quarta-feira, 20 de março de 2013
António Pedro Maco (re)candidato à CPC do CDS-PP Almada em lista única
Eleições para a CPC Almada do CDS-PP *
Lista A (lista única)
Candidato a Presidente - António Pedro Maco
Mais uma vez, aqui estamos para nos apresentarmos aos militantes da concelhia de Almada do CDS-PP para dar continuidade a um projecto com ideias e valores começado em 2009.
É com a coragem, determinação e empenho em fazer ainda mais e muito melhor que esta equipa encabeçada por António Pedro Maco, se recandidata à Comissão Política Concelhia do CDS-PP Almada provando, de novo, a sua vontade de ir mais além e de fazer ainda melhor colocando o CDS-PP e a Democracia Cristã, como uma verdadeira alternativa ao poder de esquerda que há quase 40 anos (des)governa o concelho de Almada.
Na continuidade deste projecto tivemos o cuidado de renovar a equipa directiva com pessoas capazes e com provas dadas fortalecendo os laços de companheirismo, de espírito de grupo e de missão tendo a entre-ajuda, como factor preponderante para um trabalho proveitoso onde todos têm oportunidade de colaborar.
Apostamos e valorizamos a dicotomia experiência e vigor numa conjugação de esforços ímpar num projecto que se quer de todos e para todos.
Só com um partido unido poderemos alcançar os objectivos pretendidos em Almada
Queremos um CDS-PP forte, arrojado, empreendedor, corajoso, e com ideias modernas que possam criar um novo modo de olhar e fazer política para e com as pessoas, neste iniciar de um novo século pautado pela rapidez e massificação da Informação tal como o regresso das pessoas à Política. É com esses desafios em mente que nos apresentamos com uma equipa empenhada em enfrentar esses mesmos desafios e obstáculos que muito têm caracterizado um concelho onde o poderio comunista domina, muitas das vezes, com a passividade e benevolência da restante oposição gasta e amorfa de ideias e cheia de vícios.
Deste modo, é sabido que, ainda mais em ano de eleições autárquicas, enfrentamos um enorme desafio onde o CDS-PP pretende alcançar o melhor resultado possível solidificando a sua posição e imagem construída ao longos destes últimos anos; Almada precisa de um CDS-PP forte e com ideias.
Desafio autárquico, que tem vindo a ser trabalhado há já mais de um ano, dia após dia, junto das pessoas no conhecimento da realidade do concelho com a finalidade de apresentar as melhores propostas consistentes com as necessidades e as verdadeiras realidades do concelho. Estamos certos que o nosso trabalho colherá frutos.
Contudo, é preciso ter consciência que o caminho não é fácil; e que à máquina propagandista e instalada do poder em Almada das forças políticas que condicionam as tomadas de decisão para o concelho, não deixa muita margem de manobra para erros. Assim sendo, só com disciplina, rigor e verdadeiro empenho, espírito de grupo e de missão aos valores do CDS-PP, podemos colmatar as variadas adversidades a que um verdadeiro partido da Direita democrática deverá estar à altura sabendo responder com mais ideias e com melhores alternativas.
Só prometemos trabalho e dedicação para honrar os nossos compromissos não havendo espaço para ideias pré-concebidas ou estereotipadas e muito menos, euforias desmedidas sem nexo e condenadas à priori.
Também não nos resignamos ou subjugamos sabendo carregar o estandarte e os valores que o CDS-PP transmite desde a sua fundação como um partido democrático e livre e pluralista. Faremos o nosso caminho alicerçado nesses mesmos valores com ambição e com sentido de um dever -sempre- por cumprir honrando um passado, uma história.
A titulo de exemplo, nestas eleições autárquicas, o CDS-PP em Almada, apresentará os seus próprios candidatos com o seu próprio programa coligando-se apenas e só, com todos os almadenses que livre e conscientemente acreditarem neste mesmo projecto.
Para estes dois anos de mandato entre as demais devemos cumprir:
- o aumento de militantes na concelhia atraindo mais pessoas, mais ideias, em suma, melhor partido
- dar continuidade, e, se possível, aumentar as Formações Políticas e Autárquicas dirigidas a militantes e autarcas valorizando a formação e conhecimento das pessoas
- dar continuidade aos eventos característicos da concelhia de Almada tais como: a Comemoração do 1º de Maio (institucionalizada pelo presidente do partido em 2010, este ano com uma importância acrescida devido ao arranque da pré-campanha autárquica), o "Conversas à beira-mar" (evento a realizar no verão num ambiente intimista e descontraído) o Seminário Anual do CDS-PP Almada (este ano IV Edição) e a Ceia de Natal do CDS-PP Almada, tal como as várias Tertúlias a realizar durante o decorrer do mandato sobre variados temas e que muito contribuem e enriquecem a discussão no seio do partido
- dar continuidade às reuniões ordinárias e extraordinárias da direcção da CPC Almada abertas a militantes da concelhia promovendo a participação e colaboração dos militantes
- dar continuidade e reforçar visitas, reuniões e trabalho de terreno junto de instituições e restantes munícipes
- dar continuidade e acompanhar, discutir e apresentar alternativas a projectos para o concelho de Almada entre eles: o Pólis da Costa da Caparica, o Terminal de contentores da Trafaria, o Arco Ribeirinho Sul, as ARU´s e restante reabilitação urbana, o PUAP, o Vale da Sobreda, a Fonte da Telha, as Terras da Costa, a Mobilidade no concelho, as Pescas, o Turismo, a Segurança, a Política Social, o Património Histórico (material e imaterial), o Urbanismo e Ordenamento Local, a Educação e Tempos Livres, a Cultura (Verdadeira e para Todos) e sobretudo, a genuína abertura democrática e pluralista para uma verdadeira participação cívica e política dos vários agentes e actores do concelho de Almada
- focalizar o trabalho concelhio nos diversos Pelouros, Grupos de Trabalho e Comissões criados para uma maior colaboração de militantes
- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com a Comissão Coordenação Autárquica da concelhia visando uma maior e profícua eficiência e eficácia na condução da política autárquica do CDS-PP para o concelho de Almada
- dar continuidade à receptividade e abertura às ideias, propostas, sugestões e criticas quando fomentadas e numa lógica construtiva, por parte dos militantes da concelhia enriquecendo o projecto do CDS-PP Almada
- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com o Grupo Municipal e demais autarcas do CDS-PP em Almada fomentando a organização e um trabalho que se pretende profícuo e sólido
- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com a Distrital de Setúbal do CDS-PP e com as restantes concelhias do distrito numa lógica de criação de sinergias e conjugação de esforços numa verdadeira voz do partido
- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com o Grupo Parlamentar na AR, com a Secretaria-Geral do partido, com a Comissão de Coordenação Autárquica Nacional tal como com o presidente do partido, sem prejuízo da autonomia da concelhia, como também o intercâmbio e confraternização entre as várias concelhias espalhadas pelo país
- dar continuidade e reforçar a Colaboração, Cooperação e Coordenação com as estruturas da Juventude Popular de Almada tal como da Distrital de Setúbal da JP
- dar continuidade e reforçar a apresentação de propostas alternativas, ideias e sugestões e mesmo criticas construtivas e fomentadas, ao nível interno aos variados órgãos do CDS-PP valorizando as estruturas concelhias e o trabalho dos militantes
- dar continuidade e reforçar a imagem do partido em Almada na Comunicação Social através de Comunicados, Notas de Imprensa, Entrevistas, ou tomadas de posição atempadas e oportunas quando assim se justifique
- dar continuidade e reforçar a utilização das novas tecnologias e plataformas online para a transmissão das propostas, ideias, projectos e valores do CDS-PP entre elas: Twitter, Tumblr, Blog concelhio, Site concelhio (em construção), Facebook, LinkedIn, Instagram, Boletim concelhio Online entre outras, na tentativa de chegar ao maior número de militantes e munícipes
Em suma, pretendemos solidificar a posição e imagem do CDS-PP em Almada numa perspectiva de confiança mútua com os militantes e os almadenses para a criação de uma verdadeira alternativa na realização de novos desafios criando esperanças num concelho que tem tudo, mas que há muito está por cumprir.
Só prometemos responsabilidade, empenho, dedicação e trabalho.
Apelamos à mobilização e ao voto na Lista A (lista única) no dia 23 de Março, próximo sábado, para se cumprir Almada.
Saudações Populares
A LISTA A encabeçada por António Pedro Maco
Comissão Política Concelhia
Presidente – António Pedro Rodrigues do Livramento Maco
Vice-Presidente – Paulo Jorge Tavares Carreiro
Secretário – Carla Sofia Andrade da Costa
Vogal – Carlos Alberto Antunes Rodrigues
Vogal - Ana Raquel Paradella Lopes
Vogal – Davide Alexandre Sousa Lourenço
Vogal – Carlos Manuel de Sousa Barbosa
Mesa da Assembleia Concelhia
Presidente - Artur Agostinho M. Graça Fernandes
Vice-Presidente - Luís Filipe Delgado
Secretário – Paulo Daniel Rodrigues Morais
* este espaço oficial da exclusividade do CDS-PP Almada pode ser usado para propaganda e transmissão de informação e ideias das candidaturas apresentadas à concelhia do CDS-PP em Almada. Neste caso, apenas uma candidatura deu entrada, Lista A, pelo que apenas se publica informação exclusiva da mesma.
sábado, 4 de agosto de 2012
Rua Cândido dos Reis - Uma aposta ganha ou um fracasso anunciado?
Foto Diário da Região
Depois de muita tinta fazer correr nos jornais e boletins informativos mais concretamente em Almada, a já famosa Rua Cândido dos Reis (Cacilhas) parece estar, finalmente, pronta a receber os seus visitantes.
Que fique bem claro que o CDS-PP Almada, em nome de uma cidade e de um concelho desenvolvido que possa fomentar o tecido empresarial e o empreendedorismo trazendo mais gente, mais emprego e mais-valias para Almada, deseja o maior sucesso para a vida da cidade e da Rua Cândidos Reis esperando que não seja o fracasso que se constata no desolado e deserto centro de Almada fruto da dita pedonalização e que arruinou quase por completo o comercio em Almada e a vida da cidade.
Mesmo assim, convém deixar algumas considerações importantes acerca da nossa posição senão vejamos, já não é de agora que o CDS-PP entende que com os projectos que estão em vista quer para o Gingal/Qtª do Almaraz e Arco Ribeirinho (zona Cacilhas) a concentração de pessoas entre moradores, visitantes e comerciantes, tal como automóveis, terá um aumento substancial devendo ter em devida conta o fluxo e mobilidade de pessoas e bens nas futuras zonas novas de Cacilhas. Acresce assim, que temos mais uma via fundamental no escoamento de transito (sentido Nascente/Poente) completamente inactiva no sentido practico da sua funcionalidade acrescendo que, pelos vistos, nem há hipóteses de circular veículos de emergência o que pode causar mesmo uma catástrofe em caso de algum acidente grave.
Ora, com o aumento mais que certo de pessoas a deslocarem se para dentro da cidade de Almada vindas de Cacilhas, achamos limitado e mesmo perigoso em termos de emergência, uma única via transitável onde circula apenas um automóvel em direcção ao centro da cidade. Mais, como supostamente só é transitável até a meio da avenida D.Afonso Henriques, nem queremos imaginar como será o fluxo anormal e abundante de veículos que usarão as artérias secundárias e interiores da cidade de Almada para atravessar o centro da mesma arrastando consigo outros possíveis contratempos em artérias que não foram, de todo, nem estão preparadas para serem usadas como vias principais, já para não falar nas famosas ciclovias que ainda nem queremos acreditar que a câmara de Almada as pretenda implementar desde Cacilhas até ao centro de Almada.....!
Voltando à nova rua pedonal propriamente dita, e já reafirmamos que desejamos o maior sucesso, não deixaremos de nos interrogar visto que estamos numa época estival e de maior disposição para os munícipes e visitantes (a estes já lá iremos) dispenderem das suas economias de uma maneira menos preocupada, como será a mesma artéria nos meses de frio e de inverno. Por enquanto, ao que parece, temos animação de rua de vez em quando, festa e folia aproveitando o bom tempo característico da época que estamos a atravessar. Mas e depois? Terão os mentores da dita pedonalização pensado e organizado já um plano para os meses de inverno que se seguem, ou à moda portuguesa ou á boa moda governamental em voga esperar que s. pedro seja benevolente para com os Almadenses? Ficarão os agora colocados toldos para proteger do sol (a Juventude Popular alertou para a falta dos mesmos em assembleia municipal) também suspensos no inverno para proteger da chuva? E em questões de segurança, nomeadamente nos acessos ao estacionamento, para quando um acesso em segurança ao parque de estacionamento do Morro de Cacilhas? Tirando este, onde estacionam os visitantes os automóveis? E espaços verdes para no verão absorverem o calor devido a tanta matéria inorgânica usada na pedonalização da rua? Se não se tiver pensado, desde já, um plano abrangente estaremos, mais uma vez, em presença de uma morte anunciada resultando em mais uns quantos milhares de euros públicos gastos em vão onde sucesso é apanágio durante uns poucos meses em virtude do efeito novidade e lá para outubro, novembro têm o mesmo malfadado destino do centro de Almada.
Depois, e aqui vem muito ao cerne da questão, é a atração de visitantes e turistas à zona requalificada. Tirando o caso da igreja de Cacilhas que pode ser visitada pelos mais devotos e pelos mais interessados no assunto, o que a zona de Cacilhas e a rua pedonal tem de concretamente atractivo para mostrar e de chamariz aos turistas que nos visitam? Onde está a salga de peixe romana? que monumentos emblemáticos tem a zona para que seja fonte de atracção? mais, que tem a nível de patrimonio Almada para que a zona de Cacilhas possa ser um primeiro nível de uma visita aprazível e produtiva? Almada património tem, e até muito, está é abandonado e desprezado.
Entendemos que não é desta forma propagandista, à pressa e a um ano de eleições autárquicas que se promove e desenvolve uma cidade. Almada, ou mais precisamente o executivo comunista responsável pelo seu desenvolvimento a conta gostas, tem desprezado todo um património histórico e mesmo imaterial que podia ser o motor e alavanca para um concelho de excelência da grande área de Lisboa. Uma cidade com um executivo que desprezou e não soube capitalizar o seu mar e o seu rio é uma cidade condenada à estagnação do progresso.
Esperemos estar enganados.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Juventude Popular Almada - nova direcção
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
25 de Novembro - A Liberdade passou por aqui

sexta-feira, 14 de outubro de 2011
II Seminário CDS-PP Almada / Educação - Que Futuro?

sexta-feira, 22 de julho de 2011
XVIII Congresso Nacional da Juventude Popular - JP

sexta-feira, 13 de maio de 2011
O CDS-PP não pára! - Nuno Magalhães em visita a Centro Social

domingo, 20 de março de 2011
Congresso - Um partido Unido, um partido Forte
Congresso esse, muito participado, onde para além das propostas apresentadas e das excelentes intervenções dos oradores, o partido voltará a ter o líder eleito em congresso, pois, uma proposta da Juventude Popular previa o fim das eleições directas.
Com o empenho sistemático que a concelhia de Almada tem vindo a fazer na solidificação do partido em Almada, o presidente da concelhia António Pedro Maco foi eleito em congresso como Conselheiro Nacional.
Um agradecimento especial a todos os congressistas de Almada presentes no Congresso como aos seus Convidados que, mais uma vez, dignificaram a concelhia demonstrando que é na união, no trabalho conjunto de todos e no empenho sistemático e persistente dos seus militantes que está inequivocamente o sucesso dos êxitos.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Juventude Popular Almada - Nova Concelhia
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Jantar de Natal de Lisboa

domingo, 26 de setembro de 2010
JP - Conselho Nacional
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Nuno Magalhães visita quartel da GNR da Costa da Caparica

quinta-feira, 4 de março de 2010
Concelhia de Almada Presente no Jantar do Seixal Contra a Opressão em Cuba

A Concelhia de Almada irá estar presente dia 10 deste mês num jantar/debate promovido pela concelhia do Seixal sobre o tema "Cuba, tentar perceber...".
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Insultos, Inverdades e Malabarismos na Assembleia Municipal de Almada

Infelizmente o espaço que deveria ser de debate livre de ideias e democrático com correcção que é a assembleia municipal, está a transformar-se em insultos pessoais, a partidos políticos, como também na falta de respeito que a senhora presidente da câmara Maria Emília Sousa tem aquando das questões colocadas pelos deputados municipais, que simplesmente em muitas delas se recusa a responder, e em outras faz malabarismos inacreditáveis como na última sexta-feira acerca das Terras da Costa, denotando no mínimo falta de memoria, o que sinceramente não acreditamos pois o empenho que a senhora presidente tem em destruir as Terras da Costa, leva-nos a concluir que seja mesmo falta de frontalidade e personalidade para proferir tais declarações lamentáveis depois de enviar (à moda Estalinista) a GNR para expropriar os agricultores das suas propriedades (curioso lema "A Terra a quem a Trabalha" foi esquecido; mudam-se os tempos, mudam-se os lemas) que até foram reconhecidas pelo seu tão querido PREC no tempo do seu malfadado camarada Vasco Gonçalves.
A senhora presidente, não compreende que não está a faltar ao respeito apenas aos partidos que a interpelam mas também aos cidadãos de Almada, pois foram eles que elegeram esses mesmos partidos, mostrando um descontrolo total e emocional ao gerir esta falta de maioria, e o incomodo de ter finalmente uma oposição verdadeira chamada CDS/PP que não alinha nas unanimidades de conveniência que se tem registado ao longo de 30 anos.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Mais uma Medida Eficaz do CDS/PP - Passe a Palavra
Aqui deixamos a carta aberta do presidente Paulo Portas acerca do assunto
O programa eleitoral do CDS-PP previa a introdução da obrigatoriedade de pagamento de juros moratórios por parte do Estado, como forma não só de equilibrar justamente as relações dos cidadãos e das empresas com o Estado, mas também de permitir às empresas trabalhar sem constrangimentos grandes como os actuais, de esperas inadmissíveis por pagamentos do Estado, que em muitos casos comprometem a sua própria viabilidade.
Em cumprimento deste compromisso, e no quadro de um conjunto de medidas destinadas a estimular a economia, o CDS apresentou um projecto de lei na Assembleia da República em Novembro passado. Depois de vários adiamentos, e de um esforço de consensualização com base em contributos de vários partidos, o projecto foi hoje subscrito por todos os partidos e aprovado por unanimidade.
Esta lei consagra três alterações fundamentais:
1.º O Estado e todas as entidades públicas, aqui incluídas Regiões Autónomas, autarquias locais, institutos públicos e empresas públicas, ficam obrigados a pagar juros moratórios aos cidadãos e empresas, independentemente da origem da obrigação pecuniária em causa.
2.º No domínio dos contratos, altera-se o Código dos Contratos Públicos no sentido de eliminar quaisquer dúvidas sobre prazos de vencimento das obrigações, introduzindo-se supletivamente um prazo de 30 dias para o vencimento das obrigações.
3.º Também no domínio dos contratos há dois tipos de cláusulas que são proibidas e por isso são nulas e excluídas dos contratos: cláusulas que sem razão justificativa, estabeleçam prazos superiores a 60 dias para o vencimento das obrigações e cláusulas que excluam a responsabilidade pela mora ou que, sem razão justificativa, limitem essa responsabilidade.
Isto significa que o contrato pode fixar um prazo de vencimento das obrigações pecuniárias até 60 dias. Acima disso, só com razões muito especiais. No caso de o contrato não prever qualquer prazo, aplica-se o prazo geral de 30 dias, previsto no novo artigo 299.º do Código dos Contratos Públicos.
Porque o grande objectivo não é que o Estado pague os juros, mas que pague atempadamente aos cidadãos e empresas, o diploma só entra em vigor no dia 1 de Setembro, permitindo a todas as entidades públicas regularizarem entretanto as suas dívidas.
Juntamente com:
- a suspensão do Código Contributivo;
- o reembolso do IVA a 30 dias;
- a compensação de créditos fiscais e não fiscais prevista no Orçamento de Estado e pela qual o CDS muito se bateu;
a aprovação deste diploma é mais um avanço significativo em prol das empresas portuguesas de que o CDS muito se orgulha.
Para este diploma funcionar todos temos de exigir o cumprimento da lei. Por isso, pedimos a vossa particular atenção de modo a que, com a nova legislação, que em breve será publicada, sejam as próprias empresas a não aceitar contratos que contenham cláusulas:
- que estabeleçam prazos superiores a 60 dias para o vencimento das obrigações pecuniárias (excepto em caso de motivo atendível e justificado face às circunstâncias concretas);
- cláusulas que excluam a responsabilidade pela mora ou limitem essa responsabilidade.
Da parte do CDS tudo faremos para continuar a cumprir o nosso programa eleitoral, com vista ao crescimento económico, acreditando firmemente no papel das empresas, no desenvolvimento e no emprego.
Passe palavra!
Com a estima
Paulo Portas
Presidente CDS/Partido Popular
sábado, 20 de fevereiro de 2010
CDS/Partido Popular esta semana no "Notícias de Almada"
Crónica do deputado municipal Fernando Pena esta semana no "Notícias de Almada"
ALMADA ESCONDIDA
O leitor já ouviu falar do Vale da Sobreda? O leitor já esteve no Vale da Sobreda? Fica o desafio – que como se verá exige uma certa temeridade – de visitar esta porção proscrita do concelho de Almada. Pelos vistos, também a Câmara Municipal parece não conhecer a realidade que aflige há muitos anos gente que também é cidadã de Almada, que também trabalha, que também paga os seus impostos e taxas.
Mas o Vale da Sobreda não faz parte das festas, dos discursos e fogos-de-artifício, dos anúncios televisivos, do Boletim Municipal e da propaganda oficial. É uma Almada escondida, esquecida, que envergonha, que foi empurrada para um recanto esconso das preocupações políticas. Na emergência do século XXI, as condições de vida que vêem no Vale da Sobreda são próprias dos arrabaldes do terceiro mundo.
No Vale da Sobreda não há transportes públicos. No Vale da Sobreda os táxis não entram dado o estado do pavimento. No Vale da Sobreda crianças têm de percorrer a pé 3 km para irem à escola, em caminhos de cabra quase intransitáveis. No Vale da Sobreda o centro de saúde fica a 4 km de distância e os idosos que vão a consultas usam carrinhas cedidas pelo centro paroquial, veículos de familiares ou de vizinhos, ou então têm de caminhar essa distância. No Vale da Sobreda, aliás, há idosos praticamente sequestrados em casa.
No Vale da Sobreda não existe saneamento básico, embora ele seja cobrado aos habitantes na factura mensal. No Vale da Sobreda as raras ruas asfaltadas são pagas pelas comissões de moradores. No Vale da Sobreda muitas ruas não têm nome, e a maioria das que o têm é completamente desconhecida das Autoridades e Bombeiros.
No Vale da Sobreda o lixo e o entulho acumula-se pelas ruas. No Vale da Sobreda matilhas de cães ameaçam os habitantes. No Vale da Sobreda um dia de chuva significa charcos, lama abundante e muitos mais buracos. No Vale da Sobreda há casas devolutas, obras embargadas, despojos de edifícios, pessoas desanimadas.
No Vale da Sobreda, casas senhoriais históricas, de fidalgos e morgados, estão em ruínas e servem de abrigo a traficantes de droga. No Vale da Sobreda, quintas antigas de elevado valor agrícola estão abandonadas. No Vale da Sobreda, o património foi esquecido, esmagado, condenado ao desaparecimento. No Vale da Sobreda é também a memória de uma terra que se espezinha.
O Vale da Sobreda é um triste exemplo da estratégia de um poder autárquico que vive da propaganda, de uma rede de dependências e da especulação imobiliária, num planeamento do território retalhado e incoerente.
A regeneração urbanística e viária é urgente e deve obedecer a bons critérios que permitam a valorização futura da zona. Elementos de atracção de investimento devem envolver a recuperação do património histórico, a criação de uma centralidade cultural inovadora, a promoção de turismo de habitação e a valorização paisagística de todo o vale, integrando as áreas agrícolas férteis numa estrutura ecológica contínua. A criação de um corredor verde da Cova da Piedade à Charneca de Caparica, conforme a proposta eleitoral do CDS, integraria o Vale da Sobreda numa solução moderna de ordenamento do território.
Afinal, não foi esta Câmara Municipal que anunciou querer uma cidade mais sustentável, solidária e eco-eficiente?
Em qual destas linhas estratégicas caberá o Vale da Sobreda?
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Assembleia Municipal Ordinária de Almada

A Sessão Ordinária referente ao mês de Fevereiro de 2010 da Assembleia Municipal, a realizar nos dias 25 e 26 de Fevereiro de 2010, pelas 21h15, no Clube Recreativo Charnequense, sito na Av.ª Elias Garcia, na Charneca de Caparica:
1- Propostas de Alteração ao Regimento da Assembleia.
2- Informação da Presidente da Câmara Acerca da Actividade Municipal;
3- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre a "Lista de Candidatos a Juízes Sociais".
4- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre "Nomeação do Dr. António Rosa Zózimo - Auditor Revisor Oficial de Contas, a Auditor Externo do Município de Almada.
5- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre "Afectação do domínio público municipal e Concessão de Exploração de uma área de serviço para automóveis e duas estações de serviço de abastecimento de combustíveis.
6- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre "Alteração ao Plano de Pormenor das Praias Urbanas (P.P.1).
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Eurodeputado Nuno Melo enche Anfiteatro em Almada

Na Passada sexta-feira o Eurodeputado do CDS/PP Nuno Melo, esteve presente a convite da Escola Secundária Fernão Mendes Pinto - Pragal, numa conferência englobada no projecto "Área Escola" dos alunos do 12º ano.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Nuno Melo em Almada

O Eurodeputado Nuno Melo, estará presente amanhã dia 12 por voltas das 12:00h na escola secundária Fernão Mendes Pinto, para uma conferência a título educacional.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Entrevista com o candidato Rafael Santos á Juventude Popular de Almada

- Tendo em conta que a maior parte dos jovens vivem afastados da política, o que te levou a interessar por ela e porquê o CDS/Partido Popular?
Sempre gostei bastante de debates, e de forma natural ia assistindo aos debates televisivos na AR, achava interessante a forma como se desenvolviam. Sempre quis votar mas não podia por causa da idade mas assim que fiz 18 anos das primeiras coisas que fiz foi recensear-me. Em relação à escolha partidária, principalmente por causa dos valores. Cresci e tive a minha formação de cidadão no seio cristão-católico, e encontrei no discurso e estatutos do partido uma forma de preservação de muitos valores morais e sociais que hoje em dia têm tendência a desaparecer.
- O que achas que a política mudou na tua vida?
Principalmente a forma como eu via os políticos. A questão da descredibilização da classe política a meu ver é falsa e só contribui para atrasar o desenvolvimento do país. O que quero dizer é que existem políticos credíveis no nosso sistema político, políticos em quem podemos confiar como cidadãos, e digo sem receio que não estão todos no CDS, existem políticos credíveis também nos outros partidos, nós não somos todos iguais nem os partidos são todos iguais. Isso é democracia, podermos escolher aquele com que mais nos identificamos entre as opções que nos são colocadas.
- Que achas que pode ser feito para atrair os jovens para a política?
Fazer ver aos jovens que eles também são realmente co-responsáveis pelas decisões e pelo futuro do país. Que a sua opinião conta e que eles têm valor na sociedade que integram, que não são “mais um” jovem errante neste mundo.
- Na tua opinião, esta câmara serve os interesses e aspirações dos jovens de Almada?
Não.
- Consideras que esta juventude é “rasca” ou “à rasca”?
À rasca, por falta de oportunidades credíveis para o seu futuro. Por falta de pessoas que possam ouvir os seus problemas. Muitas vezes os próprios pais não ouvem os filhos, por exemplo, no único momento em que a família está unida, ao jantar, o pai manda calar o filho porque quer ouvir o telejornal, pior que isso, há famílias em que os filhos jantam nos quartos sozinhos por causa do computador e os pais calados na cozinha a ver televisão. Como disse é só um exemplo, há piores e melhores, mas o jovem precisa de atenção na medida certa e da forma correcta. Se em casa não encontra vai procurar fora dela e na maioria das vezes quem lhe dá atenção…enfim...
Junto a isto temos ainda a precariedade de emprego, altas taxas de desemprego e uma sociedade egoísta e desinteressada… desta forma, como pode haver alguém que não esteja “à rasca”?
- Sinceramente achas que esta Juventude tem futuro?
Tem, certamente que tem. Apesar dos exemplos que enumerei antes, muitos desses jovens sentem-se vazios e procuram uma solução apesar de às vezes não o transparecerem, e a capacidade do jovem de agarrar uma verdadeira oportunidade e dar a volta por cima é extraordinária. É necessário apostar-se na juventude de forma credível e sincera.
- O slogan da tua candidatura?
Dar rumo a uma juventude com futuro
- Nome: Rafael Fernando Aranha Domingues Rodrigues dos Santos
- Estado Civil: Casado
- Idade: 23
- Naturalidade: São Paulo - Brasil
- Clube: Sporting
- Hobbies: Livros, desporto e cinema e teatro
- Comida: Esparguete à Bolonhesa
- Filme: O Resgate do Saldado Ryan
- Música: Vânia Fernandes – Senhora Do Mar (Negras Águas)
- Viagem de sonho: Ilhas Vanuatu na Malásia
- Um lugar: Casa
- Família: O que me faz acordar de manhã com um sorriso na cara
Paulo Portas é: Um líder
Sócrates é: Um problema
CDS/Partido Popular é: A solução
Cavaco Silva: O fiel da balança
D. Afonso Henriques: O pai da Nação


