domingo, 31 de julho de 2011
Carta anónima - Pesadelo dos residentes da Costa da Caparica
domingo, 24 de abril de 2011
CDS-PP Almada na Comunicação Social
sábado, 18 de dezembro de 2010
CDS/PP Almada na Comunicação Social
sábado, 20 de novembro de 2010
CDS/PP Almada na Comunicação Social
UM PARTIDO QUE SABE O QUE QUERdomingo, 17 de outubro de 2010
Deputado Municipal António Pedro Maco na Comunicação Social
Os Sitiados
Já tivemos oportunidade de informar os Almadenses que existe no concelho de Almada, um lugar onde o saneamento básico não chega a todas as casas, não há transportes públicos e as estradas não são asfaltadas o que podemos desde logo imaginar o martírio de quem lá vive nomeadamente no inverno onde há uns anos atrás, indirectamente causou uma vitima mortal. O agudizar da situação dá-se com o fecho de uma das entradas para o Vale sem dar qualquer alternativa, mais precisamente, a entrada da Quinta do Pocinho, situação esta que está a desesperar os moradores do Vale da Sobreda. O fecho desta via já de si em mau estado mas que servia os interesses dos moradores, foi feito sem qualquer aviso prévio, ignorando e demonstrando uma falta de respeito e sensibilidade pela vida das pessoas.
Precisamente uma das soluções pretendidas pelos mesmos e que não está a ser tida em conta, incompreensivelmente, é a manutenção do túnel inferior à VL3 que possa ser utilizado como via pedonal e rodoviária, deixando passar quer transeuntes quer automóveis, o que implicaria até uma maior segurança para a circulação de pessoas e bens.
Segundo parece, não está prevista a reabertura da mesma via como pretendem também, deixar apenas o referido túnel como via pedonal indo totalmente contra os desejos e aspirações dos moradores.
Existem alternativas e propostas que sem qualquer explicação não estão de todo a ser atendidas pelas entidades competentes nomeadamente a Câmara Municipal de Almada.
Os moradores não obtiveram até ao momento qualquer resposta depois das várias tentativas de diálogo.O CDS conhece o Vale da Sobreda, visitou o Vale da Sobreda, e estará atento ao desenrolar da situação que começa a ser insustentável.
Decorreu nas instalações do Inatel na Costa da Caparica, um Seminário organizado pela concelhia do CDS/PP de Almada com o apoio da Distrital, da secretaria-geral e com a mobilização de todo o partido com o tema Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade - Solos Agrícolas Um Bem Comum. Do mesmo fizeram parte ilustres oradores como o Ministro da Agricultura António Serrano, o Eurodeputado do CDS/PP Nuno Melo, o Arqº Gonçalo Ribeiro Telles, o Prof. Eugénio Sequeira entre outros, que deixaram o seu ponto de vista acerca da necessidade de o país ter mais atenção à utilização dos seus solos e do investimento maior na agricultura como fonte de sustentabilidade e económico. Perante uma sala cheia reservada para o evento, tivemos ainda oportunidade -fazia parte do programa do painel- de ouvir as denuncias feitas pelo deputado municipal do CDS Fernando Pena e a Engª Maria Palmira Gonçalves, onde puderam expor publicamente as atrocidades que as várias entidades têm vindo a fazer nas Terras da Costa. É uma luta pela preservação do património natural, agrícola, e da manutenção de postos de trabalho que o CDS não se calará, e tem o apoio e ajuda nesta causa já de várias entidades que se preparam para impedir que o betão e o capitalismo desenfreado se sobreponham à paisagem natural e a futuro das gerações vindouras.
António Pedro Maco
Deputado Municipal CDS/PP
Via Notícias de Almada
sábado, 20 de fevereiro de 2010
CDS/Partido Popular esta semana no "Notícias de Almada"
Crónica do deputado municipal Fernando Pena esta semana no "Notícias de Almada"
ALMADA ESCONDIDA
O leitor já ouviu falar do Vale da Sobreda? O leitor já esteve no Vale da Sobreda? Fica o desafio – que como se verá exige uma certa temeridade – de visitar esta porção proscrita do concelho de Almada. Pelos vistos, também a Câmara Municipal parece não conhecer a realidade que aflige há muitos anos gente que também é cidadã de Almada, que também trabalha, que também paga os seus impostos e taxas.
Mas o Vale da Sobreda não faz parte das festas, dos discursos e fogos-de-artifício, dos anúncios televisivos, do Boletim Municipal e da propaganda oficial. É uma Almada escondida, esquecida, que envergonha, que foi empurrada para um recanto esconso das preocupações políticas. Na emergência do século XXI, as condições de vida que vêem no Vale da Sobreda são próprias dos arrabaldes do terceiro mundo.
No Vale da Sobreda não há transportes públicos. No Vale da Sobreda os táxis não entram dado o estado do pavimento. No Vale da Sobreda crianças têm de percorrer a pé 3 km para irem à escola, em caminhos de cabra quase intransitáveis. No Vale da Sobreda o centro de saúde fica a 4 km de distância e os idosos que vão a consultas usam carrinhas cedidas pelo centro paroquial, veículos de familiares ou de vizinhos, ou então têm de caminhar essa distância. No Vale da Sobreda, aliás, há idosos praticamente sequestrados em casa.
No Vale da Sobreda não existe saneamento básico, embora ele seja cobrado aos habitantes na factura mensal. No Vale da Sobreda as raras ruas asfaltadas são pagas pelas comissões de moradores. No Vale da Sobreda muitas ruas não têm nome, e a maioria das que o têm é completamente desconhecida das Autoridades e Bombeiros.
No Vale da Sobreda o lixo e o entulho acumula-se pelas ruas. No Vale da Sobreda matilhas de cães ameaçam os habitantes. No Vale da Sobreda um dia de chuva significa charcos, lama abundante e muitos mais buracos. No Vale da Sobreda há casas devolutas, obras embargadas, despojos de edifícios, pessoas desanimadas.
No Vale da Sobreda, casas senhoriais históricas, de fidalgos e morgados, estão em ruínas e servem de abrigo a traficantes de droga. No Vale da Sobreda, quintas antigas de elevado valor agrícola estão abandonadas. No Vale da Sobreda, o património foi esquecido, esmagado, condenado ao desaparecimento. No Vale da Sobreda é também a memória de uma terra que se espezinha.
O Vale da Sobreda é um triste exemplo da estratégia de um poder autárquico que vive da propaganda, de uma rede de dependências e da especulação imobiliária, num planeamento do território retalhado e incoerente.
A regeneração urbanística e viária é urgente e deve obedecer a bons critérios que permitam a valorização futura da zona. Elementos de atracção de investimento devem envolver a recuperação do património histórico, a criação de uma centralidade cultural inovadora, a promoção de turismo de habitação e a valorização paisagística de todo o vale, integrando as áreas agrícolas férteis numa estrutura ecológica contínua. A criação de um corredor verde da Cova da Piedade à Charneca de Caparica, conforme a proposta eleitoral do CDS, integraria o Vale da Sobreda numa solução moderna de ordenamento do território.
Afinal, não foi esta Câmara Municipal que anunciou querer uma cidade mais sustentável, solidária e eco-eficiente?
Em qual destas linhas estratégicas caberá o Vale da Sobreda?
