segunda-feira, 20 de junho de 2011
Nuno Magalhães eleito Líder Parlamentar do CDS-PP
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Almada Popular - CDS-PP cresceu
PS | 27,94% 24.833 votos |
PPD/PSD | 27,49% 24.433 votos |
PCP-PEV | 17,01% 15.116 votos |
CDS-PP | 12,32% 10.950 votos |
B.E. | 6,62% 5.879 votos |
PAN | 1,65% 1.467 votos |
PCTP/MRPP | 1,06% 945 votos |
MEP | 0,44% 393 votos |
PNR | 0,37% 331 votos |
MPT |
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Conselho Nacional CDS-PP em Setúbal
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Artigo de Opinião de Paulo Zorro membro da CPC Almada e CPD Setúbal no "Setúbal na Rede"
Assento Parlamentar (PP)por Paulo Zorro (Membro da Comissão Política Distrital de Setúbal) Setúbal, uma região adiada? |
O distrito de Setúbal é uma das regiões nacionais com maior taxa de desemprego e está cada vez mais depauperado de negócios e indústria. Contam-se pelos dedos as indústrias dos sectores primário e secundário e a população em idade activa é forçada a procurar emprego na região de Lisboa. Depois das fortes migrações internas de meados do século passado (que o tornaram numa das regiões mais populosas do país) e do fim das grandes indústrias que davam dinâmica à economia nacional (CUF, Siderurgia Nacional, Lisnave, etc.) os decisores políticos têm falhado redondamente em dar o passo seguinte, não impulsionando o que ele tem de melhor em clima, paisagem natural, terras ou recursos humanos para novas actividades económicas. Pelo contrário, deixaram-no cair no marasmo.
Hoje, esta região com tantas potencialidades é apenas um gigante dormitório da capital…
Dotado de condições provavelmente difíceis de encontrar noutras zonas do país, custa pensar como o distrito de Setúbal é um verdadeiro “projecto adiado”, passados que estão quase trinta e sete anos vivendo em democracia e vinte e cinco como membro das Comunidades Europeias.
É urgente uma mudança de política económica para o distrito, não só da parte do Governo, mas também das autarquias. Acomodados por uma confortável predominância no distrito, os executivos camarários comunistas atrasam o desenvolvimento dos concelhos. Presos a ideias obsoletas e preconceitos ridículos, deixam passar oportunidades de negócio e travam a iniciativa privada.
O CDS terá um papel a desempenhar nessa mudança, por meio de um número cada vez mais representativo de autarcas, eleitos nos vários concelhos. As mentalidades mudam e estou convicto que o cair da cortina de ferro em Setúbal está para breve. Os tempos são de decisão e, mais do que nunca, há medidas em que se deve insistir, nomeadamente: • A criação de medidas que ajudem à fixação de empresas com vocação exportadora no distrito, aproveitando as facilidades de acessibilidades terrestres e, eventualmente, áreas que poderão ser criadas;
• O fomento à criação de empresas de inovação, investigação e desenvolvimento nos parques industriais dos concelhos, aproveitando a mão-de-obra jovem e qualificada que existe no distrito;
• A atracção de investimento estrangeiro de qualidade nos sectores em que o distrito tem vantagens competitivas, tais como o turismo, a hotelaria ou a saúde;
• Maior protecção às micro, pequenas e médias empresas, de modo a que possam competir com mais facilidade no mercado e possam criar postos de trabalho, fixando a população activa na própria região e,
• O não abandono da agricultura e pesca, insistindo que devem continuar a ser actividades importantes no distrito.
Essa mudança de paradigma económico é urgente, sob pena de não haver retorno possível. Cabe às estruturas do CDS no distrito convencer e mobilizar pelo exemplo. Os discursos politicamente correctos são coisa do passado, a altura é de arregaçar as mangas. Eu sei que o CDS tem homens e mulheres capazes de ajudar à mudança no distrito. Para concretizar Setúbal. |
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Invasão Popular a Setúbal


