a autora somou outros casos desconhecidos sobre a polémica descolonização de Angola, como a prisão de um primo juiz do então Presidente Costa Gomes; a verdadeira história da médica Fernanda Sá Pereira, desaparecida na sequência de uma falsa notícia sobre antropofagia; a busca infrutífera do irmão do comandante Bravo, que o nosso governo não queria que fosse português."
Leonor Figueiredo

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Nuno Magalhães no SetubalnaRede

PP enaltece estratégia de expansão de cuidados paliativos do HLA


Nuno Magalhães, deputado do CDS-PP na Assembleia da República, enaltece a estratégia de expansão de cuidados paliativos do Hospital do Litoral Alentejano (HLA), o único a nível distrital a afectar camas a utentes com doenças incuráveis, em estado avançado ou progressivo. O centrista considera que esta é uma matéria “fundamental”, porque não atinge “apenas pessoas com mais idade, mas sim várias pessoas com todas as idades, que padecem de alguns tipos de cancro, de Alzheimer ou de inúmeras doenças neurológicas”.


Apesar de destacar a estratégia de expansão daquele hospital, Nuno Magalhães não esquece o facto de o HLA não ter profissionais “em exclusividade naquela área”, embora, noutras unidades hospitalares da região, a “situação seja ainda mais crítica, porque nem sequer têm unidades de cuidados paliativos”. “Esta é uma matéria extremamente importante, porque se trata de dar um fim de vida digno às pessoas, com mais qualidade e menos dor”, acrescenta o deputado centrista, reconhecendo, porém, que a situação no distrito de Setúbal “não é tão grave como nas regiões de Braga, Viseu ou Leiria”.

De acordo com o democrata-cristão, que acompanhou Paulo Portas, líder do CDS-PP, no início desta semana ao HLA, aquele hospital “tem boas condições, pessoas com muitas capacidades e uma lista de espera não muito elevada”. Todavia, segundo Nuno Magalhães, o hospital “não tem muita capacidade para atrair diversos profissionais de saúde”, o que traz complicações ao nível de algumas especialidades, nomeadamente pediatria, que conta apenas com um especialista. “A questão da maternidade no HLA continua a ser meritória, especialmente porque os centros hospitalares mais próximos já estão no máximo da sua capacidade”, acrescenta.

Ainda a propósito da questão dos cuidados paliativos, Nuno Magalhães sustenta que novo hospital do distrito, a ser construído no Seixal, “tem de ter esta valência”. “É uma matéria de ontem, mas o Ministério da Saúde, novamente confrontado com a início da construção daquele hospital, apenas diz que este continua em estudo”, frisa. A visita da comitiva centrista ao HLA antevê a proposta que o CDS-PP vai levar ao Parlamento na próxima sessão legislativa, que pressupõe a criação de uma verdadeira rede nacional de cuidados paliativos.

A independência desta área dos cuidados continuados é uma medida que faz parte desta Lei de Bases, que pretende colocar um ponto final “no estado deficitário dos cuidados de saúde nas doenças graves e incuráveis em Portugal”. Segundo Paulo Portas, em declarações à agência Lusa, Portugal “devia ter no mínimo cem equipas de cuidados paliativos no terreno, bem como cerca de mil camas para pessoas que precisam de cuidados paliativos”.


Via Setubalnarede