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terça-feira, 9 de março de 2010

Olha o ex-menino do BE... ESCANDALOSO!!!!vejam isto

José Sá Fernandes

José Sá Fernandes, um malandrim na Câmara de Lisboa SABIAM QUE este "senhor" custa ao orçamento da Câmara Municipal de Lisboa 20 880 euros por mês?
Pois é, para sustentar o tráfico de influências do dito cujo, andamos a pagar do nosso bolso a onze "trabalhadores", entre eles nove assessores técnicos, uma secretária e um coordenador de gabinete, além de um motorista para o vereador, um motorista para o gabinete e um contínuo,tudo a recibo verde.

"O Zé faz falta!"

José Sá Fernandes2

Faz? Claro que sim: faz a maior falta a estas 11 trabalhadores!
Senão vejamos:

CONTRATO PRESTAÇÃO SERVIÇOS - 11 PESSOAS

Nome - Função/Origem/Contrato - Categoria/Vencimento (euros)

Alberto José de Castro Nunes - Assessor (50%) Renovação - 1.530 ,00

Ana Rita Teles do Patrocínio Silva - Secretária (100%) Renovação - 2.000.00

António Maria Fontes da Cruz Braga - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00

Bernardino dos Santos Aranda Tavares - Assessor (100%) Renovação - 2.500,00

Carlos Manuel Marques da Silva - Assessor (50%) Renovação - 1.530,00

Catarina Furtado Rodrigues Nunes de Oliveira - Assessora (100%)Renovação - 2.500,00

Maria José Nobre Marreiros - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00

Pedro Manuel Bastos Rodrigues Soares - Coordenador do Gabinete (50%) Renovação - 1.730,00

Rui Alexandre Ramos Abreu - 0Secretário (100%) Renovação - 2.000,0

Sara Sofia Lages Borges da Veiga - Assessora (50%) Renovação - 1.530,00

Sílvia Cristóvão Claro - Assessora (100%) Renovação - 2.500,00

DIVULGAR ISTO É IMPORTANTE PORQUE O ZÉ mais estes Zezinhos e estas Zezinhas só fazem falta à na china!
E não se esqueçam de que este"senhor" é vereador sem pelouro -- imaginem se alguma vez chegar a ter um!...

quinta-feira, 4 de março de 2010

Concelhia de Almada Presente no Jantar do Seixal Contra a Opressão em Cuba


A Concelhia de Almada irá estar presente dia 10 deste mês num jantar/debate promovido pela concelhia do Seixal sobre o tema "Cuba, tentar perceber...".
No jantar estará presente a Embaixada de Cuba, para nos relatar o dia a dia do país, tal qual a sua situação política.
Sendo a concelhia de Almada sensível aos problemas e atrocidades aos direitos humanos que se vive em Cuba, não podemos deixar de apoiar esta iniciativa, até porque pensamos que a mesma devia estender-se até outros concelhos.
Pela Democracia, Pela Liberdade lá estaremos.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Assembleia Municipal de Almada ao Pormenor


A Assembleia Municipal de Almada começou com a intervenção do público, aliás bastante participada o que só engrandece a nossa democracia com a participação dos cidadãos, onde foram colocadas questões bastante importantes e pertinentes para a câmara municipal.
Essa mesma intervenção, começou com uma munícipe a questionar e a solicitar à senhora presidente da câmara, que não ponha em risco a produção agrícola das Terras da Costa, pois como o CDS/PP vem vindo a defender existem ali condições únicas para a produção dos mesmos produtos, tendo em conta também as centenas de famílias que subsistem à conta dessa mesma actividade.
Estávamos à espera de todas as respostas por parte da senhora presidente, menos daquela que foi proferida, onde a mesma informou que está solidária com os agricultores, que está atenta à situação e que a agricultura nas Terras da Costa não está em risco com a criação da estrada pretendida. Aproveitando tamanha perplexidade, o deputado do CDS/PP Fernando Pena, contrariou a intervenção da senhora presidente que muito habilmente mas sem sucesso, tentou ridicularizar (aliás já vem sendo hábito) a intervenção do CDS/PP afirmando como que seria mais umas das divagações do deputado Fernando Pena, ao qual este seguidamente informou a senhora presidente e a toda assembleia, que não seriam palavras dele mas sim do Ministério da Agricultura.
Mais uma vez, a senhora presidente com o já incomodo habitual por ter faltado à verdade e ter tentado enganar tudo e todos não respondeu, aliás,o que já se viu que é a nova estratégia da mesma denotando uma falta de democracia de e respeito perante os cidadãos.
A Intervenção do público continuou, onde foram apresentadas queixas e colocadas questões desde a falta de meios necessários para o normal funcionamento das piscinas municipais, as multas excessivas e a falta de estacionamento no centro de Almada, uma questão acerca da falta de um centro cultural e multimédia para a Costa da Caparica, a criação da Polícia Municipal, e a questão mais pertinente foi mesmo colocada por moradores do Bairro do 2º Torrão que infortunadamente, este fim de semana viram-se em apuros devido ao mau tempo, mas sobretudo à falta de condições e degradação que a câmara municipal tem deixado ao abandono ao longo de anos e anos.
As queixas centram-se sobretudo na falta de energia eléctrica e nas más condições que existem em geral no próprio bairro de pescadores. Estão neste momento muitas famílias desalojadas e aguardaremos como a câmara municipal vai responder a mais uma responsabilidade sacudida das costas durante anos.
Foi ainda apresentado por parte de um cidadão, a proposta de criação de uma polícia municipal, que poderia substituir a famosa ECALMA, e apontado também a insegurança que se vive no concelho, apesar de agora estar na moda dizer que a criminalidade diminuiu; andarão os jornalistas e inventar crimes apenas para vender jornais....? fica a questão.
Como já era de esperar, a senhora presidente da câmara para não fugir à regra, a tudo responde que está atenta ao assunto, e que vai colocar os meios no terreno para alterar a situação. Mais, responde que tem os famosos planos e estudos para resolver as situações. A câmara municipal há 35 anos que anda com planos na mão. Almada é desordenada, velha, pobre e triste.

Seguiu-se o Período Antes da Ordem do dia onde normalmente são aproveitadas para se apresentar as Moções.
Moções essas que com o novo Regimento da Assembleia Municipal a entrar em vigor, serão apresentadas à posteriori e depois discutidas na reunião.
Foram apresentadas cerca de dezoito Moções, o que achamos excessivo nomeadamente porque algumas delas denotam claramente que se trata de mais um despique ideológico e de circunstância apenas para marcar terreno, muitas delas não têm nada a ver com Almada, como também algumas são perfeitamente dispensáveis pois são uma clara perda de tempo.
Contudo, desde Moções de solidariedade com a Madeira, voto de louvor ao clube Charnequense onde se realizou a Assembleia, e alguns votos de pesar, à excepção do voto de pesar apresentado pelas bancadas do PSD e PS ao falecimento do lutador pelos Direitos Humanos em Cuba Orlando Zapata, que teve o voto Contra do Partido Comunista, tiveram unanimidade na votação.
Não admira que o Partido Comunista tenha votado contra o voto de pesar a Orlando Zapata, tendo sido informado da mesma bancada que se tratava de um oportunismo político para marcar posição. Curioso, vindo de quem não perde uma oportunidade para louvar camaradas já desaparecidos ou efemérides de cariz pouco ou nada democráticas como a revolução cubana ou a revolução bolchebique....
Foi ainda votada uma Moção apresentada pelo PS acerca da criação da sessão solene do 25 de Abril e a criação de uma comissão a para a mesma, ao qual o CDS/PP votou contra pois, a criação de uma comissão pressupõe um gasto elevado de verbas para tal, e não vivemos tempos para esbanjar dinheiro em festas sejam elas de que cariz forem. Mais, o CDS/PP entende que o 25 de Abril não pode ser festejado sem a data que culminou com a emancipação e a realização plena da Democracia que foi o 25 de Novembro que para alguns consideram uma data reaccionária. Reaccionária ou não, é facto que é saído desse mesmo 25 de Novembro, a Liberdade que nos permite hoje podermos estar aqui livremente e não vivamos sob a égide da foice e do martelo.
Acerca do mesmo assunto, o Bloco de Esquerda visivelmente incomodado com o sentido de voto por parte do CDS/PP, questionou a assembleia que "CDS é que estaria ali sentado", tentando insinuar que estaria ali algo com tiques do tempo da "velha senhora". A intervenção embora em modos ordeiros, foi acalorada e marcadamente ideológica, ao que vindo da Extrema-Esquerda entendeu a bancada do CDS/PP nem sequer dar resposta, pois essa mesma extrema-esquerda pode-se dar por muito contente pelo 25 de Novembro tolerar partidos e forças políticas que defendem regimes estalinistas que pouco ou nada têm de democráticos, e regimes como a Albânia de repressiva de Enver Hoxha.
Deve contudo saber o Bloco de Esquerda, que este CDS/PP é o CDS de Adriano Moreira, de Lucas Pires, de Freitas do Amaral, de Amaro da Costa, e de muitos outros que lutaram contra as forças ditatoriais onde se incluíam os "blocos de esquerda" da altura para concretizar a verdadeira Democracia.
Lembrou o Bloco de Esquerda que não foi o 25 de Novembro que retirou milhares de presos das cadeias portuguesas, mas esquece-se o mesmo Bloco de Esquerda de dizer, que foi o 25 de Novembro que impediu que outros milhares voltassem lá para dentro.
Afirmou ainda, em jeito de "ameaça" que Almada precisava de saber o sentido de voto do CDS/PP, ao que nós respondemos tranquilamente sem qualquer problema, complexo ou pudor, que os agricultores das Terras da Costa (ao qual o Bloco de Esquerda se acanhou para não dizermos outra coisa, quando antes tanto os defendiam) não semeiam comemorações do 25 de Abril, tal como as crianças do Vale da Sobreda não se deslocam para a escola sentadas em cima das mesmas comemorações. Estas sim, são as verdadeiras preocupações do povo de Almada, e não folclores e fanfarras feitas com de chavões para desviar atenções dos verdadeiros problemas do concelho.
No mesmo assunto viu-se nitidamente que o PCP, não querendo ficar atrás na corrida ao pódio das esquerdas e extrema-esquerdas, pede a palavra para lamentar a decisão de voto do CDS/PP, e dizer que o CDS/PP não fará parte da comissão de honra da mesma efeméride, o que nos leva a questionar se a senhora deputada do Partido Comunista, estaria a fazer uma afirmação ou sugestão, pois se seria uma afirmação dá que pensar....será que o Partido Comunista manda, condiciona e é a voz da posição ideológica das outras forças na assembleia...?
Facto ainda mais curioso, é vir o PCP falar de atentados à Liberdade quando minutos antes, tinha votado contra um voto ainda por cima de pesar, de um activista dos Direitos Humanos, Liberdades e Garantias dos cidadãos de Cuba.
Ao Partido Comunista Português e à extrema-esquerda que é o Bloco de Esquerda não recebe de todo, o CDS/PP lições de Moral e Democracia.
Até ser incluído ás referidas comemorações o 25 de Novembro, o CDS/PP de Almada votará contra.
No seguimento das Moções, de destacar as moções acerca do Hospital do Seixal que tanta falta faz à população do nosso concelho vizinho, e que vai desanuviar consideravelmente o Hospital Garcia de Horta em Almada, a moção contra o aumento das portagens A2 e A12 que já prejudicam e muito, quem vive na Margem Sul do Tejo, que não é de todo um deserto, mas que há alguns que entendem que sejam sempre os mesmos "camelos" a pagar, uma moção com a preocupação com as pescas, saudação pelo dia Internacional da mulher, como a moção por um MST amigo do ambiente e das pessoas, esta última destacamos pela elevada preocupação que o CDS/PP tem com o Ambiente e com os problemas que o Metro Sul Tejo tem vindo a causar à população, foram votadas em unanimidade.
Nas restantes moções a unanimidade já não existiu sendo assim, a moção acerca da Mobilidade Automóvel apresentada pelo PSD teve os votos a favor de toda a oposição, menos do PCP que votou contra, pois persiste em achar que Almada é um concelho com uma mobilidade de excelência, e é por continuar a pensar desta maneira que já não tem a maioria absoluta.
Na moção apresentada pelo PCP sobre a Acção Social, como é óbvio sendo o CDS/PP um partido sempre solidário com os mais desfavorecidos não podemos votar contra, mas tivemos como sentido de voto a abstenção, pois entendemos que a moção se tratava de um verdadeiro louvor à câmara municipal de Almada, quando ainda existe no concelho imensa pobreza e excluídos como no Vale da Sobreda e Bairro do 2º Torrão. Esta última teve os votos a favor do PCP e PS e restante abstenção.
Relativamente à moção do PCP sobre o PIDDAC sobre o investimento previsto para o concelho de Almada, a votação foi PCP e PSD a favor e restante abstenção.
Houve ainda uma moção apresentada pelo PSD sobre os parques de estacionamento que baixou à respectiva comissão.
O PS apresentou ainda uma Declaração contra a exclusão social e pobreza.

Na discussão da Ordem do Dia começou por ser discutido e apresentado a Revisão ao Regimento da Assembleia Municipal, o qual vinha já mais ou menos alinhavado das reuniões de revisão do respectivo regimento.
As propostas em cima da mesa a discussão, estariam na necessidade de os presidentes de junta terem um tempo próprio destinado a intervenção quando fosse relevante acerca de assuntos da sua freguesia ou quando o mesmo não tivesse sentido de voto idêntico ao da sua bancada municipal.
Foi nesta discussão que o sr. presidente da junta da Costa da Caparica, não gostou a opinião do CDS/PP e da sua intenção de voto, ferindo aquilo que deve ser a forma mais elementar de democracia que é o direito a opinar livremente e de votar em consciência. A cerca desse assunto já tivemos oportunidade de o referir e deixamos a baixaria política com com profere e faz intervenções deste mau calibre.
Os presidentes de junta vão continuar a usar do tempo dos seus grupos municipais.
As restantes alterações já vinham acordadas das reuniões da comissão o que a proposta global de alteração foi aprovada por unanimidade.

No seguimento do Período da Ordem do Dia foi votado favoravelmente com duas abstenções, e por voto secreto, por se tratar de pessoas em votação a Lista de Candidatos a Juízes Sociais.

O Mesmo sentido de voto teve a proposta para nomeação de António Rosa Zózimo para Auditor e Revisor Oficial de Contas, a Auditor Externo do Município de Almada. Neste caso o CDS/PP absteve-se, e não deixamos de referir mais um momento insólito, já vem sendo hábito, protagonizado pela senhora presidente da câmara quando questionada pela bancada do PS sobre para quantos anos era o montante proposto pelo concorrente vencedor do concurso a revisor de contas, ao que a senhora presidente não soube responder socorrendo-se mais uma vez do telemóvel para alguém lhe dar a resposta que deveria em práctica e teoria saber responder. Ficamos passado alguns minutos a saber que seria pelos quatro anos que corresponde ao mandato.
A mesma satisfação já não terá tido o deputado do CDS/PP Fernando Pena, quando questionou a senhora presidente e sobre a mesma proposta, se no decorrer do processo teria havido recurso por parte dos candidatos que foram excluídos, ao que a mesma respondeu que não sabia e indirectamente, que o deputado consultasse o processo.

No ponto da Actividade Municipal a presidente da câmara fez o discurso semelhante a um comício do PCP pois nada de novo trás ao palco onde maioritariamente faz propaganda política que já estamos habituados a ver.
Ás questões colocadas pelos deputados da oposição, pouco ou nada responde fugindo sempre que pode ás mesmas, limitando-se à já velha escapatória do estamos atentos, já identificámos o problema vamos resolver, não é da nossa competência, faz parte do plano, etc etc etc.
No entanto, e perante tamanha oposição séria e responsável que é o CDS/PP, a presidente da câmara municipal de Almada toma ultimamente a medida de pura e simplesmente não responder ás questões, o que do ponto de vista do debate democrático é extremamente gravíssimo.
No mesmo assunto o deputado municipal do CDS/PP António Pedro Maco, questionou a senhora presidente acerca da falta de iluminação na Av. Nuno Alvares Pereira ao qual respondeu e remeteu a responsabilidade para a EDP, que até pode ser que seja, mas demora mais de dois meses uma câmara municipal a pressionar a EDP a restabelecer um corte de energia no centro de uma cidade como Almada!? Que fraca câmara esta.
Á questão se é ou não verdade, que as águas residuais do Hospital Garcia de Horta em Almada não estão a ser tratadas respondeu já visivelmente incomodada com as perguntas do CDS/PP, que não sabia, dando a entender que ou sabe que não estão e nada faz, ou que nem quer sequer saber.
Ás respostas ao deputado municipal da mesma bancada Fernando Pena teve a mesma atitude ou não responde, ou responde de uma forma muito dúbia que não convence ninguém.
O CDS/PP votou contra este ponto da ordem de trabalhos.

Na proposta seguinte entendeu a câmara municipal trazer a assembleia mais uma tentativa de concessionar os dois postos de abastecimento da Repsol situados no meio da cidade na AV. Bento Gonçalves.
Depois da trapalhada que foi na última assembleia municipal onde a formula de resgate prevista na proposta estava completa e inequivocamente errada, a mesma voltou com erros e imprecisões gravíssimas para serem apresentadas, discutidas e votadas no órgão deliberativo municipal.
O CDS/PP alertou para este facto muito grave que está em jogo dinheiros públicos, e que a câmara municipal com estas imprecisões poderia vir a sair prejudicada em montantes mesmo indefinidos. A tudo isto, deve lembrar-se o que andaram não só os técnicos da câmara a fazer quando deixam passar erros graves destes, como a oposição em reunião de câmara também as deixa passar?!
Que andam os vereadores da oposição a fazer?! No mínimo muito desatentos.
O mais grave nisto tudo é que certos deputados na assembleia municipal aquando desta exposição e indignação, ainda fazem troça e ruído de fundo com tamanha irresponsabilidade. O que nos vale é que sabemos que nem sabem do que se riem muitos deles, pois possivelmente nem quase terão autorização para pensar, quanto muito mais para falar.
A senhora presidente mais uma vez, visivelmente incomodada limitou-se a baixar a cabeça e muito comprometida não respondeu apesar dos apelos feitos pela bancada do CDS/PP ao senhor presidente da assembleia municipal, que não teve a astúcia de como presidente fazer arrancar à senhora presidente Maria Emília de Sousa nem sequer um não sei, ou mesmo um não respondo.
Já não basta o facto de os postos de abastecimento se encontrarem no meio da cidade e um deles escandalosamente encostado a uma escola, ainda por cima contem erros grosseiros capaz de penalizar em milhões de euros a câmara municipal de Almada....dá que pensar.
Não estamos contra o abastecimento nem contra o concessionário mas primeiro estão as normas e a segurança dos cidadãos, que esta câmara está habituada a passar por cima de tudo e todos para fazer valer os seus interesses.
A restante oposição votou a favor da proposta.

A penúltima proposta em discussão foi relativa à proposta de alteração do Plano de Pormenor das Praias Urbanas da Costa da Caparica P.P.1.
Lamentamos o facto de não se aproveitar essas mesmas alterações para corrigir alguns erros graves e defeituosos da primeira fase do Pólis, como a limpeza e conservação do espaço, a substituição do material usado que em pouco tempo está deteriorado, a falta de segurança, o pavimento arrancado (se é que alguma vez foi colocado) e outros erros que poderiam ser corrigidos até porque o CDS/PP aquando da discussão pública os enumerou, tendo sido mesmo colocadas questões aos técnicos que não souberam responder(!!)
De salientar que esta proposta prevê um Centro de Surf Internacional o que é bom para o concelho e que congratulamos, mas que não pode é ser feito tal como outras infrastruturas a todo custo pondo em risco outro direitos.
O CDS/PP votou mais uma vez contra este Pólis excessivamente caro e desorganizado, ao que a restante oposição votou a favor.

A Proposta final e que vem juntar-se tardiamente à ordem de trabalhos é sobre a aquisição de terrenos pela AEBT (Associação Estradas Baixo Tejo) para a construção da IC-32.
Neste caso não está em causa a estrada em si, pois as estradas envolventes neste percurso, encontram-se já num estado bastante degradado com os normais perigos para a segurança rodoviária, mas sim a finalidade que querem dar à estrada, a de servir os parques de campismo que querem construir na área protegida da Charneca da Caparica.
O CDS/PP absteve-se na proposta tendo sido aprovada com os restantes votos a favor.

No rescaldo da assembleia pode-se concluir que a câmara municipal de Almada, não bastando já não ter maioria absoluta, ainda tem de ver uma oposição aguerrida e firme, mas responsável na assembleia municipal que fiel aos seus princípios e programa eleitoral, não se encanta com o charme bem falante e simpático da senhora presidente da câmara.
O CDS/PP não tem nada a perder, e tem tudo a ganhar. Não tem cargos, não tem lugares, não tem tachos ou se sente amarrado a qualquer condicionante que o possa levar a desviar-se dos seus princípios e das ideias que apresentou aos Almadenses.
É uma oposição séria e responsável que sem dogmas e sem medos continuará a seguir o mesmo caminho traçado nos últimos meses, e não será com intimidações, grosserias, injúrias e faltas de respeito e tentativas de descredibilização e mesmo de ridícularização que nos vão calar.
Estaremos atentos ao decorrer da agenda política do concelho, e atentos também ao cumprimento do regimento da assembleia municipal para que seja imparcial e transparente para todas as forças com assento na assembleia.
Apelamos ainda à responsabilidade, ao respeito e empenho de todos os intervenientes quer na assembleia municipal, nas comissões ou mesmo em qualquer outro sitio onde a assembleia ou deputados municipais se façam representar, pois está acima de tudo a imagem da própria Democracia.

A Liberdade está cada vez mais a passar por aqui.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Insultos, Inverdades e Malabarismos na Assembleia Municipal de Almada


Infelizmente o espaço que deveria ser de debate livre de ideias e democrático com correcção que é a assembleia municipal, está a transformar-se em insultos pessoais, a partidos políticos, como também na falta de respeito que a senhora presidente da câmara Maria Emília Sousa tem aquando das questões colocadas pelos deputados municipais, que simplesmente em muitas delas se recusa a responder, e em outras faz malabarismos inacreditáveis como na última sexta-feira acerca das Terras da Costa, denotando no mínimo falta de memoria, o que sinceramente não acreditamos pois o empenho que a senhora presidente tem em destruir as Terras da Costa, leva-nos a concluir que seja mesmo falta de frontalidade e personalidade para proferir tais declarações lamentáveis depois de enviar (à moda Estalinista) a GNR para expropriar os agricultores das suas propriedades (curioso lema "A Terra a quem a Trabalha" foi esquecido; mudam-se os tempos, mudam-se os lemas) que até foram reconhecidas pelo seu tão querido PREC no tempo do seu malfadado camarada Vasco Gonçalves.
A senhora presidente, não compreende que não está a faltar ao respeito apenas aos partidos que a interpelam mas também aos cidadãos de Almada, pois foram eles que elegeram esses mesmos partidos, mostrando um descontrolo total e emocional ao gerir esta falta de maioria, e o incomodo de ter finalmente uma oposição verdadeira chamada CDS/PP que não alinha nas unanimidades de conveniência que se tem registado ao longo de 30 anos.
Infelizmente, não se ficam só por aqui as situações insólitas e desrespeitantes da democracia e respeito pelos Almadenses. O CDS/PP foi acusado de defraudar os seus eleitores ao colocar o deputado Fernando Pena na assembleia municipal, situação essa já explicada, mas curioso é ver que todas as reuniões de sessão conhecemos caras novas na bancada municipal da CDU. Poderíamos ir pelo mesmo caminho que lamentavelmente foi adoptado por alguns aquando da entrada do deputado Fernando Pena, mas não o fazemos pois tivemos as nossas razões para tal, cumprindo o que estava previsto na lei, e com certeza que a CDU também as terá e não nos metemos na organização interna de outras forças políticas. São sempre bem vindas, só temos pena é de nunca as ouvir falar....
Como é de prever as sessões de assembleia municipal são sempre utilizadas para esgrimir as diferenças de opinião e apresentar as ideias e projectos de cada força política, sendo o espaço de intervenção democrática e discussão como também o órgão fiscalizador da câmara municipal, sendo essa discussão é para ser levada com nível de educação e respeito pelas diferentes opiniões e sensibilidades políticas e ideológicas presentes na mesma.
Acontece que mais uma vez, lamentavelmente se estão a cometer excessos que já passaram do incrédulo, à falta de nível e de educação jamais impensável num espaço de debate livre e democrático. Já não é a primeira vez que o CDS/PP é confrontado com o deficit de nível que demonstra ter um deputado municipal da bancada do PSD. É de uma falta de educação nunca visto, uma impertinência, e uma grosseria baixa, indigna de um deputado municipal em Almada, ainda por mais presidente de uma junta de freguesia. É profundamente lamentável a falta de respeito que este deputado tem pela assembleia municipal e pelos munícipes, dirigindo a palavra em modos grosseiros e mal educados quer em palavras quer mesmo em gestos, que com certeza envergonham o partido que representa e que o CDS/PP muito respeita e tem consideração.
Essas mesmas injúrias foram solicitadas ao sr. presidente da assembleia municipal pelo líder da bancada municipal do CDS/PP António Pedro Maco, que constem em acta, pois não são simples à partes, mas sim no uso da palavra de um deputado municipal. É profundamente lamentável que existam ainda 35 anos depois do 25 de Abril e do 25 de Novembro, representantes do povo com um nível de discussão tão baixo que envergonha a assembleia municipal.
Já diz o povo que "mais vale cair em Graça, do que ser engraçado", e o respectivo deputado nem uma nem outra, pois com tamanhas tentativas frustradas de albertojardinização não terá o carisma nem o nível do mesmo. Gostaríamos que o respectivo ponha a mão na consciência e se retrate, não só a quem dirigiu as injúrias mas também à própria assembleia municipal. É bem mais tolerado discursos ou mesmo considerações que embora possam não nos agradar, como as que foram proferidos na sexta-feira por uma força política que está nos antípodas do CDS/PP, mas que foi dita com educação apesar da repudiarmos veemente o seu conteúdo.
O CDS/PP solicita e apela ao sr presidente da assembleia municipal que aplique e conduza os trabalhos da forma mais imparcial possível, e que cada vez que ocorram situações como as acima referidas seja o mais objectivo possível na aplicação do regimento da assembleia municipal.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Mais uma Medida Eficaz do CDS/PP - Passe a Palavra

O CDS/PP no Parlamento consegue uma das medidas mais justas na relação Estado/Cidadão. O Estado pagará assim, como o cidadão e como as empresas, os juros de mora que apenas era aplicado inexplicavelmente a estes últimos.

Aqui deixamos a carta aberta do presidente Paulo Portas acerca do assunto

O programa eleitoral do CDS-PP previa a introdução da obrigatoriedade de pagamento de juros moratórios por parte do Estado, como forma não só de equilibrar justamente as relações dos cidadãos e das empresas com o Estado, mas também de permitir às empresas trabalhar sem constrangimentos grandes como os actuais, de esperas inadmissíveis por pagamentos do Estado, que em muitos casos comprometem a sua própria viabilidade.

Em cumprimento deste compromisso, e no quadro de um conjunto de medidas destinadas a estimular a economia, o CDS apresentou um projecto de lei na Assembleia da República em Novembro passado. Depois de vários adiamentos, e de um esforço de consensualização com base em contributos de vários partidos, o projecto foi hoje subscrito por todos os partidos e aprovado por unanimidade.

Esta lei consagra três alterações fundamentais:

1.º O Estado e todas as entidades públicas, aqui incluídas Regiões Autónomas, autarquias locais, institutos públicos e empresas públicas, ficam obrigados a pagar juros moratórios aos cidadãos e empresas, independentemente da origem da obrigação pecuniária em causa.

2.º No domínio dos contratos, altera-se o Código dos Contratos Públicos no sentido de eliminar quaisquer dúvidas sobre prazos de vencimento das obrigações, introduzindo-se supletivamente um prazo de 30 dias para o vencimento das obrigações.

3.º Também no domínio dos contratos há dois tipos de cláusulas que são proibidas e por isso são nulas e excluídas dos contratos: cláusulas que sem razão justificativa, estabeleçam prazos superiores a 60 dias para o vencimento das obrigações e cláusulas que excluam a responsabilidade pela mora ou que, sem razão justificativa, limitem essa responsabilidade.

Isto significa que o contrato pode fixar um prazo de vencimento das obrigações pecuniárias até 60 dias. Acima disso, só com razões muito especiais. No caso de o contrato não prever qualquer prazo, aplica-se o prazo geral de 30 dias, previsto no novo artigo 299.º do Código dos Contratos Públicos.

Porque o grande objectivo não é que o Estado pague os juros, mas que pague atempadamente aos cidadãos e empresas, o diploma só entra em vigor no dia 1 de Setembro, permitindo a todas as entidades públicas regularizarem entretanto as suas dívidas.

Juntamente com:

- a suspensão do Código Contributivo;

- o reembolso do IVA a 30 dias;

- a compensação de créditos fiscais e não fiscais prevista no Orçamento de Estado e pela qual o CDS muito se bateu;

a aprovação deste diploma é mais um avanço significativo em prol das empresas portuguesas de que o CDS muito se orgulha.

Para este diploma funcionar todos temos de exigir o cumprimento da lei. Por isso, pedimos a vossa particular atenção de modo a que, com a nova legislação, que em breve será publicada, sejam as próprias empresas a não aceitar contratos que contenham cláusulas:

- que estabeleçam prazos superiores a 60 dias para o vencimento das obrigações pecuniárias (excepto em caso de motivo atendível e justificado face às circunstâncias concretas);

- cláusulas que excluam a responsabilidade pela mora ou limitem essa responsabilidade.

Da parte do CDS tudo faremos para continuar a cumprir o nosso programa eleitoral, com vista ao crescimento económico, acreditando firmemente no papel das empresas, no desenvolvimento e no emprego.

Passe palavra!

Com a estima


Paulo Portas

Presidente CDS/Partido Popular

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"Não estou para vir para aqui para ouvir parvoíces!" Declarações da Vereadora Comunista numa Comissão ao deputado do CDS/PP Fernando da Pena











Gato Escondido

Já aqui tivemos a oportunidade de demonstrar o atentado ambiental, paisagístico, cultural e social que constitui a Estrada Regional 377-2 e a estranha coligação de interesses que junta CDU, PS e PSD (e o "nim" do BE) em torno de um projecto criminoso.

Já mostrámos que a estrada é inútil, que não serve a população, que priva o concelho do seu mais rico património e que tem uma óbvia alternativa com muito menores impactes ambientais.

Já manifestámos a nossa indignação pela destruição das Terras da Costa (que têm características europeias únicas), da Área Protegida da Arriba Fóssil, da reserva ecológica e da zona primordial bicentenária da Mata dos Medos.

Já vimos que a ER 377-2 tem um traçado absurdo, tem um custo elevadíssimo, não respeita o Plano Director Municipal e repete em grande parte a Via Turística reprovada pelo Supremo Tribunal Administrativo.

Já compreendemos que a estrada quer despejar na Charneca os 17 mil utentes dos novos parques de campismo, com prejuízos sérios para a população local, já se si tão fustigada por um planeamento do território que acumula décadas de erros profundos.

Já percebemos, da consulta do processo, que a ER 377-2 abre as portas à especulação imobiliária em zonas naturais protegidas.

Face ao exposto, nada mais natural que aproveitar a presença da Senhora Vereadora do Urbanismo e Planeamento na Comissão de Ambiente da Assembleia Municipal para questionar a insistência da Câmara Municipal num projecto tão danoso para o concelho.

As questões colocadas, que dizem respeito aos aspectos acima referidos, deixaram alguns representantes dos partidos que suportam a construção desta estrada bastante incomodados, o que não deixa de causar alguma perplexidade. Mas muito pior foi a reacção da Senhora Vereadora da Câmara Municipal de Almada. O único comentário, e passo a citar, foi: «Não estou para vir para aqui ouvir parvoíces». Escuso-me de comentar uma afirmação que fala por si.

As perguntas, essas, ficaram sem qualquer resposta. Se o rabo que está de fora já é assim tão comprido, imagine-se o tamanho do gato escondido atrás deste projecto.

A Concelhia e a bancada municipal do CDS/PP de Almada, apela à calma e ao respeito por parte dos intervenientes políticos e, sobretudo que fique bem claro que não são disputas de tons de voz arrogantes e grosseiras ou afirmações como as citadas em cima, vindas de uma Vereadora numa Comissão, que vão fazer com que o partido se desvie dos princípios, objectivos e do programa eleitoral com que foi a votos e que foi sufragado pelos Almadenses. Se outros andam há 35 anos a mentir e a fazer de conta, o povo os julgará nas urnas como fez da última vez, onde acabou com a maioria comunista.

Não é nestes tons que a política se faz. Não é com insinuações de baixo nível que se resolvem os problemas de Almada, e sobretudo mentalizem-se de uma vez por todas, que o CDS/PP não está aqui a brincar e muito menos, fará parte dos cozinhados de sempre que têm deixado Almada no estado de abandono e desleixado em que se encontra neste momento (veja-se o centro de Almada vergonhosamente ao abandono).

O que se está a fazer ás Terras da Costa, e o que se prepara para se fazer à Mata dos Medos na Charneca da Caparica, É UM CRIME AMBIENTAL, é uma atrocidade a quem trabalha e a quem produz e cria postos de trabalho, mesmo alguns (os que fazem parte do cozinhado) dizendo que não é assim, as esses dizemos que não vamos parar, bem pelo contrário, pois não estamos sozinhos estando mesmo o presidente do partido Paulo Portas, muito atento ao avançar da situação.

Quanto à situação vergonhosa que nada em dignifica a assembleia municipal e as suas comissões, vamos esperar que tenha sido um acto isolado no calor da discussão e que quem proferiu declarações daquele tipo a um deputado municipal, no exercer das suas funções, eleito democraticamente por um partido que lutou pela democracia em Portugal ( o que já não se pode dizer de outros) não se voltem a repetir porque não o toleraremos mais.

Estamos num país democrático e por muito que alguns assim não o queiram, não vivemos em nenhum feudo estalinista nem vivemos numa ilha.

A Liberdade está a passar por aqui.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

CDS/Partido Popular esta semana no "Notícias de Almada"



Crónica do deputado municipal Fernando Pena esta semana no "Notícias de Almada"

ALMADA ESCONDIDA

O leitor já ouviu falar do Vale da Sobreda? O leitor já esteve no Vale da Sobreda? Fica o desafio – que como se verá exige uma certa temeridade – de visitar esta porção proscrita do concelho de Almada. Pelos vistos, também a Câmara Municipal parece não conhecer a realidade que aflige há muitos anos gente que também é cidadã de Almada, que também trabalha, que também paga os seus impostos e taxas.

Mas o Vale da Sobreda não faz parte das festas, dos discursos e fogos-de-artifício, dos anúncios televisivos, do Boletim Municipal e da propaganda oficial. É uma Almada escondida, esquecida, que envergonha, que foi empurrada para um recanto esconso das preocupações políticas. Na emergência do século XXI, as condições de vida que vêem no Vale da Sobreda são próprias dos arrabaldes do terceiro mundo.

No Vale da Sobreda não há transportes públicos. No Vale da Sobreda os táxis não entram dado o estado do pavimento. No Vale da Sobreda crianças têm de percorrer a pé 3 km para irem à escola, em caminhos de cabra quase intransitáveis. No Vale da Sobreda o centro de saúde fica a 4 km de distância e os idosos que vão a consultas usam carrinhas cedidas pelo centro paroquial, veículos de familiares ou de vizinhos, ou então têm de caminhar essa distância. No Vale da Sobreda, aliás, há idosos praticamente sequestrados em casa.

No Vale da Sobreda não existe saneamento básico, embora ele seja cobrado aos habitantes na factura mensal. No Vale da Sobreda as raras ruas asfaltadas são pagas pelas comissões de moradores. No Vale da Sobreda muitas ruas não têm nome, e a maioria das que o têm é completamente desconhecida das Autoridades e Bombeiros.

No Vale da Sobreda o lixo e o entulho acumula-se pelas ruas. No Vale da Sobreda matilhas de cães ameaçam os habitantes. No Vale da Sobreda um dia de chuva significa charcos, lama abundante e muitos mais buracos. No Vale da Sobreda há casas devolutas, obras embargadas, despojos de edifícios, pessoas desanimadas.

No Vale da Sobreda, casas senhoriais históricas, de fidalgos e morgados, estão em ruínas e servem de abrigo a traficantes de droga. No Vale da Sobreda, quintas antigas de elevado valor agrícola estão abandonadas. No Vale da Sobreda, o património foi esquecido, esmagado, condenado ao desaparecimento. No Vale da Sobreda é também a memória de uma terra que se espezinha.

O Vale da Sobreda é um triste exemplo da estratégia de um poder autárquico que vive da propaganda, de uma rede de dependências e da especulação imobiliária, num planeamento do território retalhado e incoerente.

A regeneração urbanística e viária é urgente e deve obedecer a bons critérios que permitam a valorização futura da zona. Elementos de atracção de investimento devem envolver a recuperação do património histórico, a criação de uma centralidade cultural inovadora, a promoção de turismo de habitação e a valorização paisagística de todo o vale, integrando as áreas agrícolas férteis numa estrutura ecológica contínua. A criação de um corredor verde da Cova da Piedade à Charneca de Caparica, conforme a proposta eleitoral do CDS, integraria o Vale da Sobreda numa solução moderna de ordenamento do território.

Afinal, não foi esta Câmara Municipal que anunciou querer uma cidade mais sustentável, solidária e eco-eficiente?

Em qual destas linhas estratégicas caberá o Vale da Sobreda?




quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Realmente só nós (o povo português) para permitir uma situação destas !!!

GRANDE VERDADE!!!!!!
1. Vais ter relações sexuais?
O governo dá-te preservativos!

2. Já tiveste?
O governo dá-te a pílula do dia seguinte!

3. Engravidaste?
O governo dá-te o aborto!

4. Tiveste filho?
O governo dá-te o Abono Família!

5. Estás desempregado?
O governo dá-te o Subsídio de Desemprego!

6. És drogado?
O governo dá-te seringas e Rendimento Mínimo!

7. Não gostas de trabalhar?
O governo dá-te o Rendimento Mínimo

8. Foste preso e agora puseram-te cá fora?
O governo dá-te o subsídio de Reinserção Social agora experimenta...

ESTUDAR; TRABALHAR; PRODUZIR e ANDAR NA LINHA, e verás o que é que te acontece!!!!!
VAIS GANHAR UMA "BOLSA" DE IMPOSTOS NUNCA VISTA EM QUALQUER OUTRO LUGAR DO MUNDO!!!

Assembleia Municipal Ordinária de Almada


A Sessão Ordinária referente ao mês de Fevereiro de 2010 da Assembleia Municipal, a realizar nos dias 25 e 26 de Fevereiro de 2010, pelas 21h15, no Clube Recreativo Charnequense, sito na Av.ª Elias Garcia, na Charneca de Caparica:

1- Propostas de Alteração ao Regimento da Assembleia.

2- Informação da Presidente da Câmara Acerca da Actividade Municipal;

3- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre a "Lista de Candidatos a Juízes Sociais".

4- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre "Nomeação do Dr. António Rosa Zózimo - Auditor Revisor Oficial de Contas, a Auditor Externo do Município de Almada.

5- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre "Afectação do domínio público municipal e Concessão de Exploração de uma área de serviço para automóveis e duas estações de serviço de abastecimento de combustíveis.

6- Proposta de iniciativa da Câmara Municipal sobre "Alteração ao Plano de Pormenor das Praias Urbanas (P.P.1).

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Eurodeputado Nuno Melo enche Anfiteatro em Almada


Na Passada sexta-feira o Eurodeputado do CDS/PP Nuno Melo, esteve presente a convite da Escola Secundária Fernão Mendes Pinto - Pragal, numa conferência englobada no projecto "Área Escola" dos alunos do 12º ano.
Nuno Melo foi recebido perante um anfiteatro cheio de alunos e professores que não se inibiram de fazer perguntas ao Eurodeputado acerca do tema Europa e sua Constituição.
De louvar a promoção deste tipo de conferências e o grau de informação e de interesse revelado por parte dos alunos daquele projecto.
Mais iniciativas destas sabemos estarem em preparação noutras escolas do concelho a qual o CDS/PP será convidado.
A mesma foi objecto de reportagem por parte da SIC, e passará este sábado do programa EU Europa na SIC Notícias.
Um verdadeiro incentivo para que os jovens se aproximem mais da política pois, o futuro está nas suas mãos.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Nuno Melo em Almada


O Eurodeputado Nuno Melo, estará presente amanhã dia 12 por voltas das 12:00h na escola secundária Fernão Mendes Pinto, para uma conferência a título educacional.


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Where the Streets Have no Lights


Quando descemos a Avenida Santo Nuno Álvares Pereira, em Almada, em direcção à Praça S. João Baptista, deparamos do lado esquerdo com uma situação que já se prolonga há bastante tempo, parte da estrada e passeio entre a Rua Mendo Gomes Seabra, e a dita praça estão ás escuras.
Não sabemos qual a razão de já há imenso tempo se verificar essa situação, o que sabemos é que está ali um perigo constante quer para transeuntes quer para automobilistas, e utentes de transportes públicos.
A partir das 18:00h, hora em que fica completamente noite, aquela zona é atravessada e frequentada por centenas de pessoas que vindo dos seus locais de trabalho, têm necessidade de lá passar.
É por volta daquela hora que centenas de crianças vindas de mais um dia de escola fazem também, o seu percurso na dita avenida.
É uma zona de passadeira já de si pouco sinalizada, agravado pelo o facto de estar sem iluminação suficiente para se fazer notar e, para fazer jus a sua verdadeira utilidade.
Tratando-se ainda de uma zona onde se cruzam autocarros de passageiros, o Metro Sul do Tejo, que já de si desloca-se a uma velocidade nada aconselhável para o sitio em questão, cruza-se ainda o trânsito local entre a respectiva avenida e a Prç da Renovação e Prç da Liberdade.
Com o caminhar da noite, a cidade esvazia-se cada vez mais, e temos os perigos inerentes aos assaltos pois com a falta de luz naquela zona, estão criadas as condições para quem queira assaltar pessoas e automóveis, tenha ai um sitio bastante apeticivel.
É necessário saber as razões de tal falta de iluminação na respectiva zona, mas mais que isso, é necessário que ela seja restabelecida sob pena de no futuro termos problemas bastante graves para todos os que lá se deslocam.
Quase como diz uma famosa canção: Where the Streets Have no Lights! embora 35 anos depois do chamado poder autárquico democrático, também haja no concelho Where the Streets Have no Name, mas isso daremos conta mais adiante.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Entrevista com o candidato Rafael Santos á Juventude Popular de Almada



- Tendo em conta que a maior parte dos jovens vivem afastados da política, o que te levou a interessar por ela e porquê o CDS/Partido Popular?

Sempre gostei bastante de debates, e de forma natural ia assistindo aos debates televisivos na AR, achava interessante a forma como se desenvolviam. Sempre quis votar mas não podia por causa da idade mas assim que fiz 18 anos das primeiras coisas que fiz foi recensear-me. Em relação à escolha partidária, principalmente por causa dos valores. Cresci e tive a minha formação de cidadão no seio cristão-católico, e encontrei no discurso e estatutos do partido uma forma de preservação de muitos valores morais e sociais que hoje em dia têm tendência a desaparecer.

- O que achas que a política mudou na tua vida?

Principalmente a forma como eu via os políticos. A questão da descredibilização da classe política a meu ver é falsa e só contribui para atrasar o desenvolvimento do país. O que quero dizer é que existem políticos credíveis no nosso sistema político, políticos em quem podemos confiar como cidadãos, e digo sem receio que não estão todos no CDS, existem políticos credíveis também nos outros partidos, nós não somos todos iguais nem os partidos são todos iguais. Isso é democracia, podermos escolher aquele com que mais nos identificamos entre as opções que nos são colocadas.

- Que achas que pode ser feito para atrair os jovens para a política?

Fazer ver aos jovens que eles também são realmente co-responsáveis pelas decisões e pelo futuro do país. Que a sua opinião conta e que eles têm valor na sociedade que integram, que não são “mais um” jovem errante neste mundo.

- Na tua opinião, esta câmara serve os interesses e aspirações dos jovens de Almada?

Não.

- Consideras que esta juventude é “rasca” ou “à rasca”?

À rasca, por falta de oportunidades credíveis para o seu futuro. Por falta de pessoas que possam ouvir os seus problemas. Muitas vezes os próprios pais não ouvem os filhos, por exemplo, no único momento em que a família está unida, ao jantar, o pai manda calar o filho porque quer ouvir o telejornal, pior que isso, há famílias em que os filhos jantam nos quartos sozinhos por causa do computador e os pais calados na cozinha a ver televisão. Como disse é só um exemplo, há piores e melhores, mas o jovem precisa de atenção na medida certa e da forma correcta. Se em casa não encontra vai procurar fora dela e na maioria das vezes quem lhe dá atenção…enfim...

Junto a isto temos ainda a precariedade de emprego, altas taxas de desemprego e uma sociedade egoísta e desinteressada… desta forma, como pode haver alguém que não esteja “à rasca”?

- Sinceramente achas que esta Juventude tem futuro?

Tem, certamente que tem. Apesar dos exemplos que enumerei antes, muitos desses jovens sentem-se vazios e procuram uma solução apesar de às vezes não o transparecerem, e a capacidade do jovem de agarrar uma verdadeira oportunidade e dar a volta por cima é extraordinária. É necessário apostar-se na juventude de forma credível e sincera.

- O slogan da tua candidatura?

Dar rumo a uma juventude com futuro

- Nome: Rafael Fernando Aranha Domingues Rodrigues dos Santos

- Estado Civil: Casado

- Idade: 23

- Naturalidade: São Paulo - Brasil

- Clube: Sporting

- Hobbies: Livros, desporto e cinema e teatro

- Comida: Esparguete à Bolonhesa

- Filme: O Resgate do Saldado Ryan

- Música: Vânia Fernandes – Senhora Do Mar (Negras Águas)

- Viagem de sonho: Ilhas Vanuatu na Malásia

- Um lugar: Casa

- Família: O que me faz acordar de manhã com um sorriso na cara

Foto0159 - Para ti…

Paulo Portas é: Um líder

Sócrates é: Um problema

CDS/Partido Popular é: A solução

Cavaco Silva: O fiel da balança

D. Afonso Henriques: O pai da Nação

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

CDS/Partido Popular com Coluna no "Notícias de Almada"

ER 377-2.1 Como já foi anunciado, a edição do "Notícias de Almada", saída na última sexta-feira trás uma coluna com o deputado municipal Fernando da Pena.
A convite da redacção do referido jornal, tal como todas as outras forças com assento na Assembleia Municipal de Almada, o CDS/Partido Popular, terá também a sua coluna com crónicas de opinião dos deputados municipais do partido António Pedro Maco e Fernando da Pena.
Fernando da Pena, aproveitou novamente o nosso espaço de antena para denunciar mais uma vez, o escândalo das Terras da Costa e tudo o que está com ele relacionado e dependente.
A já, e infeliz "futura" ER-377, a Mata dos Medos, as terras de cultivo, e a potencial especulação imobiliária, são de novo o mote para fazer a contra propaganda alicerçada, na tentativa de destruição de Paisagem Protegida, no desrespeito pela propriedade privada, e também pelo possível fim de uma produção agrícola de grande valor Nacional.
O CDS/Partido Popular, não vai baixar os braços estando o presidente Paulo Portas, solidário e atento a mais um atentado Ecológico em nome do betão e da especulação.

A Crise Dividida Por Todos


Os Tubarões de sempre já começaram a fazer pressão em relação a certas medidas do Orçamento de estado.
São sempre os mesmo que sugam os Portugueses, com requintes e artimanhas que estão na fronteira ténue da usura.
Para esses mesmo que todos os anos aumentam os lucros à custa da conjuntura, menos favorável, e dramática de milhões de Portugueses, que se comecem a mentalizar que a crise é para ser dividida e paga por todos, sem excepção.
Nos últimos anos assistimos a situações completamente saídas quase que de uma série da saga MontyPythoneana, onde todos prevericam, e no fim, é com o dinheiro dos contribuintes que são tapados esses buracos de administrações completamente vergonhosas e desastrosas.
É Inadmissível, serem sempre os de mais parcos rendimentos a pagarem a crise quando outros se banqueteiam, e toda a forma de fazer lucro lhes é permitida sem lei nem grei.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

CDS/Partido Popular com Abtenção Construtiva


Paulo Portas, enviou uma carta aos militantes onde indica as razões para a Abstenção do Orçamento de Estado.
Uma Abstenção Construtiva, como afirmou hoje à Comunicação Social Pedro Mota Soares, que permite a viabilização do Orçamento, que terá a contribuição do CDS/Partido Popular em determinados sectores da sociedade.
Fica aqui a respectiva carta:

Caro(a) amigo(a),

No Domingo, anunciei que vamos propor, ao Grupo Parlamentar, que a posição do CDS no Orçamento do Estado para 2010 deve ser a abstenção construtiva.

Quero agradecer penhoradamente o trabalho realizado pela equipa negocial do CDS, composta por Luís Queiró, Pedro Mota Soares, Assunção Cristas, Miguel Morais Leitão e Paulo Núncio.

Gostaria, pois, de lhe explicar esta posição:

VANTAGENS DA NEGOCIAÇÃO PRÉVIA DO ORÇAMENTO DO ESTADO.

· -O CDS, ao propor estas negociações, revelou sentido de Estado, dada a dificílima situação económica do país.

· - A negociação do Orçamento permitiu separar, naturalmente, os partidos que não têm vocação de governo, e por isso não sentem deveres de responsabilidade – o BE e o PCP -, face aos partidos do chamado “arco da governabilidade” – o CDS, o PSD e o PS.

· - A negociação prévia do OE permitiu substituir um clima de crispação política por um esforço de negociação, atendendo, sublinhe-se, à situação do País.

· - Esta negociação já produziu efeitos: o Orçamento será viabilizado pelas abstenções do CDS e do PSD.

· - Ao propor a negociação prévia do Orçamento, o CDS cumpriu com o que prometeu na campanha eleitoral: substituir uma maioria arrogante por uma cultura de compromisso.

· - Esta nova atitude – procurar compromissos – vai conseguindo resultados: a suspensão do Código Contributivo; o reembolso do IVA a 30 dias; a majoração do subsídio de desemprego para os casais com filhos, etc..

RAZÕES PARA O CDS NÃO VOTAR CONTRA:

· - Este não é o Orçamento do CDS, esta não é a política económica do CDS. A nossa viabilização é uma atitude de patriotismo e responsabilidade.

· - Na verdade, Portugal encontra-se, neste momento, sob advertência externa. O nível do endividamento e do défice atingiram tais proporções que o que está em causa é a credibilidade do Estado português no exterior. Votar contra seria piorar a situação. Os mercados internacionais e as instituições que avaliam a nossa situação penalizariam, imediatamente, a rejeição do Orçamento do Estado e a eventual queda do Executivo.

· - A maioria dos portugueses deseja um entendimento no Orçamento. O Presidente da República pediu isso mesmo. A Constituição não permite eleições antecipadas neste momento. O sentido comum é o de que, em tempos muito difíceis, o patriotismo deve prevalecer sobre o espírito de facção. Votar contra seria contribuir para a precipitação de uma crise política que é indesejável.

· - Com o OE viabilizado, o Primeiro-ministro não poderá dizer que não o deixam governar. É, simplesmente, falso, aos olhos de qualquer pessoa atenta. Se a estratégia do Governo é abrir uma crise, a viabilização do OE anula essa estratégia.

· - No decorrer da negociação, devemos notar que o Governo deu algumas garantias importantes e mostrou abertura a algumas matérias relevantes para o CDS.

PONTOS DE CONVERGERGÊNCIA QUE JUSTIFICAM A ABSTENÇÃO CONSTRUTIVA.

Na Saúde:

· - Contratualizar de 40.000 cirurgias (em várias especialidades) através de um acordo-quadro com as Misericórdias.

· - Melhorar os Cuidados Paliativos, assegurando pelo menos uma equipa em cada distrito.

· - Efectivação da unidose.

Na Agricultura:

· - Aumento considerável das verbas nacionais do PRODER para a Agricultura e Floresta.

· - Desburocratizar completamente o PRODER, para evitar novas perdas de fundos para Agricultura e Floresta.

Nos Impostos:

· - Abertura a uma significativa majoração do desconto no IRS por cada filho.

· - Oportunidade de alterar o regime que prejudica o casamento no IRS.

· - Melhorar significativamente os direitos do contribuinte nas penhoras fiscais (fim das penhoras automáticas, que não respeitem os meios de defesa do contribuinte).

· - Arbitragem fiscal – resolução mais rápida para os litígios fiscais

Para as PME’s:

· -Compensação de créditos entre as empresas a quem o Estado deve dinheiro e que, por sua vez, são devedoras ao Estado.

· - Reembolso do IVA a 30 dias, apartir de 1 de Janeiro.

· - Abertura à negociação de um novo regime de pagamentos atempados das dívidas do Estado.

· - Maiores apoios à internacionalização das empresas portuguesas.

Nas questões macro-económicas:

· - Garantia de que não há aumento de impostos.

· - Melhor subsídio de desemprego para casais com filhos.

· - Endividamento: admissão de um controlo reforçado das PPP

· - Alargamento do plano de privatizações.

DIVERGÊNCIAS DE FUNDO QUE IMPEDEM O VOTO A FAVOR

· - O Governo não aceita uma redução selectiva de impostos para estimular a economia.

· - O nível da despesa pública sobre o Produto é muito elevado.

· - Não há disponibilidade para rever as prioridades do investimento público já decidido.

· - Redução do Pagamento Especial por Conta: permanece divergência (CDS foi até uma redução de 50%; O Governo não aceitou)

· - O Governo não aceitou cortar no rendimento mínimo para aumentar mais 7 euros (somando aos 3 euros anunciados) as pensões mais baixas (mínimas, sociais e rurais).

· - Problema com o recrutamento de agentes das forças de segurança para 2010.

As propostas do CDS foram todas quantificadas e verificadas. Quando alguma significava um aumento da despesa ou uma diminuição da receita, a equipa negocial do CDS fez uma proposta de equivalente – e até superior – compressão da despesa.

Com um abraço amigo,

Paulo Portas

Presidente CDS/Partido Popular