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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Grandes Opções do Plano e Orçamento em Almada para 2013


Grandes Opções do Plano e Orçamento em Almada para 2013
Algumas Propostas, preocupações e sugestões do CDS-PP Almada

O Grupo Municipal e a Comissão Coordenação Autárquica da Concelhia do CDS-PP em Almada deixaram em reunião com a President
e da Câmara Municipal de Almada (CMA) ao abrigo do Estatuto da Oposição as propostas, sugestões e preocupações do partido para as grandes Opções do Plano e Orçamento para o concelho de Almada em 2013.

Entre outras os representantes do CDS-PP em Almada, pediram mais investimento na política social e mais ajuda às famílias, nomeadamente as mais carenciadas e desfavorecidas do concelho, como também, aos idosos mais vulneráveis, para a aplicação de uma verdadeira política social que possa minimizar os impactos da difícil conjuntura economica, social e financeira que o país atravessa. O CDS-PP Almada entende que o esforço, protecção e ajuda aos mais desfavorecidos deve ser repartido entre as várias entidades com responsabilidades governativas sejam nacionais sejam elas locais.

Um maior investimento na iluminação (utilização de materiais mais economicos e ecológicos), na segurança e na reconversão e repavimentação de vias, acessos e sinalização foram outras das preocupações que o CDS-PP Almada deixou à presidente da CMA.

Do mesmo pacote de preocupações e propostas, a reabilitação urbana tal como a reabilitação e reconversão dos imóveis de interesse municipal e património histórico do concelho foi sugerida uma maior atenção por parte da CMA para um verdadeiro investimento de atracção e fixação de pessoas no concelho de Almada, como também foi solicitado pelo CDS-PP Almada um maior e direcionado investimento na promoção do Turismo para o concelho pois, a atracção de turistas ao longo do ano deixa muito aquém do seu valor e do que se prepõe.

No que respeita aos custos com a despesa, grande fatia de desperdício anual gerado pela CMA, entende o CDS-PP em Almada, que a mesma deve ser criteriosa e bastante rigorosa pois, em tempos de austeridade, é crucial que se gaste muito menos, mas gastando melhor. A diminuição dos custos em festejos e comemorações muito dispendiosos e em fogo de artifício ou demais materiais pirotécnicos, foram preocupações deixadas à presidente da CMA tentando sensibilizar a mesma para os gastos supérfluos e desnecessários nos tempos que correm. Pode-se fazer o mesmo com menos verbas usando e abusando de ideias inovadoras e alternativas.

O Grupo Municipal do CDS-PP e a Comissão Coordenação Autárquica do CDS-PP Almada, aproveitaram ainda para deixar a sua preocupação e solicitar um maior e rigoroso controlo nos critérios e transferências de subsídios para as colectividades do concelho devendo ter em conta o uso e finalidade dos mesmos para um verdadeiro uso social, desportivo e cívico, pois chegaram ao CDS-PP Almada algumas denúncias de aplicações menos úteis por parte de quem recebe determinados subsídios. O CDS-PP em Almada não está contra o associativismo, bem antes pelo contrário, agora, é necessário fazer uma distribuição mais equilibrada e mais rigorosa tendo em conta a sua complementaridade social e cívica nos seus objectivos e concretizações praticas.

Para o CDS-PP Almada, é dever de todas as instituições nacionais ou locais cumprirem os seus objectivos enquanto entidades ao serviço das pessoas e populações no geral.

Esperamos que este Plano e Orçamento para 2013 seja um verdadeiro exercício de serviço público aos Almadenses.

O Grupo Municipal e a Comissão Coordenação Autárquica do CDS-PP Almada

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Reforma Administrativa Local - Freguesias de Almada



A tão esperada sessão de Assembleia Municipal de Almada (AMA) extraordinária para discussão da Reforma Administrativa Territorial de Almada realizou-se, finalmente, para se apurarem as posições oficialmente como manda a lei, dos partidos políticos que compõem a AMA.

Uma nota que não podemos deixar passar em branco, é a falta de respeito, de educação e civismo, tal como podemos mesmo arriscar, a tentativa de boicotar as vozes incomodas dos intervenientes que apoiam a reforma administrativa por parte de alguns cidadãos que se deslocaram para assistirem à discussão do plenário local. Recorde-se que no articulado de normas que especificam os direitos e deveres dos cidadãos no seu exercício da democracia participativa (sob consulta na página da AMA), o ponto III referentes as reuniões públicas (Normas de Permanência dos Cidadãos) obriga o seguinte:

1 - As sessões de assembleia são públicas
2 - A nenhum cidadão é permitido, a qualquer pretexto, interromper os trabalhos das reuniões ou perturbar a ordem da assembleia, intrometer-se nas discussões ou aplaudir ou reprovar as opiniões emitidas, votações feitas e as deliberações tomadas, sujeitando-se os infractores às sanções previstas na lei.
3 - Em caso de quebra de disciplina ou da ordem cabe ao Presidente, sem prejuízo do número anterior, mandar sair do local da reunião o prevaricador, sob pena de desobediência nos termos da lei pena. 

Pode-se até compreender uma determinada benevolência por parte de quem dirige os trabalhos da AMA, mas, no nosso entendimento, a última assembleia viu excedida de forma abusiva os à partes e mesmos alguns impropérios por parte de quem assistia à mesma, tendo o deputado municipal do CDS-PP Fernando Pena, interpelado a mesa sobre a condução dos trabalhos. Não será com este tipo de manifestação abusiva que se dignifica a Democracia e atrai as populações para a participação cívica. É importante e fundamental o respeito mútuo pelas opiniões contrárias devendo as mesmas serem manifestadas e apresentadas de uma forma ordeira e pacifica.

Lamenta-se este tipo de postura que o CDS-PP não está disposto a pactuar e que o denunciará sempre que estiverem em causa os direitos fundamentais e as liberdades e garantias do exercício democrático e de cidadania.
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Mais se denuncia e repudia, a manifesta falta de isenção e imparcialidade pelo respeito democrático e liberdade dos cidadãos e das posições das forças políticas, neste caso, com representação da AMA, quando à entrada do mesmo local, se encontrava uma faixa de enormes dimensões alusiva e a apelar a que não se extingam freguesias, num perfeito acto de propaganda dentro de um espaço e de um órgão deliberativo que merece por  parte do CDS-PP a nossa mais sentida discordância e repúdio. Cada força política terá o seu entendimento e juízo face ao novo mapa autárquico, mas jogadas para viciação do jogo e incentivo a tomadas de posição condicionadas ou meramente pressões encapotadas, o CDS-PP em Almada, rejeita veemente este tipo de manifestação que em nada contribui para o aprofundar do espaço livre e democrático.

No que diz respeito à continuidade dos trabalhos, denota-se mais uma vez, a tendência da presidente da Câmara Municipal de Almada (CMA) em abster-se de comentar ou providenciar uma resposta condigna e adequada às questões colocadas por parte dos cidadãos - para o efeito existe no Regimento da AMA o Período Aberto ao Cidadão - que merecem ser ouvidos e estarão à espera de obter resposta. Apenas um único exemplo, um cidadão do concelho insurgiu-se no seu direito sobre um assunto que diz respeito à freguesia onde reside acerca do Concurso de um projecto da CMA (Plano Urbanização Almada Poente) e que, segundo parece, há critérios dúbios e mal esclarecidos e atabalhoadamente aplicados tendo o mesmo cidadão interpelado a presidente da CMA para obter os devidos esclarecimentos às suas legitimas dúvidas enquanto munícipe. A mesma, como já vem sendo hábito, refugia-se em respostas vagas e que de esclarecimento cabal têm muito pouco. Não é assim que se tratam os cidadãos que se interessam pela vida democrática em Almada. (embora a AMA fosse extraordinária com único ponto na Ordem de Trabalhos, o período de intervenção dos cidadãos não está reservado ou confinado ao tema principal para a qual a mesma foi convocada)

Ainda no que respeita à presença do público, e que é sempre de saudar, deixamos a seguinte interrogação: apesar da sala se encontrar repleta de munícipes será mesmo, como fazem questão de afirmar a CMA e as forças contra a reforma do Documento Verde, que as populações de Almada estão também elas contra a Reforma? Se assim é, porque não se escolheu, por exemplo, o Pavilhão Municipal de Almada para poder abarcar as centenas de milhares de Almadenses que estão contra a agregação de freguesias? Pareceu-nos, uma vez mais, uma manobra de concertação para tentar descredibilizar a reforma administrativa tentando lançar a confusão de quem vai ver, com certeza, reduzido os seus caciques locais e a sua influência partidária que durante muitos anos resultaram em maiorias absolutas que pouca margem de diálogo e intervenção deixaram às oposições sérias e construtivas.

Assim sendo, foram apresentados dois documentos em votação pela AMA quer uma da CDU quer outra pelo Bloco de Esquerda. No que respeita ao Bloco de Esquerda, o mesmo insiste na necessidade de se consultar as populações em Referendo Local, "manipulando" propositadamente a Pergunta para que a mesma não seja inconstitucional. A posição do CDS-PP em Almada, e depois de discutida em Comissão de Coordenação Autárquica, seria de seguir a linha do partido a nível nacional onde entende o CDS-PP, que a resposta a dar e a discussão da sua matéria tem toda a legitimidade de o ser pelos seus eleitos sufragados pelos eleitores quer em autárquicas quer em legislativas.
Já no que respeita à Proposta de Deliberação da CDU, o CDS-PP tem a seguinte opinião: foi entregue durante o início dos trabalhos uma Proposta de Deliberação composta por um vasto número de páginas semelhante e fazendo recordar a lista das páginas amarelas onde o principal objectivo, não obstante a veracidade de muitos dos factos no mesmo inscritos, é criar a confusão e mistificar uma realidade distorcendo o objectivo da presente reforma.
O mesmo contém deliberações de juntas de freguesia, da assembleia municipal, tal como editais e documentos originários quer de deliberações da ANAFRE ou da ANMP, de outras associações e denominadas plataformas ou mesmo tomadas de posições criadas ad hoc para aprofundar o descrédito da reforma administrativa para o concelho de Almada.

Como já vem sendo norma, os partidos de esquerda, e no caso de Almada se fala, têm vindo ao longo da discussão criando uma não-discussão; nos mesmos moldes as forças contrárias ao progresso e desenvolvimento da administração local apresentam, invocam e amedrontam as populações de que as freguesias serão extintas, que haverá um corte massivo  e significativo de postos de trabalho, que haverá cortes orçamentais que impossibilitam executar as suas melhores tarefas, que as sedes físicas de freguesia irão fechar, que os mais idosos, muitas das vezes apoiados, e bem, pelas freguesias irão deixar de ter esse apoio, que deixará de haver representatividade local, entre as demais considerações que se fazem ao longo das inúmeras páginas que compõem a proposta da CDU, entendemos que todas estas justificações não fazem sentido, são desprovidas de seriedade e muito manipuladas e orquestradas para atacar uma reforma que se pretende vir a modernizar os serviços públicos locais e aproximar os eleitores das decisões dos seus representantes.

A mesma postura tem o executivo emitindo também uma não-pronuncia, onde de forma maniqueísta, usa a demagogia na tentativa de esvaziar e travar a reforma local ao qual não merece por parte do CDS-PP, a minima credibilidade.

Com uma postura sectária e reservada por parte dessas mesmas forças, e depois ter terem inviabilizado uma proposta em AMA que criasse uma comissão eventual para uma discussão profícua, seria e responsável com a presença das diversas forças vivas do concelho que pudesse enriquecer e consensualizar a melhor proposta para o concelho de Almada, entendeu o CDS-PP, não apresentar a votos a sua proposta que já é há muito do conhecimento público, pois não foram criadas nem reunidas todas as condições para que a mesma pudesse ter sido discutida com o maior respeito e a maior seriedade.

A proposta do Grupo Municipal do CDS-PP delineada pela Comissão de Coordenação Autárquica em Almada e aprovada pela concelhia do partido é pública, e vai ao encontro quer dos requisitos propostos na referida lei quer de encontro com as necessidades e diversas realidades locais no concelho de Almada, chegando à conclusão de que o concelho pode ser muito mais competitivo com uma diminuição do mapa de freguesias, onde se irá obter mais escala e uma melhor optimização dos recursos disponíveis ajudando na prosperidade e desenvolvimento ao nível local tal como uma maior participação das populações resultado da concessão de mais atribuições e competências aos órgãos de freguesia.

Estamos ao lado da Mudança.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Reforma administrativa das freguesias do concelho de Almada - Proposta do CDS-PP


A Comissão Coordenação Autárquica (CCA) do CDS-PP Almada, reuniu para analisar e apresentar a proposta de organização territorial de freguesias no concelho de Almada, tendo em conta o documento apresentado pelo governo de um dos quatro vectores que compõem o Livro Verde da Administração Local tendo chegado à seguinte conclusão:

Primeiramente, relembrar que uma grande reforma administrativa não acontecia desde
1832 tendo-se verificado apenas pequenas alterações até chegarmos em 2012 a uma reforma profunda e devidamente estruturada.

Posto isto, em consideração ao modelo e critérios apresentados pela lei que regulará a organização territorial das freguesias, a proposta saída do grupo de trabalho da CCA do CDS-PP Almada, aponta para a agregação das seguintes freguesias no concelho de Almada:

- Freguesia de Almada/Pragal/Cacilhas/Cova da Piedade

- Freguesia da Caparica/Trafaria

- Freguesia da Costa da Caparica

- Freguesia Charneca/Sobreda de Caparica

- Freguesia do Laranjeiro/Feijó

O resultado final (cinco freguesias no total prevendo a obrigatoriedade de redução de 55% das freguesias existentes) e as conclusões em relação ao novo mapa de freguesias proposto pelo CDS-PP, tiveram em conta quatro factores fundamentais para a sua reorganização geográfica que garantem a sustentabilidade da proposta a seu ver, os censos de 2011 e as respectivas alterações populacionais, as especificidades sociais e culturais da freguesia e as origens históricas de cada uma delas.

Só assim se poderá fazer uma verdadeira e justa reforma de agregação de freguesias, estando certos que trará um maior e melhor equilíbrio dentro do concelho.


A Comissão Coordenação Autárquica do CDS-PP Almada

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Reforma Administrativa das Freguesias em Almada - Nota de Imprensa


No que toca ao Documento apresentado nos últimos dias pelo governo acerca da Reforma Territorial das Freguesias, a Comissão Coordenação Autárquica da concelhia do CDS-PP Almada emitiu hoje a seguinte nota de imprensa:

A Comissão de Coordenação Autárquica do CDS-PP Almada, vai analisar minuciosamente o diploma proposto pelo governo que obriga a reestruturação geográfica do mapa de freguesias, neste caso, no concelho de Almada, lamentando, desde já, a falta de responsabilidade do partido comunista em prescindir discutir a matéria demonstrando um discurso demagógico e catastrófico proferindo inverdades mesmo antes de ter conhecimento integral do documento.
O CDS-PP aguarda que a Assembleia Municipal se pronuncie sobre o assunto.

A Reforma do mapa das freguesias deverá ter como imperativo principal uma melhoria da prestação dos serviços públicos, a criação de uma maior dinâmica entre eleitos e eleitores, e sobretudo a optimização dos recursos disponíveis para a gestão do património e pessoas.

Para o CDS-PP Almada esta reforma não se deve limitar a cumprir e a satisfazer o acordo com a Troika, mas sim, criar alicerces para a melhoria das condições de vida das populações de vida distribuindo mais equilibradamente os recursos e criar sinergias que possam minimizar os desequilíbrios verificados de freguesia dentro do mesmo concelho.

Sendo assim, e tendo em conta os parâmetros de agregação propostos no documento, o concelho de Almada é identificado como sendo de Nível 1, o que pressupõe uma redução de 55% em número de freguesias resultando no total máximo final de 5 freguesias para o concelho de Almada.

O CDS-PP está disposto a contribuir para esta reforma profunda, desde que seja em benefício dos munícipes e fregueses e que sejam respeitadas as características históricas de cada freguesia, a toponímia, tal como a sua identidade local que deverá ser, impreterivelmente, preservada

Logo que finalizado, o CDS-PP Almada dará a conhecer publicamente as conclusões da sua proposta de agregação das freguesias do concelho.


António Pedro Maco
Presidente CDS-PP Almada e Membro da Comissão Coordenação Autárquica do CDS-PP Almada