Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias de Almada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias de Almada. Mostrar todas as mensagens

domingo, 31 de julho de 2011

Carta anónima - Pesadelo dos residentes da Costa da Caparica

Ainda a propósito do artigo de opinião do presidente da concelhia do CDS-PP Almada no Notícias de Almada onde manifesta o seu profundo desagrado pelo estado desleixado e de pobre desenvolvimento a que a Costa da Caparica continua votada, chegou à concelhia do partido via correio uma carta sem identificação onde denúncia alguns atropelos tal como o desespero em que muitos dos habitantes da Costa da Caparica vivem.
A saber, a mesma carta anónima começa por manifestar o profundo desagrado e mesmo a aflição em que vivem os moradores junto ao campo do Costa da Caparica com o barulho ensurdecedor resultante da instalação no mesmo espaço de uma mini-feira de diversões paredes-meias com as habitações.
Afirmam assim, que a partir do início da tarde começa o pesadelo que vai para além da meia noite num repentino e contínuo barulho que lhes entra pela casa dentro.
Os mesmos questionam como é possível a instalação «desses produtores de ruídos elevados, cerca de 10 a 20 metros de prédios de habitação com o atropelo dos direitos fundamentais e legais dos residentes» isto para citar.
Ainda na mesma carta anónima que o CDS-PP Almada recebeu é manifestado também, a profunda preocupação e desagrado por parte dos moradores junto ao bairro de barracas da Costa da Caparica devido ao acumular de lixo nomeadamente de dejectos humanos, e o pouco cuidado na limpeza dos mesmos contentores junto às habitações deixando a percepção de um potencial risco para a saúde pública.
Posto isto, informam que as várias tentativas com baixo-assinados e entrevistas com responsáveis da Câmara Municipal de Almada têm sido sempre em vão e sem resultados práticos, chegando mesmo ao ponto de solicitarem à comunicação social que faça uma reportagem o mais breve possível para mostrarem o lado negro da Costa da Caparica, aquele que não vem nos spots publicitários pagos com dinheiros públicos pela CMA para fingir que temos uma zona de turismo de excelência no concelho, afirmamos, «para que este terror possa ter um fim».
Uma carta anónima sem remetente ou identificação é sempre algo que terá um cuidado redobrado de análise, de constatação e comprovação, sendo que os mesmos autores anónimos justificam essa necessidade com a não aceitação de criticas por parte de quem tem responsabilidades em zelar pelos seus direitos e garantias.
Sendo assim, achou o CDS-PP Almada, ser pertinente a divulgação desta chamada de atenção via carta não identificada para quem o queira possa no terreno constatar.
O CDS-PP tem vindo ao longo dos tempos a alertar para a necessidade de se pensar a cidade da Costa da Caparica de uma maneira mais ambiciosa e planeada para que de futuro os seus moradores não tenham mais necessidade por um lado de denunciar estes factos, como por outro não o fazerem de forma anónima e sem nada temer.

Fonte: carta anónima enviada por correio para o CDS-PP Almada que, pelos vistos, foi endereçada à Câmara Municipal de Almada mais concretamente ao Departamento de Ambiente em 15 de Julho do corrente ano.


domingo, 24 de abril de 2011

CDS-PP Almada na Comunicação Social

Artigo mensal no jornal "Notícias de Almada" do Deputado Municipal do CDS-PP António Pedro Maco que este mês versa sobre o prémio atribuído à cidade de Almada como um incentivo à mobilidade o que para o CDS-PP, é um autêntico paradoxo.
Gostaria de começar por dizer que teria todo o gosto em deixar os parabéns à cidade de Almada pela atribuição do prémio Semana da Mobilidade Europeia, prémio atribuído em Bruxelas pelo Comissario do Ambiente com o objectivo de premiar as cidades que valorizam a mobilidade e os transportes públicos.
Desta vez a cidade contemplada foi Almada. Tudo seria motivo de festejo se não fosse um contra-senso no que diz respeito à própria mobilidade e promoção dos transportes públicos senão vejamos:
A Mobilidade supostamente, é também, para fazer circular pessoas, bens e mesmo transportes, o que não nos parece que seja bem o caso no centro da cidade de Almada onde se verifica cada vez mais uma desertificação quer em transeuntes quer no próprio comércio muitas das vezes o aglutinador de gentes e fonte de vida de uma cidade.
O mesmo se pode dizer em relação à promoção dos transportes públicos. O transporte que serve e rasga o centro de Almada, convém lembrar, que não é só o Metro Sul do Tejo - MST mas sim, um outro conjunto de transportes que devem complementar a mobilidade dentro e para fora de uma cidade. Sendo assim, é incompreensível como se quer promover os transportes públicos atirando algumas paragens de autocarro literalmente para canto, o mesmo acontecendo com a praça de táxis que sem indicações concretas e plenamente visíveis deixa os habitantes ou visitantes de Almada à beira de um ataque de nervos.
Contudo, aquilo que nos deixa mais perplexos, e ao ser verdade, deixa-nos a pensar acerca dos critérios da atribuição destes prémios.
Segundo parece um dos argumentos que pesou na escolha da cidade de Almada, foi a Requalificação da Rua Cândido dos Reis em Cacilhas. Pergunta; então uma rua que ainda não saiu sequer do papel e que ainda agora foi aprovada em Assembleia Municipal sem a obra ter começado já é considerada como facto consumado? Não nos parece um bom critério, muito menos, um bom indicador de parcialidade.
Depois, já que se fala em excelência na Mobilidade em Almada continuamos a perguntar: será que o Comissario Europeu do Ambiente conhece a excelente(!) mobilidade dos moradores do Vale da Sobreda? Será que o mesmo conhece a falta de sinalização conveniente das passadeiras na cidade de Almada? ou será que tem conhecimento que alguns dos sinais de trânsito do centro da cidade nem o obrigatório registo têm?
Teríamos todo o gosto de apoiar e regozijar a cidade de Almada com este prémio mas nestas condições ficará para uma próxima.
Ainda no que diz respeito à Reabilitação da Rua Cândido dos Reis e Cacilhas, é imperativo deixar aqui um esclarecimento em relação à posição do CDS-PP acerca da mesma.
Convém que fique devidamente esclarecido que o CDS-PP e o seu Grupo Municipal não são contra a reabilitação da cidade seja ela em que freguesia for. Queremos e pretendemos uma Almada de cara lavada, reabilitada e que volte a ter a vida e a luz de outros tempos.
Que essa intenção não seja colocada em causa. Agora, o que não pudemos pactuar é com projectos dúbios e pouco esclarecedores.
De lembrar que foi apresentado para votar na Assembleia Municipal de Almada um projecto que continha um conjunto vasto de boas intenções e que, à partida, qualquer munícipe levaria a considerar como nefasta a sua aprovação. Acresce que as boas intenções, deixavam muito aquém dos mínimos para que os deputados municipais pudessem aprovar a mesma em consciência e devidamente esclarecidos.

António Pedro Maco
Presidente CDS-PP Almada e Deputado Municipal

Por: Notícias de Almada


sábado, 18 de dezembro de 2010

CDS/PP Almada na Comunicação Social

O presente artigo do semanário Notícias de Almada tem esta semana o artigo de opinião do presidente e deputado municipal do CDS/PP de Almada António Pedro Maco.

Artigo de Opinião:

Um ano de empenho

Estamos praticamente a terminar o primeiro ano de trabalho municipal sendo hora de fazer um balanço.
Entre sessões de Assembleia Municipal, Comissões e muitas visitas, o CDS/PP em Almada, continua a fazer cumprir o programa eleitoral que foi a votos há pouco mais de um ano.
No que respeita ao trabalho realizado em assembleia o grupo municipal do CDS/PP, apresentou propostas e moções como por exemplo a inclusão de um espaço para a oposição no Boletim Municipal, a defesa e manutenção da agricultura nas Terras da Costa, uma moção em defesa e preservação do património histórico e cultural do concelho onde se destaca o Cruzeiro de Vale Rosal ameaçado pela construção de uma estrada que já deitou a baixo um pinheiro tamanqueiro com mais de 400 anos(!), como também, a proposta a apresentar sobre a contenção de gastos supérfluos em tempo de crise entre outras. A todas a CDU votou contra.
Esteve representado nas comissões de trabalho da assembleia municipal destacando-se a da revisão dos regulamentos da ECALMA onde apresentou também propostas.
Realizou inúmeras visitas no concelho onde se destacam as visitas às forças policiais, à TST, às Terras da Costa onde esteve presencialmente em sua defesa aquando da tomada das mesmas pela CMA com a ajuda da autoridade, ao esquecido e desamparado Vale da Sobreda, reuniu-se com associação de comerciantes, e visitou e ouviu o munícipe "anónimo" por todo o concelho, muitas das vezes acompanhado pelo deputado à assembleia da república eleito pelo distrito de Setúbal Nuno Magalhães, que muito se preocupa e se empenha por um melhor concelho de Almada.
Comemorou ainda o 1º de Maio na Cova da Piedade, numa festa/jantar com uma sala esgotada com mais de uma centena Populares e com a presença de Paulo Portas, que fez muita questão de assinalar em Almada mais um feriado do Dia do Trabalhador, como também, a organização de um muito participado Seminário em Defesa dos Solos Agrícolas/Meio Ambiente e das Terras da Costa, contando com a presença do Ministro da Agricultura, o eurodeputado Nuno Melo, Arqº Gonçalo Ribeiro Telles, Prof. Eugénio Sequeira entre outros.
Todo este trabalho e empenho só tem sido possível com o esforço e dedicação do grupo municipal, dos autarcas de freguesia, e dos militantes e colaboradores que têm dado o seu enorme contributo para o que CDS/PP em Almada esteja cada vez mais activo e mais junto das pessoas.
Para os que diziam que o CDS/PP estava "morto" em Almada, aqui fica a prova em contrário; e podem esses mesmos contar com um CDS/PP cada vez mais forte e com vontade de fazer diferente, pois com um executivo já gasto em ideias e com uma oposição acanhada e muitas das vezes cúmplice num "ora agora passas tu, ora agora passo eu", vão dando a maioria absoluta que os Almadenses rejeitaram nas urnas o ano passado.
Vamos continuar o nosso trabalho humilde e dedicado pedindo a todos os Almadenses que não deixem de acreditar na mudança, pois já há uma luz ao fundo do túnel.
Aproveitamos para informar que podem deixar as sugestões, criticas, opiniões e denuncias para os emails: cds.almada@gmail.com e cds.almadaxxi@yahoo.com ou no blog partidopopularalmada.blogspot.com

António Pedro Maco
Deputado Municipal e Presidente CDS/PP Almada

sábado, 20 de novembro de 2010

CDS/PP Almada na Comunicação Social

Artigo publicado no Notícias de Amada
UM PARTIDO QUE SABE O QUE QUER
No momento em que escrevo este texto, a Comissão Política Concelhia do CDS-PP terá sido recebida pela Presidente da Câmara Municipal de Almada, ao abrigo do Estatuto da Oposição. Discute-se o orçamento municipal do próximo ano. Se seguir o exemplo de outros anos, este encontro é um mero formalismo legal e, a esta hora, já alguma solução de aprovação terá sido cozinhada com um outro partido da vereação.
Mais ou menos à vez, Bloco de Esquerda, PS e PSD encarregam-se de ser uma oposição subserviente à voz da dona, disfarçada pelo adjectivo «construtiva». Assim tem sido com o orçamento, com as contas, com os planos do betão, com a Ecalma, com o saque à paisagem, com os recursos humanos, e a lista facilmente continuaria.
Fiel ao Programa Eleitoral que apresentou aos almadenses, o CDS identifica cinco medidas que considera essenciais para o Orçamento de2011.
Numa situação social de emergência, são os idosos aqueles que mais sofrem em silêncio. Tantas vezes marginalizados por uma cultura da juventude, isolados, prisioneiros em suas casas, privados de conforto material e humano, necessitam das autoridades públicas atenção prioritária. O CDS propõe uma redução drástica da despesa do município em propaganda, festas, brindes e outras acções de promoção, em favor do reforço do cuidado com a população idosa. Assistência de enfermagem e aquisição de medicamentos, apoio doméstico para compras e pequenas reparações, parcerias de voluntariado e assistência energética e de climatização são aspectos que facilmente se entende estarem à frente da oferta de relógios, dos inúmeros jantares e dos caríssimos anúncios de televisão que esta Câmara habitualmente promove.
Em segundo lugar, reconhece-se em todo o concelho a falência da limpeza do espaço público. Algumas freguesias, como a Charneca, são vítimas gritantes de uma Câmara que parece ter desistido de Almada. O reforço orçamental e técnico da limpeza urbana e um plano de combate a graffiti e tags é urgente, embora constitua apenas um pequeno passo na devolução das ruas aos cidadãos.
O CDS não abdica também da protecção integral da vocação agrícola das Terras da Costa e da paisagem magnífica da Arriba Fóssil e da Mata dos Medos. Já muito se escreveu e discutiu, mas não se compreende que, às portas da Europa civilizada, um concelho insista em planos de betão e alcatrão sobre o seu património mais rico.
Outra medida urgente é a regeneração de todo o Vale da Sobreda, que vive uma situação de indigência que afronta a dignidade humana. A Câmara Municipal voltou as costas à vergonha que, em Almada, deixou crescer à margem dos spots televisivos e dos boletins municipais com que procura comprar o voto dos almadenses.
Por fim, o CDS entende como prioritária a definição de uma política municipal que seja amiga das famílias e da maternidade. Intermediária entre o indivíduo e a sociedade, a família é essencial na criação de uma civilização de vida e humanidade. A autarquia, conhecedora da realidade local, deverá impulsionar essa responsabilidade fulcral para o futuro.
O CDS sabe o que quer. Para memória futura, ficam aqui cinco propostas para 2011 que, estamos em crer, fariam toda a diferença.

Por Fernando da Pena Deputado Municipal

domingo, 17 de outubro de 2010

Deputado Municipal António Pedro Maco na Comunicação Social

Os Sitiados

Já tivemos oportunidade de informar os Almadenses que existe no concelho de Almada, um lugar onde o saneamento básico não chega a todas as casas, não há transportes públicos e as estradas não são asfaltadas o que podemos desde logo imaginar o martírio de quem lá vive nomeadamente no inverno onde há uns anos atrás, indirectamente causou uma vitima mortal. O agudizar da situação dá-se com o fecho de uma das entradas para o Vale sem dar qualquer alternativa, mais precisamente, a entrada da Quinta do Pocinho, situação esta que está a desesperar os moradores do Vale da Sobreda. O fecho desta via já de si em mau estado mas que servia os interesses dos moradores, foi feito sem qualquer aviso prévio, ignorando e demonstrando uma falta de respeito e sensibilidade pela vida das pessoas.

Precisamente uma das soluções pretendidas pelos mesmos e que não está a ser tida em conta, incompreensivelmente, é a manutenção do túnel inferior à VL3 que possa ser utilizado como via pedonal e rodoviária, deixando passar quer transeuntes quer automóveis, o que implicaria até uma maior segurança para a circulação de pessoas e bens.

Segundo parece, não está prevista a reabertura da mesma via como pretendem também, deixar apenas o referido túnel como via pedonal indo totalmente contra os desejos e aspirações dos moradores.

Existem alternativas e propostas que sem qualquer explicação não estão de todo a ser atendidas pelas entidades competentes nomeadamente a Câmara Municipal de Almada.

Os moradores não obtiveram até ao momento qualquer resposta depois das várias tentativas de diálogo.O CDS conhece o Vale da Sobreda, visitou o Vale da Sobreda, e estará atento ao desenrolar da situação que começa a ser insustentável.

Decorreu nas instalações do Inatel na Costa da Caparica, um Seminário organizado pela concelhia do CDS/PP de Almada com o apoio da Distrital, da secretaria-geral e com a mobilização de todo o partido com o tema Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade - Solos Agrícolas Um Bem Comum. Do mesmo fizeram parte ilustres oradores como o Ministro da Agricultura António Serrano, o Eurodeputado do CDS/PP Nuno Melo, o Arqº Gonçalo Ribeiro Telles, o Prof. Eugénio Sequeira entre outros, que deixaram o seu ponto de vista acerca da necessidade de o país ter mais atenção à utilização dos seus solos e do investimento maior na agricultura como fonte de sustentabilidade e económico. Perante uma sala cheia reservada para o evento, tivemos ainda oportunidade -fazia parte do programa do painel- de ouvir as denuncias feitas pelo deputado municipal do CDS Fernando Pena e a Engª Maria Palmira Gonçalves, onde puderam expor publicamente as atrocidades que as várias entidades têm vindo a fazer nas Terras da Costa. É uma luta pela preservação do património natural, agrícola, e da manutenção de postos de trabalho que o CDS não se calará, e tem o apoio e ajuda nesta causa já de várias entidades que se preparam para impedir que o betão e o capitalismo desenfreado se sobreponham à paisagem natural e a futuro das gerações vindouras.

António Pedro Maco

Deputado Municipal CDS/PP

Via Notícias de Almada

sábado, 20 de fevereiro de 2010

CDS/Partido Popular esta semana no "Notícias de Almada"



Crónica do deputado municipal Fernando Pena esta semana no "Notícias de Almada"

ALMADA ESCONDIDA

O leitor já ouviu falar do Vale da Sobreda? O leitor já esteve no Vale da Sobreda? Fica o desafio – que como se verá exige uma certa temeridade – de visitar esta porção proscrita do concelho de Almada. Pelos vistos, também a Câmara Municipal parece não conhecer a realidade que aflige há muitos anos gente que também é cidadã de Almada, que também trabalha, que também paga os seus impostos e taxas.

Mas o Vale da Sobreda não faz parte das festas, dos discursos e fogos-de-artifício, dos anúncios televisivos, do Boletim Municipal e da propaganda oficial. É uma Almada escondida, esquecida, que envergonha, que foi empurrada para um recanto esconso das preocupações políticas. Na emergência do século XXI, as condições de vida que vêem no Vale da Sobreda são próprias dos arrabaldes do terceiro mundo.

No Vale da Sobreda não há transportes públicos. No Vale da Sobreda os táxis não entram dado o estado do pavimento. No Vale da Sobreda crianças têm de percorrer a pé 3 km para irem à escola, em caminhos de cabra quase intransitáveis. No Vale da Sobreda o centro de saúde fica a 4 km de distância e os idosos que vão a consultas usam carrinhas cedidas pelo centro paroquial, veículos de familiares ou de vizinhos, ou então têm de caminhar essa distância. No Vale da Sobreda, aliás, há idosos praticamente sequestrados em casa.

No Vale da Sobreda não existe saneamento básico, embora ele seja cobrado aos habitantes na factura mensal. No Vale da Sobreda as raras ruas asfaltadas são pagas pelas comissões de moradores. No Vale da Sobreda muitas ruas não têm nome, e a maioria das que o têm é completamente desconhecida das Autoridades e Bombeiros.

No Vale da Sobreda o lixo e o entulho acumula-se pelas ruas. No Vale da Sobreda matilhas de cães ameaçam os habitantes. No Vale da Sobreda um dia de chuva significa charcos, lama abundante e muitos mais buracos. No Vale da Sobreda há casas devolutas, obras embargadas, despojos de edifícios, pessoas desanimadas.

No Vale da Sobreda, casas senhoriais históricas, de fidalgos e morgados, estão em ruínas e servem de abrigo a traficantes de droga. No Vale da Sobreda, quintas antigas de elevado valor agrícola estão abandonadas. No Vale da Sobreda, o património foi esquecido, esmagado, condenado ao desaparecimento. No Vale da Sobreda é também a memória de uma terra que se espezinha.

O Vale da Sobreda é um triste exemplo da estratégia de um poder autárquico que vive da propaganda, de uma rede de dependências e da especulação imobiliária, num planeamento do território retalhado e incoerente.

A regeneração urbanística e viária é urgente e deve obedecer a bons critérios que permitam a valorização futura da zona. Elementos de atracção de investimento devem envolver a recuperação do património histórico, a criação de uma centralidade cultural inovadora, a promoção de turismo de habitação e a valorização paisagística de todo o vale, integrando as áreas agrícolas férteis numa estrutura ecológica contínua. A criação de um corredor verde da Cova da Piedade à Charneca de Caparica, conforme a proposta eleitoral do CDS, integraria o Vale da Sobreda numa solução moderna de ordenamento do território.

Afinal, não foi esta Câmara Municipal que anunciou querer uma cidade mais sustentável, solidária e eco-eficiente?

Em qual destas linhas estratégicas caberá o Vale da Sobreda?




quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

CDS/Partido Popular com Coluna no "Notícias de Almada"

ER 377-2.1 Como já foi anunciado, a edição do "Notícias de Almada", saída na última sexta-feira trás uma coluna com o deputado municipal Fernando da Pena.
A convite da redacção do referido jornal, tal como todas as outras forças com assento na Assembleia Municipal de Almada, o CDS/Partido Popular, terá também a sua coluna com crónicas de opinião dos deputados municipais do partido António Pedro Maco e Fernando da Pena.
Fernando da Pena, aproveitou novamente o nosso espaço de antena para denunciar mais uma vez, o escândalo das Terras da Costa e tudo o que está com ele relacionado e dependente.
A já, e infeliz "futura" ER-377, a Mata dos Medos, as terras de cultivo, e a potencial especulação imobiliária, são de novo o mote para fazer a contra propaganda alicerçada, na tentativa de destruição de Paisagem Protegida, no desrespeito pela propriedade privada, e também pelo possível fim de uma produção agrícola de grande valor Nacional.
O CDS/Partido Popular, não vai baixar os braços estando o presidente Paulo Portas, solidário e atento a mais um atentado Ecológico em nome do betão e da especulação.